Claro, para tudo tem um objetivo, uma intenção, um interesse. Esse é o poder de se fazer alianças. O casamento é um típico exemplo de aliança econômica do lado racional. Duas pessoas dividem a mesma geladeira, o aluguel, o condomínio e até o carro. Já imaginou a mesma estrutura para duas pessoas, o custo que isso não daria?
Uma empresa funciona da mesma forma. Uma padaria pode fazer aliança com o seu fornecedor dando exclusividade para seus produtos e comprar com preços menores, aumentando a sua margem de lucro. Um estacionamento pode fazer a aliança com um restaurante e dar um desconto para os clientes que forem almoçar, garantindo fluxo de ocupação de espaço no estacionamento. Uma banca que vende bijuterias em uma feira pode se aliar a outra que vende bolsas para que uma indique os produtos da outra aos clientes ou simplesmente, venderem os mesmos produtos, sendo que uma é dona das bijus e a outra das bolsas. Uma loja de informática pode se aliar a uma de telefonia celular e aumentar a gama de produtos aos clientes de ambas as lojas.
A empresa pode ser pequena, média ou uma mega empresa. Não importa o tamanho dela, o que importa é o resultado que a aliança irá trazer. No passado a TAM fez uma aliança com a Varig e puderam compartilhar as mesmas rotas, economizando e maximizando o número de assentos ocupados. Sua empresa não pode deixar de ter alianças. Elas lhe dão mais coesão em seu mercado e podem lhe proteger até de concorrências desleais. Enfim, aliança é isso, é a união de duas ou mais empresas com um fim comum de ganha-ganha.













