Amadores | maioria das PMEs são "incompetentes" ao usar o Facebook no Brasil

Sua empresa está usando o Facebook corretamente ou está criando um "prato cheio" para a concorrência?

O Brasil descobriu o Facebook para negócios, os homens do marketing, publicitários e o versátil “sobrinho que faz”, afinal todo empresário tem um, enxergam na plataforma de Zuckerberg uma boa oportunidade de aumentar a visibilidade das empresas que defendem.

De fato o Facebook é um eficiente canal para exposição de marca, fidelização, relacionamento e até mesmo conversão, mas do jeito que anda no Brasil, o que estamos vendo é uma "bagunça generalizada", fruto do despreparo e amadorismo das pessoas que planejam e gerenciam a imersão e continuidade dessas marcas na rede.

A maneira correta de se trabalhar uma marca no Facebook é através de uma fã Page e não criando perfis, afinal ninguém é amigo da “TAM Linhas Aéreas” e você não tem por hábito convidá-la para tomar uma cerveja, muito menos flertar com a “Oficina do João”, a primeira vista o problema parece ser apenas “estético”, porém este tipo de ação acarreta em perdas bem maiores para a marca.

Vantagens ao usar o Facebook corretamente
1. Utilizando um perfil, você pode ser denunciado pelo concorrente e sem aviso prévio ter sua conta cancelada. Ou seja, trabalhar no risco de perder tudo o que foi construído.
2. Administrando uma página você tem acesso a métricas sobre a navegação e o comportamento de seus fãs na sua rede, como estatísticas de acesso, perfil demográfico, consumo de mídia e outros dados.
3. SEO (Search Engine Optimization) - Tendência no mundo digital, o Facebook não foge a regra, em uma página você consegue melhorar os resultados de busca como mostra a Brightedge, empresa especializada que desenvolveu um documento sobre como implementar técnicas de SEO no Facebook. http://www.brightedge.com/facebook-social-seo
4. Diferentes possibilidades de plugins sociais, Facebook Connect, capacidade de integrar várias páginas e deixar seu site dinâmico com as atualizações da rede ou mesmo utilizar como sua página principal.

Essas são apenas algumas das vantagens de trabalhar o Facebook corretamente, criar um perfil é uma medida ingênua ou trapaceira, visando apresentar resultado imediato, pois a opção “adicionar como amigo” é bem mais prática e eficiente em um primeiro momento do quê o “recomendar página” mas a médio-prazo é um tiro no pé, e volume de usuário nunca será garantia de retorno.

Antes de concluir, deixo claro que cada marca tem suas especificações e as estratégias vão sempre variar, podemos sim trabalhar com perfil ou grupos para ações curtas, pontuais, de guerrilha, ou relacionamento direto dependendo do ramo de atividade, cada caso é um caso, mas o que está acontecendo não é isto, é um vírus de incompetência, que pega.

Até,
Henrique Borges
Especialista em Marketing e Estrategista Digital.
Twitter: @henriqueborges

Criatividade e inovação | o 'outdoor' invisível do Smart na Alemanha


Golpe de vista para quem olha de frente, já para quem está andando, não. E o melhor, o movimento das pessoas andando é que dá "vida" ao painel escondido na grade. Inovação e criatividade, show de bola! Parabéns para a equipe da BBDO da Alemanha.

Advertising Agency: BBDO, Düsseldorf, Germany
Chief Creative Officers: Sebastian Hardieck, Wolfgang Schneider
Creative Directors: Ton Hollander, Jens Ringena
Junior Art Director: Claudia Janus
Junior Copywriter: Dominique Becker
Managing Director: Dirk Spakowski
Account Director: Thanh Vu Tran

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Adsoftheworld

Novos produtos | McDonald’s lança Chicken Bacon Onion com exclusividade no Brasil

Sua empresa não lança nada novo nos últimos anos? Chicken Bacon Onion: novo sanduíche do McDonald's no Brasil.

O produto foi desenvolvido originalmente na Europa e chega esta semana com exclusividade aos restaurantes brasileiros, que serão os primeiros a receber a novidade na América Latina.

O lançamento combina três ingredientes: frango, bacon e cebola crispy, além de alface americana, queijo picante e maionese especial.

Antes de chegar às unidades de todo o país, o novo sanduíche foi testado no fim de 2010, em 23 pontos de venda do McDonald’s de Brasília.


Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: mundodomarketing, exame

Investimento | Amapá Shopping custará R$ 122 milhões à Tenco

Brasil crescendo, investmentos também. Está guardando dinheiro? Pode perder a onda ou tenha uma boa estratégia.

Com a meta de ser a pioneira do ramo de centro de compras em cidades como Macapá (AP), no norte do País, a construtora Tenco Realty anuncia a criação do Amapá Garden Shopping, obra cujo investimento é estimado em R$ 122 milhões e tem previsão de ser finalizada no ano que vem.

Segundo Adriana Gribel, diretora da Tenco Realty, o projeto envolve área bruta locável de 29 mil metros quadrados, para 150 lojas, como Casa do Pão de Queijo, Renner, Marisa e Riachuelo. Serão 5 lojas-âncoras, 1 hipermercado, 9 megalojas, 6 salas de cinema - uma com tecnologia 3D.

A meta é ousada, mas "a empresa tem o perfil de atuar em cidades afastadas dos grandes centros onde é detectado aumento da renda da população", explica a executiva da Tenco.

A ideia é seguir os passos da BRMalls, líder do setor de administração de centros de compras. Ontem, a empresa anunciou um desempenho vigoroso no segundo trimestre deste ano, quando viu as lojas de seus empreendimentos acumularem um faturamento de R$ 3,7 bilhões, com incremento de 23,7% das vendas no período, em relação à igual época de 2010. Conforme a empresa, as "lojas-satélites" foram as maiores responsáveis pelo lucro.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: DCI

Varejo | Zaffari está a 12 meses de virar o maior varejista 100% brasileiro

Qual a diferença de não ter capital estrangeiro? Pão de Açúcar, líder dentro os supermercados no Brasil, faturou 36,1 bilhões de reais em 2010, já o Zaffari faturou 2,49 bilhões de reais.

São Paulo – Abilio Diniz não é o único a contar os dias até junho de 2012, quando deverá entregar o controle do Pão de Açúcar ao Casino, seu sócio francês. Claudio Luiz Zaffari, que comanda a rede de supermercados que leva o sobrenome da família, também viverá novos tempos. Se o roteiro traçado for cumprido, o Zaffari será o maior varejista de controle 100% brasileiro. Mas, ao contrário do Pão de Açúcar, que ocupa atualmente o posto, a rede gaúcha promete dias de paz na briga pela consolidação do setor.

Com faturamento de 2,49 bilhões de reais em 2010, segundo o ranking da Abras, o Zaffari é a quinta maior rede de supermercados do país. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Pão de Açúcar, que deve passar para o controle francês, é o primeiro, com 36,1 bilhões de reais. O Carrefour, alvo da discórdia de Abílio com o Casino, é o segundo, com 29 bilhões de reais. O americano Walmart vem em terceiro, com 22,3 bilhões de reais. E o GBarbosa, controlado pelo chileno Cencosud, é o quarto, com 3,5 bilhões.

“O fosso é monumental”, diz Eugênio Foganholo, diretor da consultoria Mixxer. Para compensar esse fosso, o que se viu, nos últimos anos, foi uma agressiva corrida para ganhar escala. Redes menores acabaram compradas pelos líderes do setor. Mas o futuro novo líder brasileiro não deve seguir este caminho. Os planos do Zaffari não incluem partir para a briga com os gigantes do setor. “Não é nossa preocupação chegar aos primeiros lugares”, disse Zaffari. “Não temos pressa, nosso crescimento é orgânico”, disse Zaffari, segundo o qual a rede vem crescendo 15% ao ano.

A empresa também não tem planos de abrir unidades em novos estados. O foco é a atuação no Rio Grande do Sul e em São Paulo, onde há espaço para mais uma ou duas unidades, segundo Zaffari. No Rio Grande do Sul, os planos futuros incluem seis projetos - no próximo ano, a rede vai investir cerca de 300 milhões de reais em duas unidades que estão em construção no estado.

O empresário ri quando lembra de todos os rumores sobre aquisições envolvendo a empresa. E reforça que não tem interesse em comprar outras redes, tampouco em ser englobado por uma rede estrangeira. “As aquisições podem acontecer, mas não é o normal da companhia”, disse.

Desnacionalização
A forte presença de empresas estrangeiras no setor de varejo divide os especialistas. “Isso (predomínio brasileiro em um setor) já acabou, ficou lá atrás quando se discutia que o petróleo era dos brasileiros”, disse Cláudio Felisoni, presidente do Provar/Ibevar. Já para Foganholo, da Mixxer, há mais pontos negativos na desnacionalização dos supermercadois nesse momento. “A entrada do Carrefour foi muito importante, trouxe inovações, aportou um novo formato; já com o Casino, não vejo grandes benefícios”, disse.

“Essa tendência de migrar para grupos globais é um processo quase irreversível no mundo”, disse Marcos Gouvêa, sócio da consultoria GS&MD. O mesmo movimento já ocorreu na produção, segundo o consultor. Ele citou áreas em que o Brasil tem empresas globais, como proteína animal, com o JBS, e cerveja, com a AmBev. Enquanto algumas empresas se internacionalizam, caberá ao Zaffari o posto de líder brasileira do setor de varejo – ainda que, no fundo, a empresa queira mesmo é seguir sossegada no seu passo.


Abs,

Jony Lan

Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Marketing Promocional | Smurfs ajudam a promover Mcdonald's, Azul Linhas Aérea e Sony Pictures

Promova suas marcas colando-as em outras. Já fez isso?

O McDonald’s lança a plataforma de ações em parceria com a Sony Pictures para o lançamento do filme Os Smurfs. Com a iniciativa, a rede leva os personagens para o McLanche Feliz e oferece opções de sobremesas inspiradas no desenho animado.

O objetivo é fazer com que os brinquedos sejam um sucesso entre as crianças, mas também conquistem o público jovem e adulto que mantém uma relação emocional com Os Smurfs, sucesso entre os anos 1980 e 1990.

Dividida em duas etapas, a primeira fase da estratégia inicia hoje (14), pretende tornar os personagens conhecidos entre o público consumidor do McLanche Feliz. Para isso, a marca espera distribuir 5,4 milhões de pelúcias do Papai Smurf, Smurfette, Desastrado, Arrojado, Ranzinza, Gênio, Apavorado e Forminha, em quatro semanas.

“Os Smurfs não estão mais na TV, têm presença reduzida em lojas de brinquedo e somente agora, com o lançamento do filme, começam a aparecer em algumas revistas em quadrinhos. A maior parte do target, crianças entre seis e oito anos, ainda não conhece os personagens. Neste primeiro momento, a ideia é apresentar a propriedade para o público infantil e ao mesmo tempo fazer com que jovens e adultos relembrem”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do McDonald’s.

Top Sundae e McColosso Blueberry
A presença dos Smurfs nos pontos de venda também pretende gerar uma experiência diferenciada para as famílias que visitarem os restaurantes.

Toda a decoração foi inspirada nos personagens, para reproduzir a vila dos Smurfs, com materiais como displays de fotos e adesivos. Para envolver ainda mais os pequenos, o McDonald’s também criou um espaço com jogos no site da marca.

Outro lançamento são as sobremesas com calda Blueberry. Durante todo o período da ação, que compreende um total de sete semanas, os consumidores poderão comprar o Top Sundae e o McColosso com a novidade.

Quem adquirir o McLanche Feliz e pagar com o cartão Visa também ganha uma peça de jogo americano exclusiva.

“O principal foco não são as crianças, mas sim toda a família. Pensando nisso, não queríamos deixar os jovens e os adultos de fora. Selecionamos a propriedade de Os Smurfs porque traz entretenimento e é vintage, pois foi relevante há 20 anos”, acredita o diretor de marketing da rede no Brasil.

Novos brinquedos em agosto
Depois do primeiro mês, tendo introduzido e apresentado os personagens, é a vez da segunda fase da campanha, que culmina com o lançamento do filme Os Smurfs nos cinemas brasileiros, em 5 de agosto.

A partir do dia 11, os consumidores encontrarão novos brindes no McLanche Feliz. Serão distribuídos cerca de três milhões de bonecos de plástico com funcionalidades que têm a ver com a personalidade de cada Smurf e com o contexto da animação.

Outra característica da etapa seguinte é a pegada sustentável. Como os personagens vivem na floresta, o McDonald’s distribuirá livretos com dicas de como economizar água, gastar menos energia e cuidar de animais e plantas.

As lições também serão reforçadas pela equipe de colaboradores da rede, que está recebendo treinamento sobre o assunto.

“O desafio é como usar Os Smurfs para trazer mensagens alinhadas aos valores do McDonald’s. Temos um processo de definição de propriedade em longo prazo. Os Smurfs estão planejados há 15, 18 meses. Entre os critérios para escolha estão que propriedades têm relevância para o target família e criança, como podem trazer boas mensagens e como estender a outros targets. Os Smurfs preencheram todos os pontos”, diz Gnypek.

Azul
Com estreia marcada para o dia 5 de agosto, o lançamento do filme será veiculado nos anúncios publicitários da Azul a partir da última semana de julho até o final de agosto.

Os personagens também já foram utilizados pela Azul em uma ação viral na semana passada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas.

Além dessas ações, as companhias planejam utilizar a parceria para realizar campanhas promocionais, sampling, entre outros.

“Sem dúvida, a presença dos personagens de Os Smurfs deixarão nossas ações de marketing ainda mais azuis”, afirma Paulo Mesnik, diretor de marketing da Azul.



Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Estratégia de aquisição | Teva israelense compra gigante japonesa de genéricos Taiyo

Estratégia: para que crescer organicamente se é possível crescer por aquisição?

A empresa israelense Teva Pharmaceutical Industries Ltd. concluiu a compra da Taiyo Indústria Pharmaceutical Co. Ltd. com US$ 934 milhões em cash. Com essa operação, espera-se que a Taiyo passe a dar lucro dentro de um ano.

A Taiyo é a terceira maior fabricante de medicamentos genéricos do Japão, com US$ 530 milhões em vendas em 2010.

Sua aquisição traz para a Teva uma carteira de mais de 550 produtos e uma forte presença em todos os principais canais no mercado farmacêutico japonês.

A Teva também ganha a forte equipe de P&D da Tayio, conhecimento de normas locais e instalações modernas. A expectativa é que as vendas da Teva no Japão atinjam US$ 1 bilhão antes de 2015.

"Este é um marco importante na execução da nossa estratégia de longo prazo. A aquisição da Taiyo é uma garantia de que a Teva se tornará um dos grandes players do setor no Japão", disse o presidente e CEO da Teva, Shlomo Yanai. A Teva também atua no Brasil no mercado de genéricos.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Jornal do Brasil

Estratégia de expansão | Dori Alimentos quer ampliar presença no mercado nordestino

Seu mercado já está saturado? Vá para outras regiões.

Cidades nordestinas estão nos planos da Dori Alimentos, indústria nacional de doces. A empresa quer expandir e vai implementar o seu primeiro centro de distribuição no Nordeste. Localizado em Maceió, no Estado de Alagoas, a unidade abastecerá também os Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.

A estratégia da empresa, que já atua fortemente no atacado na região, é ampliar a presença no varejo. Com inauguração prevista para outubro, o empreendimento deve aumentar a receita em R$ 36 milhões. Esta é a previsão da companhia. O centro de distribuição ocupará uma área de 1.200 m2 e movimentará 600 toneladas por mês.
 
Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Folha de São Paulo

Marketing Retrô | Nestlé lança linha de embalagens históricas de Nescafé

A moda retrô pode movimentar os seus produtos. A Nestlé reedita os rótulos mais marcantes e presenteia o consumidor com a clássica caneca, que se tornou um ícone da marca no Brasil.

Em comemoração aos 90 anos da Nestlé no Brasil, NESCAFÉ resgata três embalagens históricas da versão “Tradição” – 1953, 1968 e 1985 – e lança no mercado um exclusivo pack promocional, contendo uma das latas retrô e a clássica caneca, que se tornou um verdadeiro ícone da marca, com mais de 8 milhões de unidades distribuídas em sete anos.

Líder no segmento de café solúvel e presente no Brasil desde 1953, NESCAFÉ desenvolve esta ação com foco no público da região Sul, que representa aproximadamente 60% do consumo nacional de cafés. As três latas da Edição Histórica chegam em embalagem de 250 gramas (50 gramas a mais que a versão tradicional) e podem ser adquiridas nos pontos de venda da região Sul e no Estado de São Paulo.

As tradicionais canecas também trazem uma novidade neste ano: a estampa do “smile”, sorriso que vem impresso em 50% das unidades criadas para esta ação. A outra metade das canecas continua com o tradicional visual vermelho da “red mug”, sucesso absoluto entre os consumidores desde 2005, em edição limitada.

A história de NESCAFÉ
A Nestlé foi pioneira no desenvolvimento de pesquisas que levaram à criação do café solúvel. O produto foi desenvolvido a partir de uma solicitação do governo brasileiro, na década de 30, para solucionar o problema da superprodução de café. Apresentado pela primeira vez em 1938, NESCAFÉ conquistou consumidores de inúmeros países. No Brasil, a produção começou somente em 1953, na fábrica de Araras, no interior paulista. Em 1973, as instalações da fábrica passaram por um processo de modernização, para assimilar as mudanças técnicas necessárias à fabricação do NESCAFÉ em sua nova forma (granulado instantâneo), pois até então o produto era fabricado em pó e condicionado em lata de folha-de-flandres. No mesmo ano, para o lançamento do granulado instantâneo, houve uma reformulação completa da embalagem, com a substituição da lata pelo vidro com tampa metálica. Ocorreu também uma reformulação no rótulo, com a introdução da tradicional xícara vermelha, tão associada à imagem do NESCAFÉ até hoje.

Desde o lançamento de NESCAFÉ, a Nestlé sempre foi líder no mercado brasileiro de café solúvel. No âmbito mundial, ela é a marca mais valiosa da Nestlé. Em 2004, foi inaugurada em Araras a nova fábrica de NESCAFÉ, com equipamentos de última geração. Atualmente, a unidade é a maior e mais moderna fábrica de NESCAFÉ do mundo, abastecendo tanto o mercado brasileiro quanto o internacional.

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Portaldapropaganda

Natalia Villaveces | moda + vegetarianismo = modelo promovendo a Peta.org


Não me pergunte nada, apenas use sua imaginação!

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: peta.org

LinkedIn | 7 erros na hora de fazer networking no mundo virtual

Você ainda não está no LinkedIn? Visite o grupo do MKTmais no LinkedIn e seja "ativo". O erro maior dessa rede social é achar que as pessoas estão aqui só para trocar fotos. As pessoas estão aqui para fazer negócios e poucos sabem ainda o que querem fazer.


De estratégias equivocadas para se tornar popular até indiferença: saiba quais os deslizes mais comuns na hora de expandir suas conexões e como evitá-los.

São Paulo – Com mais de 3 milhões de profissionais brasileiros cadastrados, o LinkedIn é um espaço fértil para a germinação de novos relacionamentos de carreira. No entanto, diante das milhões de possibilidades de parcerias, há quem se empolgue além da conta e acumule alguns erros de networking clássicos para o currículo.

Algumas vezes, a lista de escorregões está ligada a um conceito equivocado sobre networking. Em outras, por uma noção errada sobre comportmento em redes sociais - à exemplo da enxurrada e estilo dos convites de desconhecidos que todos recebem.

EXAME.com listou alguns dos erros mais comuns e com ajuda de Rogerio Sepa, especialista em gerenciamento de carreiras no mundo virtual da DBM, mapeou algumas dicas para evitá-los.

1 Ser um caçador de conexões
O ato de disparar convites para meio mundo foi mania nos tempos de Orkut e, para horror dos mais discretos, agora também está se espalhando pelo LinkedIn.

Se você é adepto dessa cultura nacional, alerta vermelho. Segundo especialistas, o hábito evidencia uma concepção equivocada sobre o significado de networking profissional.

Você até pode ficar mais feliz ao ver seu número de contatos na rede social extrapolar a casa dos milhares. Na vida real, contudo, isso tem pouco sentido prático.

Muitas conexões e pouco relacionamento concreto (mesmo que virtual) não garantem indicações para emprego, lembranças de novas parcerias ou simplesmente um ‘charme’ a mais para os olhos do recrutador. Nada disso.


Em alguns casos, uma multidão de conexões no LinkedIn pode até ser um tiro no pé do profissional. Se você não conhece boa parte de seus contatos nessa rede social, sinal vermelho.

Isso pode revelar que falta uma visão estratégica na sua maneira de lidar com os planos de carreira – e indicar, para o recrutador, um estilo na maneira de lidar com as atividades profissionais.

2 Ter propósitos difusos
Por trás desse hábito de disparar convites para o universo inteiro do LinkedIn está o pecado mortal de não ter planos definidos para a carreira.

“Antes de qualquer ação propriamente dita, o profissional precisa definir qual o propósito daquilo”, diz Rogerio Sepa, especialista em gerenciamento de carreiras no mundo virtual da DBM.

Isso significa que você precisa adotar uma postura estratégica diante de cada futura conexão no LinkedIn.

Pergunte-se sobre as razões para adicionar esse novo contato, como você irá justificar isso para ele e de que maneira essa relação também pode ser útil para o profissional do outro lado da rede.

3 Mandar o convite padrão
Esse aspecto lança luz sobre outro deslize comum entre os usuários do LinkedIn no Brasil. Na hora de enviar convites para novas conexões, o site oferece a opção de envio de uma mensagem padrão.

Sucumbir à tentação de encaminhar o convite dessa forma é quase uma fórmula também pronta para matar seus planos de expansão de networking.

“Muitas pessoas não se esforçam para mudar uma vírgula do texto”, diz o especialista. “Esse tipo de forma de contato é vista com muita reserva por quem recebe”.

É essencial redigir uma mensagem personalizada para cada contato mostrando quem você é e quais seus objetivos em manter contato com ela.

4 Encher linguiça
Agora, não vale esbanjar toda a sua prolixidade adormecida nessa mensagem. A dica é ir direto ao ponto. “A mensagem deve ser curta. Logo de cara, você deve estabelecer seu objetivo”, diz Sepa.

Exemplo: Se a pessoa do lado de lá é um headhunter que está à procura de um profissional com o seu perfil, basta mencionar isso e argumentar, de maneira objetiva, porque você é uma boa opção para a oportunidade em questão.

5 Criar vínculos falsos
As opções para adicionar novos contatos da maneira mais tradicional no LinkedIn são restritas. Apenas amigos, colegas de classe, colegas de trabalho ou pessoas que fizeram algum negócio em comum podem se conectar pelo caminho mais simples.

O problema é que, muitas vezes, o novo contato não cabe em nenhuma dessas alternativas. Diante disso, muita gente decidi estabelecer um vínculo anterior falso.

Quantas vezes você já não recebeu um convite no LinkedIn informando que você já fez um negócio junto com um desconhecido em uma empresa mais desconhecida ainda?

De acordo com o especialista da DBM, há duas maneiras para driblar essa estratégia mentirosa. A primeira é buscar em sua rede de contatos alguma pessoa em comum e pedir para que esse contato apresente você, virtualmente, para a conexão alvo.

Outra maneira mais discreta é participar dos mesmos grupos que a pessoa em questão participa. Esse ponto em comum dentro da rede social, abre espaço para que você adicione o outro profissional a sua rede de contatos.

6 Não ter papas nas língua no Twitter
O LinkedIn dispõe de um aplicativo que permite que todas as mensagens postadas Twitter também sejam publicadas na rede social profissional. O problema é que, se a ideia é expandir sua rede de contatos de carreira, não pega bem pipocar seu mural do LinkedIn com tuites de cunho mais pessoal.

Se decidir usar esse aplicativo, prefira conectar apenas uma conta no Twitter que tenha um cunho mais profissional.

7 Colocar contatos e LinkedIn no ostracismo virtual
Vara horas no Facebook ou Twitter pode até ser mais divertido do que investir mais tempo no LinkedIn. Mas, como na vida fora da web, a rede de contatos profissional deve ser cultivada. Isso significa que você pode desde participar ativamente dos grupos de discussão, páginas de perguntas ou, simplesmente, retomar o contato periodicamente com cada pessoa da sua lista de contatos.

Novamente, cuidado com a falta de objetivo. “Não vale mandar uma mensagem apenas perguntando se está tudo bem. Você precisa ter algo para compartilhar”, diz Sepa. “Ninguém tem muito tempo a perder hoje em dia. É preciso ter um propósito”.

E eu ainda acrescentaria mais um. Não participar de nenhum forum de discussão. Quem está no LinkedIn por estar, está que nem a empresa que tem um site para ter. Não vai para frente, nem para trás. E você, que networking quer fazer?

Vamos fazer negócios?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Comportamento | Escassez de domésticas pode mudar hábitos da classe média

A "falta" sempre abre oportunidades. Por que ninguém criou uma empresa de limpeza doméstica, por exemplo? Se há, é quase que inexistente e as oportunidades são gritantes.

A menor oferta e a maior renda de empregadas domésticas podem trazer "impactos profundos" para a sociedade brasileira, dizem analistas, obrigando famílias a reorganizarem suas vidas e hábitos domésticos.

"As classes média e média alta se organizaram em função do trabalhador doméstico, que estrutura suas vidas e possibilita suas jornadas de trabalho", diz Luana Pinheiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De acordo com a pesquisadora, a migração de mulheres jovens para outros setores do mercado de trabalho formal tende a reduzir a oferta de trabalhadoras domésticas, mas a demanda continua alta.

"Essa não-reposição (de profissionais na categoria) pode ter impactos muito profundos na sociedade. Se a oferta se tornar muito pequena, as famílias podem ter que se reorganizar e redistribuir as tarefas domésticas", diz a socióloga.

Famílias acostumadas à ajuda doméstica terão que encontrar novas maneiras de dar conta de cuidados com filhos, limpeza e alimentação, diz Pinheiro, e adotar uma divisão de tarefas mais equilibrada entre homens e mulheres.

Mas também o Estado será chamado à responsabilidade, afirma a socióloga, preenchendo lacunas que vêm sendo compensadas por trabalhadoras domésticas.

"O Estado vai ter que compartilhar com as famílias a responsabilidade por atividades como o transporte escolar e a oferta de creches", diz Pinheiro. "Os cuidados não devem ser responsabilidade só da família, ou só da mulher dentro da família. Se for assim, quem tem dinheiro resolve, quem não tem não resolve."

'Segunda liberação feminina'
De acordo com o economista Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o processo de entrada das mulheres brasileiras no mercado de trabalho, no passado, veio apoiado no trabalho doméstico. As empregadas permitiram que "as mulheres deixassem a casa e fossem trabalhar". Tanto que o processo incluiu a entrada de uma legião de mulheres de baixa escolaridade no mercado, na retaguarda.

Para Neri, agora começa "a segunda etapa da liberação feminina". "Está havendo e vai continuar a haver uma mudança no mercado, permitindo a liberação das empregadas domésticas de um trabalho pouco qualificado", diz.

A seu ver, isso vai trazer mudanças culturais para a sociedade e fazer com que novas tecnologias sejam incorporadas aos lares para compensar pela falta - ou redução - da ajuda doméstica.

Mesmo domésticas poderão ter que readequar sua rotina de trabalho: de acordo com pesquisa do Data Popular, 17% das empregadas no Brasil (mais de um milhão de pessoas) contam com ajuda de outros trabalhadores em suas casas para poder sair para trabalhar.

'Serviço de luxo'
Para o economista Leandro de Moura, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), a queda no total de trabalhadores no setor - observada desde setembro nas seis principais metrópoles brasileiras - pode fazer com que o Brasil caminhe para uma realidade próxima à de países desenvolvidos:

"A gente pode estar caminhando para uma tendência de grandes centros como Estados Unidos e Europa, de o serviço doméstico se tornar um serviço de luxo, mais caro", diz.

De acordo com pesquisa do Data Popular, instituto de pesquisa e consultoria em São Paulo, a renda de trabalhadoras domésticas teve crescimento acima da média nacional de 2002 para cá. Enquanto a renda do brasileiro médio aumentou 25%, a das domésticas subiu 43,5%.

"Hoje, quem tem pouca educação está ganhando mais, e quem tem muita educação está ganhando menos", diz Marcelo Neri. "Está mais difícil arcar com os custos de uma empregada doméstica, uma coisa pretensamente de classe média", diz.

Margareth Galvão Carbinato, presidente do Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo (Sedesp), diz que as dificuldades da classe média têm outra raiz: os encargos e as exigências trabalhistas, que desestimulam contratações.

Novos direitos
Em junho, uma resolução histórica da Organização Internacional do Trabalho (OIT), integrada por 183 países, determinou que empregados domésticos devem ter os mesmos direitos básicos que trabalhadores de outros setores, incluindo regulação de jornada de trabalho, descanso semanal de 24 horas consecutivas e um limite para pagamentos em dinheiro vivo.

Após a decisão, o Ministério do Trabalho anunciou que vai elaborar uma proposta para equiparar os direitos trabalhistas de empregadas domésticas aos de outros trabalhadores, assegurando, por exemplo, o direito ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e o pagamento de horas extras. De acordo o ministro Carlos Lupi, o projeto será apresentado à presidente Dilma Rousseff até o fim do ano.

A decisão levou a protestos entre representantes de empregadores, que argumentam que a medida levaria a forte queda nas contratações.

Carbinato afirma que o trabalho doméstico deve continuar sendo tratado como uma categoria especial e argumenta que é impossível regular a jornada de trabalho de uma empregada doméstica ("O empregador não teria condições de saber se o empregado trabalhou enquanto estava fora de casa ou se ficou assistindo a novela, ou falando no celular sentado na cozinha. Não tem como controlar.")

"Com cada vez mais encargos no ombro do empregador, vai acabar havendo uma mudança nos hábitos", diz. "Em vez de você ter uma pessoa que vai todo dia, vai acabar pegando diarista. Quem tinha três empregados vai ter uma, e quem tinha uma vai ter só uma diarista, ou nenhuma. E as pessoas que eram empregadas vão ter que pular para outra área para sobreviver", diz.

Quando se casou, há dois anos e meio, o casal Mariana e Thiago Lago, de Niterói, no Rio de Janeiro, contava com uma diarista uma vez por semana, mas se viu obrigado a cortar a empregada por conta do aperto no orçamento com a chegada do primeiro filho, no início do ano.

"O dia a dia trabalhando e sem uma empregada é um inferno", reclama Thiago.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: BBCBrasil