Marketing esportivo ainda é amador no Brasil e o único objetivo é a exposição da marca com mídia espontânea

Sua empresa está investindo em Marketing no ponto de venda, na equipe comercial e em campanhas de comunicação de promoções pontuais? Está na hora de pensar em longo prazo e na marca enquanto seu ativo maior.

Na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, os atletas brasileiros darão o seu melhor para conquistar os títulos dos dois maiores eventos esportivos do planeta.

As marcas nacionais, no entanto, ainda estão longe do pódio quando o assunto é marketing esportivo. As empresas estão investindo no esporte e se associando às modalidades olímpicas, principalmente o futebol, mas predominam ações limitadas ao patrocínio e à exposição de marcas.

Há ainda poucas iniciativas de ativação e relacionamento junto a clientes e consumidores, com planejamentos a longo prazo.

Em entrevista, o consultor esportivo e professor da Trevisan Escola de Negócios, Fábio Wolff, conta que no Brasil o marketing esportivo ainda é amador e se restringe principalmente ao futebol, enquanto na Europa e nos Estados Unidos as negociações são extremamente profissionais e abrangem todas as áreas esportivas.

Com mais de 12 anos de profissão, o especialista comanda a agência Wolff Sports & Marketing, que gerencia os contratos entre os clubes e os patrocinadores, realizando eventos e ações promocionais.

Atualmente, existe uma conscientização maior dos patrocinadores na utilização das ferramentas do marketing esportivo, mas aquém do que pode ser realizado.

“O que vejo são empresas com um saco de dinheiro fechando um patrocínio com o clube sem nenhum planejamento.”, declara Wolff. Leia na entrevista a seguir detalhes sobre a situação atual do marketing esportivo no Brasil.

Nos últimos anos, o mercado esportivo se tornou mais evidente e a previsão é aumentar cada vez mais. Como você analisa o interesse das empresas em alinhar a marca aos esportes?

Fábio Wolff - Eu trabalho no marketing esportivo há 12 anos e, sem dúvida, de um ano e meio para cá o mercado está mais aquecido em razão do Brasil ser a sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas, além de outras competições importantes até 2016.

Como os eventos são caros, com poucos patrocinadores, as empresas estão se mexendo para fazer um brainstorm e decidir como atuarão indiretamente, pois diretamente será difícil.

Já observo muitas marcas se associando ao futebol e patrocinando outras modalidades, mesmo que não estejam ligadas à competição em si.

Quando falamos de marketing esportivo, vem sempre um caso à mente, que é o do Banco do Brasil. Vemos poucos patrocínios como case. Que outros se desenvolveram nos últimos anos e foram relevantes?

Fábio Wolff - Existem alguns exemplos, mas não são muitos. Entre os três maiores certamente está o Banco do Brasil. O Banco estava com a marca envelhecida e conseguiu rejuvenescê-la patrocinando principalmente o vôlei.

Entre os cases mais importantes, eu citaria o do Banco Nacional com o Ayrton Senna, que foi um caso de sucesso. Soube explorar a marca, associando-a ao piloto e fazendo muito bem o relacionamento com os colaboradores.

Outro case relevante, que eu costumo mencionar nas minhas aulas de marketing esportivo, é o do Palmeiras Parmalat, que teve um enorme sucesso e grande durabilidade.

Você acha que o cenário atual de comunicação no Brasil impede o surgimento de novos patrocinadores? Porque todos estes que falamos já têm mais de cinco anos. O mercado mudou e agora está mais difícil conseguir grandes patrocínios?

Fábio Wolff - A minha opinião é que o mercado ainda é virgem. Uma empresa que tem um planejamento a médio e longo prazo e capital para investir, certamente, conseguirá um bom contrato por meio de uma agência ou de uma consultoria focada no tema, tendo grandes chances de obter sucesso.

Vocês faturam bastante com o futebol. Este é o único caminho? É onde está a audiência e a cobertura de mídia, por isso todo mundo investe?

Fábio Wolff - Infelizmente, ao contrário da Europa e dos Estados Unidos, no Brasil, o futebol predomina na mídia, com 90% do espaço. Já os outros esportes ficam restritos a cotas menores, e, consequentemente, o retorno também é baixo.

O panorama não deve mudar tão cedo, porque o futebol é a paixão nacional e está enraizado no povo brasileiro, assim como o Carnaval e outras manifestações populares.

Espero que, após a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016 tragam maior destaque para os outros esportes como o basquete, o judô e a natação. Modalidades nas quais o Brasil tem a chance de conseguir o ouro olímpico e, portanto, os canais abertos terão o interesse de transmitir as disputas.

As empresas costumam colocar a marca na camisa de um time de futebol e levar os clientes e os parceiros aos jogos. Até que ponto você acha que este modelo de patrocínio esportivo é eficiente? O que mais pode ser realizado?

Fábio Wolff - Apenas estampar o nome numa camiseta não é marketing esportivo. A empresa somente compra um espaço para divulgar sua marca, o que poderia ser feito numa revista ou em qualquer outro veículo.

Hoje existe uma maior conscientização dos patrocinadores de usar todas as plataformas e ferramentas que o marketing esportivo permite. No quesito relacionamento, a empresa pode levar o cliente no camarote, conseguir um número determinado de ingressos para os funcionários e fazer uma campanha de endomarketing ou até uma promoção.

A ativação também é uma ferramenta importante durante o intervalo do jogo com a torcida. O que eu vejo ainda são empresas com um saco dinheiro fechando um patrocínio com o clube sem nenhum planejamento. Elas precisam se conscientizar que a cada real investido é necessário mais dois para intensificar e tornar a marca associada ao time.

A Wolff Sports & Marketing tem um caso recente da Tenys Pé com o Neymar. Pode nos contar um pouco sobre?

Fábio Wolff - A Tenys Pé Baruel é um case interessante, porque era um cliente que eu namorava frequentemente e nunca tínhamos realizado nada.

Depois de muito insistir, apresentei para o Daniel (Tirabosh), diretor de marketing da empresa, a proposta da camiseta inteira do São Paulo na semifinal da Copa Libertadores em 2010. O Daniel fechou a parceria em 15 minutos e trabalhamos no jogo, que obteve uma das maiores audiências do ano, com cerca de 30 pontos de Ibope.

Para a partida, conseguimos alguns ingressos e levamos alguns clientes. Fechamos ainda vários jogos com o São Paulo e, por fim, oferecemos uma proposta de um ano de contrato, mas a negociação não evoluiu.

Em relação ao Neymar, a Tenys Pé estava interessada em patrocinar o time do Santos no começo do ano. Eu acreditava que era uma boa oportunidade, já que o clube era o favorito da Libertadores. A empresa também estava à procura de um atleta para representar a marca num filme comercial e o Neymar parecia uma boa opção. O patrocínio do Santos não aconteceu, mas fechamos com o jogador para ser o novo garoto-propaganda da Tenys Pé.

Fizemos uma matéria recentemente falando que o Neymar virou o queridinho das marcas. Teve a época do Robinho, do Ronaldo e do Ronaldinho Gaúcho e agora é ele. De que modo você o vê como embaixador dessas marcas esportivas?

Fábio Wolff - Fico contente de ver um atleta como o Neymar sendo assediado por tantas empresas para representar a marca. Se pararmos para pensar, existem atualmente pouquíssimos nomes no mercado com este perfil.

Por isso as marcas vão todas para o mesmo nome?

Fábio Wolff - Sim. Na Europa, nos Estados Unidos e em outras partes do mundo a situação é diferente, existe um cardápio enorme de atletas para escolher. Já no nosso país são poucos, em função da educação, da postura e até do modo de falar do atleta.



Um exemplo de caso negativo é o Bruno, ex-goleiro do Flamengo, que tinha um contrato com a Olympikus e foi rescindido na hora. Este é um dos motivos que levam as empresas a pensarem 30 mil vezes antes de associar a marca a um atleta.

té porque, o esportista é um ser humano, que mesmo bem instruído pode acordar num dia ruim e falar alguma coisa que não condiz com os princípios do patrocinador. As empresas têm muito cuidado, por isso poucos atletas são utilizados como garoto-propaganda no Brasil.

O consumidor tende a lembrar mais de uma marca que patrocinou o seu time. Por exemplo, o torcedor do São Paulo reconhece mais a LG, do que o torcedor do Flamengo, Vasco, Palmeiras ou Santos. Você acha que é um bom negócio a marca patrocinar mais de um clube no campeonato?

Fábio Wolff - Os torcedores se identificam com as marcas que patrocinam os seus times de futebol, mas um estudo feito pela TNS diz que apenas 4% das pessoas deixam de consumir produtos das marcas patrocinadoras dos times adversários.

O marketing esportivo é uma ferramenta absurdamente poderosa em função da mídia espontânea que gera, de modo que o tema é 100% aceito e mexe com as emoções dos consumidores.

O melhor momento para se comunicar com o público é durante a transmissão de um jogo, porque é o período que as pessoas estão relaxadas e, às vezes, subjetivamente as marcas entram na mente delas.

Uma das grandes reclamações das marcas é a falta de profissionalismo do futebol. Como você observa esta questão?

Fábio Wolff - Acho que o futebol já foi muito mais amador. Hoje em dia, consigo ver uma estrutura mais profissional nos clubes brasileiros, mas ainda estamos engatinhando em comparação à Europa.



Tive a oportunidade de fazer um mestrado na Inglaterra sobre a indústria do futebol e pude conhecer os clubes Liverpool e Manchester United. A estrutura dos times é como a de uma empresa, muitos grupos possuem ações na bolsa de valores e prestam satisfação para os seus acionistas. Ao passo que no Brasil, o clube é uma instituição sem fins lucrativos e quando a oposição entra na diretoria não dá continuidade às melhorias realizadas anteriormente.

A equipe Williams de Fórmula 1 abriu o capital este ano e agora é uma empresa. Seria o caminho os clubes virarem empresas? Por que não acontece?

Fábio Wolff - O movimento dos clubes tornarem-se empresas já foi trabalhado aqui no Brasil e esteve muito perto de se concretizar. Na verdade, a lei estava sancionada, que era a Lei Pelé (nº 9.615/98), mas apareceram algumas mudanças na sequência e afugentou os investidores estrangeiros, isto ainda na década de 1990. As pessoas que estão no meio do futebol não têm interesse em que os clubes virem entidades empresariais.

O que os clubes estão fazendo para ganhar dinheiro agora?

Fábio Wolff - Os valores de contrato com os patrocinadores subiram bastante e dos ingressos também. Os clubes estão aos poucos trabalhando com o licenciamento de produtos, mas está muito longe de ser algo significativo do percentual do faturamento. Alguns clubes têm investido muito bem junto ao sócio-torcedor, como o Internacional – RS, que possui mais de 100 mil sócios, e o Grêmio, com 60 mil.

Outras fontes de receita importantes são o contrato de fornecimento de material esportivo e a venda de atletas, que atualmente tem representado um percentual menor no ganho dos clubes.



Como você vê alguns clubes que têm a diretoria de marketing coordenada por um diretor de marketing? Eles deveriam fazer um trabalho melhor do que fazem?

Fábio Wolff - Não. Na grande maioria dos clubes, os diretores de marketing não são remunerados, eles são voluntários. Acho que está errado. Na verdade, eles deveriam ser contratados, bem remunerados e cobrados. A estrutura atual é muito solta, a maior parte dos profissionais tem outro emprego pago e deixam o clube em segundo plano.

O valor do patrocínio das empresas aumentou muito. Não é à toa que o Corinthians, o São Paulo e o Flamengo bateram recordes de faturamento nos últimos anos. Este preço vai continuar subindo ou vai estabilizar?

Fábio Wolff - A tendência é que os clubes aumentem suas receitas via sócio-torcedor e licenciamento, pois os valores de patrocínio já chegaram ao limite. Quando tiverem estádios novos, os clubes poderão trabalhar o ganho de uma forma efetiva.

Por exemplo, o estádio Old Trafford, do Manchester United, diferente de alguns estádios aqui no Brasil, gera receita nos 365 dias do ano, porque tem visitas diárias de turistas, que fazem um tour, almoçam e compram na loja do estádio.

O ideal é o clube criar o maior número de possibilidades para o torcedor fanático consumir.

A Unimed do Rio de Janeiro tem uma gerência de marketing esportivo. Não seria o ideal ter uma seção dessa categoria na empresa?

Fábio Wolff - Poucas marcas têm. Até porque o investimento no esporte para algumas não representam volume que demande este tipo de ação. Mas, se a empresa tem uma boa agência de marketing esportivo para trabalhar, que entende a missão e os objetivos do cliente, pode desempenhar bem este trabalho.

O seu trabalho é intermediar os contratos das empresas e com os clubes de futebol. Como é este processo?

Fábio Wolff - A Wolff Sports existe há cinco anos. Atualmente, nossa área de negócios é o futebol, em que já realizamos mais de 300 patrocínios.

Temos o contato com as duas pontas, as empresas e os clubes brasileiros e internacionais de todas as federações. Essa rede faz com que tenhamos trabalhado em mais de 10 campeonatos regionais e o brasileiro da série B.

A agência também faz a parte de relacionamento das marcas, por meio do evento “Craques do Futebol”, que é uma partida com ex-jogadores para a companhia convidar os clientes.

Além do futebol, trabalhamos com outros esportes. Este ano, fechamos o patrocínio da Nivea com as seleções brasileiras masculina e feminina de vôlei. Já tivemos envolvidos, inclusive, com o mercado equino, realizando o Caballiana Fair, que é o maior evento da categoria da América do Sul.

Ou seja, quer investir a sua marca no esporte, esqueça que existe apenas a desoneração de 1% (pífio) de IRPJ para investir em esportes. Ou a empresa investe nesse nicho, ou vai continuar a fazer "Marketing de folheto de padaria".

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: exame, mundodomarketing

Incentivos Fiscais | Montadoras terão redução de IPI até 31 de julho de 2016

Sua empresa está só importando? A vantagem do Governo se aplica a quem fabricar seus veículos no Brasil. Ou seja, a política vai favorecer a industrialização.

O benefício está previsto na Medida Provisória 540, publicada hoje no Diário Oficial da União
Brasília - O governo irá reduzir a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para montadoras instaladas no Brasil até julho de 2016, desde que elas atendam requisitos de agregação de conteúdo nacional, investimento, inovação tecnológica e produção local. O benefício está previsto na Medida Provisória 540, publicada 03/08 no Diário Oficial da União.

O coordenador geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli, afirmou que as indústrias exclusivamente importadoras não irão se enquadrar na medida. "Isso tudo vai propiciar o aumento da competitividade da indústria nacional e estimular a instalação de fábricas no Brasil", afirmou.

A regulamentação da medida, que virá por decreto, irá estabelecer o porcentual de uso de peças importadas pela montadora de automóveis. "O objetivo é melhorar a competição da empresa nacional em relação aos importados", disse Mombelli. Poderão ser desonerados de IPI tratores, ônibus e micro-ônibus, automóveis de passeio, caminhões e veículos comerciais leves, veículos especiais (como para neve) e cavalos mecânicos.

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Oferta do dia | ClickOn vende três conversíveis da Smart por R$ 49.900 (30% de desconto)

Tendência | depois de vender um Mini Cooper 57% mais barato, site faz nova promoção relâmpago e inclui carros em seu mix. Nem sinal da concorrência.

Depois de causar alvoroço na semana passada ao oferecer um Mini Cooper da BMW por R$29.999,99, um preço 57% menor do que o normal, o ClickOn volta com outra promoção.

O site de compras coletivas vai ofereceu um desconto de 30% na compra de três Smart Fortwo Cabriolet, marca da Mercedes-Benz, em uma parceria com a concessionária Smart Jardins. De R$ 71.900, cada carro cairá para R$ 49.900.

A oferta não teve horário definido para acontecer. A qualquer momento, o ClickOn disponibilizará em sua fan page no Facebook um link para a compra do modelo.

Diferente da oferta da semana passada, desta vez o site terá uma flexibilização da forma de pagamento.

O usuário deverá comprar um cupom de R$ 2.000 que lhe dará o direito a um crédito de R$ 22.000. Após a compra, o consumidor poderá negociar com a concessionária a forma de pagamento, à vista ou financiado pelo banco de preferência. Os R$ 2.000 pagos no cupom senão abonados no preço total.

Segundo Alexandre Flit, diretor de novos negócios do ClickOn, essa oferta demonstra para o mercado que a categoria automóveis fará parte do mix de ofertas do ClickOn. "Já estamos inclusive em negociação com outras montadoras para repetir o sucesso", diz ele.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Design | Latinha da Budweiser muda pela primeira vez em 10 anos e fica mais vermelha para atrair os jovens

O mundo muda, logo, a latinha também muda, não? A Nova embalagem é o 12º modelo desde que a empresa começou a comercializar cerveja em lata. Será que está ficando com cara de vermelho da Brahma?

A fabricante belga Anheuser-Busch InBev lançou, depois de 10 anos, uma nova embalagem para a latinha da cerveja Budweiser. Ao contrário de embalagens antigas, o novo modelo vem com um vermelho mais carregado e com o logotipo em branco.

Esse é o 12º modelo desde que a empresa começou a comercializar a cerveja em lata, em 1936.

A nova latinha da Budweiser deve chegar nos mercados dos Estados Unidos no final do verão e no final do ano em outros mercados. A ideia do novo design é atrair o pessoal mais jovem, com um visual menos branco e mais colorido.

A Anheuser-Busch InBev surgiu em 2008 da combinação da InBev NV e da Anheuser-Busch Cos.A empresa é destaque em vendas, assim como as concorrentes Stella Artois e Beck.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Design | Coca-Cola FEMSA apresenta nova identidade visual de Del Valle Kapo

A Coca-Cola FEMSA, empresa do Grupo FEMSA - Fomento Econômico Mexicano S. A., apresenta a nova identidade visual de Del Valle Kapo, linha de bebidas para crianças da Coca-Cola Brasil. Seguindo padrão de comunicação voltado ao público infantil, a linha ganha novas embalagens, que refletem a integração de Kapo com a família Del Valle, e uma campanha composta por filme em TV, internet e ponto de venda.


A campanha tem como base a política de marketing responsável da Coca-Cola Brasil, de não dirigir publicidade diretamente a menores de 12 anos, e a comunicação se diferencia por dialogar com os pais, estimulando que passem mais tempo de qualidade com seus filhos por meio de uma diversão na natureza.

A reformulação na identidade visual traz um retrato de aventura em família, com personagens em formato de animação real. A estória O Segredo dos Vales Mágicos foi desenvolvida em parceria pela The Alchemists, agência de Hollywood que atua na indústria cinematográfica, e traz mensagens com valores de carinho e família em conteúdo adulto e formato realista. A estória se passa num lugar incrível na fazenda Del Valle, onde pais e filhos descobrem juntos os segredos do carinho.

Com a unificação das marcas Del Valle e Kapo, em 2009, seu portfólio ampliou e passou a contar com a nova linha de néctares para auxiliarem as mães a proporcionar aos seus filhos uma vida mais saudável.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: BM

Oportunidades | Copa abre 699 oportunidades para MPE em Belo Horizonte

Vai aproveitar a onda e abrir caminhos ou ...? Maioria das possibilidades de negócios na capital mineira está na construção civil e turismo.

A Copa do Mundo deve gerar 699 oportunidades de negócio para micro e pequenas empresas (MPE) de nove setores da economia em Belo Horizonte, antes, durante e após o evento esportivo. É o que mostra mapeamento encomendado pelo Sebrae à Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os números foram apresentados nesta terça-feira (2), durante o evento Encontro Sebrae de Negócios – Oportunidades para 2014, que acontece na prefeitura da capital mineira.

De acordo com o estudo, o setor de construção civil é o que oferece mais possibilidades de negócios para as empresas locais. Elas estão distribuídas em 103 atividades, desde o fornecimento de matéria-prima e equipamentos à prestação de serviços. Os outros setores pesquisados foram: tecnologia da informação (89), madeira e móveis (31), têxtil e vestuário (60), turismo (94), produção associada ao turismo (90), comércio varejista (84), agronegócios (88) e serviços (60).

“As cerca de 125 mil micro e pequenas empresas mineiras precisam se preparar para atender à demanda de negócios da Copa do Mundo e aproveitar esse momento para ganhar competitividade. O Sebrae está atuando para que essas empresas tenham um papel cada vez mais significativo na economia”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

O encontro de negócios e o mapeamento em BH fazem parte do Programa Sebrae 2014. O evento contou com a participação do prefeito da cidade, Márcio Lacerda, do presidente do Comitê Executivo da Copa do Mundo 2014 no município, Tiago Lacerda, e do secretário extraordinário da Copa (Secopa), Sérgio Barroso. Além da capital mineira, o estudo já foi apresentado no Rio de Janeiro, Brasília, Cuiabá, Natal e Recife. Nas próximas semanas, o evento será realizado em Salvador, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Manaus e São Paulo. Ao todo, o Sebrae está investindo R$ 80 milhões no programa.

Os números de Belo Horizonte foram extraídos de uma lista com 929 oportunidades de negócios nos quais essas empresas podem empreender com grande chance de sucesso. Nesta relação também estão restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação e bebidas, comércio de reparação e manutenção de equipamentos de comunicação, produtores de eventos, consultorias em gestão empresarial, obras de acabamento, fornecimento de embalagens, serviço de coleta seletiva, tratamento de resíduos, ensino de esportes, fabricação de aguardente, cerveja e chopp, fornecedores de material e mobiliário de escritório, entre outras.

O estudo faz ainda um levantamento sobre as dificuldades das empresas em relação à documentação, gestão e sustentabilidade, sugerindo planos de ações para que os empresários possam garantir espaço no mercado. “O mapeamento é uma das iniciativas do Sebrae que vai beneficiar mais de 500 pequenos negócios em Belo Horizonte e Região Metropolitana, em ações de melhoria da qualidade e gestão dos produtos e serviços prestados em vários setores”, afirma o superintendente da instituição em Minas, Afonso Maria Rocha.

Outro dado relevante do mapeamento é o índice de densidade das empresas nas atividades dos setores, que oscila entre 0 e 1. Quando maior o índice, maior a concentração de micro e pequenas empresas. Alguns exemplos: nas atividades de fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado, portais e provedores de conteúdo para internet, design e decoração de interiores, operadores turísticos, criação artística, produção de aguardente e bebidas destiladas o índice é 1, ou seja, 100% das empresas desses segmentos são micro e pequenas.

Dados MPE / Belo Horizonte
124.559 micro e pequenas empresas
351.106 empregos gerados

Número de MPE por setor
10.236 Indústria
7.098 Construção
47.922 Comércio
59.303 Serviços

Número de empregos gerados por setor:
49.564 indústria
44.669 Construção
125.076 Comércio
131.797 Serviços

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Agência Sebrae

Diversificação | Embaré investe R$ 24 milhões e ingressa no mercado de leite longa vida

Será que a Embaré está utilizando os benefícios fiscais de inovação tecnológica para esse investimento?

A Embaré, uma das cinco maiores companhias de lácteos do país, ingressa no mercado de leite longa vida e lança a nova linha Camponesa longa vida nas versões integral, semidesnatado e desnatado. Com investimentos de R$ 24 milhões, a empresa amplia seu mix e atende as expectativas dos consumidores com um leite mais saboroso e enriquecido com vitaminas.

A nova linha de leites longa vida Camponesa que traz a qualidade e tradição da marca Embaré será produzida na fábrica da empresa localizada em Lagoa da Prata, Centro-Oeste de Minas Gerais. Envasados em embalagens Tetra Brik Aseptic 1000 ml Squareline, da Tetra Pak, os leites Camponesa já vem com a nova tampa de rosca, fácil de abrir e fechar e que garante total segurança e higiene.

A fábrica que conta com um novo espaço construído, recebeu uma linha completa de equipamentos de alta tecnologia e performance para a produção de cerca de 300 mil litros de leite por dia. A expectativa da Embaré é atingir 10% do mercado de leite longa vida da região Leste do país em até dois anos.

Diversificação e canais de vendas
De acordo com Haroldo Antunes, presidente da Embaré, a decisão de investir na produção de leite longa vida tem como objetivo diversificar a oferta de produtos da empresa. “A nova linha de leite longa vida Camponesa nos proporcionará a abertura de novos canais de venda”, explica o presidente. Além disso, a empresa busca atender a demanda dos consumidores por produtos de maior valor agregado, com leites para diferentes perfis de consumidores.

Marketing
A empresa promoverá uma campanha que contará com web site www.leitecamponesa.com.br peças de TV, mídia impressa, rádio e ponto de venda. A ação terá como objetivo a promoção dos benefícios dos três produtos Leite Camponesa Integral enriquecido com ferro e vitaminas A, C e D para os consumidores que buscam energia aliada ao sabor do leite; Leite Camponesa Semidesnatado enriquecido com ferro e vitaminas A, C e D promete o balanço perfeito entre o sabor e a redução de caloria e Leite Camponesa Zero enriquecido com Cálcio e vitaminas A e D para quem busca todos os nutrientes do leite sem gordura e consequentemente menos calorias.

Market-Share
Atualmente, a Embaré é a terceira maior fabricante de leite em pó do País, atrás apenas de Nestlé e Itambé. O alimento, responsável por cerca de 70% das vendas da empresa, é vendido há cinco décadas e tem nas regiões Norte e Nordeste o maior número de compradores. "Há alguns anos temos avançado mais no Sul e Sudeste e sentimos a necessidade de oferecer o leite UHT", afirma Haroldo Antunes. A empresa fornece, ainda, itens como leite condensado, creme de leite e bebidas lácteas.

Investimento
A Embaré adquiriu equipamentos de alta tecnologia e travou uma batalha para garantir aumento suficiente da captação de leite numa região onde a oferta do produto é concorrida. Segundo o vice-presidente de operações industriais da empresa, Alexandre Antunes, um programa de incentivo aos produtores rurais de uma forte bacia leiteira de Minas tem a missão de permitir o aumento de 1,8 milhão a 2 milhões de litros de leite por dia captados para a fábrica dentro de um ano e meio.

De todo esse volume direcionado às linhas de produção de lácteos e caramelos, 85% são captados num raio de 150 quilômetros da unidade industrial. Os pontos mais distantes ficam a 470 km, no Oeste do estado.

Independentemente do poder de compra do consumidor, pondera Hamilton Antunes, a Embaré vai atrás do cliente que opta pela qualidade e a praticidade do leite longa vida. A estratégia de ingresso da empresa nesse mercado tem ainda por meta abrir nichos de vendas para as linhas tradicionais de produção. A fábrica produz leite em pó, leite condensado, creme de leite, bebida láctea, manteiga e doce de leite, com capacidade de ofertar 1,6 mil toneladas por mês, e a linha de caramelos, dimensionada para 2,150 mil toneladas mensais, parte delas destinada a 41 países.

A oferta do leite em pó da marca Camponesa, que ocupa 80% da capacidade total de produção tem sido concentrada no Norte e Nordeste. Para ingressar no mercado do leite UHT , a Embaré expandiu a fábrica de Lagoa da Prata de 32,5 mil a 34 mil metros quadrados de área construída e vai acrescentar 100 trabalhadores ao seu quadro de 1,350 mil empregados. Sobre o antigo projeto de construir uma unidade industrial no Rio Grande do Sul, Antunes diz que a intenção era investir nas vendas ao exterior, plano inviável no momento, ante o dólar fraco frente o real.

Sobre a Embaré
A Embaré, tradicional fabricante de derivados de leite e caramelos, atua no mercado nacional há 76 anos com foco na qualidade, no sabor e na vanguarda no lançamento dos seus produtos. Com mais de 1350 funcionários, a empresa possui uma fábrica na cidade de Lagoa da Prata, centro-oeste de Minas Gerais, com mais de 34 mil metros quadrados de área construída. A produção diária da empresa possibilita o atendimento do seu mercado e ainda o fornecimento de matéria-prima para diversas indústrias no sistema de entregas programadas. Com investimento contínuo em laboratórios, equipamentos, tecnologias, pesquisas e testes, a Embaré mantém o alto padrão de qualidade de seus produtos. Mais informações sobre a Embaré estão disponíveis no www.embare.com.br

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Maxpress, SM, EM

40 milhões de residência é a meta de acesso banda larga no Plano Brasil Maior do governo federal

Oportunidades | o acesso à banda larga não favorece só as pessoas, as empresas que estão em volta da solução, também.

Ainda que oficialmente o governo não tenha fechado as medidas de desoneração e estímulo para crescimento da penetração da banda larga no País, fica claro que o assunto está sim dentro do plano. Entre as metas do Plano Brasil Maior, anunciado pelo governo, 02/08, está a ampliação dos atuais 13,8 milhões de domicílios com acesso banda larga para 40 milhões de residências.

O governo não apresenta as ferramentas que serão usadas para chegar a esse número, até porque elas ainda estão sendo discutidas internamente. Em entrevista exclusiva à TELETIME de agosto, o ministro Paulo Bernardo informou que a banda larga seria incluída posteriormente no plano. Entretanto, o Minicom chegou a agendar uma entrevista coletiva para tratar do assunto nesta terça, 2, que posteriormente foi cancelada.

Ao final do lançamento do plano, o secretário-executivo do Minicom, César Alvarez, disse que a coletiva foi desmarcada porque “algumas coisas ainda precisam ser maturadas”. Questionado sobre quais serias essas coisas, ele respondeu que elas dependem “dele”, em referência ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Sabe-se que Minicom e BNDES estão trabalhando em conjunto na criação de linhas de financiamento específicas para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Espera-se também que sejam anunciadas medidas de desoneração tributária dos equipamentos e regras mais efetivas para uso do solo urbano e de direito de passagem.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Estratégia | Japonesa Kirin compra Schincariol por R$ 3,95 bilhões, quais os próximos desafios?

Os japoneses estão chegando! E agora, será que a Schin decola? Os países do primeiro mundo estão `atacando` os BRICS?

O comunicado oficial do grupo japonês destaca que a Schincariol é a segunda maior produtora de cervejas do Brasil, sendo conhecida pelas marcas Nova Schin, Devassa, Glacial, Baden Baden e Eisenbahn. O grupo também produz refrigerantes, sucos e água mineral, alcançando o terceiro lugar na produção de bebidas não-alcoólicas no país. A empresa tem uma rede com 13 fábricas em todo o Brasil.

A Kirin Holdings Company é uma empresa japonesa presidida pelo CEO Senji Miyake. Com sede em Tóquio, a companhia foi fundada em 1907 e teve uma arrecadação total de mais de R$ 40 bilhões em 2010, segundo o site oficial da empresa. A Kirin tem cerca de 32 mil empregados.

Conhecida por sua cerveja, a empresa japonesa produz diferentes tipos de bebidas alcoólicas e sem álcool. Além das cervejas, a empresa produz e distribui vinhos, uísque, chás, derivados de leite, sucos e água mineral.


Cenário
A problemática Schincariol vai ajudar a deficitária Kirin?

Esqueça o tom triunfante dos comunicados ao mercado – afinal, todos que compram algo tentam convencer a plateia de que fizeram um bom negócio. Mas a compra da Schincariol pela Kirin é mesmo boa? E para quem?

No informe ao mercado, os japoneses da Kirin mostraram apenas a metade meio cheia de cerveja desse copo. Ao adquirir 50,45% da Schincariol por 3,95 bilhões de reais, a empresa já estreia no Brasil como a segunda maior do setor cervejeiro e a terceira maior em bebidas não-alcóolicas.

Mas a metade vazia do copo – e que pode acabar numa grande ressaca para a Kirin – vem justamente com os problemas que levaram Adriano e Alexandre Schincariol a vender sua parte na cervejaria.

A Kirin afirmou aos investidores que a transação vai lhe garantir “uma sólida plataforma em um mercado emergente promissor”. Sim, o Brasil é um belo mercado para venda de cerveja, mas o problema é que a Schincariol está patinando há anos no segundo lugar, sem apresentar aumento expressivo de participação. Enquanto isso, assiste à Petrópolis ameaçar seu segundo lugar.


Devassa e escanteada
Outro motivo que teria descontentado Alexandre e Adriano Schincariol seria o fracasso do lançamento da Devassa Bem Loura. Lançada com estardalhaço, a meta da marca era encerrar 2010 com uma fatia de 1,5% de mercado. O resultado, segundo reportagem de EXAME, ficou bem aquém: 0,2%.


Por último, ao reassumir a presidência executiva da cervejaria, Adriano deu início a uma reestruturação da diretoria que, na prática, representou um retrocesso na profissionalização iniciada em 2007, após a morte de seu pai e fundador da empresa, José Nelson Schincariol.

Mas a Kirin será capaz de dar uma guinada na Schincariol, a ponto de a cervejaria crescer com fôlego. Ao comunicar a aquisição ao mercado, a empresa japonesa não se fez de rogada: afirmou que as vendas da brasileira crescerão 10% ao ano.

Para isso, vai investir no lançamento de produtos de maior valor agregado, além de reforçar as marcas já pertencentes à Schincariol. Promessas à parte, o ponto é que isso envolve dinheiro – e a Kirin fez questão de enfatizar que a sua prioridade continua ser crescer e se tornar líder nos mercados da Ásia e da Oceania.


Sol poente
O Brasil é visto apenas como “um mercado emergente promissor.” É claro que a Schincariol deve reforçar as receitas geradas pelo mercado externo, num momento em que a Kirin experimenta uma forte queda de vendas em sua terra-natal.


Somente no primeiro trimestre, a receita da Kirin com bebidas alcóolicas encolheu 8,2% sobre o mesmo período de 2010, no mercado japonês, para 169,3 bilhões de ienes, ou 2,18 bilhões de dólares. Já as vendas de não-alcóolicos recuaram 12,6%, somando 840 milhões.

Em compensação, o desempenho do mercado externo, puxado justamente pela Ásia e pela Oceania, foi bem melhor. Os 1,5 bilhão de dólares de receita representaram um salto de 86%. Tudo somado, o prejuízo do primeiro trimestre foi de 27 milhões de dólares.

É verdade que muito disso foi causado pela tragédia que abateu o país em março, com terremotos de grande magnitude, tsunamis e vazamento nuclear. Mas, na apresentação de resultados do primeiro trimestre – um powerpoint de 30 lâminas publicado em março -, a ênfase da empresa recai sobre “lições de casa”: aumentar a produtividade e melhorar a lucratividade.

Trabalhos internos
A companhia planeja, por exemplo, poupar 9,4 bilhões de ienes (cerca de 121,3 milhões de dólares) neste ano com melhorias nos sistemas de produção, distribuição, compras e tecnologia, entre outros.

No plano externo, aquela apresentação foi muito clara: a empresa quer mesmo é bombar nos mercados vizinhos ao japonês, como a China e a Austrália. Seu plano estratégico para 2015 prevê um faturamento total de 3 trilhões de ienes (cerca de 38,7 bilhões de dólares). O mercado externo deve contribuir com 30% disso – cerca de 12 bilhões de dólares.

O último problema que a Kirin deve enfrentar é a resistência do resto da família Schincariol à venda do controle. Liderado por Gilberto Schincariol, esse grupo pretende contestar o acordo na Justiça, segundo o blog Primeiro Lugar, de EXAME. Gilberto alega que ele e os demais tinham direito de preferência na compra das ações de Adriano e Alexandre - algo que os dois teriam ignorado.

Os japoneses estão acostumados a bebidas fortes, como o tradicional saquê, um destilado à base de arroz. Mas não se sabe se são imunes à eventual ressaca causada pela cerveja brasileira - sobretudo se o tira-gosto que a acompanha é um cardápio de problemas familiares e de gestão.

Quer ver mais? Acesse o documento oficial da Kirin: http://www.kirinholdings.co.jp/english/news/2011/0802_01.pdf

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fontes: Exame, G1, Reuters, Kirin

Expansão por aquisição | espanhola Indra compra a brasileira Politec por R$ 224 milhões


Prepare-se, o Brasil virou estratégia de expansão para todas as empresas do mundo.

A multinacional espanhola de tecnologia Indra confirmou a aquisição da Politec, empresa nacional de serviços de tecnologia da informação (TI) que atua principalmente no mercado de energia, indústria, finanças e governo. Com a compra, a América Latina passa a ser o principal mercado da provedora espanhola, respondendo por 22% das suas atividades. O Brasil corresponderá a 10%. -


Pelo controle da Politec, a Indra pagará R$ 219,5 milhões aos acionistas da empresa: seus fundadores, que respondiam por 84,66%, e a Mitsubishi Corporation, com 8,77%. A expectativa é de que o negócio seja concluído até 30 de setembro.

O montante, segundo a empresa, será pago em 2014. A dívida da Politec - estimada em R$ 90 milhões - será paga ao final de 2013, quando a Indra espera obter um faturamento de R$ 1 bilhão no Brasil. Além de investir na Politec, a Indra irá aportar R$ 100 milhões no capital da sua subsidiária nacional.

A meta da Indra é ser líder do mercado de serviços de TI, brigando com empresas como IBM, HP, e Sonda IT, entre outras. No comunicado oficial da compra, a Indra reforça que a compra da Politec permitirá uma "forte sinergia, além de aumentar o potencial de negócios em verticais como defesa, segurança e transporte". Criada há 40 anos, a Politec registrou uma receita de R$ 400 milhões em 2010 - aproximadamente 180 milhões de euros. A empresa possui uma equipe de cinco mil profissionais e já tinha vendido parte do seu capital à Mitsubishi Corporation (8,77%). Agora a parte dos seus fundadores (84,66%) foi repassada à espanhola Indra. A empresa ainda tem 6,57% nas mãos de acionistas minoritários. Expectativa da Indra é comprar essas ações investindo aproximadamente R$ 4,5 milhões.

Transações
No primeiro semestre do ano, o setor de Tecnologia da Informação foi o que realizou o maior número de transações apuradas pela Pesquisa de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil. Foram realizadas 46 operações neste mercado (uma além do resultado anotado nos primeiros seis meses de 2010), 20 das quais envolveram empresas de capital nacional. No total de operações em todos os setores pesquisados, entre janeiro e junho foi atingido o patamar recorde de um primeiro semestre: 379 transações no País, 8% a mais do que no mesmo período de 2010, quando foram feitas 351 operações.

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: DCI

Estratégia de mix faz drogarias do Pão de Açúcar aumentam resultado em 50%

Uma forma de aumentar o faturamento é melhorar o mix com produtos que aumentam a rentabilidade.

Recentemente, a companhia decidiu aumentar a área de vendas de suas drogarias e reforçar o mix de produtos, principalmente da categoria de perfumaria e beleza. O novo modelo já foi implantado em algumas unidades da rede e a resposta do consumidor foi quase que imediata. Nas cinco unidades nas quais as mudanças foram realizadas, as vendas cresceram mais de 50%.

Até então, essas unidades ofereciam, em média, 7 mil itens. Agora, com a expansão, esse número aumentou para 9 mil, incluindo medicamentos, perfumaria e beleza, produtos de cuidado pessoal e também equipamentos para controle e diagnóstico. As melhorias devem ser implementadas nas demais lojas ao longo dos próximos dois anos. Nos últimos três anos, o negócio de drogarias do Grupo Pão de Açúcar dobrou em vendas. Atualmente, a empresa conta com 152 drogarias, distribuídas em 11 Estados brasileiros, mais Distrito Federal.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: SM

Processo seletivo | Oi, Itaú, Red Bull, Ambev e mais 9 empresas procuram estudantes e recém-formados para estágios e trainees

Começou a competição. O seu colega de sala será agora o seu competidor. Sucesso para quem chega mais preparado. Você está?

Se o seu sonho é ingressar em grandes empresas e começar com um bom plano de carreira, não há nada melhor do que começar por um estágio ou trainee. Além de adquirir experiência no mercado, é assim que começará o seu networking.

Veja as companhias que estão com as inscrições abertas em ordem crescente de término das inscrições.

Oi - estágio
Ao todo, são 235 oportunidades para as áreas de Administração, Economia, Engenharia, Contabilidade, Direito, Comunicação Social, Tecnologia da Informação, Matemática e Estatística.

Os interessados devem estar a no mínimo um ano e meio e no máximo a dois anos da formatura. No caso dos estudantes dos cursos de Engenharia e TI, a previsão de formatura é até dezembro de 2013. O candidato será avaliado com provas online, redação e dinâmica de grupo.

Inscrições: prorrogadas até o dia 8 de agosto no site da Oi
Salário: não divulgado

Brookfield Incorporações - trainee
A empresa do mercado imobiliário está com as inscrições abertas para profissionais formados entre julho de 2009 e julho de 2011 para qualquer área de formação. As exigências para os candidatos são: inglês avançado e idade máxima de 27 anos.

O programa tem duração de 18 meses e as vagas são para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Brasília. O processo consiste em testes online de inglês, raciocínio lógico, dinâmicas de grupo e entrevistas presenciais.

Inscrições: até 8 de agosto no site da Brookfield
Salário: não divulgado.

Volkswagen - trainee
Ao todo, são oferecidas 23 vagas nas áreas técnicas (desenvolvimento do produto, operações: manufatura, planejamento do produto e qualidade assegurada) e nas áreas de suporte (compras, finanças, recursos humanos e vendas e marketing).

Candidatos devem ter, no máximo, dois anos de formado. Segundo a empresa, o programa terá 18 meses de duração, com início em janeiro de 2012.

Inscrições: até 14 de agosto, através do site da Foco Talentos
Salário: não divulgado

Ambev - trainee
Programa de trainee tem duração de dez meses. Para participar é preciso ter até dois anos de formado ou previsão de conclusão da graduação para o final deste ano.

Há oportunidades para formados em administração de empresas, administração pública, agronomia, análise de sistemas, ciências biológicas, ciências contábeis, ciências da computação, ciências econômicas, direito, direito internacional, economia, engenharia (todas), estatística, física, farmácia, marketing, publicidade e propaganda, química, matemática, processamento de dados, relações internacionais ou sistemas da informação.

Inscrições: até 28 de agosto pelo site de trainee da Ambev
Salário: não divulgado

Tecnisa – trainee
A empresa do mercado imobiliário está com seis oportunidades para profissionais formados até dois anos do curso de Administração e Engenharia Civil ou estagiários cursando o penúltimo ou último ano.

Os candidatos passarão por quatro etapas: análise curricular, avaliação online, dinâmica de grupo e entrevistas. A duração do programa é de 18 meses com inicio em setembro de 2011

Inscrições: até 31 de agosto através do site da Tecnisa
Salário: não divulgado

Souza Cruz - trainee
O programa de trainee 2012 da companhia do mercado de cigarros está com as inscrições abertas. Os interessados devem ter conclusão da graduação entre dezembro de 2008 e dezembro de 2011. Há oportunidades nas áreas jurídica, financeira, fumo (supply chain e produção agrícola), industrial, marketing e vendas, recursos humanos e tecnologia da informação.

A seleção ocorrerá em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA). Além do inglês avançado e bons conhecimentos de informática, os candidatos precisam de ter disponibilidade para mudar de cidade. O programa tem duração de 24 meses e ao final, o trainee pode se tornar gerente na empresa.

Inscrições: até 31 de agosto pelo site da Souza Cruz
Salário: não divulgado

ExxonMobil - estágio
Com oportunidades nas cidades de Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Paulínia, o programa de estágio da companhia privada de petróleo e petroquímica está com as inscrições abertas. São cerca de 100 vagas nas empresas afiliadas aqui no Brasil: a Esso Exploração Santos Brasileira, ExxonMobil Química e o ExxonMobil Business Service Center do Brasil.

Os estudantes precisam ter previsão de formatura entre dezembro de 2012 e dezembro de 2013. Em Curitiba (PR), podem se inscrever alunos dos cursos de: Administração, Ciências Contábeis, Economia, Engenharias e Tecnologias: Civil, Computação, Elétrica, Eletrônica, Eletrotécnica, Mecatrônica, Produção, Análise de Sistemas, Sistemas e Telecomunicações, Gestão da Informação, Informática.

No caso do Rio de Janeiro (RJ), os candidatos devem ser dos cursos de: Administração, Economia, Engenharia Ambiental, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia de Petróleo, Geologia e Comunicação Social – Jornalismo, Publicidade, Relações Públicas, além dos Cursos Técnicos de Segurança do Trabalho e Eletro-Mecânica.

Em São Paulo (SP) há oportunidades para estudantes de Engenharia Química. E em Paulínia (SP), as vagas são para os cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Química e Administração, além dos Cursos Técnicos Químico e em Instrumentação.

A seleção com os candidatos aprovados sai em dezembro e os novos estagiários começam a trabalhar em janeiro ou julho de 2012.

Inscrições: até 31 de agosto pelo site da ExxonMobil
Salário: bolsa auxílio de 1.070 reais para nível superior (carga horária de 4 horas diárias), 770 reais para nível técnico. Há também um auxílio transporte de 130 reais.

Red Bull – trainee
A Red Bull está em busca de recém-formados que sejam criativos, inovadores e autênticos. Esses são alguns pré-requisitos para se inscrever no programa de trainee 2012. Há oportunidades para graduados entre 2009 e 2011 dos cursos de administração, propaganda e marketing, economia, engenharia, publicidade e comunicação.

Os candidatos precisam ter disponibilidade para viajar e residir em outra cidade, inglês fluente e espanhol básico. Serão avaliados com testes de inglês, raciocínio lógico, dinâmica de grupo e entrevistas individuais. O programa tem duração de um ano e com início em janeiro de 2012, com duas semanas de treinamento no exterior.

Inscrições: até 4 de setembro através do site da Red Bull
Salário: não divulgado

Mills - trainee
Há oportunidades em seis estados: 9 para o Rio de Janeiro, 6 em São Paulo, 2 em Minas Gerais, 2 em Brasília, 4 na Bahia e 2 em Pernambuco. Para participar do processo de seleção, é preciso ter até 3 anos de formado ou se formar, no máximo, até dezembro de 2011.

As oportunidades são para profissionais das áreas de engenharia civil, engenharia de produção, engenharia mecânica e elétrica, além de administração, economia, ciências contábeis, comunicação social e marketing.

Inscrições: até 4 de setembro no site da Mills
Salário: não divulgado

Itaú- trainee
As oportunidades são para recém-formados entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011 dos cursos de: administração de empresas, ciências contábeis, ciências atuarias, ciências econômicas, comunicação social, direito, engenharia (todas as modalidades), estatística, física, jornalismo, marketing, matemática, propaganda e marketing, publicidade e propaganda, psicologia, relações internacionais, relações públicas, ciências da computação, sistemas de informação e análise e desenvolvimento de sistemas.

Os candidatos devem ter inglês avançado e disponibilidade para residir em São Paulo (SP). O processo seletivo consiste em triagem de currículos, testes online, dinâmica de grupo, entrevista individual e entrevista final com diretores e vice-presidentes da empresa.

Entre os benefícios, o Itaú oferece ajuda de custo e instalação para candidatos não residentes em São Paulo nos primeiros 30 dias, participação nos lucros, vale alimentação, assistência médica e odontológica. O programa tem início em janeiro de 2012.

Inscrições: até 11 de setembro no site do Itaú
Salário: não divulgado

Lojas Americanas e B2W – trainee e estágio
O programa de seleção de recém-formados das Lojas Americanas e B2W, oferece 30 vagas para diversas áreas, do comercial, marketing, jurídico, logística, financeiro, RH para o Rio de Janeiro e São Paulo. Todos os aprovados são contratados.

Os interessados precisam de ter graduação ou pós-graduação, nos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Comunicação, Direito, Economia, Estatística, Engenharias, Matemática, Informática e cursos da área tecnológica.

O processo de seleção conta com testes presenciais de português, raciocínio lógico, inglês e conhecimentos gerais. Os candidatos aprovados são alocados nas áreas e passam por um treinamento que dura três meses.

A empresa também está contratando estagiários. Podem se inscrever os estudantes a partir do 5º período dos mesmos cursos que o programa de Novos Talentos, citados acima. Serão avaliados por meio de provas de português, matemática, inglês e redação. Além da dinâmica de grupo e entrevistas.

Inscrições: 30 de setembro pelo site das Lojas Americanas
Salário: não divulgado

Volkswagen – estágio
A empresa automobilística está selecionando estudantes para o programa de estágio 2012. São 80 oportunidades no estado de São Paulo, nas fábricas de São Bernardo do Campo, São Carlos, Taubaté e Vinhedo para estudantes de cursos superiores e técnicos.

O estágio terá início em fevereiro de 2012, por isso para participar do processo de seleção o candidato do curso superior precisa estar cursando o penúltimo ou o último ano. Para os alunos de curso técnico é uma exigência ter previsão de formatura para o ano que vem.

Em São Bernardo do Campo (SP) há vagas para alunos dos seguintes cursos superiores: Engenharia (Mecânica, Elétrica, Civil, Controle e Automação, Produção, Materiais), Química, Administração, Administração com ênfase em Comércio Exterior, Bacharel em Química, Ciência da Computação, Publicidade e Propaganda, Direito, Secretariado. E para os cursos técnicos: Administração, Informática, Mecânica, Mecatrônica, Química.

No município de São Carlos (SP) estudantes de Administração, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Engenharia (Mecânica, Produção, Industrial) e Psicologia podem se inscrever. Os interessados dos cursos de Engenharia (Produção, Mecânica, Eletrônica, Metalúrgica, Automação, Mecatrônica, Elétrica, Química), Administração, Economia, Ciências Contábeis, Recursos Humanos e Direito para trabalhar em Taubaté (SP) devem escolher a unidade no ato da inscrição. Na cidade de Vinhedo (SP) somente oportunidades para alunos do curso superior de Administração.

A avaliação consiste em quatro etapas, os testes online de inglês e raciocínio lógico acontecerão de 8 de agosto a 25 de setembro, a dinâmica de grupo e redação serão de 26 de setembro a 28 de outubro. A entrevista presencial será realizada com o gestor da área, de 1 a 30 de novembro.

Entre os benefícios, transporte e desconto na compra de veículos 0km.

Inscrições: até 25 de setembro, através do site da Volkswagen
Salário: não divulgado

OAS – trainee e estágio
A empresa de engenharia oferece oportunidade de vagas para trainee para estudantes que graduaram entre dezembro de 2007 e julho de 2011 nos cursos de engenharia civil, mecânica, elétrica e química, administração de empresas, ciências contábeis e econômicas. Há vagas em todos os estados do Brasil, mas a seleção ocorrerá em Recife, Natal, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Para as vagas de estágio, o candidato deve ter a conclusão da graduação prevista para julho de 2012 até julho de 2013 nos cursos de engenharia civil, mecânica e elétrica, administração de empresas, ciências econômicas e contábeis. Além de ter disponibilidade para viagens ou fixação de residência, após a colação de grau.

Inscrições: abertas por tempo indeterminado, através do site da OAS
Salário: não divulgado

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame