E-commerce | Eletrodomésticos dominaram natal de 2011 na internet, seguidos saúde, beleza e medicamentos

Comércio eletrônico faturou 2,6 bilhões de reais nessa data, segundo e-bit. E a sua empresa, quanto faturou no canal da internet?

A taxa de atrasos – que marcaram o natal de 2010 para o comércio eletrônico – caiu São Paulo - A categoria mais vendida no e-commerce nesse natal foi a de eletrodomésticos, segundo levantamento realizado pelo e-bit. Em segundo lugar ficou saúde, beleza e medicamentos, seguida por informática, moda/acessórios e eletrônicos.

Em 2010, o segmento de eletrodomésticos já havia liderado as vendas na internet, mas o segundo lugar foi para informática e só depois vieram saúde, beleza e medicamentos. O grande volume de pedidos na categoria saúde, beleza e medicamentos já é característico da data, segundo a consultoria. O segmento de moda e acessórios, por sua vez, consolidou-se de vez entre os mais vendidas.

Livros e assinaturas e revistas, categoria tradicional do e-commerce, ficou de fora do Top 5, ocupando o 6° lugar, em 2010 ele havia sido o 4° mais vendido. Brinquedos e Games subiu uma posição em relação a 2010 e ficou na 8° posição do ranking.

Entre 15 de novembro e 24 de dezembro, o faturamento do e-commerce chegou a 2,6 bilhões de reais. O ticket médio ficou em 347 reais. O número de pedidos cresceu 27% em relação ao mesmo período de 2010. A taxa de atrasos – que marcaram o natal de 2010 para o comércio eletrônico – caiu, passando de 17% em 2010 para 13% esse ano.

A data sazonal cumpriu o previsto e teve um crescimento nominal de 20% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas em shoppings cresceram somente 5,5%, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Falta de estratégia de Marketing efetiva faz Kodak "queimar" o filme no mercado


Falta de estratégia de marketing não é falta de campanha de publicidade, é falta de foco da evolução do mercado e evoluir conforme a dinâmica do mercado. Esse erro não só é o mais comum entre as empresas como a maioria dos diretores das empresas possuem mais barreiras de mudanças na "cabeça" do que a velocidade de mudanças do mercado.


Prestes a pedir proteção contra falência nos EUA, ícone do setor fotográfico mundial luta há pelo menos uma década para manter seus negócios de pé, imaginem porque.

Embora a Kodak não assuma, rumores de que a companhia está à beira da falência e preste a pedir proteção ao governo americano nas próximas semanas têm sido frequentes na imprensa dos Estados Unidos.

Há pelo menos uma década, a empresa, que dominou o mercado de fotografia mundial, luta para manter seus negócios, mas as novas tecnologias e concorrentes de peso, como Apple e a HP, têm feito a Kodak nem aparecer mais na foto das empresas promissoras do setor de imagem.

Desde agosto do ano passado, a Kodak tenta vender mais de 1000 patentes de seus produtos digitais, mas as negociações, no entanto, não foram bem-sucedidas. Isto porque as empresas interessadas estão com receio de fechar negócio e a Kodak entrar com pedido de concordata a qualquer momento.

Fontes ouvidas pelo Wall Street Journal afirmaram que a empresa busca ainda, antes de pedir trégua para o governo americano, ajuda financeira com alguns bancos, como JP Morgan e o Citigroup, para tentar se livrar das dívidas e manter seus quase 20.000 funcionários.

Confira, a seguir, quais foram os principais deslizes que ajudaram no colapso da Kodak:

Não soube ganhar dinheiro com câmeras digitais - Nem todo mundo sabe, mas foi a Kodak quem criou a câmera digital, em 1975. O problema, no entanto, é que a companhia nunca soube ganhar dinheiro com o produto inovador que desenvolveu.

Mesmo com a câmera digital, durante mais de duas décadas, a Kodak continuou a apostar no mercado de fotografia por filme e só em 2003 parou de fazer investimentos no negócio já defasado.

A essa altura, outras companhias, como a Sony e a Canon, já dominavam o mercado de fotografias digitais e a Kodak, então, ficou bem atrás dos concorrentes.

Falta de foco - Antes mesmo de suspender seus investimentos no segmento de filmes fotográficos, durante um bom tempo, a Kodak tentou apostar em outros setores do mercado, como o de produtos químicos e de limpeza e testes de dispositivos médicos, mas não obteve muito sucesso.

Aposta em um mercado dominado por gigantes – Assim que parou de investir em filmes fotográficos, em 2003, a Kodak depositou suas esperanças no mercado de impressoras, já dominado por gigantes do setor, como a HP.

Sem obter muito sucesso, hoje a Kodak ocupa a quinta posição do ranking mundial desse setor, com pouco mais de 2% de mercado.

Excesso de confiança – durante muito tempo, a Kodak liderou o mercado de filmes fotográficos e acreditou que nunca enfrentaria uma crise, pois o setor se mostrava muito promissor.

De acordo com informações de um ex-diretor da companhia que trabalhou na Kodak no auge de seus negócios, ouvido pelo WSJ, a companhia tinha um discurso de ser imbatível e nunca se preparou para enfrentar qualquer dificuldade.

Será que sua empresa pensa em evoluir ou continua fazendo tudo do mesmo jeito nos últimos 10 anos?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Ação de Marketing | Sutiã de câncer de mama no Shopping Pátio Dom Luís


Para divulgar a campanha "Previna o câncer, faça o auto-exame", a agência Bolero, de Fortaleza, fez uma ação em outubro colocando um sutiã pela metade em algumas lojas do shopping.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: adsoftheworld

Vídeo Wall | Shutz aposta na tecnologia para atrair consumidores nos pontos de venda

Focada no Marketing Experience, a empresa reformula lojas de São Paulo, Salvador e Porto Alegre usando tecnologia composta por telas de LCD que exibem coleções de calçados e filmes comerciais da marca. Sua empresa já pensou em Marketing Experience?

A mudança foi inspirada no design da unidade da marca na rua Oscar Freire em São Paulo Rio de Janeiro - A Shutz reformulou o visual de suas lojas utilizando a ferramenta videowall.

A mudança foi inspirada no design da unidade da marca na rua Oscar Freire em São Paulo, que já usava a tecnologia e pretende gerar mais interatividade nos pontos de venda.

A empresa criou um projeto piloto na loja do shopping paulista Pátio Higienópolis.


O novo conceito da loja foi desenvolvido para apresentar inovações como o grande videowall que conta com 9 telas de 40 polegadas cada e ocupa uma parede inteira, sempre exibindo vídeos de campanha e projetos da marca. As cores também mudaram. Se antes a loja apostava no vermelho e branco, agora a proposta é no branco e preto.

A partir de agora, além das unidades de São Paulo, as unidades de Porto Alegre e Salvador operam sob o novo modelo, que exibe filmes comerciais da marca e coleções de calçados nas telas.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Exame, mundodomarketing,  dropsmagazine

Internet | Web chega aos 220 milhões de endereços

Ainda não tem um site, junte-se aos milhões. 

 A internet já possui 220 milhões de endereços eletrônicos. O dado foi registrado pela empresa VeriSign.

A maioria dos domínios da internet, diz a pesquisa, terminam em ´.com´ e ´.net´. Os endereços com essas terminações chegam a 112 milhões e são, na maioria, dos Estados Unidos.

A VeriSign fez a pesquisa durante o terceiro trimestre do ano passado.

De janeiro a setembro do ano passado, inclusive, a empresa contou quase 15 milhões de domínios novos. O volume de criação de endereços é considerado um dos maiores de todos os tempos.

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: info

Estratégia de Varejo | Walmart fecha 12 lojas da bandeira TodoDia em SP

Rentabilidade? Se algo não dá lucro, não tem porque ficar aberto, concordam? Essa pode ser uma das razões para o fechamento, ou seja, deixar aberto só o que dá lucro.

A gigante supermercadista fechou, no ano passado, 12 unidades do TodoDia em São Paulo. São lojas de vizinhança, cada uma com cerca de 600 metros quadrados de área de vendas. Em nota, a empresa não informa o motivo do encerramento dessas operações, mas reforça "o seu compromisso de crescer no Estado".

Em 2011, a rede investiu cerca de R$ 130 milhões na construção de seis novas lojas no Estado de São Paulo, gerando 900 empregos diretos. Já nos últimos 12 meses, em todo o Brasil, o Walmart investiu R$ 1,2 bilhão na abertura de 70 novas lojas e gerou cerca de sete mil empregos diretos.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Estado de S. Paulo

6 dicas de Gestão em como administrar seu negócio sem estresse

É claro que Gestão não se aprende com dicas, mas a primeira barreira a se vencer é a cabeça dura que não dá oportunidades para ouvir e colocar em prática coisas novas. A velocidade de decisão é outra barreira, mas saber organizar o estoque e manter as contas em dia fazem parte de uma gestão menos estressante.

E-mail, família, contas para pagar. Não deve haver um ser neste planeta que escape de uma rotina estressante. Com os empreendedores, as coisas podem ser ainda piores e a administração da pequena empresa pode ser motivo para dor de cabeça.

Mesmo assim, até quem não é expert em gestão e finanças consegue administrar um negócio de forma mais prazerosa. Para Reinaldo Messias, consultor do Sebrae/SP, o estresse é causado pela falta de planejamento. “O empresário se estressa com coisas que poderiam ser evitadas”, diz. Confira a seguir seis dicas para administrar seu negócio de forma mais tranquila e menos dolorosa.

1. Enxergue a realidade
O primeiro passo para uma administração sem estresse é não se enganar. Enxergue seu negócio e o ambiente econômico em que ele está inserido com clareza. “Comece a dar uma olhada e se informar sobre o que está acontecendo no mundo. Alguns indicadores ajudam a entender melhor o seu negócio e a economia”, diz Messias.

Conhecendo bem este cenário, estabeleça metas. “Quem não tem meta não sabe para onde vai”, explica. “O ideal é investir em inovação e competitividade e não ficar esperando para ver quanto vai vender no mês”, ressalta.

2. Planeje mesmo
As metas fazem parte de um processo de planejamento. Para o consultor do Sebrae/SP, os empresários devem levar a sério o momento de planejar e usar dados reais. “O planejamento deve ter propósito, processos, pessoas, parcerias e prazer para não ter estresse”, ensina.

Para isso, seja claro e objetivo com os objetivos que quer para sua empresa. Isso inclui manter o foco na oferta de produtos e serviços. “Não venda um produto que não combina com o seu negócio só porque um cliente pediu”, diz Messias.

3. Use capital próprio
Use todo o capital próprio que você tiver para investir no negócio. “Dinheiro lá fora custa caro, ainda mais em tempos de restrição ao crédito”, diz o consultor. Financiar o negócio com o seu dinheiro ou dos sócios pode valer mais a pena do que ficar dependente de instituições financeiras.

4. Controle o estoque
Ter estoque é excelente para não perder vendas. Mas pode ser um problema quando significa perder dinheiro. “Ter estoque é bom, mas quando é alto, ele consome o capital de giro”, explica Messias. Por isso, para gerir o seu negócio de forma mais tranquila, é preciso conhecer bem o que você vende e o que compra. Um estoque controlado e bem organizado evita dor de cabeça na hora de organizar as contas da empresa.

5. Conheça o cliente
A preocupação com as vendas pode ser amenizada com uma equipe de vendedores bem preparada e conhecendo bem quem é o seu público-alvo. “Siga as pegadas do cliente e descubra os desejos que ele tem, os preços que ele espera encontrar, onde é melhor atendido e o que mais o agrada”, diz. Rastrear os hábitos de consum - quem é, o que faz e o que compra - serve para amenizar o estresse de momentos ruins.

6. Seja o líder da sua empresa
Quem não se dedica à empresa integralmente ou não acompanha o dia-a-dia operacional do negócio corre o risco de deixar as decisões para outras pessoas. “Não deixe o funcionário ser mais líder do que o empresário. Lidere o processo e tome as decisões importantes. Para isso, é preciso estar presente mesmo que de forma virtual”, ressalta Messias.

É trabalho do líder também cuidar para que a empresa seja ética. “Cumpra com as obrigações legais, tributárias, trabalhistas e comerciais. Por trás de uma empresa não ética, tem sempre alguém estressado”, afirma.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Como vender para o Governo que compra R$ 400 bi de micro e pequenas empresas

Você não quer vender para o Governo? Saiba que existem empresas que possuem canais especiais só para vender para o Governo e isso pode representar mais de 50% do faturamento da empresa. Com isso, Sebrae e Ministério do Planejamento buscam ampliar acesso do segmento às concorrências da União, estados e municípios.

Brasília - Juntos, governos federal, estadual e municipal representam um mercado de mais de R$ 400 bilhões por ano, mas o acesso dos micro e pequenos negócios a esses recursos é de apenas 20%. A meta do Sebrae, em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), é chegar a 30% até 2013.

Levantamento do Ministério do Planejamento junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostra que, em 2007, para cada bilhão comprado pelo governo federal das micro e pequenas empresas, 8,8 mil empregos foram criados.

Em 2008, ano da crise financeira mundial, foram 6,8 mil novos empregos. E para cada posto de trabalho direto, estima-se a criação de outros dois indiretos. “Um incremento de 10% no volume total das compras governamentais no Brasil pode gerar cerca de 960 mil novos postos de trabalho”, avalia a analista de Políticas Públicas do Sebrae, Denise Donati.

O Sebrae busca ampliar a regulamentação do Capítulo V da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06), que garante exclusividade às MPE nas aquisições de até R$ 80 mil.

A norma também garante preferência em caso de empate com outra empresa de maior porte. O Sebrae e o MPOG mantêm um termo de cooperação técnica para apoiar a regulamentação e a prática da Lei Geral nos estados e municípios e promover a aproximação entre compradores e fornecedores por meio de iniciativas como o Encontro de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais (Fomenta).

O último balanço do acesso dos pequenos negócios às compras federais mostra que, de janeiro a setembro de 2011, o governo comprou mais de R$ 8 bilhões de fornecedores desse segmento, R$ 1 bilhão a mais do que os R$ 7 bilhões comprados no mesmo período, em 2010.

A avaliação do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Delfino Natal de Souza, é que o país atinge maturidade na prática da Lei Geral.

“Mas é preciso melhorar, por isso a importância da parceria com o Sebrae. É um direito das micro e pequenas empresas participar desse mercado, cujo acesso é importante para o seu desenvolvimento, além de gerar economia e aumentar a competição nas licitações”, diz.

Para participar das licitações do governo federal, o empresário precisa se cadastrar no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), no qual há informações sobre o processo. Isso pode ser feito pelo site: http://www.comprasnet.gov.br/

A importância do acesso dos pequenos negócios às compras governamentais para o desenvolvimento local é destacada por especialistas, como o professor José Raimundo Oliveira Vergolino, de Pernambuco.

“Comprar localmente é estratégico porque os recursos circulam na região. Há exemplos, como no Rio Grande do Norte, onde o governo estabeleceu uma política de compra de leite de cabra e hoje há uma bacia leiteira no estado”, explica o PhD em economia regional e urbana.

Para o professor, trata-se de uma mudança de cultura. “No dia em que os governos tiverem essa visão estratégica, o Brasil estará, realmente, num patamar próximo aos de países desenvolvidos”, afirma Oliveira.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Marketing promocional | Loja espanhola Desigual dá roupa de graça a quem fez compras seminu e abre o período de liquidação

Promoção é poder chamar a atenção, principalmente da mídia espontânea e isso é que faz toda a diferença.

Centenas de espanhóis madrugaram em uma fila na cidade de Madri vestidos apenas de lingeries e cuecas. Seminus, os consumidores aguardavam a abertura da loja Desigual para a promoção do primeiro dia de funcionamento da loja no ano.

Os 100 primeiros puderam entrar, vestir-se com as roupas da loja e sair sem pagar absolutamente nada.



Os desnudos puderam escolher qualquer modelito que os atraísse, segundo a disponibilidade da loja, para assim saírem vestidos. Pelas regras da loja, era uma parte de cima e uma parte de baixo para cada consumidor.







A Desigual é uma marca de roupas espanhola fundada em 1984, pelo suíço Thomas Meyer. Ela é especializada na venda de camisetas, calças, jaquetas, saias e vestidos com estampas coloridas para o público jovem. Em 2010, ela fechou o ano com um faturamento de 435 milhões de euros.

Veja o vídeo da ação:


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fontes: Exame, desigual

E-mail Marketing fail | NYT manda e-mail errado para 8,6 milhões oferecendo 50% de desconto na assinatura

Erro de Marketing : promoção era destinada apenas a 300 assinantes que queriam cancelar o recebimento do jornal The New York Times. Já imaginou o que não é errado e as empresas continuam a mandar mensagens?

São Paulo - O jornal americano The New York Times assumiu que mandou erroneamente para 8,6 milhões de pessoas um e-mail oferendo 50% de desconto na assinatura do jornal durante quatro meses.

A promoção era destinada apenas para 300 assinantes que estavam com a intenção de cancelar o serviço.

Assim que o e-mail foi enviado, o jornal começou a receber inúmeras ligações, querendo confirmar a idoneidade da mensagem. Em um primeiro momento, o NYT considerou a possibilidade de seu e-mail ter sido atacado.

O jornal, no entanto, voltou atrás e assumiu que a mensagem foi enviada acidentalmente para tantas pessoas.

"Este e-mail deveria ter sido enviado para um número muito pequeno de assinantes, mas foi enviado para uma lista de distribuição vasta, composta de pessoas que já haviam fornecido seu endereço de e-mail para a gente. Lamentamos o erro e a nossa comunicação anterior, dizendo que a mensagem se tratava de um SPAM", disse o jornal, em nota.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

E-commerce | Brasil deverá ser 4º maior em vendas até 2015

Já se passaram vários anos e a sua empresa ainda não está vendendo "efetivamente" pela internet? Em 2011, o País aparece em 6º lugar entre as dez maiores nações em vendas online, segundo o T-Index 2015. 

O Brasil deverá ser o quarto maior do mercado mundial de e-commerce em 2015. Atualmente o País ocupa o sexto lugar e deverá subir, ajudado pela crise mundial, que fará com que Estados Unidos e nações europeias mudem de posição nos próximos quatro anos.

A melhoria do desempenho do Brasil em e-commerce é uma projeção do T-Index 2015, índice estatístico que indica a participação d vendas online de cada país no mercado mundial, associando a população na internet ao PIB per capita estimado.

No estudo, o Brasil aparece atualmente em sétimo lugar entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.

Segundo a projeção T-Index 2015, os Estados que hoje é primeiro colocado em vendas virtuais com participação de 24,4%, será desbancado nos próximos quatro anos pela China.

O mercado chinês tem atualmente tem uma fatia de 11,5% do e-commerce mundial, mas em 2015 será responsável por 18,8% dos negócios na web, enquanto a fatia dos os EUA será reduzida para 16,8%.

O Japão permanecerá no terceiro posto, porém apresentará uma queda, passando de uma participação de 6,6% em 2011 para 4,9% em 2015.

Já o Brasil, que aparece atualmente no estudo em sexto lugar com participação de 3% aumentará sua fatia para 4,3% e também subirá no ranking. As previsões do T-Index 2015 aponta que o mercado brasileiro ocupará a quarta posição em quatro anos, com a queda dos EUA, Alemanha e Reino Unido.

A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição com uma variação de mais 27,5%. A França desce um lugar, com uma variação negativa de 2,9%.

O Reino Unido passa do quinto para o oitavo lugar com uma variação da participação de mercado de 27% relativamente a 2011.

A Coreia do Sul permanece estável no nono lugar, mas seu market share cairá para 12%. A surpresa pode ser a entrada do México no top 10, ultrapassando a Itália que terá uma variação negativa da sua quota de mercado em 2015 de 43,4% relativamente a 2011.

Entre os países emergentes de maior crescimento figuram a China (+63,4%), Brasil (+43,3%), Rússia (+27,5%), Índia (+26,6%), Indonésia (+20,8%) e a Turquia (+20%).

O cálculo da projeção supõe uma tendência de crescimento linear para todos os países. Se a China mantiver a taxa de aumento que apresentou desde 2005 até 2009, pode superar os Estados Unidos em 2015.

No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer uma leve queda que pode influenciar a projeção para 2015.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fontes: idgnow, Computerworld

Tendência | Brasil vira 2º melhor mercado imobiliário

Brasil, a bola da vez!?! SP saltou de 26º lugar para a 4ª posição nas prioridades dos investidores estrangeiros. E você, tem investido no mercado imobiliário? Sua empresa abriu uma holding patrimonial? Não sabe o que é isso?

O boom de construções no Brasil passa a ser a principal novidade no mercado imobiliário mundial e o País se transformará em 2012 no segundo lugar mais atraente para investidores estrangeiros, superando a China e toda a Europa. Uma pesquisa publicada ontem pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), apontou ainda São Paulo como a quarta cidade mais atraente para aplicações em imóveis entre as grandes metrópoles internacionais no ano.

A pesquisa mostra que, apesar da crise, o mercado americano ainda é o que oferece as opções de investimentos em imóveis comerciais mais estáveis e seguras do mundo. Segundo a entidade, a crise já começa a dar sinais de estar sendo superada nos Estados Unidos, pelo menos no setor imobiliário. Preços de aluguéis, pela primeira vez desde 2008, começam a subir.

Se a liderança é dos Estados Unidos, a pesquisa mostra que o boom brasileiro no setor da construção fez do País passou a atrair um interesse global. O grande destaque é a cidade de São Paulo. No ranking elaborado no ano passado, a capital paulista era a 26.ª na lista de prioridades de investidores estrangeiros.

Na classificação de ontem, subiu para a quarta posição. O local preferido de investidores em 2012 será Nova York, seguido por Londres e Washington. São Paulo superou a cidade de Frankfurt e todas as capitais de países da zona do euro e das economias dos Brics.

O crescimento da economia, eventos esportivos e as garantias legais são os fatores que transformam o País e a cidade em uma das prioridades de investidores.

"O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital", afirmou o CEO da entidade, James Fetgatter. Para realizar a pesquisa, a associação consultou investidores com um portfólio total de US$ 874 bilhões pelo mundo.

42% dos entrevistados apontaram que planejam investimentos nos Estados Unidos em 2012 como o lugar que oferece as melhores oportunidades. Em 2011, porém, 64% dos entrevistados havia escolhido o mercado americano.

‘Roubo’ de investimentos. Segundo a pesquisa, o Brasil "roubou" investimentos dos Estados Unidos. Hoje, 18,6% dos entrevistados indicam que o País oferece as melhores oportunidades de retorno de investimentos no setor imobiliário. Em 2011, apenas 4,4% dos entrevistados escolheram o Brasil para investir.

Com o resultado, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores imobiliários. Entre os emergentes, a classificação é seguida pela Turquia, enquanto Vietnã e Índia sofreram quedas.

Na Europa, a crise envolvendo o euro e a possibilidade de recessão em 2012 praticamente tirou o continente da lista dos locais preferidos por investidores. Nem mesmo a Alemanha resistiu e desabou no ranking organizado pela entidade.

Preços altos. A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois da Grã-Bretanha, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics.

"O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos", disse Fetgatter.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Estado de S. Paulo