Bayer mata marca Monsanto como empresa após pagar US$ 66 bilhões

A fusão global das duas empresas foi anunciada em 2016, por US$ 66 bilhões, e criou a maior companhia integrada de pesticidas e sementes do mundo.

Quem paga, manda
O grupo alemão dos setores farmacêutico e agroquímico Bayer anunciou (04.06.2018) que suprimirá a marca Monsanto depois de comprar a empresa americana de sementes e pesticidas.

A Bayer informou que pretende completar a compra da Monsanto em 7 de junho por um valor próximo a US$ 63 bilhões. O grupo alemão afirmou que recebeu todas as autorizações necessárias das agências reguladoras.

"Bayer continua sendo o nome da empresa. Monsanto como nome de empresa não será mantido", afirma um comunicado divulgado pelo grupo alemão.

As marcas dos produtos vendidos pela Monsanto, no entanto, serão mantidas. O grupo alemão não apresentou nenhuma justificativa par a supressão do nome Monsanto.

A fusão global das duas empresas foi anunciada em setembro de 2016, em negócio estimado em cerca de US$ 66 bilhões, e criou a maior companhia integrada de pesticidas e sementes do mundo.

Monsanto foi alvo de prostestos durante décadas
A nova empresa vai conservar os produtos da Monsanto, como o Roundup - um dos herbicidas mais usados no mundo, mas acusado de ser nocivo para a saúde -, mas deixará de usar o nome Monsanto, objeto durante décadas dos protestos dos ativistas do meio ambiente.

O abandono da marca Monsanto é uma maneira para o grupo alemão tomar distância de um nome que foi alvo, por muitos anos, de protestos de organizações ecológicas e de grupos de agricultores.

A Monsanto foi objeto de vários processos por questões de saúde ou de efeitos nocivos para o meio ambiente atribuídos a seus produtos.

Desde o anúncio da aquisição da empresa americana, os defensores do meio ambiente pressionam as autoridades com protestos.

"Vamos ouvir os que nos criticam e vamos trabalhar juntos, mas o progresso não deve ser detido pelo fortalecimento das frentes ideológicas", declarou Werner Baumann, presidente da Bayer.

As agências que regulamentam a concorrência nos Estados Unidos e na Europa autorizaram a operação, mas obrigaram a venda de atividades importantes à rival alemã BASF, avaliadas em quase US$ 9 bilhões (7,7 bilhões de euros).

A Bayer é farmacêutica e companhia de produtos químicos. A Monsanto é líder mundial em herbicidas e engenharia genética de sementes e dominava, antes da venda de ativos para a Basf, o setor de sementes transgênicas de milho, trigo e soja.

Aposta grande
Ao mesmo tempo, a compra da Monsanto por US$ 63 bilhões, um valor sem precedentes para um grupo alemão por uma empresa estrangeira, é um momento histórico para a Bayer, cujo objetivo é reforçar consideravelmente sua divisão agroquímica, a segunda em importância, atrás apenas da farmacêutica.

Para financiar a operação, a Bayer anunciou no domingo uma ampliação de capital de 6 bilhões de euros e uma dívida de mais de US$ 30 bilhões, o que nesta segunda-feira levou a agência de classificação financeira Standard and Poor's a reduzir sua nota de crédito a longo prazo de "A-" a "BBB".

O anúncio da fusão, em maio de 2016, foi o resultado da aposta da Bayer por uma agricultura cada vez mais intensiva, em um planeta que terá 10 bilhões de habitantes em 2050, mas que não possui terras cultiváveis suficientes para alimentar a todos.

A Monsanto, uma empresa fundada em 1901 pelo químico John Francis Queeny, se concentrou a partir dos anos 1990 na química agrícola e se especializou nos produtos fitossanitários e semente.

As agências que regulamentam a concorrência nos Estados Unidos e na Europa autorizaram a operação, mas obrigaram a Bayer a vender parte de suas atividades à rival alemã BASF.

Após a fusão, a divisão agroquímica da Bayer terá um faturamento de quase 20 bilhões de euros, valor que já leva em consideração a venda de atividades para a BASF, que representam quase 2 bilhões de euros.

A nova empresa vai superar as concorrentes do setor que concretizaram fusões recentemente: ChemChina, que se uniu à suíça Syngenta, e Dow com DuPont, duas empresas americanas.

A princípio, as autoridades expressaram o temor de um abuso de posição dominante na área dos produtos agrícolas.

A fusão também permitirá a Bayer assumir o Roundup, o polêmico herbicida que alguns estudos consideram cancerígeno.

"Para nós, a Monsanto agora se chama Bayer", afirmou a associação ecologista Bund, enquanto o Greenpeace pediu "uma mudança fundamental da política comercial da nova megaempresa".

"Vamos ouvir os que nos criticam e vamos trabalhar juntos, mas o progresso não deve ser detido pelo fortalecimento das frentes ideológicas", declarou Werner Baumann, presidente da Bayer.

Fonte: France Presse, via G1

Walmart perde US$ 4,5 bilhões ao vender operação no Brasil

Já era, a empresa de private equity Advent Internacional vai adquirir uma participação de 80% nas operações do Walmart no Brasil, enquanto a varejista vai manter uma fatia de 20%. O valor do negócio não foi informado.

Como resultado da transação, o Walmart espera registrar nos Estados Unidos uma perda líquida sem efeito em caixa de aproximadamente US$ 4,5 bilhões, a ser registrada no 2º trimestre como item extraordinário.

De acordo com o Walmart, parte significativa da perda líquida se deve ao reconhecimento de perdas acumuladas de conversão de moeda estrangeira e a perda final pode flutuar significativamente devido a alterações nas taxas de câmbio até a data do fechamento.

Após um fechamento previsto para o final deste ano, o Walmart não espera nenhum impacto significativo contínuo para o lucro por ação no atual ano fiscal e um leve impacto positivo no próximo ano fiscal.

Em comunicado, a Advent International anunciou que concordou em investir em uma participação majoritária no Walmart Brasil para fortalecer o negócio e posicioná-lo para o sucesso no longo prazo. O negócio está sujeito à aprovação regulatória no Brasil.

“Atuamos no Brasil há mais de 20 anos e estamos entusiasmados com essa parceria com o maior varejista do mundo”, disse Patrice Etlin, sócio-gerente da Advent International.

“Acreditamos que com nosso conhecimento do mercado local e expertise em varejo poderemos posicionar a empresa para gerar resultados expressivos e alcançar novos patamares de sucesso no Brasil. Planejamos investir no negócio e trabalhar com a equipe da empresa para criar um ambiente mais ágil e moderno, a fim de acelerar o seu desenvolvimento e melhorar a experiência do consumidor”, completou.

De acordo com o Walmart, a decisão veio de uma análise cuidadosa e consciente do portfolio internacional da empresa.

“Manteremos participação no Walmart Brasil e continuaremos compartilhando nossa experiência global em varejo, dando ao nosso negócio no Brasil a melhor oportunidade de crescimento de longo prazo, proporcionando oportunidades para nossa equipe e preços baixos para os clientes”, disse Enrique Ostale, vice-presidente executivo e CEO do Walmart nas regiões de Reino Unido, América Latina e África.

O Walmart foi assessorado na negociação pela Goldman Sachs, e a Advent International, pelo Credit Suisse e Euro Latina Finance.

Atuação das empresas
A Advent International informou que tem experiência de investimentos no varejo tanto no Brasil quanto internacionalmente e que desde a inauguração do escritório em São Paulo em 1997 o fundo já investiu em mais de 30 empresas brasileiras de diversos setores. No Brasil, a Advent tem participações na Dufry, Quero-Quero, Allied, IMC, Fortbras, Estácio, Easyinvest e Restoque. A empresa vendeu sua participação no Grupo Fleury em 2017.

O fundo concentra investimentos em cinco setores principais: negócios e serviços financeiros; saúde; indústria; varejo, consumo e lazer; tecnologia, mídia e telecomunicações. Em nível mundial, nos últimos 28 anos, a Advent realizou 40 investimentos no segmento de varejo em 14 países.

Com presença no Brasil há 22 anos, o Walmart Brasil possui atualmente 438 lojas em 18 estados, com 55 mil funcionários. Em 2017, as vendas totais da empresa somaram mais de R$ 25 bilhões.

Nova campanha da TIM foca na evolução digital e no jovem


“A Evolução Não Para” é o novo tagline da marca; campanha criada pela Z+ conta com o
dançarino alemão Sven Otten e crianças numa trajetória para o futuro digital

A evolução é o caminho para o futuro. Esse é o mote da nova campanha institucional da TIM, que
reforça o compromisso da operadora com a transformação digital. Na comunicação desenvolvida pela
Z+ e com a participação do dançarino alemão Sven Otten, a antiga assinatura “Evoluir é Fazer
Diferente” dá lugar ao novo tagline: “A Evolução Não Para”. O filme para TV já está no ar.





“O filme e a nova assinatura refletem a atual estratégia da TIM, de evoluir junto com os hábitos dos
consumidores e oferecer aos clientes mais possibilidades, exclusividade e um constante avanço na
oferta de produtos, serviços e tecnologia. A presença do Sven nessa ação é resultado do sucesso que
nossas campanhas focadas em música e dança vem fazendo. É uma linha de comunicação que nos
aproxima ainda mais dos usuários e que será importante nessa virada da marca”, destaca Ana Paula
Castello Branco, diretora de Advertising e Brand Management da TIM Brasil.

O filme traz crianças dançando e interagindo com o Sven, ao som de “Another Day of Sun”, trilha
sonora do filme La La Land. A campanha começa em uma sala de aula tradicional, onde a professora
mostra para os alunos que o mundo está mudando. Com a chegada de Otten, todos começam a dançar
e seguem para um túnel, que representa a evolução para um futuro próximo, dentro de uma nova
realidade digital. As cenas com a participação das crianças mostram as transformações em diferentes
aspectos como inovação, entretenimento e tecnologia. No encerramento, a narração explica: “A TIM
sabe que a evolução é o caminho para o futuro. Por isso, a cada dia, traz para você mais tecnologia,
mais qualidade, mais entretenimento, mais possibilidades. Vem pra TIM. Aqui, a evolução não para”.
Para a produção das peças, foi construído um painel de LED de 75 m² com os mesmos recursos
tecnológicos usado em filmes como “Oblivion”, de Joseph Kosinski. Sven Otten atravessa o cenário,
que se transforma a cada passo.

“Nosso ponto de partida foi o entendimento de TIM sobre as mudanças que vem por aí na educação,
cultura, música e esportes. Para as quais a operadora se compromete a evoluir todos os dias.
Imprimimos esse futuro não somente na narrativa da campanha, mas também na produção, com a
tecnologia de filmes Hollywodianos”, conta Alexandre Vilela (Xã), CCO da Z+.
Além do filme para TV, a campanha conta com peças para a mídia impressa, digital, rádio e OOH.

Ficha técnica
Anunciante: Tim Celular S/A
Agência: Z+ Comunicação LTDA
Título: Kids - Reposicionamento
Produto: TIM Institucional
Chief Creative Officer (CCO): Alexandre Vilela (Xã)
Diretor de Criação: Rico Lins
Criação Filme: Rico Lins, Juliano Almeida
Diretor de Criação Digital: Luigi Alliegro
Supervisor de Criação Digital: Enzo Sunahara
Criação Digital: Gabriel Argenta e Alexandre Silva (Big)
Motion: Nader El Kadri
Planejamento: Daniel Rios e João Guerra
Atendimento: Guilherme Alonso, Gabriel Redigolo, Mônica Abreu, Marcella Lyra, Fernanda Salum, João Mendes,
Patrícia Gabriel e Arthur Gregolini.
Mídia: Marylena Gorayeb, Leonardo Menezes, José Lucas Ferreira e Cleberson Luque.
Aprovação/Cliente: Ana Paula Castello Branco, Marcelo Murras, Ana Carolina Abess, Diogo Laranjo.
Projetos: Rafael Coelho, Felipe Brentan e Grazielle Evangelista
Produção RTV: Gilberto Pires (Gibinha) e Viviane Dias
Produção Gráfica: Z+
Artbuyer: Alice Sueko
Produtora: Delicatessen Filmes
Diretor: Gustavo Leme
Diretor de Fotografia: Marcelo Durst
Diretor de Arte: Ricardo Van Steen
Produtora Executiva: Renata Dumont
Sales: Roberta Reigado, Mari Pinheiro e Thais Previato
Coordenação Produção: Tathiana Pires e Samira Smidi
Coordenação de pós-produção: André Serra
Montador: ONON

Finalizador: DAVID CAZELI
Cor: PSYCHO N' LOOK
Pós-Produção: TRIBBO POST
Diretor de Pós-Produção: BBINHO CARVALHO
Produtora de áudio: Cabaret
Música: Guilherme Azem
Produtor: Angelo Colasanti e Lucas Comparato
Atendimento: Ingrid Lopes e Vitoria Capelasso
Locutora: Juliana Araripe
Coordenação: Verusca Garcia e Nicole Bonnet

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Quem é a geração X, aquela que tem dinheiro e compra


Pesquisa do Grupo Abril traçou o perfil de consumo da geração X, que representa 27,1% da população brasileira e gera 51,3% da renda das famílias

Por anos, os millenials assumiram o protagonismo na publicidade. Ansioso por essa fatia de mercado, o meio acabou por deixar de lado um grupo mais velho e disposto a abrir a carteira para consumir: a geração X, composta por pessoas de 35 a 54 anos de idade.

“Estamos todos mergulhados no mundo digital”, explica Walter Longo, presidente do Grupo Abril (ao qual pertence EXAME.com), “e independentemente de faixa etária”. No entanto, o executivo nota que há uma obsessão da publicidade em conversar com o público por meio dos jovens, embora eles tenham menos dinheiro e menos vontade de consumir.

“É a geração X a que influencia, consome e paga a conta”, constata Maurício Panfilo, head de inteligência de mercado do Grupo Abril. Ele lembra que, entre os consumidores do e-commerce, a média de idade é de 43 anos e que 7 em cada 10 compras são realizadas por pessoas com mais de 35 anos.

Ao lado de Longo, Panfilo apresentou, nesta manhã, durante um evento em São Paulo, os resultados de um estudo inédito produzido pelo Grupo Abril, “O X da Questão”. A pesquisa avaliou os hábitos de consumo de um grupo que, além de representar 27,1% da população brasileira, gera 51,3% da renda das famílias.

Maurício Panfilo no evento "O X da Questão"
Panfilo: dicas para falar com a geração X (Flávio Moret/Abril)
Essa geração é ligada nos meios digitais e influente no consumo. Ainda assim, é pouco representada na propaganda. Há, no entanto, maneiras de alcançar sua atenção e conversar com essas pessoas. Veja abaixo algumas dicas baseadas nas constatações da pesquisa:

Estética, símbolos e conceito
O que funciona para as gerações mais novas não necessariamente funciona com as mais velhas. Hoje, entre millenials e X, esse é exatamente o caso, nota Panfilo: as pessoas podem até ter os mesmos interesses, mas, na maioria das vezes, não falam a mesma língua. Millennials: O que quer essa geração? Confira no vídeo do Mundo Corporativo! Patrocinado

Represente-a de fato
A geração X não quer ser representada pelo que não é. Tampouco deseja ser alvo de estereótipos. Tanto os homens quanto as mulheres desse grupo disseram, na pesquisa, que não se identificam com propagandas. Entre as mulheres, três quartos relataram esse sentimento.

É a geração multiplataforma
Entre as gerações (Z, millenials ou Y, X e baby boomers), a X é aquela na qual notou-se o maior equilíbrio entre o uso plataformas digitais e não digitais, além de essa ser a geração mais receptiva a diferentes formatos de propaganda.

A razão em destaque
A geração X prefere anúncios objetivos, focados nas características dos produtos. Ao equacionar razão e emoção, está mais ligada na racionalidade.

Mais sobre o produto
Esse grupo está mais interessado no produto que nos ideais e causas que uma marca defende, mostrou o levantamento. Busca a autenticidade e sabe distinguir o que é verdade do que é exagero nos produtos.

Envolva a família
Um dos valores mais caros para a geração X é a proteção à família, mas com toques de humor, modernidade e realidade. “É o clichê que dá certo”, explica Panfilo, “e é onde mais gastam com prazer”.

Foco no Conteúdo
As pessoas da geração X valorizam o conteúdo e se satisfazem com a profundidade das informações oferecidas.

Quebre paradigmas
Embora tenha levantado diversas bandeiras hoje sustentadas pelos millenials, a geração X tem traços mais tradicionais, o que exige cautela na forma como temas polêmicos são apresentados. “A aceitação de novos assuntos acontece mais gradualmente nesse grupo”, lembra Panfilo.

Promova a reflexão
O grupo é receptivo a anúncios que o façam refletir, mas a propaganda não pode ofuscar as características dos produtos.

Cuidado com generalizações
A geração X, no Brasil, é composta por 56 milhões de pessoas. É evidente que há uma variedade de comportamentos entre elas. Daí a importância de se trabalhar a individualidade. Generalizações podem dar margem a erros.


Fonte: Exame

Novos produtos da Doritos para o Rock in Rio 2017



Em edição limitada, os novos snacks serão vendidos de primeiro de julho até outubro e trazem o logo do festival de música, que acontece no Rio de Janeiro em setembro.

Os sabores contam com três intensidades diferentes de pimenta, descritas nas embalagens.



A cor amarela, de menor intensidade, tem sabor pimenta biquinho e parmesão. A cor laranja, de intensidade média, tem sabor queijo pepper jack. Já a preta, a mais apimentada, tem sabor pimenta malagueta e queijo cheddar.

A marca também terá um espaço próprio dentro do festival, promovendo ativações entre o público e divulgando a campanha que tem o mote “por um mundo mais rock’n’roll”.


Fonte: Exame

Coca-Cola lança latinha de 220mL para vender mais

 

Acabaram as latinhas de 250 mL, as novas latas de Coca-Cola, Sprite, Fanta e outros refrigerantes ganharam opção de 220mL



A nova mini lata de refrigerante tem o formato sleek, com 220mL de volume.

As novas latinhas substituirão em definitivo as antigas mini latas das marcas, que tinham 250mL.

A opção tradicional, de latas com 350mL, continuará a ser vendida.

Segundo a Coca, é uma maneira de atrair consumidores que buscam o produto com menor preço e menor dose.

Por enquanto, as latas sleek podem ser encontradas somente em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Dá até para comprar online, veja.



Fonte: Exame

Se sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa

Lojas Marisa faz suposta piada sobre depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro e ganha mídia espontânea.

Um post de Dia das Mães das lojas Marisa no Instagram acabou criando um intenso debate político entre defensores do ex-presidente Lula e seus críticos.

“Se sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa”, diz o post para o dia das Mães.

A piada seria uma referência a um trecho do depoimento do ex-presidente ao juiz Sérgio Moro.

Lula disse a Moro que ele deveria falar com a Marisa (sua mulher, falecida em fevereiro deste ano) quando questionado sobre um detalhe na polêmica questão do apartamento de luxo no Guarujá.

Quando a fala de Lula viralizou na internet, criando memes, piadas e outros comentários, a marca resolveu fazer um trocadilho com a questão da culpa e seu nome.

Além da piada, o post divulgou uma promoção de Dia das Mães.



Via: Exame, Marisa

Kraft lança o Mac & Cheese no Brasil em três sabores

Você já deve ter visto cenas desse prato "Macarrão com Queijo" nesses filmes americanos. Agora chega a versão de prateleira para o consumidor brasileiro.

Famoso nos EUA e em outros países, macarrão com queijo chega ao Brasil em três sabores: queijo americano, cheddar e quatro queijos.

As embalagens vendidas no Brasil terão o preço sugerido de R$5,99. Elas terão 166g de macarrão, 30g de molho e servirão até três pessoas.

Segundo a KraftHeinz, o produto está sendo distribuído para grandes varejistas de todo o Brasil.

Veja essa versão promocional dos EUA:



A marca busca atrair consumidores que querem preparar uma refeição com facilidade e rapidez.

Mas o “macaroni and cheese” não é macarrão instantâneo, sim uma massa. As instruções para o preparo vêm descritas na embalagem.

Já foi feito recall em um outro lote lá nos EUA, leia.



Via: WSJ, Exame

Japonesa Daiso Brasil não vê crise e quer abrir 10 lojas por ano até 2020

Enquanto algumas empresas choram com a "crise psicológica" da economia, a Japonesa Daiso, uma espécie de Lojas Americanas ao estilo Japonês, não para de crescer.

Só um detalhe, o ecommerce da empresa poderia ser melhor "orientado". Sugiro uma consultoria urgente, pois poderia já estar faturando 5x mais.

A Daiso tem à venda em suas prateleiras desde itens de cozinha e decoração a iscas para pesca, maquiagem e alimentos, a preços na sua maioria abaixo de dois dígitos.

“O momento da crise nos beneficiou… nosso projeto é abrir 10 lojas por ano até 2020”, disse o gerente-geral da Daiso Japan Brasil, Reginaldo Gonçalves Paulista. “Quando chegar a 50 podemos desacelerar o ritmo”, acrescentou o executivo. No mundo, a Daiso tem 4,5 mil lojas, sendo a grande maioria no Japão.

Em 2016, as vendas totalizaram 100 milhões de reais, com a Daiso encerrando o ano com 13 lojas próprias, além de nove espaços de revenda em parceria com os supermercados Hirota, concentrados na capital e interior de São Paulo. Segundo Paulista, em média, são vendidos cerca de 150 mil itens por mês em cada uma das lojas da rede no país.

O desempenho coloca a unidade brasileira na oitava posição em termos de receita entre os 28 países em que a Daiso opera atrás apenas do próprio Japão, Estados Unidos, Taiwan, Cingapura, Austrália, China e Tailândia.

Os investimentos têm acompanhado o crescimento das vendas. Após um aporte total de 20 milhões de reais nos primeiros anos da rede no país, a Daiso prevê investir 15 milhões de reais só em 2017.

O executivo afirma que até o final de 2018 a rede também deve estar presente no Paraná, na capital Curitiba e na cidade de Londrina, com quatro unidades. Ele explicou que a escolha reflete demanda dos consumidores e questões logísticas –fica perto de São Paulo, onde está o centro de distribuição da rede.

O Rio de Janeiro também está nos planos da Daiso, mas o gerente-geral preferiu não estimar um prazo sobre o início das operações.

Varejo Online
A Daiso no Brasil também quer ampliar o atendimento em sua plataforma de vendas pela internet, que passou a funcionar no ano passado e no momento oferece 800 produtos –contra 3.500 disponíveis em lojas físicas da rede– e entrega apenas no Estado de São Paulo.

“O comércio eletrônico já está funcionando, mas ainda estamos fazendo alguns ajustes finais”, afirmou o executivo, que não descarta ampliar as entregas para outras regiões, começando pela região Sudeste a partir de 2018 ou 2019. “A expansão depende de como funcionar nesse primeiro momento.”

Ele afirmou que a expectativa inicial é que a venda no comércio eletrônico alcance ao redor de 1,5 milhão de reais em 2017.

Ou seja, enquanto um monte de empresário brasileiro fica lamentando e não quer investir na internet, no ecommerce, em expansão, chega uma multinacional e a segunda coisa que ele faz depois de chegar após 5 anos (meio lento, diga-se de passagem) é abrir um ecommerce. Mas faz parte da tropicalização do jeito brasileiro de fazer negócios quando multinacionais entram no Brasil.


Fonte: Reuters, Exame

Toyota faz recall de 538,7 mil carros, mas não no seu site


Se você é dono de um carro da Toyota no Brasil, deveria estar feliz! A montadora japonesa informou que o recall envolve 223.518 unidades do Corolla, 138.346 unidades do compacto Etios e 176.866 da picape Hilux e do utilitário SW4.

Só que a Toyota liberou um comunicado hoje (04.04.2017) para a imprensa, mas em seu site principal no Brasil, lá na Home, na página principal, nos banners, no corpo da página, não tem nada falando sobre!!!

Ou seja, um cliente direto ou indireto (aquele chamado segundo dono), se ele entrar no site da Toyota não vai achar nada na página principal.

Resultado?
Opção 1: Vai lotar a central de atendimento, o 0800?
Opção 2: Vai fazer o povo ligar na concessionária, não para agendar, mas para perguntar se é verdade?
Opção 3: Consumidor vai achar que é mentira, afinal não está na página principal e você tá nem ai.

Seja lá qual for o pensamento do consumidor, o fato é que o problema da montadora foi de algum fornecedor.

“No decorrer de uma investigação realizada pelo fornecedor no Japão, na peça denominada ‘deflagrador’, que integra o sistema de airbag do motorista dos veículos em questão, constatou-se a degradação do componente, após longos períodos de exposição a altas temperaturas, grandes variações de temperatura e alta umidade”, afirmou a montadora japonesa em comunicado à imprensa.

Essa degradação pode resultar em um “rompimento inadequado” do deflagrador, “no caso de colisão do veículo, o que pode provocar a dispersão de pequenos fragmentos de metal da carcaça do deflagrador, juntamente com a bolsa, e causar danos materiais, lesões físicas graves, ou até mesmo fatais, ao motorista e aos ocupantes do veículo”, disse a Toyota.

Em outubro passado, a Toyota anunciou recall de 5,8 milhões de veículos no Japão, China e Europa por causa de deflagradores de airbags produzidos pela Takata Corp, Os deflagradores possuem um componente químico que pode explodir com força excessiva depois de exposição prolongada ao calor e foram ligados a pelo menos 16 mortes no mundo, a maior parte nos Estados Unidos.

Onde está a comunicação integrada? O Marketing Integrado? Cadê as estratégias de contingências? O problema é que o cliente enxerga a marca, a empresa, só que por trás desse complexo corporativo estão pessoas que tentam trabalhar de forma integrada, sem problemas de comunicação. E no final, os lucros compensam as ineficiências e os gargalos.

Bom, pelo menos em termos de usabilidade (UX) no site da Toyota, encontrei no link da sala de imprensa o recado enviado à imprensa. Que bom!


Fonte: Reuters, Exame, Toyota

Avianca entra na briga para levar brasileiros para Miami e Santiago


Para sobreviver em um mercado competitivo como a aviação, a Avianca anuncia voos diretos de SP para Miami e Santiago.

Isso só será possível graças ao planejamento da empresa que prevê um aumento de 8 a 10 por cento no faturamento com os dois novos voos internacionais.

Isso significa que a cada novo destino internacional, a empresa irá avaliar o potencial de crescer 5% em faturamento.

A Avianca Brasil opera voos regulares desde 2002. Atualmente, atende 22 destinos domésticos e um no exterior com 230 decolagens diárias, utilizando 44 aviões de passageiros da Airbus – a frota mais jovem da América Latina. Ou seja, menor custos de manutenção que as demais empresas.

Estratégia: expansão internacional;
Contexto: Dólar em queda, fatia do mercado de viagens para o exterior "estável";
Incremento: expectativa de 250 mil passageiros por ano com novos voos internacionais.


Incluindo esse número, a empresa prevê transportar 11 milhões de passageiros em 2017, contra 9,4 milhões de passageiros em 2016.

O programa de fidelidade Amigo, que possui 3,7 milhões de clientes cadastrados. Logo temos que 3,7/9,4 = 39,36% dos passageiros estão teoricamente incluídos no plano de fidelidade da empresa. Um grande desafio para a área de marketing, principalmente no meio de gigantes como Smiles e Multiplus. Saber o que fazer com essa base de dados poderá dar à Avianca um share maior de participação investindo bem menos que suas concorrentes.

“Vamos iniciar a expansão internacional”, disse o presidente da Avianca Brasil, Frederico Pedreira, em evento em São Paulo.

Segundo ele, até o fim do ano a empresa disponibilizará um terceiro destino internacional, que ainda está em análise.

Minha sugestão: Algum país da Europa ou Rússia (Copa do Mundo de 2018)

Se você tiver um bom projeto social, pode acessar o site da empresa, preencher um formulário e enviar para: patrocinios@avianca.com.br



Fontes: Avianca, Reuters, Exame

Estratégia da Caixa é fechar até 120 agências e desligar 5 mil funcionários por quase R$ 1 Bi em economia

O que tem por traz dessa estratégia da Caixa? Duas palavras: eficiência operacional.


Mas calma, há vários fatores antes de você ler a matéria que deve levar em conta. Sempre lembre que uma economia pode ser uma meta de um gestor, logo, batendo a meta, ganha-se mais bônus.

Também tem o fato das concorrentes todas estarem atrás de redução de custos através do processo digital, atendimento digital, logo, para que agências? A cada explosão, um prejuízo. Já imaginou contar a quantidade de explosões em agências por causa do dinheiro no caixa eletrônico?

O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, afirmou nesta terça-feira, 28, que no processo de revisão de agências estão de 100 a 120 unidades que permanecem deficitárias e passarão por processo de intervenção, seja por meio do fechamento ou de fusão com outras unidades, ou ainda mudança para outro lugar e também uma diminuição.

De acordo com ele, esse processo será efetivado assim que for encerrado o processo de demissões.

Occhi afirmou ainda que a Caixa estima adesão de 5 mil funcionários ao Programa de Demissão Voluntária (PDV).

O banco espera que a economia gerada pelo PDV aconteça já a partir do início do ano que vem, a qual está estimada em R$ 975 milhões ao ano após o payback, ou seja, descontado as despesas com as demissões.


Eficiência

“O crescimento do resultado operacional, a redução da inadimplência e o controle de gastos da Caixa em 2016 são indicativos claros de que o banco está trilhando com firmeza o caminho da melhoria da eficiência”. Com estas palavras, o presidente da Caixa introduz o informe de resultados da instituição referente ao exercício de 2016.


Explicação para a falta anterior de eficiência
O banco destaca que o índice da eficiência operacional teve melhora de 1,6 ponto porcentual no ano, para 52,1% ao final de dezembro, considerado o melhor índice dos últimos dez anos, “reforçando o foco da instituição na continuidade das ações para aumento da produtividade, ampliação das receitas, redução de gastos e sustentabilidade dos resultados”, ainda conforme o comunicado.

Crise alavanca o crédito
Outros pontos ressaltados na mensagem da administração foram o resultado operacional, que teve um avanço de 272% em 12 meses; a margem financeira, que evoluiu 7,4% para R$ 47 bilhões; e o índice de inadimplência, que teve redução de 0,7 p.p. para 2,88% em 2016, “abaixo da média do mercado”.

Na questão das receitas, o banco cita que a ampliação do relacionamento com clientes gerou aumento de 8,4% nas receitas com prestação de serviços ante 2015, sendo que as de contas correntes, convênios e cobrança, e administração de fundos de investimento, cresceram, respectivamente, 23,7%, 12,7% e 6,8% em 12 meses.


O executivo destacou ainda que o banco tem recursos disponíveis, a partir do melhor uso do capital, para investimentos na área de governo e habitação, que são as duas áreas que terão retomada econômica este ano.


Fonte: Estadão Conteúdo via Exame