Japonesa Daiso Brasil não vê crise e quer abrir 10 lojas por ano até 2020

Enquanto algumas empresas choram com a "crise psicológica" da economia, a Japonesa Daiso, uma espécie de Lojas Americanas ao estilo Japonês, não para de crescer.

Só um detalhe, o ecommerce da empresa poderia ser melhor "orientado". Sugiro uma consultoria urgente, pois poderia já estar faturando 5x mais.

A Daiso tem à venda em suas prateleiras desde itens de cozinha e decoração a iscas para pesca, maquiagem e alimentos, a preços na sua maioria abaixo de dois dígitos.

“O momento da crise nos beneficiou… nosso projeto é abrir 10 lojas por ano até 2020”, disse o gerente-geral da Daiso Japan Brasil, Reginaldo Gonçalves Paulista. “Quando chegar a 50 podemos desacelerar o ritmo”, acrescentou o executivo. No mundo, a Daiso tem 4,5 mil lojas, sendo a grande maioria no Japão.

Em 2016, as vendas totalizaram 100 milhões de reais, com a Daiso encerrando o ano com 13 lojas próprias, além de nove espaços de revenda em parceria com os supermercados Hirota, concentrados na capital e interior de São Paulo. Segundo Paulista, em média, são vendidos cerca de 150 mil itens por mês em cada uma das lojas da rede no país.

O desempenho coloca a unidade brasileira na oitava posição em termos de receita entre os 28 países em que a Daiso opera atrás apenas do próprio Japão, Estados Unidos, Taiwan, Cingapura, Austrália, China e Tailândia.

Os investimentos têm acompanhado o crescimento das vendas. Após um aporte total de 20 milhões de reais nos primeiros anos da rede no país, a Daiso prevê investir 15 milhões de reais só em 2017.

O executivo afirma que até o final de 2018 a rede também deve estar presente no Paraná, na capital Curitiba e na cidade de Londrina, com quatro unidades. Ele explicou que a escolha reflete demanda dos consumidores e questões logísticas –fica perto de São Paulo, onde está o centro de distribuição da rede.

O Rio de Janeiro também está nos planos da Daiso, mas o gerente-geral preferiu não estimar um prazo sobre o início das operações.

Varejo Online
A Daiso no Brasil também quer ampliar o atendimento em sua plataforma de vendas pela internet, que passou a funcionar no ano passado e no momento oferece 800 produtos –contra 3.500 disponíveis em lojas físicas da rede– e entrega apenas no Estado de São Paulo.

“O comércio eletrônico já está funcionando, mas ainda estamos fazendo alguns ajustes finais”, afirmou o executivo, que não descarta ampliar as entregas para outras regiões, começando pela região Sudeste a partir de 2018 ou 2019. “A expansão depende de como funcionar nesse primeiro momento.”

Ele afirmou que a expectativa inicial é que a venda no comércio eletrônico alcance ao redor de 1,5 milhão de reais em 2017.

Ou seja, enquanto um monte de empresário brasileiro fica lamentando e não quer investir na internet, no ecommerce, em expansão, chega uma multinacional e a segunda coisa que ele faz depois de chegar após 5 anos (meio lento, diga-se de passagem) é abrir um ecommerce. Mas faz parte da tropicalização do jeito brasileiro de fazer negócios quando multinacionais entram no Brasil.


Fonte: Reuters, Exame

Toyota faz recall de 538,7 mil carros, mas não no seu site


Se você é dono de um carro da Toyota no Brasil, deveria estar feliz! A montadora japonesa informou que o recall envolve 223.518 unidades do Corolla, 138.346 unidades do compacto Etios e 176.866 da picape Hilux e do utilitário SW4.

Só que a Toyota liberou um comunicado hoje (04.04.2017) para a imprensa, mas em seu site principal no Brasil, lá na Home, na página principal, nos banners, no corpo da página, não tem nada falando sobre!!!

Ou seja, um cliente direto ou indireto (aquele chamado segundo dono), se ele entrar no site da Toyota não vai achar nada na página principal.

Resultado?
Opção 1: Vai lotar a central de atendimento, o 0800?
Opção 2: Vai fazer o povo ligar na concessionária, não para agendar, mas para perguntar se é verdade?
Opção 3: Consumidor vai achar que é mentira, afinal não está na página principal e você tá nem ai.

Seja lá qual for o pensamento do consumidor, o fato é que o problema da montadora foi de algum fornecedor.

“No decorrer de uma investigação realizada pelo fornecedor no Japão, na peça denominada ‘deflagrador’, que integra o sistema de airbag do motorista dos veículos em questão, constatou-se a degradação do componente, após longos períodos de exposição a altas temperaturas, grandes variações de temperatura e alta umidade”, afirmou a montadora japonesa em comunicado à imprensa.

Essa degradação pode resultar em um “rompimento inadequado” do deflagrador, “no caso de colisão do veículo, o que pode provocar a dispersão de pequenos fragmentos de metal da carcaça do deflagrador, juntamente com a bolsa, e causar danos materiais, lesões físicas graves, ou até mesmo fatais, ao motorista e aos ocupantes do veículo”, disse a Toyota.

Em outubro passado, a Toyota anunciou recall de 5,8 milhões de veículos no Japão, China e Europa por causa de deflagradores de airbags produzidos pela Takata Corp, Os deflagradores possuem um componente químico que pode explodir com força excessiva depois de exposição prolongada ao calor e foram ligados a pelo menos 16 mortes no mundo, a maior parte nos Estados Unidos.

Onde está a comunicação integrada? O Marketing Integrado? Cadê as estratégias de contingências? O problema é que o cliente enxerga a marca, a empresa, só que por trás desse complexo corporativo estão pessoas que tentam trabalhar de forma integrada, sem problemas de comunicação. E no final, os lucros compensam as ineficiências e os gargalos.

Bom, pelo menos em termos de usabilidade (UX) no site da Toyota, encontrei no link da sala de imprensa o recado enviado à imprensa. Que bom!


Fonte: Reuters, Exame, Toyota

Avianca entra na briga para levar brasileiros para Miami e Santiago


Para sobreviver em um mercado competitivo como a aviação, a Avianca anuncia voos diretos de SP para Miami e Santiago.

Isso só será possível graças ao planejamento da empresa que prevê um aumento de 8 a 10 por cento no faturamento com os dois novos voos internacionais.

Isso significa que a cada novo destino internacional, a empresa irá avaliar o potencial de crescer 5% em faturamento.

A Avianca Brasil opera voos regulares desde 2002. Atualmente, atende 22 destinos domésticos e um no exterior com 230 decolagens diárias, utilizando 44 aviões de passageiros da Airbus – a frota mais jovem da América Latina. Ou seja, menor custos de manutenção que as demais empresas.

Estratégia: expansão internacional;
Contexto: Dólar em queda, fatia do mercado de viagens para o exterior "estável";
Incremento: expectativa de 250 mil passageiros por ano com novos voos internacionais.


Incluindo esse número, a empresa prevê transportar 11 milhões de passageiros em 2017, contra 9,4 milhões de passageiros em 2016.

O programa de fidelidade Amigo, que possui 3,7 milhões de clientes cadastrados. Logo temos que 3,7/9,4 = 39,36% dos passageiros estão teoricamente incluídos no plano de fidelidade da empresa. Um grande desafio para a área de marketing, principalmente no meio de gigantes como Smiles e Multiplus. Saber o que fazer com essa base de dados poderá dar à Avianca um share maior de participação investindo bem menos que suas concorrentes.

“Vamos iniciar a expansão internacional”, disse o presidente da Avianca Brasil, Frederico Pedreira, em evento em São Paulo.

Segundo ele, até o fim do ano a empresa disponibilizará um terceiro destino internacional, que ainda está em análise.

Minha sugestão: Algum país da Europa ou Rússia (Copa do Mundo de 2018)

Se você tiver um bom projeto social, pode acessar o site da empresa, preencher um formulário e enviar para: patrocinios@avianca.com.br



Fontes: Avianca, Reuters, Exame

Estratégia da Caixa é fechar até 120 agências e desligar 5 mil funcionários por quase R$ 1 Bi em economia

O que tem por traz dessa estratégia da Caixa? Duas palavras: eficiência operacional.


Mas calma, há vários fatores antes de você ler a matéria que deve levar em conta. Sempre lembre que uma economia pode ser uma meta de um gestor, logo, batendo a meta, ganha-se mais bônus.

Também tem o fato das concorrentes todas estarem atrás de redução de custos através do processo digital, atendimento digital, logo, para que agências? A cada explosão, um prejuízo. Já imaginou contar a quantidade de explosões em agências por causa do dinheiro no caixa eletrônico?

O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, afirmou nesta terça-feira, 28, que no processo de revisão de agências estão de 100 a 120 unidades que permanecem deficitárias e passarão por processo de intervenção, seja por meio do fechamento ou de fusão com outras unidades, ou ainda mudança para outro lugar e também uma diminuição.

De acordo com ele, esse processo será efetivado assim que for encerrado o processo de demissões.

Occhi afirmou ainda que a Caixa estima adesão de 5 mil funcionários ao Programa de Demissão Voluntária (PDV).

O banco espera que a economia gerada pelo PDV aconteça já a partir do início do ano que vem, a qual está estimada em R$ 975 milhões ao ano após o payback, ou seja, descontado as despesas com as demissões.


Eficiência

“O crescimento do resultado operacional, a redução da inadimplência e o controle de gastos da Caixa em 2016 são indicativos claros de que o banco está trilhando com firmeza o caminho da melhoria da eficiência”. Com estas palavras, o presidente da Caixa introduz o informe de resultados da instituição referente ao exercício de 2016.


Explicação para a falta anterior de eficiência
O banco destaca que o índice da eficiência operacional teve melhora de 1,6 ponto porcentual no ano, para 52,1% ao final de dezembro, considerado o melhor índice dos últimos dez anos, “reforçando o foco da instituição na continuidade das ações para aumento da produtividade, ampliação das receitas, redução de gastos e sustentabilidade dos resultados”, ainda conforme o comunicado.

Crise alavanca o crédito
Outros pontos ressaltados na mensagem da administração foram o resultado operacional, que teve um avanço de 272% em 12 meses; a margem financeira, que evoluiu 7,4% para R$ 47 bilhões; e o índice de inadimplência, que teve redução de 0,7 p.p. para 2,88% em 2016, “abaixo da média do mercado”.

Na questão das receitas, o banco cita que a ampliação do relacionamento com clientes gerou aumento de 8,4% nas receitas com prestação de serviços ante 2015, sendo que as de contas correntes, convênios e cobrança, e administração de fundos de investimento, cresceram, respectivamente, 23,7%, 12,7% e 6,8% em 12 meses.


O executivo destacou ainda que o banco tem recursos disponíveis, a partir do melhor uso do capital, para investimentos na área de governo e habitação, que são as duas áreas que terão retomada econômica este ano.


Fonte: Estadão Conteúdo via Exame

Big Mac faz parte dos Classicos do Dia do McDonald’s por R$ 8,00

PromoçãoO icônico Big Mac estará na promoção "Clássico do Dia" sempre às quartas-feiras

Os amantes dos sanduíches clássicos do McDonald’s podem se preparar: tem uma novidade deliciosa que acaba de chegar! Desde o último dia 17/10, os queridinhos do cardápio da rede fazem parte da nova plataforma “Clássico do Dia”. O McDonald’s selecionou os sanduíches preferidos dos consumidores para compor um menu especial com sete McOfertas a preços ainda mais acessíveis, uma para cada dia da semana – o Big Mac, por exemplo, estará na promoção na quarta-feira, já o Quarterão será o destaque da sexta-feira. O sanduíche Clássico do Dia poderá ser adquirido à La Carte por R$ 8,00, ou no combo (sanduíche + bebida média + acompanhamento médio) por apenas R$ 19,90.

Os produtos que farão parte da plataforma são: McChicken, Triplo Burger Bacon, Big Mac, Cheddar McMelt, Quarterão com Queijo, McDuplo e McNuggets. Vá até o restaurante mais próximo e descubra qual seu dia preferido.






Acesse o site do McDonald’s e confira os restaurantes participantes. www.mcdonalds.com.br


fonte: Multitexto Comunicação Empresarial

Adidas Futurecraft M.F.G. é feito quase só por robôs

Processo robotizado é uma resposta para criar menos dependência de pessoas. A nova fábrica da Adidas, na Alemanha, começa a produzir os primeiros tênis da marca em processo totalmente robotizado.


Veja como é feito o Adidas Futurecraft M.F.G.:



O lançamento da Adidas inaugurou o uso de sua nova fábrica robotizada na Alemanha, a Speed Factory.

Quase todo o processo de confecção é robotizado. As principais partes do calçado são feitas por robôs.

A intervenção humana ainda existe em alguns detalhes.

Aí você se pergunta, o que isso tem haver com Marketing? Tudo, o futuro é feito de evoluções no presente!

“Desenhado para ter o encaixe perfeito, o Adidas Futurecraft M.F.G. representa o primeiro tênis de alta performance a ser feito na Speed Factory, inaugurando uma nova era no mundo dos calçados. Bem-vindo ao futuro”, disse a marca em seu anúncio oficial.

A marca pretende criar diversas outras fábricas do tipo, robotizadas. Assim, eliminaria aos poucos as manufaturas que ainda usa em larga escala em países asiáticos, como a China.

Dessas fábricas, feitos à mão, vêm cerca de 300 milhões de tênis por ano. É muito mais do que a Adidas pretende conseguir produzir via robôs até 2018: um milhão de pares.

A ideia da marca é, agora, fabricar apenas 500 protótipos de tênis nessa primeira fábrica, como teste.

Depois, haveria uma expansão gradual do método robótico de fabricação. A próxima fábrica do tipo seria em Atlanta, nos EUA, com inauguração prevista para 2017.

fonte: exame

Com Marketing para a Heineken, Daniela Cachich é premiada como profissional de marketing

Com "verba" na mão, a disputa fica "fácil". A vice-presidente de marketing da Pepsico no Brasil, Daniela Cachich, foi a primeira colocada no ranking "20 Profissionais de Marketing Mais Influentes do Mercado" deste ano, divulgado (7.11.2016) no lançamento do anuário M-List 2017.

A pesquisa, feita pela Gume Comunicação com apoio da Folha e da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), ouviu 340 executivos do mercado publicitário entre 1º e 15 de agosto deste ano.

Segundo os organizadores, o prêmio foi concedido a Cachich pelo trabalho que desenvolveu quando trabalhava na cervejaria Heineken, que deixou no mês passado.

"Ao não usar mulheres de biquíni na praia nos comerciais da marca, ela conseguiu estabelecer uma estratégia de sucesso na comunicação da empresa. Uma quebra de estereótipos e paradigmas", diz texto da premiação.

Regina Augusto, presidente da agência Gume e idealizadora e publisher do M-List, diz que a criação do prêmio visa "destacar o valor dos profissionais de marketing, principalmente em um momento de crise econômica como este pelo qual passa hoje o país".

Os critérios avaliados na pesquisa foram "capacidade de inovar, capacidade de se adaptar a mudanças, transparência e boa governança com parceiros, valores éticos, qualidade do trabalho colocado na rua, coragem, espírito empreendedor e visão de longo prazo".

A cerimônia de premiação ocorreu nesta segunda-feira no Instituto Tomie Ohtake, na zona oeste de São Paulo.

Veja lista completa:


  1. Daniela Cachich - vice-presidente de marketing da Pepsico (ex-Heineken)
  2. Eduardo Tracanella - superintendente de marketing do Banco Itaú
  3. José Cirilo - diretor de Marketing da Johnson & Johnson
  4. Fernando Chacon - presidente da Rede e diretor de marketing do Itaú
  5. Adriana Knackfuss - diretora de marketing integrado da Coca-Cola
  6. Alexandre Bouza - diretor de marketing de O Boticário
  7. Roberto Gnypek - vice-presidente de marketing do McDonald´s
  8. Marcio Parizotto - diretor de marketing do Bradesco
  9. Poliana Sousa - diretora de comunicação e mídia da P&G
  10. Paula Lindenberg - vice-presidente de marketing da AmBev
  11. Pedro Juan Oliva - diretor de marketing, comunicação e public affairs da Nestlé
  12. Enzo Devoto - vice-presidente de marketing de home care da Unilever
  13. Gabriela Onofre - diretora de marketing global da J&J para marcas femininas
  14. Loredana Sarcinella - diretora Sênior de marketing, trade e canais da Samsung Electronics
  15. Andrea Alvares - vice-presidente de marketing e inovação da Natura
  16. Beatriz Galloni - vice-presidente de marketing da Mastercard
  17. Mauro Segura -líder de marketing e comunicação da IBM Brasil
  18. Agrício Neto - vice-presidente de marketing da Sky
  19. Thiago Icassati - head de marketing da Reckitt Benckiser
  20. Bruno Couto - head de marketing da Motorola (ex-gerente sênior de marketing da Netshoes)

Fonte: Folha de São Paulo

Facebook erra em até 80% os números sobre vídeos e desanima anunciantes

Já era, como diríamos no Brasil. O Facebook exagerou, e muito, sobre a audiência dos vídeos publicitários em seu site por dois anos!


O "furo" foi dado pelo The Wall Street Journal.

Pensou em métricas, já era!
A empresa exagerou os dados de uma das métricas mais importantes para empresas e anunciantes: o tempo de visualização do usuário (chamado de “time spent”).

Segundo o Facebook, foi um erro honesto e se deu pelo uso incorreto de um filtro.

Os números do “time spent” estavam absurdamente inflados (entre 60% e 80%) nos últimos dois anos porque uma ferramenta da empresa, usada para criar o “Average Duration of Video Viewed” (Tempo Médio de Vídeo Visualizado), excluía automaticamente vídeos vistos por menos de três segundos.

Claro: excluindo esses péssimos resultados, a média de visualização crescia artificialmente e os resultados pareciam muito melhores.

Impactos nas estratégias e decisões
Com falsos resultados na plataforma do Facebook, diversas marcas e empresas que, talvez maravilhadas pelo desempenho dos vídeos no Face, agora pensam em concorrentes como YouTube, Twitter e até canais de TV.

A confusão, inclusive, atrapalha estudos e relatórios de agências de publicidade e marketing. Os números sobre o consumo de vídeos por usuários estudados por essas companhias nos últimos anos estão, simplesmente, errados.

Resultado: melhor continuar a distribuir panfletos na rua com realidade aumentada!


Fonte: exame

Zé Delivery | Ambev entrega cerveja gelada em até uma hora


Sim, Marketing também é criar novas formas de estimular o consumo, como uma plataforma Delivery!

Pergunta problema para criar um novo negócio

Mas que é mais legal do que cerveja gelada na porta de casa?

Para responder isso, a Ambev criou o Zé Delivery, um serviço de entrega de bebidas da marca. A ação atende as cidades de São Paulo, Ribeirão Preto e na Região do ABC, por enquanto.

Você que tem uma distribuidora de bebidas deve estar pensando: agora me lasquei! Calma, a Ambev entende que o seu core business, o seu principal negócio é bebidas. Opa, você que já tem delivery de bebidas pode respirar aliviado. Mas você que é cliente de cerveja gelada também não precisa se desesperar para pedir, o serviço ainda está sendo implantado e claro, tem toda uma lógica de plataforma online por trás que dá sustentação ao "conceito do negócio Delivery". Talvez por isso não tenha levado o nome da empresa e sim do "Zé", um personagem popular ao estilo "Porteiro Zé".


Vantagens para a Ambev?
Priorizar a sua marca em um canal de distribuição popular, a internet. É quase que uma loja online de venda de cerveja gelada.

Além dos rótulos mais conhecidos da empresa, o portfólio do Zé conta com cervejas especiais e importadas. Também é possível pedir outras bebidas alcoólicas, refrigerantes e energéticos. Dependendo da região, o Zé entrega ainda carnes, gelo e carvão.

Para fazer um pedido, basta acessar o site do serviço, digitar o CEP e escolher os produtos. O pagamento pode ser feito no cartão ou com dinheiro e o serviço funciona até de madrugada.



Lá você também encontra a oportunidade de ser distribuidor.


Você tem perguntas, O ZÉ RESPONDE...

1. QUEM É O ZÉ?
Zé é seu amigo que sempre pode te ajudar. Ele é o cara gente boa que sempre sabe para quem ligar na hora certa. É por isso que quando você precisa de cerveja, você pede para o Zé.

2. COMO O ZÉ FUNCIONA?
É quase como mágica. Você fala para o Zé o que você precisa e ele arranja um de seus parceiros para levar até você. Escolha a cerveja que você quiser e em até 5 minutos o Zé confirma seu pedido e faz todo o resto.

“Já desejou por cerveja gelada na porta da sua casa? Não deseje mais, o Zé está aqui”
3. ONDE O ZÉ ATENDE?
Até agora estamos experimentando. O Zé quer ser o melhor para você. Então atendemos em uma região pequena de São Paulo. Mas não se preocupe, em breve vamos disponibilizar o Zé para todos que precisam. Cadastre-se no newsletter do Zé que te enviamos as últimas novidades.

4. QUAIS OS HORÁRIOS DE ATENDIMENTO DO ZÉ?
O Zé utiliza seus parceiros locais para entregarem o que você precisa (principalmente cerveja). Por isso o horário de cada região pode variar, dependendo do horário de atendimento de cada parceiro do Zé. Fale o CEP de onde você precisa do Zé na página inicial que ele te fala o horário.

5. QUANTO TEMPO LEVA UMA ENTREGA DO ZÉ?
O Zé é parceiro somente dos melhores caras. Por isso quando você pede algo para o Zé a coisa é rápida. Sabemos que cerveja não é brincadeira. E quem precisa, precisa para agora. Gelada.

“É tipo tele transporte. Você fala o que precisa, e de repente já tá lá” – Zé
6. POSSO CANCELAR MEU PEDIDO?
Zé é seu amigo. E com ele não existe tempo ruim. Precisou cancelar, pegue o telefone e fale com a gente. Resolveremos o problema. Mas também seja legal com o Zé. Fazemos tudo muito rápido, e se você pensar demais um de nossos parceiros já poderá estar à sua porta.

Fontes: AdNews, Exame

Onde tem Apple Stores agora será apenas Apple

Apple Stores agora serão apenas Apple

Mudar o nome é Marketing!
Toda marca é viva e todo nome vive de mudanças para refletir lá na frente o resultado esperado, isso é uma parte do Branding.
E sim, qualquer loja da Apple terá, simplesmente, o nome da marca.

A famosa loja de vidro de Nova York, por exemplo, será "Apple Fifth Avenue".
Parece um detalhe insignificante ou opcional, mas não é.
A empresa mandou um email interno a todos os funcionários falando da mudança da marca e pedindo para esquecerem o "store" do nome.
Chamar a Apple Store apenas de Apple parece bem estranho em um primeiro momento, mas não é.
A Apple só quer ser como qualquer outra marca. As pessoas usam esse tipo de sinédoque o tempo todo.

Ninguém fala, por exemplo, "Vou à loja Pão de Açúcar", sim "Vou ao Pão de Açúcar".
E todos entendem que a pessoa está indo ao mercado, não "indo à marca" ou muito menos indo à sede da empresa Pão de Açúcar.
A mesma coisa para McDonald's, Burger King, Starbucks etc.

Motivos
Um outro motivo da mudança: a marca não quer que as pessoas vejam a loja apenas como uma loja.
Sim, há uma infinidade de iPhones, iPads e iMacs disponíveis para compra.
Mas a empresa quer que as pessoas vejam os locais como um "ponto de encontro".
Uma loja de San Francisco, por exemplo, se tornou, praticamente, a nova praça local.
As pessoas se reúnem para workshops, palestras e até shows de música.
A Apple pensa em replicar esse modelo de loja para outras 500 unidades.

Fonte: Exame

McDonald’s comemora 40 anos de patrocínio dos Jogos Olímpicos Rio 2016


Os tamborins ainda ecoam na Cidade Maravilhosa, após a festa de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, e os executivos do McDonald’s já se preparam para Tokyo 2020. Há 40 anos apoiando o evento, a marca faz um balanço positivo da operação durante dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Além da atuação em dois pontos de venda – que se tornaram os queridinhos dos atletas e torcedores –, a rede promoveu ações que premiaram clientes e prestigiaram funcionários.

Na semana passada, uma delegação de asiáticos esteve no país para diversas reuniões com executivos brasileiros e receberam informações sobre a atuação da marca durante os Jogos Olímpicos. A ideia é conhecer as melhores práticas, para que sejam replicadas e aperfeiçoadas no próximo evento.

“Foram dias de trabalho intenso, mas muito gratificantes. A operação transcorreu sem problemas e se tornou um exemplo de eficiência na Vila e Parque olímpicos. Ainda, demos aos nossos clientes e funcionários uma experiência única. Trouxemos um legado importante de Londres e, com certeza, entregaremos muitas lições aos nossos pares em Tóquio”, afirma David Grinberg, diretor de Comunicação Corporativa da Arcos Dourados – que opera a marca McDonald’s no Brasil – e responsável pelo projeto olímpico no país.

Crianças - A marca levou 100 crianças para a cerimônia de abertura, vindas de mais de 10 países diferentes. Desse total, 41 crianças eram brasileiras. Além de participarem da festa que deu início aos Jogos, acompanhando os porta-bandeiras dos países participantes, as crianças foram ao Rio de Janeiro com um acompanhante.

Restaurantes – Não há dúvida: além da medalha, o maior desejo dos atletas era fazer uma refeição no McDonald’s. Durante os jogos, muitos deles se alimentaram e comemoraram suas performances no restaurante da Vila Olímpica. E não deu outra. Nas filas da Vila Olímpica, atletas de diversos países e modalidades se misturavam aos familiares, treinadores e jornalistas.

Os atletas comeram mais de 100 mil vezes no restaurante da Vila Olímpica, ou seja, cada um foi, em média, 10 vezes ao McDonald’s antes, durante e depois de suas competições.

No Parque Olímpico, o McDonald’s construiu o maior quiosque de sobremesas do mundo, com 200m2 e sete metros de altura. Durante duas semanas, foram servidas mais de 150 mil pessoas, que consumiram milhares de casquinhas, sundaes e McFlurry. Ainda, a marca levou um  McCafé aos estúdios da NBC, construído exclusivamente para profissionais da emissora norte-americana.

Os itens mais consumidos durante os Jogos Olímpicos foram McFritas, BigMac, refrigerante, Chicken McNuggets, McFlurry e  Smoothie.

Funcionários – Para servir diariamente os mais de 10 mil atletas hospedados na Vila Olímpica e os espectadores do Parque Olímpico, foi montado um time de 250 funcionários. A seleção começou há um ano e teve a meritocracia como base principal. A cada turno, 91 colaboradores trabalharam no restaurante da Vila Olímpica e 57, no quiosque de sobremesas.

Foram escolhidos funcionários de São Paulo e do Rio de Janeiro, que passaram por avaliação de seus gestores e por diversos testes. E deu certo. “A experiência foi incrível, eles foram verdadeiros atletas. Traduziram como ninguém a hospitalidade brasileira e garantiram essa que foi uma das maiores operações da marca em um ambiente fora do restaurante. Estão todos de parabéns”, finaliza Grinberg.

Fonte: Multitexto

Adwords tem 15 produtos e serviços proibidos em seus anúncios


Quem usa ou já ouviu falar em anúncios patrocinados, sabe que o AdWords do Google é uma boa plataforma de anúncios para milhões de clientes ao redor do mundo. Aliás, sua vultosa receita vêm, justamente, dos anúncios. Quem trabalha com Marketing Digital e não sabia disso, está na hora de "decorar".

Mas não é qualquer coisa que a empresa permite anunciar em suas páginas. Dos óbvios (armas e drogas) aos inusitados, são muitos produtos banidos.

As políticas do AdWords deixam claro todos os produtos e serviços restritos ou proibidos.

Também há normas sobre práticas proibidas, como anúncios maliciosos, abusivos ou que fazem coleta indevida de dados.

Na semana passada, um novo item entrou na lista de coisas proibidas: os empréstimos consignados que não deixam claro os termos do empréstimo, nos EUA chamados de "payday loans".

Para o Google, pessoas desesperadas em busca de empréstimo acabam fazendo uma consulta online antes de procurar um banco de confiança.

Assim, acabam encontrando serviços desonestos e fraudulentos.

Confira abaixo os 15 exemplos de anúncios proibidos e também diversos casos de anúncios restritos.

1. Fogos de artifício
Os fogos de artifício entram na lista de produtos explosivos que podem causar danos às pessoas.

2. Praça da Paz Celestial
O massacre de 1989 da Praça da Paz Celestial na China (Praça Tiananmen) é assunto proibido pelo governo chinês. O Google, "gentilmente", baniu esse tipo de coisa na China. Mesmo assim, o site é bloqueado por lá. Tibete e Taiwan também são assuntos banidos.

3. Paintball
As armas de paintball entram na lista de armas "de esporte" vetadas. Armas de ar comprimido também são banidas.

4. Cigarros
Qualquer cigarro ou produto contendo tabaco é proibido.

5. Empréstimos
O mais novo serviço a ser proibido. Os empréstimos consignados podem atrair tratantes atrás de pessoas desesperadas.
Para um serviço financeiro do tipo ser anunciado, só deixando claro todos os termos do acordo e uma confirmação no site do anunciante de que as taxas são tão baixas quanto as taxas médias de empréstimos em banco.

6. Bombas e explosivos
Por motivos óbvios, bombas e explosivos são proibidos. Armas químicas entram na lista.

7. Identidades falsas
Serviços oferecendo identidades falsas são banidos. Como criar CPF falso.

8. Vídeos do Estado Islâmico
Ninguém precisa compartilhar e ver atrocidades do grupo terrorista Estado Islâmico. Aliás, qualquer vídeo de violência explícita é banido.

9. Falsificação acadêmica
Sabe aquele velho truque de "pagar para alguém fazer o TCC"? Pois é, o Google proíbe em seus anúncios.

10. Serviços de hackers
Serviços de hackers ou instruções sobre hackeamento de softwares são banidos.

11. Drogas
Drogas, naturais ou sintéticas, são banidas. Qualquer coisa relacionada a elas também não podem (cachimbos, sedas, bongs).

12. Armas de fogo
Outro produto obviamente banido.

13. Facas perigosas
O Google não vai proibir um belo faqueiro de casamento, mas não permite facas "perigosas" - aquelas que parecem menos uma faca de manteiga e mais uma arma branca.

14. Animais em risco
Qualquer anúncio que venda animais em risco de extinção ou que lucre com eles é banido. Não vale, portanto, marfim de elefante, barbatana de tubarão, óleo de baleia e outros itens.

15. Produtos falsificados
Produtos piratas, obviamente, não podem ser anunciados.

Os restritos
O Google ainda restringe diversos tipos de anúncios. Ou seja, são anunciados de forma limitada e devem seguir regras muito específicas e duras.

Eis algumas coisas restritas: jogos de azar, apostas, serviços de encontro, serviços internacionais de casamento arranjado, conteúdo sexualmente sugestivo, bebidas alcoólicas, imagens de nudez, mercadorias voltadas para o público adulto, Viagra, medicamentos sem prescrição médica.

Quem trabalha com marketing digital e adwords, deve se atentar para as restrições e proibições. Lembrem-se que sempre há atualizações.


fonte: Exame, Google