quarta-feira, 30 de maio de 2012

Valor da marca | Cosan vende marcas de açúcar União e Da Barra para Camil

A Cosan anunciou a venda do seu negócio no varejo de alimentos para a Camil, empresa líder nos segmentos de arroz e pescados no Brasil.

Dona das marcas de açúcar União e Da Barra, a Cosan, também líder no segmento em que atua, receberá R$ 345 milhões em dinheiro da Camil, deduzido do endividamento da Cosan Alimentos e pago no prazo máximo de três anos.

A Cosan também sai da negociação com uma participação de 11,72% na Camil e representatividade no Conselho de Administração.

Segundo Marcos Lutz, presidente-executivo da Cosan, o faturamento anual da Camil deve chegar a R$ 3 bilhões após a incorporação da empresa. As sinergias são estimadas em R$ 50 milhões por ano, incluindo economias de custos e ganhos de escala operacionais, de marketing e fiscais.

"Está se constituindo uma grande empresa nacional de marcas de alimentos", disse hoje o executivo durante teleconferência com a imprensa.

A saída do varejo de alimentos faz parte da estratégia da Cosan de focar os seus negócios nos setores de energia e de logística.

A Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, continua como sócia da Camil, com uma participação de cerca de 30%.

O grupo comprou parte das ações da empresa em outubro do ano passado, logo após a Camil anunciar a compra da fabricante de pescados Coqueiro, que pertencia à PepsiCo.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: FolhadeSâoPaulo

Classe média tem renda per capita de R$ 291 a R$ 1.019, diz governo

Seu cliente é da Classe Média? Veja o que o governo considera como classe média.

As pessoas com renda familiar per capita entre cerca de R$ 291 e R$ 1.019 são as que formam a classe média brasileira, segundo uma nova definição aprovada ontem por uma comissão da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República).

De acordo com a secretaria, essa classe representa 54% da população brasileira e é a maior do país.

Dentro da classe média, foram definidos três grupos: a baixa classe média, com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média, com renda familiar per capita de R$ R$ 441 a R$ 641 e a alta classe média, cuja renda familiar per capita fica entre R$ 641 e R$ 1.019.

A classe alta estaria acima de R$ 1.019 e também foi dividida em dos grupos. A baixa classe alta ficaria entre R$ 1.019 e R$ 2.480 e a alta, que fica acima deste valor.

Os extremamente pobres têm renda per capita familiar até R$ 81 e os pobres, de R$ 81 a R$ 162.

Para definir os grupos de consumidores, foi usado o critério de vulnerabilidade, que considera a chance do brasileiro de determinada classe social voltar à condição de pobreza.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Segundo o secretário de ações estratégicas da SAE, Ricardo Paes de Barros, a nova classe média precisa viver com menos incertezas e estar instrumentalizada para aproveitar o rapidamente as oportunidades que se abrem.

Para Barros, o crescimento desse segmento da população deve-se principalmente ao acesso ao emprego formal, mas ainda há grande rotatividade dos trabalhadores, que precisa ser reduzida.

"Queremos alcançar essa estabilidade tornando mais interessante para o trabalhador permanecer no posto que ocupa e estimulando o empregador a ter interesse em mantê-lo".

Segundo Barros, a comissão analisa a criação de políticas públicas para a classe média nas seguintes frentes: um sistema de qualificação continuada do trabalhador ocupado, inovações no mercado de microsseguros, medidas para estimular a poupança nesse segmento e a educação financeira.

O ministro Moreira Franco anunciou que será criada uma ferramenta para interagir e estimular o debate, para aprofundar os estudos sobre a nova classe média.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: FolhadeSãoPaulo

Novos produtos | Moça docinhos sabor Prestígio

Inovação por combinação, algo "simples" e viável.

A Nestlé lança uma edição limitada do Moça Docinhos sabor Prestígio. O produto combina leite condensado, chocolate e pedaços de coco. O Moça Prestígio reforça a linha de sobremesas da marca no período de festas juninas, responsável pelo aumento das vendas na categoria.

A consistência do doce permite o uso em coberturas, recheios, preparo de doces de festa ou para o consumo puro.

O Moça Docinhos Prestígio é acondicionado em lata de aço expandida de 380 gramas, que tem a “cintura” da Moça. O rótulo tem ícones que remetem ao chocolate Prestígio, aliados com a imagem de Moça.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: embalagem marca

General Mills | dona da Häagen-Dazs compra brasileira Yoki por R$ 1,75 bi mais dívida

Comprar uma empresa é para empresas compradoras que obrigatoriamente pensam estrategicamente e muitas das vezes, à frente do mercado. Qual o posicionamento da sua empresa?

A empresa de produtos alimentícios dos Estados Unidos General Mills, dona da sorvetes Häagen-Dazs, anunciou na semana passada que acertou a compra da fabricante brasileira de alimentos Yoki por cerca de R$ 1,75 bilhão.

A General Mills informou que também assumirá uma dívida de R$ 200 milhões e que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão.

A empresa espera que a transação seja concluída no primeiro semestre do ano fiscal de 2013, que começa em 28 de maio deste ano.

"A Yoki acrescenta recursos chaves e escala geográfica que irão acelerar o nosso crescimento no Brasil", afirmou o vice-presidente executivo da General Mills, Chris O'Leary, em comunicado.

"Planejamos focar na construção de um forte portfólio de produtos Yoki e Kitano, expandir os negócios de Haagen-Daz e Nature Valley no Brasil, e introduzir novas marcas da General Mills nesse importante mercado."

GENERAL MILLS

Uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a General Mills é dona, no Brasil, do sorvete Häagen-Dazs e das barras de granola Nature Valley. O sorvete também é vendido em países como Chile, Grécia, Indonésia, Marrocos e Rússia.

Nos EUA, se destaca pela marca de farinha Gold Medal, que hoje é a primeira em vendas naquele país.

Outras marcas de destaque nos EUA são Pillsbury (massa refrigerada), Green Giant (legumes congelados), Cheerios (cereal matinal) e Betty Crocker (misturas para sobremesas).

Em países como Austrália, Alemanha e Japão a empresa possui a marca de comida mexicana Old El Paso.

No ano passado, a General Mills comprou 50% da fabricante de iogurtes Yoplait, por cerca de US$ 1,1 bilhão. A empresa francesa é a segunda do mundo em iogurtes, atrás da Danone. A aquisição foi feita junto ao fundo de investimentos PAI. Os 50% restantes são de propriedade da cooperativa francesa Sodiaal.

Outro foco de atuação do grupo é o fornecimento de misturas de bolos e farinhas para padarias e restaurantes; de cereais, iogurtes e snacks para escolas, restaurantes e hotéis; e produtos para lojas de conveniência e máquinas de venda automática.

A empresa afirma estar presente em mais de cem países e 35 mil funcionários. No ano fiscal de 2011, as vendas líquidas globais do grupo totalizaram US$14,9 bilhões --dos quais US$ 10,2 bilhões foram nos EUA. "Categorizamos as vendas em três segmentos de negócios: Varejo nos EUA, área Internacional e Padarias & Foodservice", informou.

YOKI

A Yoki, um dos maiores grupos de alimentação do Brasil, vende aproximadamente 620 itens. Entre outros, a empresa tem pipocas, condimentos naturais e industrializados, snacks, produtos naturais, chás, misturas para bolo, sobremesas, confeitos, sopas, refrescos, cereais e farináceos de milho, mandioca e trigo e pet food.

Também fazem parte da Yoki as marcas Yoki, Kitano, Yokitos, Mais Vita, Lin Tea, Tori e Chef Line.

A empresa foi fundada em 1960 e emprega atualmente mais de 5 mil funcionários. A companhia encerrou 2011 com faturamento de R$ 1,1 bilhão.

A empresa, devido à pouca oferta de produtos de qualidade no mercado interno e dependente de importações, principalmente de milho pipoca, foi em busca de variedades mais produtivas e específicas para sua linha industrial.

A empresa passou a oferecer novos cultivares aos produtores e a produção nacional substitui as importações.

Um dos feitos mais recentes da Yoki foi a "nacionalização" da ervilha, produto originalmente importado do Canadá. Embora ainda esteja dependente de compras externas, a Yoki já conseguia cultivares adaptáveis a regiões do Rio Grande do Sul.

A empresa trabalhava para, em pouco tempo, deixar de importar esse produto.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: FolhadeSãoPaulo

terça-feira, 29 de maio de 2012

Tendência | Joia é o novo objeto de desejo da classe C

Oportunidade de negócios | depois do celular e da tevê de LCD, os consumidores da classe C elegeram as joias como objetos de desejo. Você muda conforme a tendência ou deixa a onda passar?

"À medida que a chamada nova classe média supriu suas necessidades mais básicas, começou a buscar outros ícones de consumo", afirma a designer Regina Machado, consultora do IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais preciosos).

Estudiosa de tendências e comportamentos de consumo do setor joalheiro há 12 anos, ela diz que, aos poucos, essa clientela se deu conta de que comprar ouro era um "luxo possível e acessível".

Com 36 lojas na Grande São Paulo voltadas para esse público, a Casa das Alianças oferece produtos em ouro a partir de R$ 200, além de parcelamentos em dez vezes no cartão, cheque ou carnê.

"Nunca tive nada de ouro antes", conta a dona de casa Tatiana Santos, 27, moradora de Pirituba (zona norte de São Paulo). Ela foi à loja situada na região de comércio popular na zona oeste para comprar uma nova aliança.

Ao lado do marido, Renato Tomazelli, 38, e do filho, Gabriel, 5 meses, escolheu um modelo de R$ 2.362 o par, com um micro brilhante.

"Não gostava da antiga. Essa tem uma pedra e um desenho mais bonito." Dono de um guincho, o marido desembolsou R$ 283 pela troca, divididos em duas vezes.

O boom de vendas das joias populares é explicado por uma razão econômica e outra mercadológica. A primeira é a emergência da classe C, com seus potenciais 40 milhões de novos consumidores. A segunda é a aposta da indústria em peças mais leves e mais baratas para fazer frente à disparada do preço do ouro na última década.

Nas Bolsas, a cotação da onça-troy (31 gramas) subiu de US$ 310, em 2002, para cerca de US$ 1.600, em 2012.

"O preço médio final de uma peça de ouro caiu pela metade", diz Hécliton Santini, presidente do IBGM.

A mágica se explica por inovações no design: joias mais vazadas, com menos metal, combinadas com prata e pedras semipreciosas.

O item mais forte são as alianças, seguidos de brincos. Peças que variam entre R$ 200 e R$ 1.000.

TRADICIONAIS

O fenômeno fez proliferar joalherias populares e também mexeu com as tradicionais, que passaram a oferecer produtos mais acessíveis.

Voltada para o público AAA, a joalheria Noiacarolina, no shopping Cidade Jardim, onde um colar de diamante custa R$ 100 mil, também oferece peças que cabem no bolso da classe C.

Na crise de 2008, com a primeira disparada do ouro no mercado internacional, a designer Noia Carolina Andrade, 39, criou a sua primeira linha popular.

As pulseirinhas de couro, com pingentes de trevo e caveira, viraram modinha entre adolescentes descolados.

"Custam R$ 190, o preço de uma blusa", compara a designer.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: FolhadeSãoPaulo

Aquisições | Fogo de Chão é vendido por US$ 400 mi

O fundo de investimentos GP Investments anunciou nesta terça-feira que vendeu a FC Holdings, empresa que é dona da rede de churrascarias Fogo de Chão, por US$ 400 milhões. O novo dono da rede é o fundo de investimentos americano Thomas H Lee Partners.

A GP informou que pretende concluir a operação no terceiro trimestre deste ano, após a implementação de algumas condições do negócio que não foram informadas.

Fundada em 1979, a rede Fogo de Chão tem 18 restaurantes nos Estados Unidos e sete no Brasil. Eram nove unidades quando a GP adquiriu sua primeira participação na rede, de 35%, em agosto de 2006.

Em agosto do ano passado, o fundo de investimentos passou a deter 100% de participação.

"A GP Investments teve um papel fundamental no processo de institucionalização da companhia, permitindo à Fogo de Chão implementar uma estratégia agressiva de expansão. A companhia mais do que dobrou seu número de restaurantes passando de nove para vinte e cinco durante o período de investimento, sendo atualmente dezoito unidades nos Estados Unidos e sete no Brasil, e está bem preparada para dar continuidade ao seu ciclo de crescimento", informou a GP em nota.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: FolhadeSãoPaulo

Estratégia | Diageo, dona da Smirnoff, compra cachaça Ypióca por R$ 900 milhões

Market share? Novos segmentos? Capilaridade? Carteira de clientes? A compra da cachaça brasileira Ypióca por R$ 900 milhões pelo grupo britânico de bebidas Diageo, dono de marcas como Smirnoff e Johnnie Walker mostram que o mercado de bebidas ainda possui muito espaço e estratégias de consolidação da dinâmica de negócios que passam longe dos olhos dos menos estruturados.

A aquisição faz parte da estratégia da empresa de alcançar em mercados emergentes metade de sua receita até 2015. A previsão é que o negócio seja concluído em um mês.

Segundo a fabricante, o negócio expande a presença do grupo no Brasil e dá mais acesso ao "número crescente de consumidores de classe média que estão puxando a elevação das marcas premium".

Na avaliação da compra, a companhia estrangeira considerou a força da cachaça no país e a posição da Ypióca (terceira na categoria e primeira no mercado premium) entre as suas concorrentes. De acordo com a Diageo, a Ypióca registrou vendas líquidas de R$ 177 milhões em 2011.

O grupo também destaca a estrutura de distribuição da empresa pelo país, em especial no Nordeste.

A ideia é que essa rede seja usada para acelerar o crescimento das outras marcas do grupo no Brasil.

Entre os mais de dez nomes distribuídos pela britânica estão bebidas como a tequila José Cuervo e o licor Baileys. O país é hoje um dos principais mercados para as vodkas Smirnoff e Ciroc, além do whisky Johnnie Walker.

"O Brasil é um país muito atraente, de grande crescimento para a Diageo, com demografia favorável e crescimento da renda disponível. A aquisição da Ypióca nos dá a marca premium líder na maior categoria de bebidas regionais", afirma o presidente-executivo do grupo, Paul Walsh.

A Ypióca tem cinco fábricas no país e capacidade instalada para produzir 126 milhões de litros por ano. A empresa foi fundada em 1846, emprega cerca de 3.200 funcionários e exporta para mais de 40 países.

A companhia detém 8% do mercado total de cachaças no Brasil, atrás das marcas Pitu (12%) e 51 (24%), que juntas com a VB formam metade da categoria. Já no segmento premium de cachaças, a participação da Ypióca chega a 62%.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com
Fonte: FolhadeSãoPaulo

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Moda de Luxo | lojas de grife gastam até R$ 5 milhões em coleções e oferecem serviço VIP a clientela


A moda de luxo está em alta no Brasil, principalmente inspiradas na Daslu! E a estratégia da sua loja, será que está sendo bem elaborada?

Sentada ao lado de atrizes globais, a empresária Tereza Tinôco, 54, assistiu ao desfile da estilista Patrícia Bonaldi na quinta-feira passada no Hotel Copacabana Palace.

Rosto desconhecido fora das altas rodas do mercado da moda, Tereza integra um seleto grupo de empresárias, donas de lojas multimarcas de luxo que movimentam o setor fora do eixo Rio-São Paulo.

Segundo pesquisa encomendada pela organização do Fashion Business, feira de negócios realizada no Rio na semana passada, existem em torno de 2.500 multimarcas em todo o país.

"Algumas grifes sobrevivem por causa das multimarcas, que representam, no mínimo, 40% do faturamento das principais empresas da moda nacional", diz o consultor Ruben Filho, responsável pelo levantamento.

As maiores compradoras são lojas que reproduzem em outros pontos do país o conceito consagrado pela paulistana Daslu, com amplas instalações e atendimento VIP.

CINCO ESTRELAS

As butiques gastam em uma coleção de roupas entre R$ 750 mil e R$ 5 milhões.

O poder de compra das donas dessas lojas chama a atenção de estilistas e organizadores de eventos de moda que oferecem regalias para atraí-las como passagens aéreas, hospedagens em hotel cinco estrelas, carros com motoristas e convites na primeira fila nos desfiles. Tereza é dona de uma loja de 500 metros quadrados que leva seu nome, em Natal (RN). Ela vende 40 marcas no total, entre as quais as peças mais recentes produzidas por estilistas como André Lima, Glória Coelho e Reinaldo Lourenço.

A empresária ficou hospedada no hotel Royal Tulip em São Conrado, zona sul do Rio, a convite da organização do Fashion Business. Chegou à cidade acompanhada por seu braço direito, a filha Maria Isabel Tinôco, que teve sua estada bancada pela Rio-à-Porter, feira de negócios organizada pela equipe do Fashion Rio também na semana passada.

"Adoro ser cliente. Mas evito viajar muito, porque a loja fatura menos se estou fora. As amigas vão mais quando eu estou por lá", diz Tereza, figura conhecida no "high society" de Natal.

Nas passagens por feiras de moda, ela identificou as características de sua clientela. "A paulistana é clássica, a carioca, despojada, e a nordestina, enfeitada."

MESMA INFLUÊNCIA

Na manhã da sexta-feira passada, desembarcou no hotel Fasano, em Ipanema, a empresária Cleuza Ferreira, 65. Ela é dona da Magrella, loja de 1.500 metros quadrados de Brasília. Por lá, o atual sucesso de vendas é a bolsa importada da marca Céline, que custa entre R$ 7.000 e R$ 14 mil. Ela gasta R$ 5 milhões em compras por semestre.

"Trabalhamos com as mesmas coleções da Europa. As peças lançadas lá chegam à minha loja com defasagem de 15 dias, no máximo, por conta da alfândega", afirma Cleuza, que representa grifes como Diane Von Furstenberg, Valentino e Roberto Cavalli.

Em Recife, o expoente da moda é a loja Dona Santa. A multimarcas da empresária Juliana Santos, 35, gasta R$ 4 milhões por coleção. Ocupando espaço de 1.600 metros quadrados, o estabelecimento vai mudar de endereço. O plano é migrar para um lugar de 5.000 metros quadrados que terá restaurante, salão de beleza e livraria.

Em Curitiba, a fachada da Bazaar remete à imponente entrada da paulistana Daslu. Na capital paranaense já existe inclusive concorrência no mercado de luxo: a loja Namix, que consome R$ 1 milhão em cada coleção.

Em Salvador, a referência é Regina Weckerle, 66, dona da Paradoxus. Ela comercializa 30 grifes nacionais na loja que fundou há 25 anos. Mas reconhece que teve uma referência para o formato atual.

"Todas as multimarcas de luxo no Brasil foram influenciadas pela Daslu."

É claro que inspiração não quer dizer benchmark e não necessariamente utilizam todas as ferramentas de marketing disponíveis para aproveitarem esse público selecto que é a classe social que mais consome seus produtos. Fica a pergunta, vale a pena ser melhor que a outra concorrente no mundo da moda? Sua resposta é só pode ser uma! E ela combinará com Vantagem Competitiva!

Abs,
Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: FolhadeSãoPaulo

Estratégia de negócios | Azul anuncia fusão com a Trip

Acionistas da Azul terão 80% da companhia resultante da fusão e os da TRIP, 20%. A decisão cria um gigante da aviação regional no Brasil, justamente o segmento que era da Varig e que ficou em "aberto" após sua venda para a GOL. Fica claro que as estratégias da TAM e GOL são diferentes, só que o contexto mostra que a ascessão da classe C, pode tornar esse segmento muito mais rentável do que foi no passado.

A Azul Linhas Aéreas, terceira maior empresa aérea do Brasil, vai anunciou a fusão com a Trip Linhas Aéreas, maior companhia aérea regional da América do Sul.

Segundo pessoas ligadas às empresas, os acionistas da Azul terão 80% da companhia resultante da fusão e os da Trip, 20%. O nome Trip deixaria de existir e a equipe sediada em Campinas vai para Barueri, onde está a Azul. Procurada, a diretoria de comunicação da Azul não deu retorno.

O presidente da Trip, José Mário Caprioli, deve ganhar um assento no conselho administrativo da Azul, que reúne o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, executivos da empresa e representantes dos fundos de investimento da empresa.

De acordo com especialistas do mercado, o namoro da Azul com a Trip é antigo, mas o acordo passou a ser costurado há seis meses. Contou a favor o fato de as duas usarem as mesmas aeronaves, Embraer e ATR, e a obstinação da Azul de expandir sua atuação na aviação regional, já que é difícil brigar com a TAM e a Gol nas grandes cidades.

Somadas, Azul e Trip têm 14% de participação de mercado. Ainda é pouco perto das fatias da TAM, com 39,42% no primeiro trimestre de 2012, e da Gol, com 34,30%. No ano passado, a TAM negociou a intenção de adquirir 31% do capital da Trip, mas não chegou a uma decisão – desde 2004 as duas empresas têm um acordo de compartilhamento de voos.

Abs,

Jony LanEspecialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Convite | 25/05 às 19:30, palestra de Marketing no Seminário Internacional de Tecnologia e Inovação

Caros(as) leitores(as), vocês são meus convidados para o evento abaixo. E claro, quem tiver oportunidade de comparecer, será um prazer palestrar para vocês.




24/5/2012 - Quinta-feira

Manhã
8h30 - Encontro de Núcleos de Inovação e Transferência de Tecnologia de Universidades Gaúchas: Foco em Negociação de Tecnologias.

Informações e Inscrições em www.unisc.br/nitt.

Tarde
14h - Minicurso*: "Estratégias para a redação de projetos inovadores no Panamá".
(Esta atividade será ministrada em espanhol e não haverá tradução simultânea.)
Local: Bloco 1 – Sala 101
Ministrante: Mariela Salgado (Coordenadora Geral do Centro de Empreendimento “UTP Emprende” e da incubadora de empresas “UTP Incuba” na Universidade Tecnológica de Panamá. É doutoranda em Ciências Empresariais na Universidade Nacional do Panamá. Possui Mestrado em Administração de Empresas com ênfase em Mercado pela Universidade Latino-americana de Ciência e Tecnologia. Possui licenciatura em Finanças, com Pós-graduação em Administração Estratégica. Certificada como Project Management in Development, PMD pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento - APM Group. Possui 12 anos de experiência no setor privado e bancário, 10 anos como Vice-presidente de Empresa do Setor Privado. Consultora local do Banco Mundial para o Setor Privado e Financeiro, Avaliadora de Projetos Empreendedores do Acelerador de Empresas do Parque “Ciudad del Saber” e Coordenadora Técnica de Projetos Internacionais AECID, BID – Fomin do Governo da República de Taiwan, União Européia.)

Noite
19h30 - Palestra: "A inovação no crescimento dos países e na competitividade das empresas".
Local: Anfiteatro Bloco 18

Ministrante: Roberto Nicolsky (Doutor em física pela UFRJ. Atuou em pesquisa e desenvolvimento tecnológico (P&D) na indústria metal-mecânica por vinte anos e por trinta anos na UFRJ, onde fundou o Laboratório de Aplicações de Supercondutores (LASUP), orientou teses e publicou mais de um centena de artigos. Em 2002, nucleou a criação da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC). Atualmente, é Pró-Reitor de Extensão do UEZO (Centro Universitário Estadual da Zono Oeste) e Diretor-Geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC).)

25/5/2012 - Sexta-feira
Manhã
8h30 - Minicurso*: "Comercialização de novas tecnologias".
Local: Bloco 1 – Sala 101

Ministrante: Christine P. Nogueira (Possui mestrado e doutorado em genética pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e pós doutorado na Universidade de Michigan nos EUA. Também possui um MBA da Simmons Graduate School of Management em Boston, onde ela recebeu a distinção “Dean’s Merit Scholar”. Atua na consultoria a empresas e universidades no Brasil e nos EUA, na área de comercialização e transferência de tecnologias e propriedade intelectual. Tem uma sólida experiência em transferência de tecnologia na Universidade de Harvard e nos seus hospitais afiliados. Foi fundadora do Laboratório de Ciências Básicas do Departamento de Otorrinolaringologia, na Boston University School of Medicine, com pesquisa no câncer de cabeça e pescoço.)

Tarde
14h - Palestra: "Interação Universidade e Empresa: Um desafio ou não?".
Local: Bloco 1 – Sala 101

Ministrante: João Antonio Pegas Henriques (É graduado em Farmácia e Bioquímica pela UFRGS (1970); Mestre em Biofísica pelo Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, UFRJ (1974); Docteur D Etat et Sciences Naturelles no Institut Curie - Univesité Paris XI, França (1981); Pós-Doutorado no Institut für Mikrobiologie, da J. W. Goethe Universität, Frankfurt, Alemanha (1989). Foi professor titular do Departamento de Biofísica, Fisiologia e Farmacologia da UFRGS (1986-2003) e atualmente é Professor Titular colaborador convidado junto ao Dep. de Biofísica, coordenando o Laboratório de Reparação de DNA de Eucariotos. É professor orientador nos Programas de Pós-Graduação em Bioquímica, Biologia Celular e Molecular e Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Professor Titular e orientador no PPG de Biotecnologia do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul, RS. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1ª.)

Noite
19h30 - Painel I: "Empreendedorismo X Inovação: marketing como ferramenta de apoio".
Local: Anfiteatro Bloco 18

Ministrante: Jony Lan (Mestre em Administração com foco em estratégia e desenvolvimento de mercados pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Especialista em Gestão de Negócios e Marketing pela UFMG. Possui vasta experiência nas áreas de gestão empresarial, marketing, trade marketing e novos negócios em empresas de grande e médio porte. Professor da PUC-MG em Marketing, Planejamento Estratégico de Marketing e Novos Negócios. Autor do Livro Varejo Competitivo 3 e do Blog MKTmais.com . Consultor da Pactum/MG.)

21h - Panel II: "Empreendedorismo X Inovação: casos práticos".
Ministrantes: Representantes das empresas Interact e Imply.

*Vagas limitadas.

Atividades gratuitas

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