Branding Yahoo já trocou de logomarca várias vezes ao longo de décadas

O logo da Yahoo já tem mais de uma década e precisou repensar as estratégias, reiventar seus negócios, se adaptar ao presente e ao futuro.

Por ser uma empresa de tecnologia, ligada a um setor tão volátil e mutável, precisa estar ainda mais atentas aos ventos da mudança.

Entre essas transformações, está a mudança de logos, logotipos e identidades visuais.

O Yahoo! passou de dois logos confusos e coloridos aos olhos de pessoas leigas para um logotipo mais simples, clean e direto. Primeiro em vermelho, depois em roxo. Hoje a cor roxa está totalmente atrelada à marca.

No final, todas as grandes logomarcas que passam por transformações focam em uma coisa simples: o nome. Isso é o que sempre indico às empresas e que deveria ser um "mantra" para os designer não ficarem inventando demais em detrimento do principal, a marca da empresa.

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McDonald’s investe em hambúrgueres mais artesanais com o sanduíche ClubHouse

Mcdonald's Club House

Toda empresa precisa ficar atenta às coisas novas do mercado e atualizar o seu portifólio de produtos para atender as demandas latentes do mercado. Pensando nesse movimento, o McDonald’s lança a plataforma Signature com o sanduíche ClubHouse.


#PrazerEmCriar um sanduíche feito especialmente para você

O dia 23 de fevereiro marcou um novo capítulo na história do McDonald’s no Brasil, pois é a data em que a companhia apresentou ao público uma novidade que amplia sua plataforma de sanduíches e proporciona uma experiência inédita e cheia de sabor a seus consumidores. Essa data marcou o lançamento da plataforma de sanduíches Signature com a criação do ClubHouse.

Gourmet
O ClubHouse é servido em um inédito pão tipo brioche. O tomate e a cebola caramelizada dão mais frescor ao sanduíche, já a alface, responsável por um toque a mais de crocância, é proveniente de pequenos produtores hortifrutigranjeiros integrantes de uma cadeia sustentável de produção. Uma nova versão mais suave do queijo cheddar, o favorito de nossos clientes, foi criada para harmonizar perfeitamente com os demais itens. O bacon rústico, mais grosso e com um corte mais artesanal, intensifica o sabor do ClubHouse. A carne, 100% bovina, é acompanhada do icônico e mundialmente famoso molho especial do Big Mac, que acentua os sabores dos demais ingredientes do sanduíche. E com o objetivo de destacar ainda mais a qualidade dos ingredientes, o ClubHouse será o primeiro sanduíche da história do McDonald’s no Brasil a ser servido em uma embalagem aberta.



“Olhamos para o cliente e para os hábitos de consumo e percebemos que esta é uma boa oportunidade para apresentar uma categoria de hambúrgueres mais artesanais, criados especialmente para cada cliente, ressaltando o #PrazerEmCriar. Mas, vamos fazer isso sem perder a atenção em nossos clássicos, como o Big Mac, o Cheddar e o Quarterão, tão queridos por nossos consumidores. Com inclusão da linha Signature em nosso cardápio, vamos dar uma nova opção para quem já tem seu sanduíche clássico favorito, e também atrair o consumidor que busca novidades no mercado de hambúrgueres”, afirma Roberto Gnypek, Vice-Presidente de Marketing do McDonald’s Brasil.

O mais legal das ações foram os teasers em food trucks, coisa que ninguém espera, mas que ao mesmo tempo mostra algo do tipo "mexeram com gente grande".



Claro que não poderia faltar as degustações clássicas do sanduíche e é por isso que apresento em primeira mão a vocês, ou melhor direto das minhas mãos à vocês.

Alguns detalhes que dão o ar especial e rompe barreiras do que já existe hoje pelo McDonald's.

1- O sanduíche vem "aberto", não tem uma caixa, nem é enrolado em papel especial, apenas repousa dentro de uma embalagem quadrada e aberta sobre o papel especial.
2 - Há um palito customizado perfurando o sanduíche, que além de segurar "todos" os ingredientes dá um charme e sinaliza com uma bandeirinha algo mais especial na identidade visual do sanduíche.
3 - O sanduíche tem "volume", por não vir enrolado em papel ou dentro da caixinha, dá para ver toda a estrutura do sanduíche, quase que com a mesma percepção da foto.
4 - O alface não é o "americano" e nem despedaçado em alfaces picotados que vão "cair" do sanduíche, são folhas inteiras de alface crespo.

Mcdonald's Club House

Mcdonald's Club House
 
Mcdonald's Club House

Mcdonald's Club House


Mcdonald's Club House

E aí, vai encarar?

Sobre a Arcos Dorados
A Arcos Dorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.100 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir

Por que o Cubo Mágico está entre os 10 produtos mais vendidos no mundo?


Essa é uma pergunta que vale ouro, pois mais de 350 milhões de cubos oficiais (da marca Rubik's Cube) desde 1980 já foram vendidos no mundo todo. Sim, oficiais, pois os piratas devem ultrapassar facilmente essa marca.

Esse número oficial é 35 vezes mais que o total da população da Hungria (país de origem do brinquedo).

Vou listar aqui algumas percepções do sucesso desse brinquedo.
1 - Somos racionais e emocionais, nesse quesito, um brinquedo racional tem 50% de chances de cativar alguém pelo desafio racional de resolvê-lo.

2 - Ele é visual, colorido e não precisamos fazer contas, apesar de ser matematicamente justificável suas soluções.


3 - Quando foi criado na década de 80, com certeza preencheu um gap para brinquedos racionais que cabem na palma da mão e podem ser jogados individualmente e não em um tabuleiro com mais de uma pessoa. Até hoje há poucos brinquedos que são desafiantes, envolventes e lhe dão a sensação de prazer ao completar ele. Veja o apelo: mais de 3 bilhões de combinações, uma única solução.

4 - O que hoje chamam de gamificação era o desafio de antes em rodas de amigos e em colégios para ver quem solucionava mais rápido do cubo mágico, ou seja, deixava ele com todas as faces da mesma cor. Não era só coordenação motora, tinha todo um raciocínio por traz e solucionar rapidamente agregava o item final: emoção.


Veja o comercial de 1980



O Desafio é tão grande, que foram escritos vários livros para resolver o cubo mágico mais rapidamente.

5 - Vários tipos de subprodutos foram criados em volta do cubo mágico, incluindo um lubrificante para resolver o cubo mais rapidamente.


Cubo magico

6 - O brinquedo tem duas facetas, o complexo e o simples, chega a ser quase que um objeto de arte, colorido, quadrado e com mais de 43 quintilhões de combinações.

Agora fica o desafio: como criar algo mais revolucionário e que não depende de energia elétrica, possa ser brincado individualmente, que seja racional, que dependa da de manipulação e visão ao mesmo tempo (mesmo que vendado, não se isenta a visão, teoricamente)?

Estratégia de Marketing do McDonald's começa com lançamentos mensais




Quando se pensa em Marketing, algumas pessoas pensam que é só comunicar e pronto! Outras acham que fazer uma boa publicidade é fazer marketing. Esquecem que em todas elas há uma estratégia por trás, uma estratégia de Marketing! É aí que o Marketing se encaixa e deve ser encarado como indispensável para a comunicação com o cliente final.

Estamos no começo do ano e planejamentos como o do McDonald's nos mostram que Marketing não é só publicidade, mas toda a estratégia de lançamento de novos produtos. Tudo para trazer ao cliente sempre novidades, fazendo com que ele volte ao restaurante, sempre!

Em Janeiro, o McDonald's traz quatro novidades em seu cardápio, especialmente para o verão.

O Big Tasty, famoso hambúrguer da marca e um dos mais vendidos no Brasil, ganhará duas novas versões.

O Grand Big Tasty será uma versão "dobrada" do lanche normal, com dois hambúrgueres.

Já o Big Tasty Bacon terá fatias de bacon e um pão quadrado, que também levará bacon por cima.

Essa promoção tem lá no fundo a estratégia de combater as hamburguerias artesanais que colocam "volume" no hambúrguer para parecer diferente e exclusivo, principalmente os que levam bacon!


Outra novidade será o McBites - pedacinhos de frango temperado com opções de molho (agridoce, barbecue, caipira ou creamy ranch).

Aproveitando que os personagens de Snoopy darão as caras no McLanche Feliz, a caixa de 180 gramas do McBites terá essa temática.

Trabalhar os personagens mensalmente é outra estratégia de Marketing que o McDonald's faz melhor do que qualquer outra marca, um novo produto todo mês, atingindo um público específico. E mais, há toda uma logística por trás que deixaria qualquer um no chinelo.

Na área de sobremesas, a novidade será o novo capítulo da parceria com a marca Kopenhagen.

O novo sorvete será o McFlurry Kopenhagen Trufado, um mix de baunilha e cobertura de chocolate McDonald’s e pedaços de Trufa Kopenhagen.

Nada melhor do que trazer o que há de melhor e mais famoso do chocolate brasileiro para uma rede mundial, pensar e agir localmente, com estratégias globais.

Agora quando você ver uma peça publicitária do McDonald's, pensará uma pouco mais para desvendar o que há por trás de um simples anúncio.


O Tigre do Sucrilhos Kellogg's foi o escolhido dentre 4 personagens


 
Criar personagens é sempre um desafio, é algo específico e normalmente único. É difícil você ver uma agência de publicidade, um cartunista, etc, fazer mais de um personagem para uma mesma empresa e esse personagem emplacar no mercado.


Quem criou o famoso tigre do cereal matinal foi a agência Leo Burnett, em 1951. Ele competiu com um canguru chamado Katy, um gnu chamado Newt e um elefante chamado Elmo. Tony e Katy ganharam e estrelaram algumas embalagens, mas apenas Tony resistiu ao tempo.

A pergunta é: por que o Tigre resistiu mais que um Gnu, um Elefante e um Canguru?

Na minha opinião, associar um elefante a um cereal matinal que tem que passar nutrição e saúde, não combinam. O Gnu era um animal africano pouco conhecido. Logo ambos foram descartados pela empresa.

Já o Canguru tinha um papel feminino, já que era uma fêmea e que levava um filhote em sua "bolsa".
O Tigre, um animal macho, complementava uma dupla como se fosse um "casal".


Mas a Canguru acabou sumindo, no meu ponto de vista, por não tem uma "paleta" de cores agradável para contrastar com as embalagens e outras peças publicitárias. Além do mais, foi criado num período em que as mães não ficavam mais em casa, já estavam batalhando por direitos iguais e queriam eram sair de casa e trabalhar. Então aquela imagem feminina não iria combinar tão bem para um café da manhã segurando um filhote, como se fosse uma autossugestão alimentar.

E o Tigre, por ser colorido e exótico, tanto em cores como o seu papel no mundo animal, que dentre os 4 demonstra força, agilidade e beleza, claro eram quase sinônimos subliminares para a palavra: saúde. E claro, para reforçar o foco principal do produto, as crianças.

Logo, Tony tá aí até hoje e já é sinônimo do produto. Dificilmente irá abandonar o produto.

Conheça a mensagem escondida atrás do logo da FedEx



Design é algo imensurável. A variabilidade de opções e alternativas que um mesmo briefing pode ser criado por diversos designers ao mesmo tempo é fabulosa.

O logo da FedEx é um exemplo disso.


Imaginem no Briefing:
Empresa de logística, que transporta "valores" de uma ponta a outra.

Orientação para o designer:
Uma logo que seja forte, tenha movimento e demonstra sinônimos de transporte e logística.


Repare que no espaço em branco entre o E e o X há uma seta, indicando os sentidos da empresa: viagem, transporte, movimento.


Conseguem imaginar mais informações que deveriam ser repassadas para a equipe de criação?

Exemplo:
Que tenha cores fortes, que faça um contraste em um envelope branco e que de longe, uma pessoa consiga associar de imediato na empresa e no serviço que ela presta.

5 tendências de consumo dos próximos 5 anos


Já fez os planos para 2016? Agora que tal pensar nos próximos 5 anos, até 2020!!!!

Uma entrevista com os líderes da Young Entrepreneur Council (YEC) apontaram 5 tendências que estão mudando o padrão de consumo e comportamento das marcas frente às tecnologias de negócios.

Novas tecnologias, apps, realidade virtual, economia solidária: tudo isso está promovendo grande impacto no mercado. E você não pode ficar de fora, concorda?

1. A venda pela internet irá focar no serviço
Já que tudo pode ser vendido pela internet, a próxima fronteira será explorar a venda de serviços.
Tudo pode ser comprado online e essa realidade só vai aumentar. Assim, o varejo deverá fazer o mesmo ao vender serviços. Restaurantes, spas, casas de show: tudo poderá e deverá ser vendido pela internet. (Michael Portman, do Birds Barbershop)

2. Mensagens de textos serão mais utilizadas pelas empresas
Não estamos falando no e-mail e sim nas mensagens "menores", aquelas que ajudam a comunicar brevemente por diversos aplicativos e plataformas.
O "texting" - mandar uma mensagem de texto, seja por WhatsApp, SMS ou outro serviço - será cada vez mais comum para empresas se comunicarem com seus clientes. E-mails estão sendo cada vez menos usados. Vendas, acordos, avisos: tudo poderá ser resolvido com uma breve e prática mensagem de texto. Essa tendência ainda atrairá mais jovens consumidores e trabalhadores para a companhia. (Drew Gurley, do Redbird Advisors)

3. A comunicação visual se destacará como a melhor maneira de comunicar
O consumidor, em média, presta atenção em alguma coisa por apenas cinco segundos (menos que um peixinho dourado de aquário, que tem atenção de nove segundos). Isso aliado a um mundo onde milhares de marcas brigam por espaço para suas informações. Assim, a melhor forma de se destacar no barulho é se valer das imagens e da comunicação visual. Aliás, um estímulo visual chega ao cérebro 60 mil vezes mais rápido que um estímulo de texto. Além disso, 90% das informações que retemos é visual. (Amy Balliett, do Killer Infographics).

 4. Taylor Made, One to One, o ser "único" e autêntico será valorizado

Em certos momentos, tudo parece igual em termos de produtos e consumo. Carros, celulares, tablets, produtos, etc. É como se quisessem se parecer com seus competidores. Mas a habilidade de ser autêntico e único voltará com força. O produto ou serviço entregue de maneira exemplar e única atrairá os consumidores. (Souny West, do CHiC Capital)

 5. Pagamentos via celular mais comuns
O pagamento via mobile já evoluiu com bons apps de eBay, Amazon, PayPal e outros. Agora, a tendência é melhorar e expandir o serviço com chaves de segurança e proteção de informações. Programas como Apple Pay e CurrentC já permitem comprar qualquer coisa usando o smartphone. Talvez eles substituam os cartões de crédito em cinco anos. (Anthony Johnson, do American Injury Attorney Group)

Fonte: mashable

Estratégia de Marketing da Nutella aumenta a embalagem para vender mais

Uma forma de lançar um "novo produto" é simplesmente mexer no tamanho da embalagem. Ou seja, o conteúdo é o mesmo, só muda o formato em que é armazenado. Consequentemente, ou teoricamente, irá atingir um novo público. Aquele que quer "economizar" comprando mais. Essa estratégia de marketing envolve o aumenta da família de produtos através da embalagem.

Foi o que fez o grupo Ferrero, ao acabar de lançar uma embalagem de Nutella "tamanho família", com 650 g.


No início do ano a marca divulgou o seu novo posicionamento que mostra o produto no café da manhã acompanhado de produtos típicos de várias regiões do Brasil, como tapioca, pão de queijo, frutas e pães. A estratégia é aproximar o creme de avelã do consumo diário do brasileiro.

Segundo a empresa, que está no Brasil desde 2005, a novidade vem para aumentar o leque de alternativas para atender as diferentes demandas dos consumidores brasileiros. A nova versão do produto estará disponível para venda inicialmente apenas nas região Sul e Sudeste do Brasil, pelo preço sugerido de R$ 27,50.

via: Exame

Marketing experience | anúncio de revista permite remover maquiagem de Giovanna Ewbank


Mais de 25 mil assinantes da revista Caras terão uma surpresa ao receber o exemplar: poderão testar os lenços demaquilantes Neutrogena Deep Clean no rosto da garota-propaganda Giovanna Ewbank, que está na capa da publicação. Os leitores receberão um convite para remover a maquiagem da foto da atriz e terão um resultado surpreendente. A ação interativa foi viabilizada em um projeto conjunto entre o veículo, Neutrogena e a DM9DDB, agência de publicidade da marca.

"O produto é prático, elimina as impurezas da pele, remove a oleosidade e toda a maquiagem, até à prova d´água, com apenas um lenço. Todos estes atributos ficam evidentes nesta ação, já que o consumidor é envolvido na experimentação do produto, sentindo a textura e comprovando o resultado. Nosso intuito é ajudar e incentivar as mulheres na rotina de cuidado e limpeza da pele", afirma Juliana Sztrajtman, diretora das marcas de Beauty, Baby e Suncare da Johnson & Johnson Consumo do Brasil.

"Esta é uma peça de press, é interativa e dá ao consumidor o poder de protagonizar a campanha. Afinal é ele quem manuseia o produto, testa, comprova e avalia o resultado. Estas são características de uma nova forma de se fazer propaganda que só acontece quando todos da agência se unem e trazem o cliente e o veículo para criarem as soluções juntos", afirma drian Ferguson, vice-presidente de Mídia da DM9.

Ficha Técnica
Agência: DM9DDB
Título: Sobrecapa Interativa
Produto: Lenços Demaquilantes Neutrogena
Cliente: Johnson & Johnson
VP Nacional de Criação: Marco Versolato
Diretor de Criação: Felipe Gall e Marco Mattos
Diretor de Arte: Francis Alan e Rodrigo Stroisch
Redator: Gustavo Tasselli
Mídia: Adrian Ferguson, Fabio Tachibana, Tuira Feres, Vitor Manzi e Nathalie Rodrigues
Produção Gráfica: Clariana Regiani, Nereu Marinho, e Eriana Simões
Retoque e Finalização: 24/7ID
Art Buyer: Clariana Regiani e Alessandra Salles
Fotógrafo: Felipe Hellmeister
Atendimento: Marcelo Passos, Manuela Ramalho, Raquel Ribeiro e Flavia Miranda
Aprovação Cliente: José Cirilo Teixeira, Juliana Strajtman, Karina Yamaniski, Gabriela Barbosa

Por que as Marcas e as Empresas precisam inovar?


Em 2014, o Brasil abriu mais de 1,8 milhão de novas empresas de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas – um crescimento de 1,4% em relação a 2013. Apesar do fraco desempenho econômico que o país enfrenta, a chegada de novos empreendimentos foi e será inevitável. Mas o que as novas marcas e as já existentes estão fazendo para encarar um mercado cada vez mais competitivo? (um velho jargão, mas que nunca sai de moda)

Para sobreviver, ou para lucrarem mais a cada ano, algumas marcas estão se tornando mais inovadoras que outras. O conceito de inovação é ter uma cultura de como se adaptar à evolução do mercado e permanecer fiel aos propósitos, lucrar mais sempre. A Johnnie Walker faz isso há anos e, por isso, é uma das marcas centenárias mais famosas. Ela se tornou inovadora pois reconheceu que o futuro da empresa estava totalmente ligado a isso, inovar sempre.

Mas quais são os conceitos que envolvem uma "Marca Inovadora"? Um deles é ser global, mas agir localmente, conceito muito difundido com a Globalização na décaba de 90'. A Johnnie Walker, por exemplo, mantém seu posicionamento global, e consegue se tornar relevante localmente. A campanha publicitária Keep Walking foi adaptada para 120 mercados globais com sucesso. No Brasil, fez o morro do Pão de Açúcar levantar e caminhar. E depois recall e ainda ganhou uma relevância para os protestos de 2013 contra o governo federal sobre "O Gigante Acordou", onde usaram a mesma imagem adaptada.

Adaptação. Marcas inovadoras estão dispostas a mudar e a fazer isso rapidamente, é como se andassem conforme a música. Elas entendem que o segredo do sucesso necessita de velocidade para implantar às inovações e adequar o risco de tentar e às oportunidade que são identificadas. Veja três segmentos de negócios: aluguel de carros, táxi e hotéis. Em poucos anos foram afetadas por novos modelos de transacionar os negócios, claro que a internet foram suas plataformas para que isso mudasse, mas Zipcar, Uber e Airbnb provaram que poderiam transformar um nicho em algo que tivesse uma escala maior em share de mercado.
A pergunta que não quer calar é: se você tem concorrentes, por que continua sendo inflexível e fechado para novas ideias? Por que os empresários e as marcas continuam a teimar de que nada mudou e em time que está ganhando não se mexe? Até que ponto a miopia de Marketing e de Inovação irá mudar a cultura de uma empresa?

O problema é que algumas marcas ainda se comportam como se estivessem no início do século 20, quando tudo era novidade pós revolução industrial. Um pensamento perigoso para os dias em que uma criança de 2 anos usa um telefone celular melhor que um idoso. Esse paralelo de gerações só mostra que só irá sobreviver quem inovar e quem lucrar mais do que os demais. Ser flexíveis às transformações é uma necessidade, não é um diferencial, caso contrário, mesmo que você ainda não saiba, sua marca já pode estar morta. E irá se questionar, por que a marca não vende?

Uma marca inovadora tem que ser "conectada" com todos os stakeholders: funcionários, parceiros, clientes, fornecedores e todos os interessados no negócio.


via: adnews

Qual a diferença entre Planejar e fazer 'Futurologia'?

"Nos dias de hoje, o mundo está em constante mudança." Esta frase e seus sinônimos são celebres candidatas de aberturas de TCCs, artigos científicos e as vezes até de livros!!! Ao mesmo tempo que é complicado "escrever" algo com a palavra hoje, e a pessoa ler amanhã e já não ser a realidade projetada, também é complexo falar que "o mundo está em mudança", afinal, o mundo nunca parou de mudar!!! Pior são aqueles que profetizam que "as pessoas de hoje não compram mais como antigamente", hã??? Essas são pessoas que agridem a inteligência dos mais bem entendidos do assunto.

Primeiro precisamos entender para depois opinar, que será ao final, uma mistura de tudo aquilo que você ouviu e já teve de experiência com uma ordenação verbal ao seu estilo coerente. Mas vamos ao que interessa. As diferenças entre Planejar e fazer Futurologia são várias. Mas em comum elas possuem um ponto de vista único: pensar no que pode acontecer no futuro.

Quanto às várias diferenças, podemos destacar uma simples:
O Planejamento faz várias análises consistentes, baseadas em fontes com tendências diversas.
A Futurologia faz uma única análise, quase que de um relampejo, como um raio! Sem metodologia, apenas com "achismos" estruturados em um piscar de segundos.

Veja os exemplos de negócios a baixos x celebres frases de "futurologias":

Cinema
'O cinema será encarado por algum tempo como uma curiosidade científica, mas não tem futuro comercial', Auguste Lumiere, inventor do cinema, 1895.



Computadores
'Acredito que há um mercado mundial para aproximadamente cinco computadores', Thomas Watson, presidente da IBM, 1943.



Energia elétrica
'Quando a exposição de Paris se encerrar, ninguém mais ouvirá falar em luz elétrica', Erasmus Wilson, da Universidade de Oxford, 1879.


Ideias
'Tudo o que podia ser inventado, já foi inventado', Charles H. Duell, gerente do escritório de Patentes dos EUA, 1899.



Átomo
'Quem imagina que a transformação do átomo possa ser uma fonte de energia está falando bobagem', Lord Rutherford, o descobridor da fissão nuclear, 1930.





União Soviética
'No ano 2000 o comunismo dominará o mundo, com exceção dos Estados Unidos, do Canadá e Austrália. A Europa Ocidental se tornará satélite da União Soviética', Timothy Leary, guru norte-americano da contracultura, 1960.

Computador
'Não há nenhuma razão para que as pessoas tenham um computador em casa', Ken Olson, presidente da Digital Equipament Corporation, 1977.



Trabalho
'A família será substituída por clubes de amigos. Todos trabalharão menos, ganharão menos, assistirão menos televisão', Ernest Callenbach, autor norte-americano, 1981.


Floresta Amazônica
'A floresta amazônica desaparecerá por volta do ano 2000', Robert Weil e Bem Bova, 1982.


Futurologia
'Todos os que pretendem predizer ou prever o futuro são impostores, pois o futuro não está escrito em nenhuma parte, ele está por fazer... ele é múltiplo e incerto', Michel Godet, economista, 1996.


Via: Estadão