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Apple Vision Pro: a era dos óculos de realidades mistas

A Apple acaba de apresentar o que, segundo a empresa, promete ser o “aparelho eletrônico de uso pessoal mais avançado de todos os tempos”: o Apple Vision Pro.

O “óculos” foi revelado na transmissão da Conferência Mundial de Desenvolvedores da empresa que começou nesta segunda-feira (5) no campus de Cupertino, Califórnia (EUA).

Segundo o CEO Tim Cook, o aparelho tem potencial para “mudar a forma como vemos a tecnologia e como ela afeta a nossa vida”. “Tivemos que fazer mais de cinco mil patentes para desenvolver este produto”, informou o executivo.


Cook também revelou que o “gadget” custará US$ 3.499 (cerca de R$ 17.240) e será vendido a partir do começo de 2024 no site da marca e, por enquanto, apenas nas lojas dos Estados Unidos.

Como funciona
Apesar da aparência semelhante aos óculos de realidade aumentada e realidade virtual que já existem, o objeto inovador da Apple tem funcionalidades que misturam realidade virtual e realidade aumentada, o que possibilita enxergar “infinitas” telas projetadas em qualquer ambiente em que a pessoa estiver.


A interface será semelhante ao iOS, e o aparelho terá câmeras e sensores que vão permitir que os usuários interajam e controlem as telas apenas com os movimentos dos olhos e das mãos, ou pelo acionamento da Siri.

O Apple Vision Pro será alimentado por chips que processam as informações visuais e de áudio “oito vezes mais rápido do que um piscar de olhos”, para dar a impressão de que as experiências projetadas estão acontecendo em “tempo real”.

Segundo os exemplos apresentados na Conferência, será possível imergir completamente em filmes, fazer videochamadas e reuniões “extremamente realistas”, entre outras funcionalidades.

Tim Cook, também revelou que parcerias com desenvolvedores já estão em andamento, para proporcionar experiências “nunca antes vistas” aos usuários.

Por enquanto, os aplicativos apresentados mostram a possibilidade de ter um planetário próprio, de construir e revisar projetos de engenharia e até de analisar e examinar órgãos humanos.

Este pode ser o maior lançamento de produto da Apple desde o Apple Watch.

Fonte: via CNN

Adidas Futurecraft M.F.G. é feito quase só por robôs

Processo robotizado é uma resposta para criar menos dependência de pessoas. A nova fábrica da Adidas, na Alemanha, começa a produzir os primeiros tênis da marca em processo totalmente robotizado.


Veja como é feito o Adidas Futurecraft M.F.G.:



O lançamento da Adidas inaugurou o uso de sua nova fábrica robotizada na Alemanha, a Speed Factory.

Quase todo o processo de confecção é robotizado. As principais partes do calçado são feitas por robôs.

A intervenção humana ainda existe em alguns detalhes.

Aí você se pergunta, o que isso tem haver com Marketing? Tudo, o futuro é feito de evoluções no presente!

“Desenhado para ter o encaixe perfeito, o Adidas Futurecraft M.F.G. representa o primeiro tênis de alta performance a ser feito na Speed Factory, inaugurando uma nova era no mundo dos calçados. Bem-vindo ao futuro”, disse a marca em seu anúncio oficial.

A marca pretende criar diversas outras fábricas do tipo, robotizadas. Assim, eliminaria aos poucos as manufaturas que ainda usa em larga escala em países asiáticos, como a China.

Dessas fábricas, feitos à mão, vêm cerca de 300 milhões de tênis por ano. É muito mais do que a Adidas pretende conseguir produzir via robôs até 2018: um milhão de pares.

A ideia da marca é, agora, fabricar apenas 500 protótipos de tênis nessa primeira fábrica, como teste.

Depois, haveria uma expansão gradual do método robótico de fabricação. A próxima fábrica do tipo seria em Atlanta, nos EUA, com inauguração prevista para 2017.

fonte: exame

Marketing experience | anúncio de revista permite remover maquiagem de Giovanna Ewbank


Mais de 25 mil assinantes da revista Caras terão uma surpresa ao receber o exemplar: poderão testar os lenços demaquilantes Neutrogena Deep Clean no rosto da garota-propaganda Giovanna Ewbank, que está na capa da publicação. Os leitores receberão um convite para remover a maquiagem da foto da atriz e terão um resultado surpreendente. A ação interativa foi viabilizada em um projeto conjunto entre o veículo, Neutrogena e a DM9DDB, agência de publicidade da marca.

"O produto é prático, elimina as impurezas da pele, remove a oleosidade e toda a maquiagem, até à prova d´água, com apenas um lenço. Todos estes atributos ficam evidentes nesta ação, já que o consumidor é envolvido na experimentação do produto, sentindo a textura e comprovando o resultado. Nosso intuito é ajudar e incentivar as mulheres na rotina de cuidado e limpeza da pele", afirma Juliana Sztrajtman, diretora das marcas de Beauty, Baby e Suncare da Johnson & Johnson Consumo do Brasil.

"Esta é uma peça de press, é interativa e dá ao consumidor o poder de protagonizar a campanha. Afinal é ele quem manuseia o produto, testa, comprova e avalia o resultado. Estas são características de uma nova forma de se fazer propaganda que só acontece quando todos da agência se unem e trazem o cliente e o veículo para criarem as soluções juntos", afirma drian Ferguson, vice-presidente de Mídia da DM9.

Ficha Técnica
Agência: DM9DDB
Título: Sobrecapa Interativa
Produto: Lenços Demaquilantes Neutrogena
Cliente: Johnson & Johnson
VP Nacional de Criação: Marco Versolato
Diretor de Criação: Felipe Gall e Marco Mattos
Diretor de Arte: Francis Alan e Rodrigo Stroisch
Redator: Gustavo Tasselli
Mídia: Adrian Ferguson, Fabio Tachibana, Tuira Feres, Vitor Manzi e Nathalie Rodrigues
Produção Gráfica: Clariana Regiani, Nereu Marinho, e Eriana Simões
Retoque e Finalização: 24/7ID
Art Buyer: Clariana Regiani e Alessandra Salles
Fotógrafo: Felipe Hellmeister
Atendimento: Marcelo Passos, Manuela Ramalho, Raquel Ribeiro e Flavia Miranda
Aprovação Cliente: José Cirilo Teixeira, Juliana Strajtman, Karina Yamaniski, Gabriela Barbosa

Por que as Marcas e as Empresas precisam inovar?


Em 2014, o Brasil abriu mais de 1,8 milhão de novas empresas de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas – um crescimento de 1,4% em relação a 2013. Apesar do fraco desempenho econômico que o país enfrenta, a chegada de novos empreendimentos foi e será inevitável. Mas o que as novas marcas e as já existentes estão fazendo para encarar um mercado cada vez mais competitivo? (um velho jargão, mas que nunca sai de moda)

Para sobreviver, ou para lucrarem mais a cada ano, algumas marcas estão se tornando mais inovadoras que outras. O conceito de inovação é ter uma cultura de como se adaptar à evolução do mercado e permanecer fiel aos propósitos, lucrar mais sempre. A Johnnie Walker faz isso há anos e, por isso, é uma das marcas centenárias mais famosas. Ela se tornou inovadora pois reconheceu que o futuro da empresa estava totalmente ligado a isso, inovar sempre.

Mas quais são os conceitos que envolvem uma "Marca Inovadora"? Um deles é ser global, mas agir localmente, conceito muito difundido com a Globalização na décaba de 90'. A Johnnie Walker, por exemplo, mantém seu posicionamento global, e consegue se tornar relevante localmente. A campanha publicitária Keep Walking foi adaptada para 120 mercados globais com sucesso. No Brasil, fez o morro do Pão de Açúcar levantar e caminhar. E depois recall e ainda ganhou uma relevância para os protestos de 2013 contra o governo federal sobre "O Gigante Acordou", onde usaram a mesma imagem adaptada.

Adaptação. Marcas inovadoras estão dispostas a mudar e a fazer isso rapidamente, é como se andassem conforme a música. Elas entendem que o segredo do sucesso necessita de velocidade para implantar às inovações e adequar o risco de tentar e às oportunidade que são identificadas. Veja três segmentos de negócios: aluguel de carros, táxi e hotéis. Em poucos anos foram afetadas por novos modelos de transacionar os negócios, claro que a internet foram suas plataformas para que isso mudasse, mas Zipcar, Uber e Airbnb provaram que poderiam transformar um nicho em algo que tivesse uma escala maior em share de mercado.
A pergunta que não quer calar é: se você tem concorrentes, por que continua sendo inflexível e fechado para novas ideias? Por que os empresários e as marcas continuam a teimar de que nada mudou e em time que está ganhando não se mexe? Até que ponto a miopia de Marketing e de Inovação irá mudar a cultura de uma empresa?

O problema é que algumas marcas ainda se comportam como se estivessem no início do século 20, quando tudo era novidade pós revolução industrial. Um pensamento perigoso para os dias em que uma criança de 2 anos usa um telefone celular melhor que um idoso. Esse paralelo de gerações só mostra que só irá sobreviver quem inovar e quem lucrar mais do que os demais. Ser flexíveis às transformações é uma necessidade, não é um diferencial, caso contrário, mesmo que você ainda não saiba, sua marca já pode estar morta. E irá se questionar, por que a marca não vende?

Uma marca inovadora tem que ser "conectada" com todos os stakeholders: funcionários, parceiros, clientes, fornecedores e todos os interessados no negócio.


via: adnews

Inovação | Bikini Berlin, o shopping center conceito com lojas 'pop-up'


O shopping oferece aos visitantes um lugar único para fazer compras, relaxar e descobrir novas marcas nacionais e internacionais em uma forma de experiência de compra única e personalizada.

O espaço de algumas quadras próximo ao zoológico de Berlim resume os acontecimentos que marcaram a cidade nas últimas décadas. É lá que está a Gedächtniskirche (algo como "igreja da memória" em alemão), igreja que foi atingida em um bombardeio durante a Segunda Guerra e cuja torre continua parcialmente destruída. Poucos anos depois, quando a cidade foi dividida entre o capitalismo e o socialismo, a região virou o centro nervoso da então Berlim Ocidental.

Nos anos 70, a estação de metrô do zoológico tornou-se o cenário para a trajetória de Christiane F., a adolescente viciada em heroína que virou livro e retrato de uma geração. Exatamente nesse local, carregado de símbolos, fica um prédio tão icônico que acabou carinhosamente apelidado de "biquíni" pelos moradores. Trata-se de uma construção de seis andares, erguida nos anos 1950 e dividida ao meio por um vão – dando origem à analogia com o vestuário feminino "repartido em dois".

O prédio ficou anos com um jeitão meio decadente até ser adquirido em 2002 pelo grupo imobiliário Bayerische Hausbau, de Munique. Seus executivos passaram sete anos analisando a melhor forma de aproveitar o espaço de 25 mil m² localizado bem no meio do caminho dos 500 mil turistas que visitam Berlim todos os dias. O que fazer?

A resposta parece óbvia: um shopping center. Para quem está familiarizado com o ambiente asséptico dos shoppings, com sua iluminação artificial e as megastores de sempre, esse pode parecer um triste fim para o prédio do biquíni. Mas não foi bem assim. "Tínhamos de atentar para o significado histórico desse local. Em respeito a tudo isso, tínhamos de fazer algo especial", diz Kai-Uwe Ludwig, diretor da Bayerische Hausbau.

"Pesquisamos as ideias mais inovadoras em varejo no mundo. As pessoas não querem mais apenas trazer seu dinheiro e trocá-lo por roupas. Elas esperam mais: um lugar para comer, a possibilidade de relaxar, um refúgio para o ritmo acelerado da cidade. Daí surgiu o Bikini Berlin."



Uma reforma manteve a fachada clássica e criou o que é oficialmente chamado de "concept mall", uma tentativa de evolução do shopping center. A primeira diferença está na arquitetura do prédio. O telhado envidraçado, que permite a iluminação natural, e o desenho de um único corredor com 200 metros de extensão dão a impressão de que se trata de uma galeria de rua. O conceito industrial de design, com paredes de concreto e aparência de inacabado, contribuem para essa sensação. Mas a integração do prédio com o ambiente exterior fica clara mesmo no meio da passarela, onde uma parede de vidro revela a rotina dos vizinhos: um grupo de macacos do zoológico. É possível, por exemplo, sentar, pedir um café e observar os babuínos.

Lojas. Do mesmo ponto é possível ver uma fileira de pequenos boxes de madeira – são as lojas. Trata-se de espaços entre 19 m² e 39 m² para que fabricantes locais mostrem seus produtos por tempo limitado. O período varia de três meses a um ano. Agora estão por lá, por exemplo, a marca de camisetas German Garmet, criada pelo ator de cinema alemão Matthias Schweighöfer, e a confeitaria de bairro especializada em macarrons Makrönchen Manufaktur, que espera se tornar mais conhecida pela cidade.

Há lojas em formato mais tradicional, com contratos de aluguel clássicos, que variam de cinco a dez anos. E algumas marcas até são conhecidas – mas não há nada que possa ser considerado popular. "H&M, Zara... não gostamos disso", diz Ludwig. "Não precisamos de uma loja-âncora, como os shoppings, nosso conceito é a âncora." Mas o que é, afinal, esse tal conceito? O primeiro pilar está na apresentação de produtos novos: marcas com apelo cool, mas que quase ninguém conhece (o que as deixa mais cool ainda). O segundo está na criação de um ponto turístico. E, nesse quesito, o Bikini Berlin tem a seu favor um terraço de 7 mil m², rodeado por restaurantes e cafés e com vista para o zoológico.


Outra característica do conceito Bikini é a associação com a arte. O segundo andar do edifício abriga amplas lojas minimalistas com móveis de designers celebrados e exposições de fotografias. O personagem que melhor representa o espírito do lugar é Andreas Murkudis, dono de quatro lojas no Bikini Berlin. Murkudis costuma ser definido como um "curador": há anos, ele viaja pelo mundo e escolhe produtos de luxo que o agradam para expor em lojas escondidas por Berlim (nunca há placas, é preciso procurá-las). Ele vende, por exemplo, bolsas da marca francesa Céline e porcelanas da alemã Nymphenburg, criada no século XVIII. "Odeio shopping centers", diz Murkudis. "Mas o Bikini mostra que é possível fazer shopping em um nível mais alto."

Marketing. Berlim é a cidade com o maior número de shoppings na Alemanha (são 38 ao todo) e, ao mesmo tempo, a menor renda per capita entre as grandes cidades. Se não bastasse a competição existente, outros quatro shoppings estão sendo planejados. Além disso, a participação do comércio online cresce anualmente. As lojas virtuais já abocanham 9% do total gasto por consumidores alemães. Nesse cenário, o Bikini é uma tentativa de reinventar um modelo a caminho da exaustão.

Os mais céticos podem questionar a viabilidade financeira de um prédio cheio de marcas desconhecidas. Mas, para quem acredita no projeto, é aí que está o trunfo do Bikini. Mais do que vender, efetivamente, os lojistas instalados no centro comercial estão interessados em fazer propaganda de suas marcas. A fabricante alemã de equipamentos de áudio Teufel, por exemplo, vendia seus produtos apenas pela internet até abrir uma loja no Bikini Berlin. A intenção é oferecer um espaço para que os clientes experimentem seus produtos.

Coincidentemente, o subsolo da Teufel foi ocupado no passado pelo clube mais famoso de Berlim Ocidental quando o muro estava de pé, o Linientreu. David Bowie era presença constante no lugar. Agora, o ambiente foi usado para a instalação de um palco para apresentações de bandas e até um cinema para teste dos equipamentos da Teufel. "Bikini é o lugar perfeito para nós: há moda de novos designers, arte, um ambiente de cultura", diz Patric Frank, gerente de marketing da Teufel.






A loja Supernova, logo na entrada do Bikini, reforça a ideia de um lugar para a experimentação dos consumidores. Trata-se de um projeto liderado pela agência de publicidade Kemmler Kemmler em que lojistas testam versões do que devem ser as lojas no futuro. Atualmente, a Nike ocupa o espaço. Além da exibição de produtos esportivos, há um telão interativo em que clientes podem simular suas habilidades como jogadores de futebol. Nos finais de semana, há filas de gente querendo experimentar o brinquedo. Resta saber por quanto tempo o bochicho vai durar. Ao contrário dos shoppings tradicionais, o Bikini Berlin ainda precisa provar que sua fórmula será efetiva. E muito do seu sucesso dependerá da constante apresentação de novidades – o clássico problema de quem quer ser cool.

Confira um teaser de inauguração do shopping



Fontes: Estadão, SC

Novos canais | Maconha já é vendida em Máquinas automáticas (vending machine) nos EUA

Como um produto qualquer, a machonha começa a ser vendida nos canais de vendas tradicionais. Daqui a pouco vão "dar" de brindes na compra de outros produtos/serviços. Para comprar maconha ou produtos derivados o comprador só precisa apresentar um documento de identidade.

A primeira máquina automática de venda de maconha foi apresentada no estado do Colorado, nos Estados Unidos. A máquina chamada ZAZZ dispensa funcionários e evita filas, segundo o fabricante.

O protótipo da máquina está em exposição na Smokehouse, uma churrascaria da cidade de Avon, no Colorado. Segundo a empresa responsável, a máquina será abastecida de maconha e alimentos feitos à base da erva produzidos pela Herbal Elements. A maconha foi legalizada no Colorado, no final de 2012, para uso medicial e recreativo. Stephen Shearin, do grupo American Green, afirma que a máquina será útil especialmente para os consumidores tímidos, que têm dificuldade na hora de comprar maconha, mesmo que para uso medicinal.

O empresário Greg Honan, dono da Herbal Elements, diz que a máquina vai facilitar o comércio, permitindo maior controle dos estoques e eliminando a necessidade de atendentes.

Ele garante que a máquina é segura quanto ao risco de roubos. Para comprar os produtos como brownie de maconha o comprador só precisa ter em mãos um documento de identidade ou a carteira de motorista, já que o estado do Colorado libera o comércio de maconha.

Fonte: Estadão

Diferencial competitivo | Galaxy S5 resiste a 'atropelamento' e queda em água, a próxima fronteira dos smartphones


A próxima fronteira da vantagem competitiva entre os celulares não é mais a velocidade de processamento, nem mesmo a tecnologia embarcada. Tudo isso está se tornando commoditie! O diferencial competitivo agora é a robustes com que eles são construídos. Smartphone que não for robusto, não será tão vendido quanto seus concorrentes robustos que entregam as mesmas coisas. Os resultados impressionam pela resistência do aparelho, sem nem mesmo criar rachaduras na tela. Galaxy S5 é atropelado e jogado na água em teste: vale lembrar que o smartphone traz o padrão de proteção IP67, que é resistente à água e à poeira

Quando a Samsung anunciou as capacidades de resistência à água e poeira do Galaxy S5, era de se esperar que logo seriam testadas.

E foi o que fez a equipe do site TechSmartt, que gravou vídeos testando a resistência do Galaxy S5 na água (e dentro de uma máquina de lavar roupas) e em quedas de alturas medianas — sendo finalizado com um atropelamento por uma SUV.

No primeiro vídeo, o Galaxy S5 passou alguns minutos dentro de uma piscina e funcionou normalmente depois — o único problema visível foi a falha na resposta do display devido à tela ainda estar coberta com água.

A resistência à água também foi testada com o Galaxy S5 sendo colocado dentro de uma máquina de lavar roupas durante um ciclo de 50 minutos.


Neste processo, a equipe do TechSmartt precisou abrir a parte traseira do smartphone para retirar um pouco de água e reiniciar o aparelho — o mesmo voltou a funcionar corretamente após o fim do ciclo.

Além disso, a mesma equipe testou a resistência a quedas do Galaxy S5, em comparação ao Galaxy S4. Ele foi jogado de diferentes alturas e depois foi atropelado por uma SUV.

Os resultados impressionam pela resistência do aparelho, sem nem mesmo criar rachaduras na tela. Vale lembrar que o Galaxy S5 traz o padrão de proteção IP67, que é resistente à água e à poeira — o aparelho pode resistir até 30 minutos dentro da água em uma profundidade de até 1 metro.

Fonte: Exame

Inovação | Audi cria sistema que lê semáforos para pegar uma "onda verde"

Uso consistente da inteligência permite redução de 15% na emissão de dióxido de carbono e de 900 milhões de litros de petróleo anualmente na Alemanha, diz marca

Sistema da Audi hackeia semáforos para diminuir poluição: protótipo com o OS Multi Media Interface foi apresentado na feira de eletrônicos de consumo CES 2014

Imagine dirigir pelas ruas e sempre ter a sorte de pegar uma “onda” de semáforos abertos. Pois isso já é uma realidade para a montadora alemã Audi, que está desenvolvendo um sistema que se conecta ao computador da central de tráfego local e solicita a sequência de semáforos.

A tecnologia de interface multimídia, chamada simplesmente de Multi Media Interface, usa conexão com a internet e calcula a velocidade necessária para que o motorista consiga passar no verde, reduzir no amarelo ou parar no vermelho.

Essa informação é mostrada no painel do veículo por meio do Sistema de Informação. Outro diferencial é o mecanismo Start/Stop, que prepara a partida do motor em uma contagem regressiva de cinco segundos.

A grande vantagem é a economia no consumo de combustível e, consequentemente, a diminuição da emissão de poluentes no ar. De acordo com a marca, o uso consistente dessa inteligência permite a redução de 15% na emissão de dióxido de carbono e de 900 milhões de litros de petróleo anualmente na Alemanha.

O novo sistema já está pronto para ser integrado na linha de produção da empresa, dependendo apenas da aprovação da legislação local.

Um protótipo com o OS Multi Media Interface foi apresentado na feira de eletrônicos de consumo CES 2014 em um Audi A6.

A montadora também está fazendo o ensaio em 50 semáforos em Verona, na Itália, enquanto 25 veículos estão sendo testados em 1 mil sinais em Berlim.

Fonte: Exame

Estratégia | Apple embarcar sistema do iPhone em Ferrari, Volvo e Mercedes

Finalmente resolverão jogão o rádio toca fitas fora e no lugar, uma central de multimídia para controlar várias coisas do carro, incluindo os softwares que você usa no smartphone. Será esse um diferencial do estilo, quem não está dentro perde?

A Apple anunciou o lançamento do CarPlay, sistema operacional para carros que integra o iPhone ao veículo permitindo o acesso a todas as funções do smartphone. A plataforma terá sua estreia oficial no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, que será realizado entre os dias 6 e 16 de março. O CarPlay integra as funcionalidades do iPhone ao painel de motorista e aos alto-falantes e pode ser controlado por voz ou toque, tanto na tela do sistema de bordo quanto por botões do próprio carro. A Siri, sistema de voz da Apple, por exemplo, pode ser acionada com um toque em um botão no volante.

Por meio da plataforma, o usuário consegue acessar no painel do carro os contatos do iPhone, fazer ligações, ouvir o correio de voz, usar mapas e escutar músicas, inclusive por aplicativos de terceiros, como o streaming de música Spotify. É possível também solicitar que a Siri leia mensagens de textos e ditar a resposta a ser enviada. "Usuários de iPhones querem ter o conteúdo do celular acessível na ponta dos dedos. O CarPlay deixa os motoristas usarem seus iPhones no carro com o mínimo de distração", disse o vice-presidente de marketing de produtos do iOS e iPhone, Greg Joswiak, em nota.

O CarPlay chegará ao mercado ainda este ano em veículos da Ferrari, Mercedes Benz e Volvo. Posteriormente, será incorporado também por outras montadoras como BMW, Ford, General Motors, Honda, Hyundai, Citroën e Toyota. O sistema estará disponível como uma atualização para o iOS 7 nos modelos iPhone 5, 5S e 5C. O preço e datas de lançamento não foram divulgados.

Android

A Apple anunciou o desenvolvimento do CarPlay, inicialmente batizado de "iOS in the car", no ano passado. Em janeiro deste ano, na Consumer Electronics Show (CES), maior evento de tecnologia do mundo, realizado em Las Vegas, foi a vez do Google anunciar parceria com as montadoras Audi, General Motors, Honda e Hyundai, e com a fabricante de chips Nvidia, para criar a Aliança Automotiva Aberta, que pretende levar o sistema Android para os carros até o fim deste ano.


Os investimentos em sistemas operacionais para veículos foram intensificados nos últimos meses diante da perspectiva de que em 2016 a conectividade será um fator crítico na decisão de compra de um carro. Segundo pesquisa da empresa GSMA, em cinco anos existirão 60 milhões de carros conectados em todo o mundo.

Fonte: Estadão, Época Negócios

Estratégias | Steve Ballmer admite erro da década da Microsoft ao não investir em celulares

Em time que está ganhando não se mexe. Esse jargão tão famoso já ajudou muitos empresários ávidos pelo medo de ariscar em algo novo. Mas no mundo corporativo, não é assim que se cresce e se sobrevive. Para ex-CEO, empresa poderia estar melhor posicionada no mercado mobile se tivesse focado menos no Windows, ou seja, se tivesse investido mais em inovação e diversificação.

Após 14 anos como diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer é o tipo de pessoa cujos conselhos devem ser ouvidos, principalmente se você for um estudante de administração ou um empreendedor iniciante. O 30º funcionário a ser contratado por Bill Gates, apenas cinco após criar a empresa de software, contou sua experiência a estudantes da Saïd Business School, na Universidade de Oxford, fez uma revisão da última década da empresa e comentou a compra do WhatsApp pelo Facebook.

Apresentado como o CEO que “triplicou a receita e dobrou os lucros da Microsoft”, Ballmer lamentou a atual posição da empresa na corrida mobile e disse que, se pudesse, teria mudado o rumo das coisas.

“Nos últimos 10 anos, algumas coisas não deram muito certo”, disse. “O que mais me arrependo é não termos colocado hardware e software juntos antes”, fazendo uma clara alusão à Apple, que desenhou seu próprio smartphone e sistema operacional juntos. “Teríamos uma posição mais forte no mercado de smartphones hoje se eu pudesse refazer esses últimos 10 anos.”

Após 20 anos na empresa ocupando cargos na área de marketing e vendas, Ballmer foi convidado para ocupar o lugar de Gates em 2000. O executivo, listado pela Forbes em 36º na lista dos bilionários do ano, já havia admitido o excesso de foco sobre o sistema operacional Windows para computadores, impedindo-os de se dedicar para o novo dispositivo que nascia com enorme potencial na época: o celular.

Exatamente naquele ano, a Microsoft lançava um sistema operacional voltado para plataformas móveis chamado Windows Mobile, que disputava mercado apenas com a Nokia e seu Symbian em PDAs, os chamados “computadores de bolso”. O reinado durou pouco. Em 2007, a rival Apple lança o iPhone, revolucionando a indústria. Em 2008, o primeiro smartphone com Android, do Google, dava as caras. No mesmo ano, a Microsoft começou a trabalhar em seu novo produto, que tomaria a forma do Windows Phone 7, em 2010.

Desde então, nunca conseguiu uma fatia de mercado convincente. Em 2013, Ballmer anunciou sua aposentadoria e disse que não ficaria mais um ano no cargo. Na mesma época, a Microsoft fez seu movimento mais agressivo em direção ao mobile comprando a divisão mobile da finlandesa Nokia. A união gerou a linha Lumia, mas não conquistou o mercado dominado por Android, com 51,5%, e iOS, 41,8%, segundo números da comScore referentes ao mercado americano.

Dispositivos com o sistema da empresa embarcado amargam o quarto lugar (3,1%), atrás ainda da Blackberry (3,4%).

Aos 57 anos, Ballmer passou a direção para Satya Nadella, antigo diretor da área de computação em nuvem, em fevereiro, mas disse aos alunos de MBA em Oxford que ainda acredita nos frutos da fusão com a Nokia e que mais inovações da empresa estão por vir nos próximos anos.

“Temos a máquina para inovação, o marketing. Veja o que estamos fazendo com o Surface (o tablet), os smartphones. Isso significa que vamos liderar a próxima geração mobile? Não, mas estamos trabalhando para estar ali, acompanhando o ritmo”

Sobre a aquisição do WhatsApp pelo Facebook, Ballmer disse não saber se a fusão pode dar certo, mas que certamente a empresa de Zuckerberg saberá fazer dinheiro com a compra. O ex-CEO usou o caso como exemplo para passar ensinamentos à plateia de estudantes sobre dados e objetivos.

“Ter 450 milhões de usuários significa que você mereça ser comprado por US$ 19 bilhões? Não, você tem que definir suas medidas de sucesso. Na prática, isso significa pensar: ‘Com esses usuários, eu consigo fazer dinheiro suficiente para atender às expectativas dos meus acionistas?’ Isto é pensar a longo prazo.”

Para Ballmer, o problema das startups atuais é não pensar, como ele, a longo prazo. E criticou a retória de “atingir sucesso e falhar rapidamente”. Para eles, empresas como Microsoft, Google, Apple e Facebook (que chegou a 1 bilhão de usuários passados 10 anos) levaram alguns anos para serem grandes. “Eu acho que o que as grandes empresas fazem é não desistir rapidamente.”

“Nosso trabalho não é desistir e ir para casa. É tentar e continuar a nossa ideia e entrar na nova onda de inovação. Imagine o mundo daqui 10 anos, você acha que os celulares vão se parecer em algo com os que temos hoje?”

E ex-diretor da empresa que mais vendeu software no mundo deu seu conselho final para todos que pensam em abrir seu próprio negócio. “Preço. Pense sobre preço, não ignore preço. Há muitas empresas que começam sem modelo de negócio e outras que tem e a única diferença entre a que obtém sucesso e a que falha é saber como fazer dinheiro.”

Veja a palestra pela Oxford University, início aos 5'.


Fonte: Estadão, Reuters

Moda | Chanel cria supermercado para desfilar coleção inspirada na década de 1990


Inovação, esse foi o tom da passarela da Chanel, mas não da inspiração dos anos 90', mas sim do palco, um supermercado estilizado.

A Chanel desfilou suas apostas para o inverno 2015, 04/03/2014, na Paris Fashion Week com um olhar todo voltado aos anos 90. O estilista Karl Lagerfeld surpreendeu ao fazer da passarela do Grand Palais, um verdadeiro supermercado. Nas prateleiras, produtos comuns de dia-a-dia. Alguns ganhavam rótulo ‘Chanel’. Enquanto fazia compras ou passavam no caixa, as modelos apresentavam uma coleção bem esportiva, casual, porém elegante. Moderna ao mesmo tempo que traz elementos clássicos. Moletons, leggings cintilantes, cores. Nos pés, tênis coloridos.





















Fonte: Estadão

Inovação | Avião supersônico sem janelas com super telas é o objetivo da Spike Aerospace


A IDEIA É QUE A IMAGEM EXTERNA SEJA TRANSMITIDA POR CÂMERAS INSTALADAS NA PARTE DE FORA DO AVIÃO. O Desafio é a baixa temperatura, mas a inovação pode ser replicada para outros modais, não?

A empresa americana Spike Aerospace prepara o lançamento de um jato supersônico privado, o S -512. A aeronave tem entrega prevista para o final de 2018. Uma das novidades mais curiosas previstas no rojeto é a ausência de janelas. A intenção é substituir as pequenas janelas por super telas de alta resolução que cobririam toda a lateral do avião.

Essas telas seriam capazes de "transmitir" a imagem externa que seria capturada por pequenas câmeras instaladas na parte de fora do avião. Dessa forma, os passageiros poderiam viajar apreciando uma vista panorâmica o tempo todo. Ou poderiam escurecer as telas e tirar um cochilo.

Segundo a empresa, a novidade é vantajosa por fazer a aeronave ficar mais leve e mais estável. "Há muito tempo se sabe que as janelas são um grande desafio na construção de uma fuselagem de avião. Elas precisam de apoio estrutural e aumentam o peso", diz a Spike Aerospace em nota. A companhia ainda acredita que sem as janelas, o avião terá mais estabilidade durante o voo.



Fonte: Época Negócios

Novos produtos | Gravata com mapa do metrô japonês

O mapa fica no verso da peça e pode ajudar quando o usuário não tiver outra alternativa

A ARA criou a gravata bem diferente, que tem o mapa do metrô de Tóquio no verso. A peça pode ajudar o usuário a conhecer o caminho que precisa percorrer.

Segundo o site Springwise, os desenvolvedores da Subway Map Tie afirmam que o produto pode ser útil principalmente quando não há outras alternativas disponíveis. Por exemplo, se o usuário ficar sem sinal de celular e não for possível acessar aplicativos de mapas.

A gravata é feita de seda e está disponível em dois modelos, trazendo no verso mapas da área metropolitana de Tóquio e de Osaka e Kyoto.

Apesar de parecer útil, a ideia de um produto com mapas não é tão nova. A marca norte-americana Josh Bach também oferece um modelo de gravata com mapas, incluindo o do metrô de Nova York e os de outras cidades. Porém, neste caso, o mapa fica na frente, é a própria estampa da peça.

Em 2009, outra empresa do país, a Designhype, criou uma linha de pulseiras de metal com mapas de metrôs de algumas cidades dos Estados Unidos e outras de fora do país, como Londres, Paris, Berlim e Milão.

Fonte: Estadão

'T-Commerce' | Super Bowl terá anúncio que permite compra pela TV digital


Com a dimensão do Super Bowl, misturado a curiosidade e no país do consumo, a possibilidade de virar algo mais que possível, em breve teremos chegará até você! Segundo o site Ad Age, o comercial será o primeiro caso de "t-commerce" a ser exibido durante o evento que tem um dos 30 segundos mais caros da publicidade.

David Beckham em comercial da H&M: segundo a marca, novidade irá funcionar para telespectadores que tiverem um certo modelo de Smart TV da Samsung

A marca de cuecas H&M deve veicular um anúncio no intervalo do Super Bowl, em fevereiro, que irá permitir ao telespectador a compra do produto via controle remoto, está aí, mais um canal de vendas e forte, pois se as televendas existem até hoje, significa que temos boas perspectivas de negócios futuros. Preparem-se!

Segundo o site, o comercial será o primeiro caso de "t-commerce" a ser exibido durante o evento que tem um dos 30 segundos mais caros da publicidade (em torno de US$ 4 milhões).

De acordo com a H&M, a novidade irá funcionar para telespectadores que tiverem um certo modelo de Smart TV da Samsung. A empresa responsável pela tecnologia da novidade é a Delivery Agent.

Um pequeno pop-up será exibido no canto da tela enquanto o comercial é veiculado. Na janela, o telespectador conseguirá ver mais informações sobre o produto, e poderá comprá-lo diretamente na TV ou enviar para outro dispositivo

Além disso, o comercial, que será estrelado por David Beckham, permanecerá interativo se for gravado e visto de novo num aparelho DVR.

Chegou a hora de comprar pelo controle remoto, acelerem as ideias e vamos pro planejamento!

Fontes: Exame, Adnews, AdAge

Inovação | Investimentos caem entre empresas brasileiras e a consequência é a perda de vantagem competitiva

Segundo especialistas, moeda fraca e cultura de "inovação reativa" podem ser causa de queda em gastos com projeto e desenvolvimento no Brasil. Isso reflete a queda do interesse no mercado brasileiro, a falta de pró-atividade em criar inovações no Brasil e assim, serem mais competitivos em um mercado Global.

Vale: na 95ª posição no ranking mundial, mineradora foi a empresa brasileira que mais investiu em projeto e desenvolvimento entre 2012 e 2013 São Paulo - A desvalorização do Real e a tradicional forma reativa de se investir em inovação no Brasil podem ser as causas de o país ter perdido posições no ranking das empresas que mais gastam com projeto e desenvolvimento no mundo, segundo especialistas.

Conforme um estudo divulgado na última semana pela Booz & Company, enquanto os gastos com projeto e desenvolvimento (P&D) entre 2012 e 2013 atingiram um volume recorde no mundo todo - um total de 638 bilhões de dólares - no Brasil, na contramão, a parcela investida caiu 18,3% no mesmo mesmo período - de 3,7 para 3 bilhões de dólares.

"De certa forma, essa queda está ligada a uma questão de métrica. O estudo é feito em dólar e, como o real está desvalorizado, o investimento feito no Brasil apresenta um número menor na moeda estrangeira. Em reais, os valores gastos caíram 4,8%, mas em dólares 18,3%", explica Fernando Fernandes, sócio da Booz & Company. "Talvez [a queda] seja um reflexo da crise de 2008. Enquanto o resto do mundo já retomou seus investimentos, nós estamos sofrendo um efeito tardio, ainda que em menor grau que outros países", completa.

O estudo da Booz & Company é realizado anualmente e lista as mil companhias de capital aberto que mais investem em P&D. Nesta edição, o Brasil perdeu uma posição: a Companhia Paranaense de Energia (Copel), que estava no ranking desde 2011, não foi incluída. As brasileiras presentes são Vale, Petrobras, Gerdau, Totvs, CPFL e Embraer. Veja a tabela:

PosiçãoEmpresaInvestimento em 2013Investimento em 2012
95ValeUS$ 1,49 miUS$ 1,71 mi
119PetrobrasUS$ 1,15 miUS$ 1,46 mi
714GerdauUS$ 123 miUS$ 126 mi
902TotvsUS$ 90 miUS$ 105 mi
937CPFL EnergiaUS$ 85 miUS$ 128 mi
985EmbraerUS$ 78 miUS$ 86 mi


Para o coordenador do núcleo de inovação da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda, um dos motivos de as empresas brasileiras investirem menos em projeto e desenvolvimento é a cultura de inovar apenas para sustentar a capacidade competitiva. "É o que eu chamo de 'inovação de retrovisor', que olha para o passado e acontece em resposta a uma exigência de mercado ou entrada de um novo competidor", diz o professor. "Por isso, o investimento em P&D, que geralmente está associado ao futuro (desenvolvimento de novas tecnologias, novos equipamentos e de nacionalização de algum produto) é menor", completa.

Segundo o professor, essa tendência é confirmada pela pesquisa Sondagem de Inovação realizada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) a cada três meses, junto a 300 empresas. No levantamento feito no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, 66,4% das empresas disseram que a busca por maior participação no mercado era um fator de alta importância na hora de decidir sobre investir em inovação.

Para Fernando Fernandes, o problema também está relacionado à "qualificação da economia brasileira". "Aqui, as empresas ainda estão mais preocupadas em dar conta de atender as demandas mais básicas, relacionadas à infraestrutura e ocupação do mercado, do que em investir em sofisticação. Temos grandes redes de varejo, por exemplo, mas companhias desse setor investem em abrir novas lojas, não em inovação".

As que mais investem

No topo do ranking da empresas que mais investem está a Volksvagen, seguida de gigantes como Samsung, Roche Holding, Intel e Microsoft. Veja os números:

PosiçãoEmpresaInvestimento em 2013Variação em relação a 2012Parcela da receita investida
1VolksvagenUS$ 11,4 bi22,40%4,60%
2SamsungUS$ 10,4 bi15,60%5,80%
3Roche HoldingUS$ 10,2 bi14,70%21,00%
4IntelUS$ 10,1 bi21,50%19,00%
5MicrosoftUS$ 9,8 bi8,50%13,30%

Segundo a "Lei do Bem", em média, 1% das empresas brasileiras investem em inovação, 1%, sem considerarmos microempresas, apenas empresas com mais de 30 funcionários. Ou seja, estamos longe de sermos um país inovador, nada impede dos casos isolados continuarem a ganhar notoriedade. Agora vamos pensar assim, se toda empresa que inova tem mais chances de crescer e conquistar mais mercados, por que não inovar?


Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Novos produtos | Heineken lança The Sub, máquina de chopp em casa


Sabe quando a experiência é levada a sério por empresas que querem manter sua vantagem competitiva? É nesse sentido que ocorrem as inovações, sejam incrementais ou disruptivas, diria que esse novo lanamento da Heineken tem esse desafio. A marca anunciou o lançamento do The Sub, uma máquina de tirar chopp projetada para o consumo caseiro.

A mais nova invenção da Heineken chega ao mercado prometando transformar o hábito de beber cerveja em casa. A marca anunciou o lançamento do The Sub, uma máquina de tirar chopp projetada para o consumo caseiro e que alia tecnologia ao design sofisticado.

O projeto, acalentado há tempos e comunicado aos poucos, é uma aposta da marca no que chamou de "rápido crescimento do mercado de cerveja em casa".


Por trás do slogan "Bem-vindo ao futuro" está um conceito de estilo sofisticado, assinado pelo cultuado designer australiano Marc Newson, e mais uma equipe de especialistas em tecnologia da Krups, empresa alemã que fabrica eletrodomésticos. Segundo comunicado da cervejaria, o objetivo é "aumentar o desejo dos consumidores urbanos para desfrutar de uma experiência de chope premium em sua própria casa".



O equipamento conta com a máquina (o The Sub em si) e um keg de dois litros que abastece o sistema, o The Torp, feito para caber na geladeira. É no Torp que se encontra o "sabor" do chopp, como numa cápsula de Nespresso. Por enquanto, ele está disponível nos rótulos Desperados, Affligem e Baffo D'Oro, além da cerveja-mãe do portfólio da empresa. O modo de usar "para um chope bem tirado" é explicado no site oficial.


A apresentação do produto ao público foi feita com pompa numa festa exclusiva em Paris, com show da banda MGMT. A companhia afirmou que os primeiros kits chegam ao mercado em 2014, inicialmente na Itália e na França.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Novos produtos | Kaiser Randler, cerveja com limão, é o lançamento da HEINEKEN no Brasil


Benchmark | Sucesso na Europa, a receita que combina cerveja com suco natural de limão proporciona refrescância em dobro aos seus consumidores. Por essa a Skol já esperava?

Kaiser, a quinta maior marca da HEINEKEN no mundo, distribuída no Rio Grande do Sul e Santa Catarina pela Vonpar Bebidas, foi mais uma vez a escolhida pela Cervejaria para trazer inovação aos consumidores brasileiros e lancar no Brasil uma nova categoria dentro do mercado cervejeiro. Após lançar o barril de 4L, a marca traz ao país a receita Radler, que combina cerveja com suco natural de limão. Desde 2007, 29 rótulos da Cervejaria ao redor do mundo já ganharam uma versão Radler e, ao final de 2014, serão 44 países a aderir à novidade.


De acordo com o vice-presidente de marketing da HEINEKEN Brasil, Nuno Teles, Kaiser Radler é ideal para os consumidores que buscam refrescância e novas experiências de sabor. “Nosso objetivo com Kaiser Radler é trazer inovação, com um produto que já é sucesso em vários países do mundo”, comenta o executivo.

De origem alemã, a receita Radler surgiu na região da Baviera, em 1922. Franz Xaver Kugler, que na época era o dono do conceituado pub Kugler-Alm, situado no final de uma pista de ciclismo, recebeu milhares de esportistas sedentos para se refrescarem. Para atender às necessidades dos seus clientes, ele teve a ideia de combinar cerveja com suco natural de limão, batizando a receita de “Radler” (que significa ciclista em alemão), em homenagem aos seus primeiros consumidores.

Comunicação de Kaiser Radler dá ênfase à refrescância em dobro

Para que o consumidor entenda o que é Radler, a Kaiser vai destacar o benefício do produto em seus materiais de comunicação. “O nosso desafio é mostrar às pessoas que, além de ser muito saborosa, essa novidade proporciona a refrescância em dobro que só a combinação da cerveja com o suco natural de limão pode trazer”, ressalta Mariana Stanisci, diretora de marcas Mainstream da HEINEKEN Brasil.

A Kaiser Radler terá como garoto propaganda o apresentador Marcelo Tas, que já protagonizou outras campanhas da marca, como a de Kaiser Barril. A campanha terá grande impacto e será lançada durante o verão.

Veja a versão Portuguesa de lançamento:


Agora veja a sequencia da campanha em Portugal, será que irão copiar algo? Cool Sessions? Bom, veremos!


A Kaiser existe no mercado nacional há mais de 30 anos, e foi relançada em todo o Brasil em 2011, sendo produzida sob o criterioso controle de qualidade da Cervejaria HEINEKEN. Antes de chegar ao copo do consumidor, a cerveja passa por mais de 850 análises e todos os meses, diversos lotes da marca são enviados à sede da empresa, na Holanda, para a avaliação de qualidade pelos mestres cervejeiros.

Após seu relançamento, Kaiser foi escolhida para ser o único rótulo não europeu da Cervejaria HEINEKEN a ter o formato em barril. Com Kaiser Radler, a marca ganha mais uma novidade em seu portifólio, o que torna a marca ainda mais estratégica para a Cervejaria HEINEKEN.

Êxito no mercado Europeu aponta para uma boa aceitação de Kaiser Radler no Brasil

A primeira Radler da Cervejaria HEINEKEN foi lançada na Áustria, em 2007, e a marca que lançou a novidade foi a Gösser Natur Radler. Os primeiros indicadores de sucesso apareceram em 2009, quando a receita começou a ser comercializada também na Hungria, com volume de cerca de 250 mil hectolitros por ano. Desde então, Radler se difundiu tanto pela Europa, em particular no Leste Europeu, que em 2012 o volume de Radler comercializado foi de 1,5 milhões de hectolitros. Hoje, a participação de Radler dentro do mercado cervejeiro da Europa é próxima de 10%.

Vejam outras marcas com o mesmo segmento na Europa:




O sucesso da combinação de cerveja com suco natural de limão, na Europa, despertou o interesse da Cervejaria HEINEKEN em levar a novidade para outros mercados, como a África e América Latina. O Brasil, por ter grande representatividade para a cervejaria, foi escolhido como o primeiro país do continente a lançar uma Radler, por meio da marca Kaiser.

Teles acredita que fatores como o clima quente do país e o interesse dos consumidores brasileiros por novidades devem influenciar a aceitação do lançamento. “Kaiser Radler abre uma nova categoria dentro do mercado cervejeiro, é a opção de bebida para pessoas que estão buscando mais refrescância e uma experiência de sabor diferente”, frisa.

No mundo, diversas marcas da HEINEKEN já ganharam uma versão Radler, como Sagres (Portugal), Fosters (Reino Unido), Amstel (Holanda, Finlândia, Grécia e Espanha), Dreher (Italia), Calanda (Suíça), Maes (Bélgica), Pelforth (França), Primus (Congo) e Bourbon (Ilhas Reunião).

Sobre a HEINEKEN Brasil

A HEINEKEN Brasil foi criada formalmente em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Baseada em São Paulo, é subsidiária da Heineken NV, uma das maiores cervejarias do mundo. No país, a empresa gera cerca de 2,3 mil empregos e possui sete cervejarias localizadas em Jacareí (SP), Araraquara (SP), Gravataí (RS), Ponta Grossa (PR), Feira de Santana (BA), Pacatuba (CE) e Manaus (AM) com capacidade total de produção de 19 milhões de hectolitros. São produzidos e comercializados no país os seguintes produtos: Kaiser, Heineken, Bavaria, SOL, Xingu, Sol Premium, Summer, Kaiser Bock, Gold, Bavaria Premium, Bavaria sem álcool e Santa Cerva. A companhia importa ainda as cervejas Desperados, Dos Equis, do México, Amstel Pulse, da Holanda, Birra Moretti, da Itália, Edelweiss, da Áustria e Murphy’s Irish Stout, da Irlanda.

Marca de cerveja premium mais internacional e valiosa do mundo, a Heineken está presente em quase todos os países. A HEINEKEN International é a maior cervejaria da Europa, segunda do mundo em rentabilidade e a terceira em volume. A HEINEKEN opera 165 cervejarias em mais de 70 países, e em 2012 vendeu 221 milhões de hectolitros.

Informações atualizadas estão disponíveis na homepage da HEINEKEN Brasil: http://www.heinekenbrasil.com.br

Informações adicionais:

http://www.heinekeninternational.com e www.enjoyheinekenresponsibly.com

Sobre a Vonpar Bebidas A Vonpar Bebidas é franqueada da Coca-Cola e distribuidora da Heineken Brasil no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Fundada em 1948, a empresa possui três fábricas: Antônio Carlos/SC, Santo Ângelo e Porto Alegre/RS, além de cinco centros de distribuição, em Blumenau, Joinville e Chapecó/SC, e Farroupilha e Pelotas/RS. A empresa é atualmente a quinta maior fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil e atende a demanda de um mercado de mais de 14 milhões de pessoas. No território gaúcho e catarinense é líder absoluta do mercado de refrigerantes com 62,7% de participação de mercado (acumulado 2013, segundo a ACNielsen).


Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: marthabecker