McDonald's abre loja número 1000 em São Paulo com inovações


Méqui 1000’ chega com inovações no menu, na experiência e no uso de tecnologia

Nesta sexta-feira, 18 de outubro, o McDonald’s abre as portas de sua nova unidade, localizada em um dos endereços mais simbólicos do país, a avenida Paulista. O restaurante nasce com potencial de ser o mais novo ponto-de-encontro de quem trabalha, estuda ou está ‘turistando’ pela região. Afinal, além da localização privilegiada, o Méqui 1000 apresentará ao público um projeto de arquitetura inovador e experiências únicas. 

“Para nós, essa inauguração é bastante significativa. Chegamos ao Brasil há quatro décadas e o primeiro restaurante de São Paulo foi também na Avenida Paulista, em 1981. Estamos ampliando nossa presença na região, para entregar ao nosso cliente mais do que um local onde ele possa fazer suas refeições: o Méqui 1000 é um espaço minuciosamente criado para que as pessoas tenham uma experiência única com a nossa marca”, afirma Paulo Camargo, presidente da divisão Brasil da Arcos Dorados, operadora da marca McDonald’s no país e em outros 19 países da América Latina e Caribe. 
O restaurante 1000 chega para celebrar os 40 anos da marca no país, em um momento de forte investimento. Além da expansão, a empresa está modernizando os restaurantes da rede, resultado de investimentos de R$ 1,25 bilhão anunciados pela Arcos Dorados para o triênio 2017-2019. Desse total, cerca de 60% serão destinados para abertura e reforma de unidades no Brasil.

Méqui 1000
A nova unidade está instalada em uma das esquinas mais charmosas da avenida, com a alameda Ministro Rocha Azevedo, em um casarão construído na década de 1940 – muito conhecido dos turistas que visitam a região na época do Natal. Isso porque o imóvel é tradicionalmente enfeitado para as festas de final de ano, prática que será mantida pelo McDonald’s. “Essa sacada terá uma das melhores vistas de uma das festas de Réveillon mais famosas do Brasil”, avisa Paulo Camargo. 
A fachada traz o já inconfundível ‘Méqui’, uma ação de marketing que virou febre em todo o país, pois celebra a intimidade entre a marca e seus clientes. Camargo conta quais são as outras novidades: “Temos uma esteira que sai da cozinha e vai até o Drive-Thru.
Os produtos serão entregues por lá e quem estiver na fila do drive poderá ver seu pedido chegando”, antecipa o executivo. “O restaurante tem diversos espaços instagramáveis, um terraço agradável e uma área verde incrível. Está na Paulista, mas é um espaço de todos os clientes, do Brasil e do mundo”. 

Quem for conferir o Méqui 1000 também verá outros aspectos tecnológicos em seu interior e que já são marca registrada do McDonald’s, como totens de autoatendimento, menu board digital e atendimento dual point
A unidade tem capacidade para atender 220 pessoas simultaneamente e gerou cerca de 100 novos postos de trabalho. A equipe, escolhida a dedo, é considerada ‘a prata da casa’, contando com diversas lideranças femininas e profissionais bilíngues. 
Com funcionamento 24 horas, Drive-Thru e McDelivery, o novo restaurante é assinado pelo arquiteto australiano Mark Landini, autor de diversos projetos para o McDonald’s no mundo, reconhecidos principalmente pela inovação.

Você só vê aqui
Dois aspectos desta unidade chamarão a atenção dos clientes. O primeiro é o cardápio, com produtos exclusivos como McPolpetone, pão de queijo sem lactose, Mozzarela Sticks e Pão de Queijo Burger, combinações que estarão disponíveis por tempo limitado.  
A segunda novidade fica por conta do uniforme dos funcionários que, assim como a arquitetura do local, também une o clássico ao moderno, segundo definição da estilista Patricia Saada, que também assina os trajes que há dois anos vestem os colaboradores McDonald’s de todo o país. “Quis que as peças refletissem a sensação que os clientes terão ao entrar em um prédio clássico, mas com um interior totalmente tecnológico”. 

Os looks criados por Patricia contam com suspensório, avental com detalhes em jeans, camisetas reversíveis, moletom e colete para o McDelivery. “O mais interessante desse processo foi poder contar com a ajuda dos próprios funcionários, que com seus inputs sobre o dia a dia no restaurante me ajudaram a chegar ao uniforme ideal”, comenta a estilista.

O tecido escolhido para parte das peças é um jeans com características mais ambientalmente corretas. Fabricado no Brasil pela Vicunha Têxtil, conta com o selo Eco Cycle, que indica redução do consumo de água no tingimento e utilização menor quantidade de matéria-prima virgem, a partir do uso de fibras recicladas. Sua confecção é certificada pela ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil) e se dá a partir de processos mais racionais e limpos, que reafirmam o compromisso da marca com a Sustentabilidade.

Sobre a Arcos Dorados
A Arcos Dorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.200 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).  Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir


Fonte: Multitexto Comunicação Empresarial

Como criar um CATÁLOGO DE PRODUTOS e serviços no Whatsapp Business de graça

Aprenda a configurar o Catálogo de produtos e serviços usando o Whatsapp Business de forma gratuita, sem pagar nada por isso e ainda poder colocar um link de pagamento.



Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Observação | principal característica a desenvolver em um profissional do mercado de marketing e vendas

Ouça o podcast que preparei exclusivamente para você, meu caro leitor.

Retomando os trabalhos e os conteúdos autorais.
Click aqui



A principal característica profissional a ser desenvolvida para quem quer atingir a alta performance é a capacidade de observação.

Todo profissional deve ter a capacidade de fazer uma leitura não verbal, de entender os sinais, o contexto, de visualizar primeiro e somar, na sua interpretação, e definir os próximos passos.

Se você quer desenvolver uma capacidade de alta performance, primeira característica que deve se preocupar é com a sua capacidade de observação.

Principalmente para quem trabalha com Vendas, Marketing e Marketing Digital

Gostou? Siga, Compartilhe
Instagram / Facebook: @jonylan
https://instagram.com/jonylan
Site: https://www.mktmais.com.br
Blog: https://MKTmais.com
WhatsApp: https://bit.ly/zapjonylan

Bayer mata marca Monsanto como empresa após pagar US$ 66 bilhões

A fusão global das duas empresas foi anunciada em 2016, por US$ 66 bilhões, e criou a maior companhia integrada de pesticidas e sementes do mundo.

Quem paga, manda
O grupo alemão dos setores farmacêutico e agroquímico Bayer anunciou (04.06.2018) que suprimirá a marca Monsanto depois de comprar a empresa americana de sementes e pesticidas.

A Bayer informou que pretende completar a compra da Monsanto em 7 de junho por um valor próximo a US$ 63 bilhões. O grupo alemão afirmou que recebeu todas as autorizações necessárias das agências reguladoras.

"Bayer continua sendo o nome da empresa. Monsanto como nome de empresa não será mantido", afirma um comunicado divulgado pelo grupo alemão.

As marcas dos produtos vendidos pela Monsanto, no entanto, serão mantidas. O grupo alemão não apresentou nenhuma justificativa par a supressão do nome Monsanto.

A fusão global das duas empresas foi anunciada em setembro de 2016, em negócio estimado em cerca de US$ 66 bilhões, e criou a maior companhia integrada de pesticidas e sementes do mundo.

Monsanto foi alvo de prostestos durante décadas
A nova empresa vai conservar os produtos da Monsanto, como o Roundup - um dos herbicidas mais usados no mundo, mas acusado de ser nocivo para a saúde -, mas deixará de usar o nome Monsanto, objeto durante décadas dos protestos dos ativistas do meio ambiente.

O abandono da marca Monsanto é uma maneira para o grupo alemão tomar distância de um nome que foi alvo, por muitos anos, de protestos de organizações ecológicas e de grupos de agricultores.

A Monsanto foi objeto de vários processos por questões de saúde ou de efeitos nocivos para o meio ambiente atribuídos a seus produtos.

Desde o anúncio da aquisição da empresa americana, os defensores do meio ambiente pressionam as autoridades com protestos.

"Vamos ouvir os que nos criticam e vamos trabalhar juntos, mas o progresso não deve ser detido pelo fortalecimento das frentes ideológicas", declarou Werner Baumann, presidente da Bayer.

As agências que regulamentam a concorrência nos Estados Unidos e na Europa autorizaram a operação, mas obrigaram a venda de atividades importantes à rival alemã BASF, avaliadas em quase US$ 9 bilhões (7,7 bilhões de euros).

A Bayer é farmacêutica e companhia de produtos químicos. A Monsanto é líder mundial em herbicidas e engenharia genética de sementes e dominava, antes da venda de ativos para a Basf, o setor de sementes transgênicas de milho, trigo e soja.

Aposta grande
Ao mesmo tempo, a compra da Monsanto por US$ 63 bilhões, um valor sem precedentes para um grupo alemão por uma empresa estrangeira, é um momento histórico para a Bayer, cujo objetivo é reforçar consideravelmente sua divisão agroquímica, a segunda em importância, atrás apenas da farmacêutica.

Para financiar a operação, a Bayer anunciou no domingo uma ampliação de capital de 6 bilhões de euros e uma dívida de mais de US$ 30 bilhões, o que nesta segunda-feira levou a agência de classificação financeira Standard and Poor's a reduzir sua nota de crédito a longo prazo de "A-" a "BBB".

O anúncio da fusão, em maio de 2016, foi o resultado da aposta da Bayer por uma agricultura cada vez mais intensiva, em um planeta que terá 10 bilhões de habitantes em 2050, mas que não possui terras cultiváveis suficientes para alimentar a todos.

A Monsanto, uma empresa fundada em 1901 pelo químico John Francis Queeny, se concentrou a partir dos anos 1990 na química agrícola e se especializou nos produtos fitossanitários e semente.

As agências que regulamentam a concorrência nos Estados Unidos e na Europa autorizaram a operação, mas obrigaram a Bayer a vender parte de suas atividades à rival alemã BASF.

Após a fusão, a divisão agroquímica da Bayer terá um faturamento de quase 20 bilhões de euros, valor que já leva em consideração a venda de atividades para a BASF, que representam quase 2 bilhões de euros.

A nova empresa vai superar as concorrentes do setor que concretizaram fusões recentemente: ChemChina, que se uniu à suíça Syngenta, e Dow com DuPont, duas empresas americanas.

A princípio, as autoridades expressaram o temor de um abuso de posição dominante na área dos produtos agrícolas.

A fusão também permitirá a Bayer assumir o Roundup, o polêmico herbicida que alguns estudos consideram cancerígeno.

"Para nós, a Monsanto agora se chama Bayer", afirmou a associação ecologista Bund, enquanto o Greenpeace pediu "uma mudança fundamental da política comercial da nova megaempresa".

"Vamos ouvir os que nos criticam e vamos trabalhar juntos, mas o progresso não deve ser detido pelo fortalecimento das frentes ideológicas", declarou Werner Baumann, presidente da Bayer.

Fonte: France Presse, via G1

Walmart perde US$ 4,5 bilhões ao vender operação no Brasil

Já era, a empresa de private equity Advent Internacional vai adquirir uma participação de 80% nas operações do Walmart no Brasil, enquanto a varejista vai manter uma fatia de 20%. O valor do negócio não foi informado.

Como resultado da transação, o Walmart espera registrar nos Estados Unidos uma perda líquida sem efeito em caixa de aproximadamente US$ 4,5 bilhões, a ser registrada no 2º trimestre como item extraordinário.

De acordo com o Walmart, parte significativa da perda líquida se deve ao reconhecimento de perdas acumuladas de conversão de moeda estrangeira e a perda final pode flutuar significativamente devido a alterações nas taxas de câmbio até a data do fechamento.

Após um fechamento previsto para o final deste ano, o Walmart não espera nenhum impacto significativo contínuo para o lucro por ação no atual ano fiscal e um leve impacto positivo no próximo ano fiscal.

Em comunicado, a Advent International anunciou que concordou em investir em uma participação majoritária no Walmart Brasil para fortalecer o negócio e posicioná-lo para o sucesso no longo prazo. O negócio está sujeito à aprovação regulatória no Brasil.

“Atuamos no Brasil há mais de 20 anos e estamos entusiasmados com essa parceria com o maior varejista do mundo”, disse Patrice Etlin, sócio-gerente da Advent International.

“Acreditamos que com nosso conhecimento do mercado local e expertise em varejo poderemos posicionar a empresa para gerar resultados expressivos e alcançar novos patamares de sucesso no Brasil. Planejamos investir no negócio e trabalhar com a equipe da empresa para criar um ambiente mais ágil e moderno, a fim de acelerar o seu desenvolvimento e melhorar a experiência do consumidor”, completou.

De acordo com o Walmart, a decisão veio de uma análise cuidadosa e consciente do portfolio internacional da empresa.

“Manteremos participação no Walmart Brasil e continuaremos compartilhando nossa experiência global em varejo, dando ao nosso negócio no Brasil a melhor oportunidade de crescimento de longo prazo, proporcionando oportunidades para nossa equipe e preços baixos para os clientes”, disse Enrique Ostale, vice-presidente executivo e CEO do Walmart nas regiões de Reino Unido, América Latina e África.

O Walmart foi assessorado na negociação pela Goldman Sachs, e a Advent International, pelo Credit Suisse e Euro Latina Finance.

Atuação das empresas
A Advent International informou que tem experiência de investimentos no varejo tanto no Brasil quanto internacionalmente e que desde a inauguração do escritório em São Paulo em 1997 o fundo já investiu em mais de 30 empresas brasileiras de diversos setores. No Brasil, a Advent tem participações na Dufry, Quero-Quero, Allied, IMC, Fortbras, Estácio, Easyinvest e Restoque. A empresa vendeu sua participação no Grupo Fleury em 2017.

O fundo concentra investimentos em cinco setores principais: negócios e serviços financeiros; saúde; indústria; varejo, consumo e lazer; tecnologia, mídia e telecomunicações. Em nível mundial, nos últimos 28 anos, a Advent realizou 40 investimentos no segmento de varejo em 14 países.

Com presença no Brasil há 22 anos, o Walmart Brasil possui atualmente 438 lojas em 18 estados, com 55 mil funcionários. Em 2017, as vendas totais da empresa somaram mais de R$ 25 bilhões.

Nova campanha da TIM foca na evolução digital e no jovem


“A Evolução Não Para” é o novo tagline da marca; campanha criada pela Z+ conta com o
dançarino alemão Sven Otten e crianças numa trajetória para o futuro digital

A evolução é o caminho para o futuro. Esse é o mote da nova campanha institucional da TIM, que
reforça o compromisso da operadora com a transformação digital. Na comunicação desenvolvida pela
Z+ e com a participação do dançarino alemão Sven Otten, a antiga assinatura “Evoluir é Fazer
Diferente” dá lugar ao novo tagline: “A Evolução Não Para”. O filme para TV já está no ar.





“O filme e a nova assinatura refletem a atual estratégia da TIM, de evoluir junto com os hábitos dos
consumidores e oferecer aos clientes mais possibilidades, exclusividade e um constante avanço na
oferta de produtos, serviços e tecnologia. A presença do Sven nessa ação é resultado do sucesso que
nossas campanhas focadas em música e dança vem fazendo. É uma linha de comunicação que nos
aproxima ainda mais dos usuários e que será importante nessa virada da marca”, destaca Ana Paula
Castello Branco, diretora de Advertising e Brand Management da TIM Brasil.

O filme traz crianças dançando e interagindo com o Sven, ao som de “Another Day of Sun”, trilha
sonora do filme La La Land. A campanha começa em uma sala de aula tradicional, onde a professora
mostra para os alunos que o mundo está mudando. Com a chegada de Otten, todos começam a dançar
e seguem para um túnel, que representa a evolução para um futuro próximo, dentro de uma nova
realidade digital. As cenas com a participação das crianças mostram as transformações em diferentes
aspectos como inovação, entretenimento e tecnologia. No encerramento, a narração explica: “A TIM
sabe que a evolução é o caminho para o futuro. Por isso, a cada dia, traz para você mais tecnologia,
mais qualidade, mais entretenimento, mais possibilidades. Vem pra TIM. Aqui, a evolução não para”.
Para a produção das peças, foi construído um painel de LED de 75 m² com os mesmos recursos
tecnológicos usado em filmes como “Oblivion”, de Joseph Kosinski. Sven Otten atravessa o cenário,
que se transforma a cada passo.

“Nosso ponto de partida foi o entendimento de TIM sobre as mudanças que vem por aí na educação,
cultura, música e esportes. Para as quais a operadora se compromete a evoluir todos os dias.
Imprimimos esse futuro não somente na narrativa da campanha, mas também na produção, com a
tecnologia de filmes Hollywodianos”, conta Alexandre Vilela (Xã), CCO da Z+.
Além do filme para TV, a campanha conta com peças para a mídia impressa, digital, rádio e OOH.

Ficha técnica
Anunciante: Tim Celular S/A
Agência: Z+ Comunicação LTDA
Título: Kids - Reposicionamento
Produto: TIM Institucional
Chief Creative Officer (CCO): Alexandre Vilela (Xã)
Diretor de Criação: Rico Lins
Criação Filme: Rico Lins, Juliano Almeida
Diretor de Criação Digital: Luigi Alliegro
Supervisor de Criação Digital: Enzo Sunahara
Criação Digital: Gabriel Argenta e Alexandre Silva (Big)
Motion: Nader El Kadri
Planejamento: Daniel Rios e João Guerra
Atendimento: Guilherme Alonso, Gabriel Redigolo, Mônica Abreu, Marcella Lyra, Fernanda Salum, João Mendes,
Patrícia Gabriel e Arthur Gregolini.
Mídia: Marylena Gorayeb, Leonardo Menezes, José Lucas Ferreira e Cleberson Luque.
Aprovação/Cliente: Ana Paula Castello Branco, Marcelo Murras, Ana Carolina Abess, Diogo Laranjo.
Projetos: Rafael Coelho, Felipe Brentan e Grazielle Evangelista
Produção RTV: Gilberto Pires (Gibinha) e Viviane Dias
Produção Gráfica: Z+
Artbuyer: Alice Sueko
Produtora: Delicatessen Filmes
Diretor: Gustavo Leme
Diretor de Fotografia: Marcelo Durst
Diretor de Arte: Ricardo Van Steen
Produtora Executiva: Renata Dumont
Sales: Roberta Reigado, Mari Pinheiro e Thais Previato
Coordenação Produção: Tathiana Pires e Samira Smidi
Coordenação de pós-produção: André Serra
Montador: ONON

Finalizador: DAVID CAZELI
Cor: PSYCHO N' LOOK
Pós-Produção: TRIBBO POST
Diretor de Pós-Produção: BBINHO CARVALHO
Produtora de áudio: Cabaret
Música: Guilherme Azem
Produtor: Angelo Colasanti e Lucas Comparato
Atendimento: Ingrid Lopes e Vitoria Capelasso
Locutora: Juliana Araripe
Coordenação: Verusca Garcia e Nicole Bonnet

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Quem é a geração X, aquela que tem dinheiro e compra


Pesquisa do Grupo Abril traçou o perfil de consumo da geração X, que representa 27,1% da população brasileira e gera 51,3% da renda das famílias

Por anos, os millenials assumiram o protagonismo na publicidade. Ansioso por essa fatia de mercado, o meio acabou por deixar de lado um grupo mais velho e disposto a abrir a carteira para consumir: a geração X, composta por pessoas de 35 a 54 anos de idade.

“Estamos todos mergulhados no mundo digital”, explica Walter Longo, presidente do Grupo Abril (ao qual pertence EXAME.com), “e independentemente de faixa etária”. No entanto, o executivo nota que há uma obsessão da publicidade em conversar com o público por meio dos jovens, embora eles tenham menos dinheiro e menos vontade de consumir.

“É a geração X a que influencia, consome e paga a conta”, constata Maurício Panfilo, head de inteligência de mercado do Grupo Abril. Ele lembra que, entre os consumidores do e-commerce, a média de idade é de 43 anos e que 7 em cada 10 compras são realizadas por pessoas com mais de 35 anos.

Ao lado de Longo, Panfilo apresentou, nesta manhã, durante um evento em São Paulo, os resultados de um estudo inédito produzido pelo Grupo Abril, “O X da Questão”. A pesquisa avaliou os hábitos de consumo de um grupo que, além de representar 27,1% da população brasileira, gera 51,3% da renda das famílias.

Maurício Panfilo no evento "O X da Questão"
Panfilo: dicas para falar com a geração X (Flávio Moret/Abril)
Essa geração é ligada nos meios digitais e influente no consumo. Ainda assim, é pouco representada na propaganda. Há, no entanto, maneiras de alcançar sua atenção e conversar com essas pessoas. Veja abaixo algumas dicas baseadas nas constatações da pesquisa:

Estética, símbolos e conceito
O que funciona para as gerações mais novas não necessariamente funciona com as mais velhas. Hoje, entre millenials e X, esse é exatamente o caso, nota Panfilo: as pessoas podem até ter os mesmos interesses, mas, na maioria das vezes, não falam a mesma língua. Millennials: O que quer essa geração? Confira no vídeo do Mundo Corporativo! Patrocinado

Represente-a de fato
A geração X não quer ser representada pelo que não é. Tampouco deseja ser alvo de estereótipos. Tanto os homens quanto as mulheres desse grupo disseram, na pesquisa, que não se identificam com propagandas. Entre as mulheres, três quartos relataram esse sentimento.

É a geração multiplataforma
Entre as gerações (Z, millenials ou Y, X e baby boomers), a X é aquela na qual notou-se o maior equilíbrio entre o uso plataformas digitais e não digitais, além de essa ser a geração mais receptiva a diferentes formatos de propaganda.

A razão em destaque
A geração X prefere anúncios objetivos, focados nas características dos produtos. Ao equacionar razão e emoção, está mais ligada na racionalidade.

Mais sobre o produto
Esse grupo está mais interessado no produto que nos ideais e causas que uma marca defende, mostrou o levantamento. Busca a autenticidade e sabe distinguir o que é verdade do que é exagero nos produtos.

Envolva a família
Um dos valores mais caros para a geração X é a proteção à família, mas com toques de humor, modernidade e realidade. “É o clichê que dá certo”, explica Panfilo, “e é onde mais gastam com prazer”.

Foco no Conteúdo
As pessoas da geração X valorizam o conteúdo e se satisfazem com a profundidade das informações oferecidas.

Quebre paradigmas
Embora tenha levantado diversas bandeiras hoje sustentadas pelos millenials, a geração X tem traços mais tradicionais, o que exige cautela na forma como temas polêmicos são apresentados. “A aceitação de novos assuntos acontece mais gradualmente nesse grupo”, lembra Panfilo.

Promova a reflexão
O grupo é receptivo a anúncios que o façam refletir, mas a propaganda não pode ofuscar as características dos produtos.

Cuidado com generalizações
A geração X, no Brasil, é composta por 56 milhões de pessoas. É evidente que há uma variedade de comportamentos entre elas. Daí a importância de se trabalhar a individualidade. Generalizações podem dar margem a erros.


Fonte: Exame

Novos produtos da Doritos para o Rock in Rio 2017



Em edição limitada, os novos snacks serão vendidos de primeiro de julho até outubro e trazem o logo do festival de música, que acontece no Rio de Janeiro em setembro.

Os sabores contam com três intensidades diferentes de pimenta, descritas nas embalagens.



A cor amarela, de menor intensidade, tem sabor pimenta biquinho e parmesão. A cor laranja, de intensidade média, tem sabor queijo pepper jack. Já a preta, a mais apimentada, tem sabor pimenta malagueta e queijo cheddar.

A marca também terá um espaço próprio dentro do festival, promovendo ativações entre o público e divulgando a campanha que tem o mote “por um mundo mais rock’n’roll”.


Fonte: Exame

Coca-Cola lança latinha de 220mL para vender mais

 

Acabaram as latinhas de 250 mL, as novas latas de Coca-Cola, Sprite, Fanta e outros refrigerantes ganharam opção de 220mL



A nova mini lata de refrigerante tem o formato sleek, com 220mL de volume.

As novas latinhas substituirão em definitivo as antigas mini latas das marcas, que tinham 250mL.

A opção tradicional, de latas com 350mL, continuará a ser vendida.

Segundo a Coca, é uma maneira de atrair consumidores que buscam o produto com menor preço e menor dose.

Por enquanto, as latas sleek podem ser encontradas somente em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Dá até para comprar online, veja.



Fonte: Exame

Se sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa

Lojas Marisa faz suposta piada sobre depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro e ganha mídia espontânea.

Um post de Dia das Mães das lojas Marisa no Instagram acabou criando um intenso debate político entre defensores do ex-presidente Lula e seus críticos.

“Se sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa”, diz o post para o dia das Mães.

A piada seria uma referência a um trecho do depoimento do ex-presidente ao juiz Sérgio Moro.

Lula disse a Moro que ele deveria falar com a Marisa (sua mulher, falecida em fevereiro deste ano) quando questionado sobre um detalhe na polêmica questão do apartamento de luxo no Guarujá.

Quando a fala de Lula viralizou na internet, criando memes, piadas e outros comentários, a marca resolveu fazer um trocadilho com a questão da culpa e seu nome.

Além da piada, o post divulgou uma promoção de Dia das Mães.



Via: Exame, Marisa

Kraft lança o Mac & Cheese no Brasil em três sabores

Você já deve ter visto cenas desse prato "Macarrão com Queijo" nesses filmes americanos. Agora chega a versão de prateleira para o consumidor brasileiro.

Famoso nos EUA e em outros países, macarrão com queijo chega ao Brasil em três sabores: queijo americano, cheddar e quatro queijos.

As embalagens vendidas no Brasil terão o preço sugerido de R$5,99. Elas terão 166g de macarrão, 30g de molho e servirão até três pessoas.

Segundo a KraftHeinz, o produto está sendo distribuído para grandes varejistas de todo o Brasil.

Veja essa versão promocional dos EUA:



A marca busca atrair consumidores que querem preparar uma refeição com facilidade e rapidez.

Mas o “macaroni and cheese” não é macarrão instantâneo, sim uma massa. As instruções para o preparo vêm descritas na embalagem.

Já foi feito recall em um outro lote lá nos EUA, leia.



Via: WSJ, Exame

Japonesa Daiso Brasil não vê crise e quer abrir 10 lojas por ano até 2020

Enquanto algumas empresas choram com a "crise psicológica" da economia, a Japonesa Daiso, uma espécie de Lojas Americanas ao estilo Japonês, não para de crescer.

Só um detalhe, o ecommerce da empresa poderia ser melhor "orientado". Sugiro uma consultoria urgente, pois poderia já estar faturando 5x mais.

A Daiso tem à venda em suas prateleiras desde itens de cozinha e decoração a iscas para pesca, maquiagem e alimentos, a preços na sua maioria abaixo de dois dígitos.

“O momento da crise nos beneficiou… nosso projeto é abrir 10 lojas por ano até 2020”, disse o gerente-geral da Daiso Japan Brasil, Reginaldo Gonçalves Paulista. “Quando chegar a 50 podemos desacelerar o ritmo”, acrescentou o executivo. No mundo, a Daiso tem 4,5 mil lojas, sendo a grande maioria no Japão.

Em 2016, as vendas totalizaram 100 milhões de reais, com a Daiso encerrando o ano com 13 lojas próprias, além de nove espaços de revenda em parceria com os supermercados Hirota, concentrados na capital e interior de São Paulo. Segundo Paulista, em média, são vendidos cerca de 150 mil itens por mês em cada uma das lojas da rede no país.

O desempenho coloca a unidade brasileira na oitava posição em termos de receita entre os 28 países em que a Daiso opera atrás apenas do próprio Japão, Estados Unidos, Taiwan, Cingapura, Austrália, China e Tailândia.

Os investimentos têm acompanhado o crescimento das vendas. Após um aporte total de 20 milhões de reais nos primeiros anos da rede no país, a Daiso prevê investir 15 milhões de reais só em 2017.

O executivo afirma que até o final de 2018 a rede também deve estar presente no Paraná, na capital Curitiba e na cidade de Londrina, com quatro unidades. Ele explicou que a escolha reflete demanda dos consumidores e questões logísticas –fica perto de São Paulo, onde está o centro de distribuição da rede.

O Rio de Janeiro também está nos planos da Daiso, mas o gerente-geral preferiu não estimar um prazo sobre o início das operações.

Varejo Online
A Daiso no Brasil também quer ampliar o atendimento em sua plataforma de vendas pela internet, que passou a funcionar no ano passado e no momento oferece 800 produtos –contra 3.500 disponíveis em lojas físicas da rede– e entrega apenas no Estado de São Paulo.

“O comércio eletrônico já está funcionando, mas ainda estamos fazendo alguns ajustes finais”, afirmou o executivo, que não descarta ampliar as entregas para outras regiões, começando pela região Sudeste a partir de 2018 ou 2019. “A expansão depende de como funcionar nesse primeiro momento.”

Ele afirmou que a expectativa inicial é que a venda no comércio eletrônico alcance ao redor de 1,5 milhão de reais em 2017.

Ou seja, enquanto um monte de empresário brasileiro fica lamentando e não quer investir na internet, no ecommerce, em expansão, chega uma multinacional e a segunda coisa que ele faz depois de chegar após 5 anos (meio lento, diga-se de passagem) é abrir um ecommerce. Mas faz parte da tropicalização do jeito brasileiro de fazer negócios quando multinacionais entram no Brasil.


Fonte: Reuters, Exame