Branding | novos uniformes da GOL dão mais conforto a pilotos, comissários e agentes de aeroporto

 
A GOL Linhas Aéreas Inteligentes apresentou os novos uniformes da companhia (06/05/2014) em seu Hangar, em Congonhas. Os próprios funcionários desfilaram a nova roupa, que começará a ser vista pelos clientes a partir de junho. Cerca de 600 pessoas acompanharam o Hangar Fashion GOL. O presidente da empresa, Paulo Kakinoff, também estava na plateia, acompanhado de diretores da companhia.

A mudança foi feita a pedido dos próprios pilotos e comissários, que reclamavam dos uniformes muito justos. “Os nossos tripulantes estão mais maduros e um uniforme mais justo ao corpo já não agradava. O novo uniforme está mais elegante e simples, baseado no conforto e na segurança”, afirmou Samara Ramos de Souza, comissária e chefe do Comitê de Uniformes da GOL.

A maior mudança é a gravata para os comissários de bordo e os lenços para as comissárias, que ganharam combinações com saias, vestidos, cardigãs, bolsas e cintos. As comandantes também ganharam itens novos, como uma gravata feminina. As novas peças dos agentes de aeroportos ganharam mais detalhes na cor laranja para facilitar a identificação por parte dos clientes.

Dos cerca de 16 mil funcionários da empresa, 12 mil receberão os novos modelos. “O processo foi bem democrático, apesar de toda a complexidade que é fazer peças de roupas para o norte e o sul do Brasil, com climas tão diferentes. Nós conversamos muito com os funcionários para sabermos o que era mais confortável para eles. Foram quase 12 meses de discussão’’, diz Jean Carlo Nogueira diretor de RH. Os lenços das comissárias e a gravata dos comandantes foram escolhidos em votação aberta, no portal coorporativo da empresa.

Além da opinião dos colaboradores, a empresa levou para dentro das reuniões a estilista especializada em desenvolvimento de uniformes, Nora Costa, e a equipe de marketing e de recursos humanos da empresa. “Nós também queremos que os uniformes transmitam algumas das características da GOL ao cliente, como simpatia, simplicidade e segurança ”, informou Nogueira.


Elisa Rossi, a primeira comandante mulher da GOL, diz que a mudança é muito significativa para os funcionários, que estão muito satisfeitos com as novidades. Segundo ela, os modelos antigos precisavam de ajustes. "A camisa branca era transparente e para mulher isso não é bom".

De acordo com Elisa, a qualidade do tecido utilizado também agradou os funcionários. "Agora, eu sei que posso usá-lo mais vezes, sem que a roupa desbote. O caimento também está muito bom". Elisa conta que no início da carreira chegou a usar gravatas masculinas. "Quando voce está melhor vestido fica mais feliz. Quem não gosta de uma roupa nova", afirmou.





Com as novas peças, os funcionários conseguirão fazer cinco combinações diferentes de roupas. A GOL não divulgou quanto foi gasto para mudar as roupas dadas aos funcionários.

Outras medidas também serão implementadas. A partir de junho, as comissárias poderão deixar o cabelo solto, desde que ele esteja até o ombro. Um look book será dado para as funcionárias, com mais opções possíveis de cores para a maquiagem e para a cor do esmalte.

Fonte: Época Negócios

Estratégia | Carrefour volta atrás e relançará comércio eletrônico no Brasil


A empresa desativou e-commerce em 2012 como parte de uma reestruturação mais ampla do grupo. Mas na verdade simplesmente "passou a faca" no que não estava dando lucro naquele momento. O problema é que o Carrefour tem um problema estratégico de posicionamento no Brasil e isso ainda não foi corrigido.

Paris - O Carrefour planeja reviver suas operações de comércio eletrônico no Brasil neste ano após ter desativado o negócio em 2012 como parte de uma reestruturação mais ampla do grupo.

O presidente-executivo Georges Plassat revelou o plano na última assembleia geral de acionistas, em Paris.

Ele também disse a investidores que o Carrefour quer fortalecer seu perfil local no Brasil, o segundo maior mercado para a companhia depois da França e um país emergente que a empresa demarcou para expansão.

O Carrefour chocou a comunidade varejista em 2012 quando o grupo anunciou que estava encerrando seu negócio de comércio eletrônico para dar foco a hipermercados em dificuldades no Brasil e na Europa.

Como todos sabem, o canal de hipermercados no Brasil já cedeu lugar aos supermercados, menores e mais pulverizados, continuam dominando todas as regiões do Brasil, principalmente os supermercados de vizinhança.

Mesmo com o Carrefour Bairro, o maior problema do supermercado é o seu posicionamento. Quer ser barato, comunica que é barato com a campanha "Faz a conta, faz Carrefour", mas a percepção dos consumidores é clara, vende caro.

O arquirrival francês Casino, que controla o Grupo Pão de Açúcar no Brasil, é dono da Nova Pontocom, que figura entre as maiores empresas de e-commerce no país operando sites como Pontofrio.com.br, Extra.com.br e Casasbahia.com.br.

A sorte do Casino é que as estratégias de e-commerce foram decididas pelos brasileiros e não pelos estrangeiros.

Plassat não deu mais detalhes sobre seus planos de expansão no Brasil além de dizer: "Estamos convencidos que o Brasil é um país com o qual o Carrefour poderá contar, possivelmente se fortalecer laços com parceiros locais." Para financiar sua expansão no Brasil, Plassat afirmou que decidirá até o final do ano se venderá uma fatia no negócio brasileiro para investidores ou se fará uma oferta pública inicial de ações em 2015.

Em março, a Reuters publicou que o Carrefour avaliava uma captação de recursos no Brasil através de uma oferta privada de até 5 bilhões de reais em vez de um IPO, com o empresário Abilio Diniz e um fundo soberano surgindo entre os potenciais compradores.


A marca no Brasil é forte, resta saber se agora os franceses farão "direito" as estratégias no Varejo brasileiro. Fica a pergunta, se o Carrefour quer ser líder, qual será a vantagem competitiva que ele irá usar?

Fonte: Exame

Métricas | Ibope Twitter TV Ratings, um acordo para mensurar os resultados

As métricas sempre foram uma forma de provar para quem investe em mídia o retorno que aquela verba está gerando. Muito mais subjetiva, abstrata e top of mind que realmente focada em gerar resultados concretos em vendas, as mídias sociais se tornaram um termômetro sobre quais assuntos estão sendo mais buscados, procurados e abordados em um determinado momento. Isso é tudo o que as empresas de pesquisas adorariam ter de forma contínua.

Como é cada vez mais comum, o hábito do brasileiro de assistir à televisão na companhia das redes sociais será monitorado de perto por uma ferramenta construída pelo Ibope em parceria com o Twitter. E já não era sem tempo. Com certeza a lentidão se deve ao "ego" o IBOPE, mas que bom que isso parece estar mudando.

Até o fim de 2014, as duas empresas vão oferecer ao mercado o Ibope Twitter TV Ratings (ITTR), índice para medir a repercussão do conteúdo televisivo no site de postagens de 140 caracteres.

Já existente na Europa e nos Estados Unidos, o serviço pode redefinir a distribuição de verbas publicitárias entre as emissoras, mudando a relação de forças entre novas e “velhas” mídias.

Não é difícil entender por que o negócio anunciado na semana passada é tão importante. De acordo com um estudo do Ibope, 54% dos internautas brasileiros assistem à TV e usam a web ao mesmo tempo, sendo que, desse universo, 38% comentam o que estão vendo. Mais: 9,5% dos usuários de internet já trocaram de canal ou ligaram a televisão por causa das redes sociais.

Segundo outra análise, feita por IAB Brasil e comScore, essas pessoas prestam igual ou mais atenção aos seus computadores, tablets e smartphones na comparação com os televisores.

O Twitter está de olho na tendência – e nos ganhos financeiros que ela pode lhe trazer. Em busca de um modelo de negócios rentável, a empresa quer produzir resultados se posicionando como uma companhia indispensável para quem deseja se atualizar sobre programas de TV, participar de discussões em tempo real e escolher o que comprar. Há espaço para isso: em 2012, 32 milhões de americanos tuitaram sobre televisão, diz a Nielsen.

Para surfar nessa onda, a rede social tem costurado parcerias com vários grupos de mídia. Conforme relata a Forbes, diferentemente de organizações como Google, Microsoft, Yahoo e Facebook, o Twitter adotou um discurso colaborativo para conquistar a atenção dos produtores de conteúdo e anunciantes: “Nós viemos em paz; vamos ganhar dinheiro juntos”.

Na visão da empresa, a receita é simples. Em primeiro lugar, comerciais exibidos na telinha, quando seguidos de anúncios no Twitter, têm chances maiores de gerar vendas.

Segundo, quanto mais as pessoas falam de um programa na rede social, potencialmente maior será a audiência dele. Estudos embrionários já mostraram que o aumento no volume de postagens na plataforma sobre um programa pode elevar seu desempenho no Ibope tradicional.

O sucesso da estratégia, porém, depende de um sistema de mensuração confiável e respeitado pelos anunciantes. Assim, a aliança com o Ibope não poderia ser mais promissora para o Twitter. Sinônimo de métrica para televisão em tempo real, o instituto empresta à rede social não só credibilidade, mas também a ferramenta necessária para os publicitários decidirem sobre campanhas integradas nos dois meios.

Num cenário pessimista para as emissoras de TV, o Twitter passará a abocanhar verbas antes destinadas aos intervalos comerciais. Só para se ter uma ideia, em 2013, os canais abertos concentraram 53% dos investimentos publicitários no Brasil.

Se a audiência de uma atração for maior no site do que na medição tradicional, os anunciantes poderão migrar seu dinheiro para o digital. Em última instância, a compra de mídia acontecerá com base numa tecnologia capaz de oferecer às marcas informações altamente precisas sobre gostos, hábitos e perfis de compra.

O grande desafio do ITTR será ir além do número de tweets sobre um programa e criar cruzamentos relevantes para os anunciantes. “De um lado, você tem a internet, que é o canal de mídia mais mensurável da história, em comparação com a TV, que é sem dúvida o canal mais difícil de medir”, disse à Wired Clark Fredricksen, vice-presidente da eMarketer, famosa empresa de pesquisas.

O Twitter também precisará ampliar sua base usuária para criar relevância em torno do Ibope das redes sociais. Hoje, muitos programas são vistos por um número maior de pessoas do que a plataforma tem em sua base. Em virtude disso, o site depende dos holofotes dos canais para ganhar adeptos, algo que já acontece no Brasil em shows da Record.

Apesar da potencial ameaça, o fato é que produtores e distribuidores de conteúdo têm dado um voto de confiança ao Twitter. De olho nos novos costumes do público, a Comcast criou um projeto que permite aos seus assinantes trocar de canal com um tweet.

“Se os usuários estão mudando de canal com smartphones em vez de controles remotos, isso pode gerar um fluxo de dados mais rico para as empresas de mídia explorarem”, afirmou a Fast Company.

Por meio da ferramenta, é possível saber quanto tempo um telespectador permaneceu numa emissora antes de mudar para outro programa ou em que momento de uma atração ele desistiu de acompanhá-la.

Quando o assunto é geração de audiência pelas redes sociais, os executivos de televisão tendem ao ceticismo. Uma reportagem do Financial Times revelou que Facebook e Twitter ainda não influenciam os hábitos das pessoas, com base em depoimento do head de pesquisa da NBCUniversal.

“Twitter e Facebook têm pressionado para capturar um pedaço dos 236 bilhões de dólares do orçamento global de publicidade televisiva posicionando suas redes como um complemento à programação e aos comerciais. No entanto, a mídia e os executivos de marketing dizem que pesquisar a conexão entre redes sociais e programas de televisão continua a ser um trabalho em progresso”, diz o texto do Financial Times.

As iniciativas das companhias do Vale do Silício são seguidas com atenção pelas emissoras. Isso porque serviços como o Twitter estão criando modelos de negócio com base no conteúdo original produzido por elas. Na prática, a indústria da publicidade está se reinventando a partir do valor criado por titãs que sempre dominaram o mundo do entretenimento.

Fechar-se a essa transformação seria nadar contra uma mudança, muito bem-vinda, provocada pelos telespectadores. Com sorte, ainda dá tempo para aproveitar esse contexto e começar a inovar.

Diversos players têm decidido criar ambientes digitais próprios, que organizam e enriquecem as conversas produzidas nas redes. Eles passam então a ter mais controle sobre seu conteúdo e diminuem o impacto das investidas dos novos concorrentes.

Essa é apenas uma das soluções à disposição das emissoras. A TV – e os negócios derivados dela – ainda têm uma vida longa pela frente.

Fonte: Exame

Identidade Visual | Correios muda sua marca e sua logo, mas será que a empresa mudou?

Mudaram a identidade visual, mas e a empresa, será que mudou? Mudar uma marca é como dizer aos clientes que a empresa também está mudando, é como carregar novos valores, símbolos e identidades. A construção da nova marca inclui uma série de fatores que irão refletir na imagem da empresa.

“Se existe uma marca que está junto de todos os 200 milhões de brasileiros é a dos Correios” fala Flávio Waiteman, VP de criação e sócio da Master Roma Waiteman.

Em 4 de agosto de 1970, os Correios ganhavam seu primeiro logo, escolhido a partir de um concurso público para definir a identidade visual do serviço. Seu criador foi o então estudante de Arquitetura e Urbanismo Eduardo J. Rodrigues, que tomou por base as cores e setas de um envelope comum aéreo para criar uma identidade visual que transmitisse a mensagem de dinamismo, difusão e movimento.

Duas décadas depois, em 1990, o logo foi atualizado. Nessa mesma época, a empresa desenvolveu um manual de padronização. Agora, após 24 anos, a marca dos Correios passa por novas mudanças.

“A responsabilidade de comunicar a todos que essa empresa, uma das melhores e mais eficientes do mundo, mudou de marca coube a nossa agência, a Master Roma Waiteman. Uma marca que está tão dentro da nossa vida, que preferimos coloca-la 'abraçando' o brasileiro. É uma honra, antes de um dever, estar com os Correios nesse momento” declara Waiteman.

A campanha desenvolvida pela agência inclui filmes publicitários nas versões 60”, 30”, 15” e 5”, anúncios para jornais e revistas, mídia OOH [MUB, frontlight, adesivos de trem (metrô)] e online, radio, adesivagem dos principais edifícios administrativos da empresa e de parte da frota da estatal nas principais capitais do país.

E também cartazes, folders e mala direta para clientes e fornecedores. A nova marca foi criada por uma empresa gaúcha de branding e design chamada CDA.






As confederações esportivas patrocinadas pelos Correios também apresentaram seus uniformes com a nova marca aplicada — os atletas Thiago Pereira (natação), Poliana Okimoto (maratonas aquáticas), Paula Gonçalves e Bruno Sant’Ana (tênis) e Gil Pires e Jaqueline Anastácio (handebol), além de autoridades, clientes, parceiros e jornalistas participaram do evento de lançamento em Brasília.

Na ocasião, foi apresentado o selo e carimbo comemorativo para celebrar a nova marca.



Fontes: Exame, B9

Marketing Promocional | McDonald’s aposta nos tradicionais sanduíches da Copa

Campanha homenageia as seleções de Brasil, Argentina, Espanha, França, Itália, Alemanha e Estados Unidos

O McDonald’s vai receber a seleção de sanduíches campeões para celebrar a Copa do Mundo da FIFA 2014™. A tão esperada campanha “Favoritos McDonald’s” chega a sua quarta edição com sete delícias que vão incrementar ainda mais o já saboroso cardápio da rede até o dia 25 de junho. As novidades homenageiam sete seleções que disputarão o mundial: Brasil, Argentina, Espanha, França, Itália, Alemanha e Estados Unidos.

A cada dia, um sanduíche será vendido. A semana começa com o McBrasil, aos domingos. Na sequência, é oferecido o McEspanha (segunda-feira), McAlemanha (terça-feira), McFrança (quarta-feira), McItalia (quinta-feira), McArgentina (sexta-feira) e McEstados Unidos (sábado).







Todos os sanduíches trazem elementos típicos da gastronomia de cada país, como o polpettone no McItália, o molho chumichurri no McArgentina, o molho mostarda Alemã no McAlemanha, a maionese Oliva no McEspanha e o famoso vinagrete brasileiro no McBrasil.

“Essa ação é um propriedade extremamente querida e muito esperada pelos consumidores do McDonald’s, assim, não poderia faltar no ano da Copa no Brasil. Vamos trazer aos nossos consumidores combinações de sabores deliciosos em uma campanha empolgante que vai contribuir para o clima festivo gerado por um dos maiores eventos esportivos do mundo”, explica  Roberto Gnypek, vice-presidente de Marketing do McDonald’s.


Cardápio completo:

Segunda feira: McEspanha, atual campeã mundial e número 1 no ranking da FIFA. Este produto é composto por um pão McBola, carne crispy chicken, maionese Oliva, queijo sabor bacon com pimenta, embutido copa, tomate e mix folhas.

Terça feira: McAlemanha, três vezes campeã da Copa do Mundo da FIFA. Este produto é composto por um pão McCopa, carne Rib, molho mostarda Alemã, cebola roxa, picles, alface crespa, e queijo sabor bacon com pimenta.

Quarta feira: McFrança, campeã de 1998, sempre polemica, mas sempre uma das favoritas. Este produto é composto por um pão McCopa, carne crispy chicken, Melt Cream Cheese com ervas, queijo parmesão ralado, mix folhas, tomate e queijo emental.

Quinta feira: McItalia, campeã do mundo em 2006 e segunda seleção a conquistar o tetra campeonato. Este produto é composto por um pão McBola, carne polpettone, molho de tomate com manjericão, queijo parmesão ralado e peperoni.

Sexta-feira: McArgentina, bicampeã mundial e eterna rival do Brasil. Este produto é composto por um pão McBola, carne Angus, condimento Angus, molho maionese chimichurri, alface crespa, tomate, bacon e queijo cheddar.

Sábado: McEstados Unidos, levou o segundo lugar na Copa das Confederações de 2009. Este produto é composto por um pão McBola, carne Angus, condimento Angus, molho barbecue, cebola crispy, picles, mix folhas, bacon e queijo cheddar.

Domingo: McBrasil, a única seleção pentacampeã do mundo, e principal favorita para ganhar o mundial em casa! Este produto é composto por um pão McBola, carne Angus, condimento Angus, maionese, molho vinagrete, alface crespa e queijo emental.

Sobre a Arcos Dorados
A ArcosDorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. Diretamente ou por meio de franquias, a Companhia opera mais de 2.062 restaurantes da marca McDonald’s na região, com mais de 90.000 funcionários atendendo cerca de 4,3 milhões de clientes todos os dias. Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).  Para saber mais sobre a Companhia visite nosso site www.arcosdorados.com

Fonte: Multitexto

Novos Negócios | com investimentos de US$ 8 milhões, rede Johnny Rockets é lançada no Brasil

A rede de lanchonetes americana chega ao país com plano ambicioso depois de problema com marca.

Quase uma década e algumas disputas judiciais depois, a rede de lanchonetes americana Johnny Rockets faz sua estreia no Brasil, com planos ambiciosos de expansão. Inaugurado no começo do ano, o primeiro restaurante foi aberto em Guarulhos. Ainda em 2014, mais dez lojas devem ser abertas, podendo chegar a 100 unidades nos próximos 20 anos.


Há dez anos o empresário Antonio Augusto Ribeiro de Souza tinha autorização para explorar a marca no Brasil, mas se deparou com outra empresa usando a identidade visual da rede americana. “Desde 2004, a gente tenta registrar a marca junto ao Inpi, mas não tivemos êxito. Em 2011, a rede lá fora entrou com uma ação e conseguiu uma liminar para que a outra empresa retirasse a marca”, conta Souza.

Só em 2011 começou então o processo de tropicalização da operação, com adequação do cardápio e ingredientes usados. “Devemos terminar esse ano com dez lojas. Para o ano que vem, o projeto é continuar nesse ritmo, saindo de São Paulo e indo para outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre”, conta.


Nesta primeira etapa, todas as lojas serão próprias do empresário, que deve investir cerca de 8 milhões de dólares na expansão neste ano. Quando a operação estiver consolidada, novos sócios devem participar da empresa. “A minha opção não é franquia. Eu estou querendo montar uma estrutura com sócios minoritários, principalmente fora de São Paulo, que fiquem à frente da operação e tenham capacidade financeira para um determinado número de lojas”, explica.

Souza tem o compromisso de abrir, pelo menos, 29 lojas nos próximos dez anos, chegando a 100 unidades até 2034. Os restaurantes brasileiros reforçam a presença da rede na América do Sul. Chile e Equador já têm restaurantes da marca. No total, a empresa tem presença em 25 países, com mais de 100 endereços.

Fonte: Exame

Apps | Os aplicativos para chamar táxi e suas estratégias de marketing


Apps se uniram a empresas para oferecer mimos, como desconto nas corridas e ingressos para os jogos da Copa, e tentar fidelizar passageiros e taxistas.

Exemplo, a Easy Taxi firmou parceria com banco Santander em novembro de 2013.

São Paulo - Quem anda de táxi em grandes cidades brasileiras assistiu a uma transformação no mercado nacional com o lançamento de aplicativos nos últimos três anos. Eles chegaram com a promessa de encontrar um carro rapidamente para os passageiros que pedissem a corrida pelo aplicativo.

Agora os "apps" se uniram a empresas para oferecer mimos, como desconto nas corridas e ingressos para os jogos da Copa, e tentar fidelizar passageiros e taxistas.

O que as empresas de tecnologia querem com essas inovações é abocanhar uma fatia maior do mercado de táxi no País - que movimenta R$ 17 bilhões ao ano, segundo estimativas de mercado.

A primeira grande parceria fechada no Brasil foi entre o aplicativo Easy Taxi e o banco Santander, em novembro passado. O banco paga metade das corridas dos clientes de São Paulo entre 20h e 6h, desde que o pagamento seja feito com o cartão do banco cadastrado no aplicativo. A promoção vai na mesma linha do subsídio que os bancos dão para ingressos de cinema e concessão de milhas.

Os taxistas de São Paulo já tratam como certa uma reação do Itaú em parceria similar com o 99 Táxis, o principal concorrente da Easy Taxi, segundo disseram ao Estado cerca de dez motoristas. Procurado, o banco não comentou. O presidente da 99 Taxis, Paulo Veras, confirma que a empresa mantém negociações para parcerias do tipo com bancos, mas não revelou qual a instituição.

A Visa seguiu no mesmo caminho e vai sortear ingressos para jogos da Copa aos clientes que pagarem suas corridas do Easy Taxi com cartões de sua bandeira. "A promoção é uma forma de mostrar ao consumidor de que ele pode pagar o táxi com cartão. Esse segmento ainda é dominado pelos pagamentos em dinheiro", disse Renato Rocha, diretor da Visa.

Os bancos e a indústria de cartões não foram os únicos a apostar em ações de marketing com aplicativos de táxi. A Flores Online distribuiu flores para as passageiras no Dia da Mulher. E a Johnnie Walker relançou uma campanha em prol da lei seca, incentivando o uso do táxi nos fins de semana. Desde o último dia 10 até o fim de junho, a marca de uísque vai pagar até R$ 40 da conta do táxi dos clientes que usarem o Easy Taxi entre quinta e sábado, das 20h às 4h em quatro cidades.

"Temos uma equipe focada em definir parcerias. O aplicativo reúne uma base forte de passageiros e taxistas e muitas empresas querem falar com esse público", disse Tallis Gomes, presidente da Easy Taxi.

Motoristas

Como já existem vários aplicativos de táxi, outro desafio é fidelizar os motoristas. Foi por isso que o sistema de cobrança de tarifas dos taxistas pelo uso do aplicativo não deu certo no Brasil. A Easy Taxi, por exemplo, que cobra taxas de taxistas no exterior, tentou impor R$ 2 por corrida e teve de desistir, já que outros aplicativos não cobravam a tarifa e os taxistas davam prioridade para corridas dos concorrentes.

Além de vender seu espaço para promoções, os apps de táxi têm mais duas grandes apostas: o aplicativo para clientes corporativos e a cobrança de tarifas sobre pagamentos móveis.

O 99 Taxis e o Easy Taxi lançaram o aplicativo para empresas no início de março. Já a Wappa, que oferece pagamento de corridas via SMS, que substitui boletos de táxi desde 2005, também lançou o seu aplicativo para não perder o terreno já conquistado. "Todo mundo está olhando o mercado de aplicativo de táxi para empresas. É difícil monetizar o produto para o consumidor", disse Armindo Mota Junior, presidente da Wappa. A empresa faturou R$ 60 milhões em 2013 e tem 1.000 empresas cadastradas e uma frota de 25 mil táxis que aceitam a solução.

Outra aposta é no serviço de pagamento móvel, no qual o cliente paga o táxi pelo próprio celular usando um cartão pré-cadastrado ou serviços de pagamento online, como o Paypal. Em troca, os aplicativos ganham uma comissão pelas transações, uma lógica similar às das "maquininhas" usadas pelo varejo físico para pagamentos com cartão.

Fonte: Exame

Novos canais | Maconha já é vendida em Máquinas automáticas (vending machine) nos EUA

Como um produto qualquer, a machonha começa a ser vendida nos canais de vendas tradicionais. Daqui a pouco vão "dar" de brindes na compra de outros produtos/serviços. Para comprar maconha ou produtos derivados o comprador só precisa apresentar um documento de identidade.

A primeira máquina automática de venda de maconha foi apresentada no estado do Colorado, nos Estados Unidos. A máquina chamada ZAZZ dispensa funcionários e evita filas, segundo o fabricante.

O protótipo da máquina está em exposição na Smokehouse, uma churrascaria da cidade de Avon, no Colorado. Segundo a empresa responsável, a máquina será abastecida de maconha e alimentos feitos à base da erva produzidos pela Herbal Elements. A maconha foi legalizada no Colorado, no final de 2012, para uso medicial e recreativo. Stephen Shearin, do grupo American Green, afirma que a máquina será útil especialmente para os consumidores tímidos, que têm dificuldade na hora de comprar maconha, mesmo que para uso medicinal.

O empresário Greg Honan, dono da Herbal Elements, diz que a máquina vai facilitar o comércio, permitindo maior controle dos estoques e eliminando a necessidade de atendentes.

Ele garante que a máquina é segura quanto ao risco de roubos. Para comprar os produtos como brownie de maconha o comprador só precisa ter em mãos um documento de identidade ou a carteira de motorista, já que o estado do Colorado libera o comércio de maconha.

Fonte: Estadão

Mercado da Beleza | saiba quanto as mulheres gastam com vaidade no Brasil



Fonte: IBOPE

Comportamento | 47% dos brasileiros se informam antes pela internet


Saber que quase metade dos brasileiros usam a internet para se informar muda completamente a maneira que as empresas devem encarar a internet no ambiente de negócios. Mas, será que a sua empresa dá esse valor para seus processos e negócios?

Levantamento do Ibope aponta que a internet já é a principal fonte de informações para 47% dos brasileiros. Percentual impressiona e está acima da média mundial

Internet: brasileiros ficam em média 3h39 na internet de segunda à sexta, segundo dados do Ibope

A internet já é a primeira fonte de informações de quase metade dos brasileiros. O dado é do Ibope. Em pesquisa do instituto, 47% dos entrevistados apontaram o veículo como sua forma preferencial de ter acesso a notícias.

É bom que se diga: o percentual está acima da média mundial - que é de 45%. Para o levantamento, o Ibope entrevistou 20 mil pessoas nas regiões metropolitanas de Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

A pesquisa faz parte do estudo global “O que motiva os consumidores do mundo”, do Target Group Index. Para ele, mais de 200 mil pessoas foram entrevistadas em 70 países de quatro continentes.

Tempo

No começo de março, o Ibope já havia divulgado números que apontavam que o brasileiro passava mais tempo na internet do que vendo TV. Em média, eram 3h39 contra 3h29 de segunda à sexta.

No fim de semana, essa diferença é ainda maior. Aos sábados e domingos, os brasileiros passam, em média, 3h43 conectados - contra 3h32 em frente à TV.

Um dos principais caminhos para a internet, o acesso por meio de conexão 3G é uma tendência e também vem crescendo. Segundo a Anatel, são cerca de 95 milhões de tablets e smartphones conectados assim hoje no país - embora a internet 2G ainda seja predominante.

Fonte: Exame, Ibope

Diferencial competitivo | Galaxy S5 resiste a 'atropelamento' e queda em água, a próxima fronteira dos smartphones


A próxima fronteira da vantagem competitiva entre os celulares não é mais a velocidade de processamento, nem mesmo a tecnologia embarcada. Tudo isso está se tornando commoditie! O diferencial competitivo agora é a robustes com que eles são construídos. Smartphone que não for robusto, não será tão vendido quanto seus concorrentes robustos que entregam as mesmas coisas. Os resultados impressionam pela resistência do aparelho, sem nem mesmo criar rachaduras na tela. Galaxy S5 é atropelado e jogado na água em teste: vale lembrar que o smartphone traz o padrão de proteção IP67, que é resistente à água e à poeira

Quando a Samsung anunciou as capacidades de resistência à água e poeira do Galaxy S5, era de se esperar que logo seriam testadas.

E foi o que fez a equipe do site TechSmartt, que gravou vídeos testando a resistência do Galaxy S5 na água (e dentro de uma máquina de lavar roupas) e em quedas de alturas medianas — sendo finalizado com um atropelamento por uma SUV.

No primeiro vídeo, o Galaxy S5 passou alguns minutos dentro de uma piscina e funcionou normalmente depois — o único problema visível foi a falha na resposta do display devido à tela ainda estar coberta com água.

A resistência à água também foi testada com o Galaxy S5 sendo colocado dentro de uma máquina de lavar roupas durante um ciclo de 50 minutos.


Neste processo, a equipe do TechSmartt precisou abrir a parte traseira do smartphone para retirar um pouco de água e reiniciar o aparelho — o mesmo voltou a funcionar corretamente após o fim do ciclo.

Além disso, a mesma equipe testou a resistência a quedas do Galaxy S5, em comparação ao Galaxy S4. Ele foi jogado de diferentes alturas e depois foi atropelado por uma SUV.

Os resultados impressionam pela resistência do aparelho, sem nem mesmo criar rachaduras na tela. Vale lembrar que o Galaxy S5 traz o padrão de proteção IP67, que é resistente à água e à poeira — o aparelho pode resistir até 30 minutos dentro da água em uma profundidade de até 1 metro.

Fonte: Exame

Dicas de como escolher um ponto comercial para sua franquia

Uma das grandes preocupações de quem quer abrir o próprio negócio ou uma franquia é escolher o ponto comercial mais adequado

A localização do ponto comercial é realmente muito importante para o sucesso da franquia, mas não é o único fator que deve ser levado em consideração. Antes de começar a pesquisa do local para instalação do negócio, primeiramente, é fundamental ter o conhecimento total sobre o perfil do público consumidor do produto, renda, classe social e estilo de compras.

Cada segmento de mercado tem características específicas que se não forem analisadas previamente podem influenciar nos resultados e no desempenho da operação.

Ao iniciar a busca do ponto comercial, faça um check list com os itens mais importantes a serem analisados, como a acessibilidade, fluxo de pessoas, segurança da região, entre outros.

Entender o que ocorre ao redor do ponto é fundamental. Por exemplo, para determinadas operações estar em local de fácil acesso ao transporte público pode fazer toda a diferença. Já para outras, como redes de materiais de construção, ter estacionamento no local ou próximo é fundamental para a performance de venda.

Faça visitas no ponto em dias e horários diferentes, assim será possível analisar o fluxo de pessoas e as características de consumo da região. A análise desses fatores vai facilitar no desenvolvimento das estratégias para ampliar as vendas no futuro.

A concorrência é outro item que deve ser criteriosamente pesquisado. Quais concorrentes estão instalados na região e como estão operando? Isso pode ser interessante uma vez que pode gerar fluxo de pessoas para essa região em função dos concorrentes instalados o que vai beneficiar o seu negócio, porém se é um concorrente que tem competitividade em preços e oferece mais serviços para o cliente do que o negócio que você vai instalar, pode ser uma ameaça e não uma oportunidade.

É necessário ainda verificar o estado de conservação do local – quando se trata de um espaço já construído. As instalações internas são outro item que merecem atenção, pois também podem influenciar nos custos de reforma. Fique atento a algumas armadilhas como pontos localizados próximos a corredor de ônibus, pontos de táxi, região de trânsito intenso e

até mesmo em relação à luz do sol que bate na frente da sua loja. E não se esqueça de verificar o projeto do seu negócio na prefeitura, pois ele pode ter restrições. Além disso, você também poderá checar informações sobre novas construções, novas vias ou viadutos que no futuro podem impactar seu ponto comercial.

O franqueador deve passar toda orientação para a escolha do ponto ideal. Faz parte do sistema de franquia fornecer essas orientações para o franqueado antes de abrir o negócio. Muitos franqueadores, inclusive, aprovam o ponto antes.

Fonte: Exame, Lyana Bittencourt, especialista em franquias