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Fonte: Adsoftheworld

Grupo Pão de Açúcar compra Casas Bahia em uma jogada estratégica e no melhor momento, final do ano

Hoje, 04/11/09 às 11:00, o Grupo Pão de Açúcar confirmou a compra do controle das operações das Casas Bahia, rede de varejo fundada por Samuel Klein, criando um gigante do varejo com mais de R$ 18,5 bilhões em faturamento bruto anual. Os negócios de Ponto Frio e Casas Bahia no varejo de bens duráveis serão integrados, assim como o comércio eletrônico das duas e do Pão de Açúcar.

O negócio foi concluído há uma semana, mas apenas nesta madrugada Abilio Diniz, presidente do conselho de administração do Pão de Açúcar, comunicou a operação a acionistas e diretores do grupo.

Pelos termos do negócio, a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), holding do Pão de Açúcar, deverá transferir para a Globex (holding do Ponto Frio), pelo valor de R$ 120 milhões, todos os estabelecimentos comerciais onde atualmente são operados negócios de varejo de bens duráveis (lojas Extra Eletro). Esse acordo não abrange os negócios de bens duráveis operados pela CBD em seus supermercados e hipermercados.

A Globex, holding controladora do Ponto Frio, foi comprada pelo Pão de Açúcar em junho deste ano.

Já as Casas Bahia constituirá uma nova sociedade, por ora chamada de Nova Casa Bahia, mediante a conferência de ativos e passivos operacionais, com valor aproximado de R$ 950 milhões. Ficam fora desse acordo imóveis da Casa Bahia, participações em sociedades e determinados passivos.

Finda essa etapa, a totalidade do capital social da Nova Casa Bahia será transferida para o patrimônio da Globex, por meio de incorporação de ações ou mediante outra estrutura que as partes venham a achar mais eficiente.

O comunicado da CBD ressalta que a Globex permanecerá como companhia aberta, com suas ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Participações
Concluída a integração dos negócios de varejo da Globex e das Casas Bahia, a CBD terá uma participação majoritária no capital votante e total de Globex, sendo titular de 50% das ações ON (ordinárias, com direito a voto) mais uma ação.

Já a Casas Bahia será titular de 47,8429% das ações ON e 2,2186% das ações PN, as quais serão conversíveis em ações ordinárias ou resgatáveis, conforme resultado da Oferta Pública de Aquisição (OPA) que a CBD fará como parte da compra da Globex, negócio fechado em junho. A intenção das empresas é que a Casas Bahia atinja uma participação de 49% no capital votante de Globex.

A associação também vale para negócios de comércio eletrônico de bens duráveis, mas o modelo de transferência ainda não foi acertado. Sabe-se que, como resultado dessa integração, a Casas Bahia terá uma participação societária de 17% do capital social da nova empresa, chamada de Nova PontoCom.

As empresas estimam que a associação seja implementada no prazo de até 120 dias, sendo que a integração dos negócios de varejo e comércio eletrônico será realizada simultaneamente.

O CBD terá o maior número de cadeiras no conselho de administração da Globex. Por indicação da CBD, o presidente do conselho será Michael Klein, atual presidente da Casas Bahia.

Incluindo lojas de super e hipermercados, o Grupo Pão de Açúcar ficará, no total, com 1.582 lojas. O faturamento anualizado da CBD, holding do Pão de Açúcar, com Ponto Frio e Casas Bahia chegaria a R$ 40 bilhões em 2008, divulgou o grupo.

Na quinta-feira, a ação da Globex (GLOB3), controladora do Ponto Frio, subiu 35,42%, para R$ 14,49, com 115 negócios realizados, volume atípico para o papel, impulsionado pelas compras de uma corretora. Hoje, a ação não está sendo negociada no pregão, entretanto o papel do Pão de Açúcar (PCAR5) sim (clique aqui e acompanhe o dia nos mercados).

Nos últimos sete dias, o papel da Globex acumula alta de 56,31%. Em 30 dias, o avanço é de 81,13%. No ano, a ação se valorizou 188,06%.

Estrutura
Como fica o Grupo Pão de Açúcar + Globex (Ponto Frio) + Casas Bahia

Faturamento: + de R$ 40 bilhões (em 2008)

Número de lojas: + de 1.800 lojas

Presença: + de 335 municípios em 18 estados (RS, SC, PR, SP, RJ, MG, ES, GO, MS, MT, BA, RN, AL, SE, PE, PB, CE e PI) e no Distrito Federal

Canais comerciais: e-commerce, supermercados, hipermercados, lojas compactas, postos de gasolina, drogarias e claro, as lojas de shopping e de ruas do Ponto Frio e Casas Bahia

Funcionários: + de 120 mil

Centros de distribuição: 43

Análise
A estratégia é clara, diversificação relacionada em canais comerciais com ganhos de poder de negociação, penetração de mercados e presença em varejo alimentar e não alimentar.

Qual o diferencial em relação aos concorrentes diretos?
Na área de supermercados, o foco do Walmart não é lojas de móveis e eletrodomésticos. O Carrefour já possui canais nesse sentido em outros países. O Extra eletro não foi uma boa experiência para o Grupo Pão de Açúcar, significa que comprar Ponto Frio e Casas Bahia é comprar recursos, capacidade e competências estratégicas daquelas que já sabem fazer o melhor dentro do canal que estão.

Quem conhece o varejo sabe que esse tipo de compra resulta em uma agregação de valores e poder enormes na hora de negociar, principalmente espaços publicitários.

Algumas possibilidades
O Grupo Pão de Açúcar não vai parar, vai continuar a diversificar em segmentos de oportunidades ou com os líderes do setor.

Agora a tendência será entrar em setores que tragam sinergia, como comunicações, telefonia, transporte, construção civil e imobiliário.

Aposto que o próximo passo mais ousado será para a área de comunicações, por que não um canal de TV, rádio, ou jornal local? A mídia faz parte e terá muito sentido nessa fase de expansão, mas será um passo ousado, já que é uma diversificação pouco relacionada, mas que dá "poder" às ações do Grupo.

Vamos acompanhar as cenas dos próximos passos e porque não, dos concorrentes.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: O Globo, Grupo Pão de Açúcar

Greenpeace anuncia líderes mundiais pedindo desculpas pelo fracasso do clima em anúncios no Aeroporto de Copenhagen

O Greenpeace espera que estes anúncios tenham um futuro errado - a de um mundo onde os líderes vão olhar para trás e dizer que "poderiam, deveriam, desejariam", numa atitude de que a cúpula climática de Copenhaguen falhou. Estes anúncios estão justamente no aeroporto de Copenhagen, por onde deveriam passar os líderes do mundo de hoje, mas é claro que eles não vão passar por lá, afinal líderes mundiais não andam no mesmo espaço que nós, pobres mortais. Mas com certeza é um esforço para chamar a atenção de apenas alguns líderes, mas que pode ajudar a formar uma mídia espontânea a ponto de influenciar a opinião deles. Ou melhor, a opinião dos que influenciam os líderes, afinal, cada um representa uma Nação e não apenas a cabeça de cada um.

Barack Obama (US)

Photo:Greenpeace/Åslund

Angela Merkel (Germany)


Photo:Greenpeace/Åslund


Nicolas Sarkozy (France)

Photo:Greenpeace/Åslund


Gordon Brown (UK)

Photo:Greenpeace/Åslund


Luiz Inacio Lula da Silva (Brazil)

Photo:Greenpeace/Åslund


Donald Tusk (Poland)

Photo:Greenpeace/Åslund


Jose Luis Rodriguez Zapatero

Photo:Greenpeace/Åslund


Stephen Harper (Canada)

Photo:Greenpeace/Åslund


Cada vez mais as organizações não governamentais fazem campanhas tão inteligentes quanto as indústrias. Esse é um sinal de que não importa de que lado você esteja: "Yes, we can!"

Detalhe, vejam que além dos rostos dos líderes estarem velhos, alguns estão com a pele escura, simbolizando o aquecimento global.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: GreenPeace

Sophie Monk posa pelada em anúncio da Peta




A cantora, atriz e vegetariana a muito tempo, Sophie Monk é a australiana do momento que aproveitou a oportunidade para estrelar este anúncio bonito para promover o vegetarianismo para a Peta.

Esse é o exemplo de que dá para fazer belas campanhas utilizando apenas o imagem bela das celebridades.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Peta.org

Com dólar baixo, pequenas empresas terão novo crédito para exportação

As micro e pequenas empresas terão mais uma alternativa de financiamento à produção de bens e serviços a serem exportados. O ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) criou nesta sexta-feira,(30) uma nova modalidade do Programa de Financiamento às Exportações - o Proex pré-embarque -, que vai financiar empresas com faturamento anual de até R$ 60 milhões. Os exportadores poderão receber o dinheiro até 180 dias antes do embarque.

O Proex-financiamento, no modelo atual, só financia a comercialização das exportações já embarcadas. Ou seja, ele serve para antecipar à empresa o pagamento das vendas. A diretora dos programas de financiamento do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig), Lúcia Helena Monteiro Souza, explicou que as empresas de menor porte precisam de recursos ainda na fase de produção. "Esta medida atende os pequenos que não têm acesso ao mercado bancário", afirmou.

As empresas, após realizarem a exportação e quitarem o financiamento do pré-embarque, ainda podem solicitar a linha de crédito do pós-embarque. O pequeno exportador, no entanto, pode ter dificuldades para operar a nova modalidade do Proex. Lúcia Helena explicou que estão sendo feitos ajustes nas apólices do seguro de crédito com garantias do Tesouro (Fundo de Garantia às Exportações - FGE).

A portaria que criou o Proex pré-embarque estabelece que o certificado de garantia de cobertura do seguro de crédito deverá ser apresentado ao Banco do Brasil, que opera o programa, antes do embarque ou do início da prestação do serviço. Lúcia Helena disse que o exportador pode apresentar outras garantias, mas admitiu que as micro e pequenas empresas têm dificuldades para consegui-las. "Estamos trabalhando para que esteja operando até o final do ano", disse.

O Tesouro não fará nenhum reforço no orçamento do Proex para operar a linha de pré-embarque. A diretora disse que ainda está disponível, no Banco do Brasil, cerca de 40% do orçamento de R$ 1,3 bilhão. "Existe recurso suficiente para essa nova demanda até o final do ano", afirmou. "Houve uma queda grande na procura por financiamento às exportações e nós sentimos isso no Proex", explicou. O setor exportador é o que mais tem sentido a retração do mercado mundial, após a crise financeira internacional.

Fonte: Agência Estado

Black Friday, a maior liquidação de varejo dos EUA

Enquanto o brasileiro ávido por liquidação vai ter que esperar o final de janeiro para começar a aproveitar as liquidações das lojas, nos EUA, multidões dormiram na fila para garantir os descontos da "Black Friday". A "Black Friday" é considerada pelos comerciantes um eficiente termômetro para medir o ânimo dos consumidores - e, consequentemente, a saúde da economia.

Os consumidores dos Estados Unidos correram para as lojas para aproveitar as ofertas da "Black Friday", a maior liquidação de varejo do país, que ocorre toda sexta-feira após o dia de Ação de Graças. A "Black Friday" abre a temporada de Natal e é tradicionalmente o dia de maior movimento nas lojas dos Estados Unidos, correspondente a cerca de um quinto da receita de vendas de todo o ano.

Muitas lojas, como o Wal-Mart, abriram no próprio feriado de Ação de Graças ou na madrugada para receber os consumidores, que fizeram filas para aproveitar as ofertas.

Depois de enfrentar a pior queda nas vendas em décadas, a boa notícia é que o varejo dos Estados Unidos está iniciando as vendas de Natal com estoques baixos e itens mais práticos nas prateleiras, que refletem o comportamento do consumidor.

Mas, com a taxa de desemprego em 10,2% e consumidores ainda enfrentando restrições de crédito, muitos analistas não esperam grande alta nas vendas frente ao ano passado.
A caixa de supermercado Debra Diriwachter esperou longas horas no shopping Queens Center antes da abertura das portas, às 23h de quinta-feira. Ela contou que está gastando menos com presentes este ano e pagando somente à vista. "Não quero entrar em dívida e, se eu souber o que estou gastando, é melhor."

Segundo uma pesquisa da Federação Nacional do Varejo, até 134 milhões de norte-americanos devem fazer suas compras de Natal neste fim de semana. O número é maior do que o do ano passado, mas ainda abaixo do que foi registrado em 2007, quando a crise ainda não tinha mostrado suas garras.

Lojas de departamento como Wal-Mart, Target, J.C. Penney e a de eletrônicos Best Buy notaram forte demanda por itens caros, com os produtos eletrônicos em destaque. Mas também houve procura por itens mais difíceis de vender, como joias e utensílios para cozinhar. "Sei o que eu quero e os preços que estou disposta a pagar", disse Winifred Tyson, enquanto carregava duas sacolas lotadas de roupas e itens para cozinha da nova loja da J.C. Penney em Manhattan.

Apple ensaia promoção no site
A loja virtual da Apple fez seu próprio ensaio de "Black Friday" no Brasil: durante todo o dia de ontem, e até as 5h59 de hoje, promoveu "Um dia de compras da Apple", com descontos para alguns produtos vendidos no país.
Apesar do conceito de promoções parecido com a da "Black Friday", o evento virtual ainda é um embrião, se comparado à iniciativa dos Estados Unidos. A diferença de preços não acompanha: o maior desconto foi de R$ 321 para o Macbook Pro de 13, 15 ou 17 polegadas.

"Teremos um Natal amargo este ano, as pessoas estão sentindo a crise econômica, comprando menos e deixando de viajar nas férias", lamentou o diretor da divisão de pesquisas da Universidade, Douglas Schwartz.

No entanto, algumas lojas da Rua 34, em Nova York, amanheceram lotadas nesta 'Sexta-Feira Negra'. A Ann Taylor, que vende roupas femininas, está oferecendo às clientes um desconto de 20% para todas as compras feitas antes do meio-dia, enquanto a Banana Republic alardeava cortes de 40% e a Lane Bryant anunciava: "Compre uma e leve duas".

Na popular Macy's, os clientes também se acotovelavam em busca das melhores ofertas. No entanto, outras lojas menos incensadas não estavam tão cheias.

Mesmo assim, um executivo da rede de eletrônicos Best Buy mostrou otimismo em uma entrevista à rede de televisão NBC: "Estamos muito felizes com a quantidade de gente que saiu às ruas para compra na manhã de hoje. Estamos vendendo bastante. É um bom dia".

Sexta negra
Origem. O nome "Black Friday", sexta-feira negra, é uma alusão à expressão em inglês "go in the black", que quer dizer ter mais lucros. Traduzindo em uma expressão bem brasileira, significaria "sair do vermelho".

Aos que estão aproveitando o dólar baixo para viajar aos EUA, esse é o melhor momento para aproveitar e fazer compras de gente grande e trazer muita coisa de oportunidades.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fontes: O Tempo, AFP

Dubai: do luxo à crise, de polo turístico de luxo a risco de calote bilionário

Notícias vindas do mundo árabe derrubaram bolsas ao redor do mundo nos últimos dias, mas ao menos dessa vez não se pode apontar o dedo para a volatilidade dos preços do petróleo. Na verdade, o temor provocado pela expectativa de um calote bilionário por parte de Dubai, o mais famoso dos Emirados Árabes Unidos, está justamente ligado aos esforços das economias do Golfo para reduzir sua dependência do petróleo, mostra reportagem de Fernando Duarte, publicada neste domingo pelo Globo. No caso especifico de Dubai, entretanto, a experiência de diversificação está mostrando resultados muito mais assustadores que promissores.

Na semana passada, o conglomerado estatal Dubai World pediu a seus credores para adiar o pagamento de US$ 59 bilhões em dívidas da incorporadora Nakheel, da qual detém o controle, abalando os mercados financeiros em todo o mundo. Reflexo da crise global, que derrubou em 50% os preços dos imóveis em Dubai.

Ao contrário de Abu Dhabi, o vizinho que hoje controla 90% das reservas petrolíferas dos Emirados Árabes Unidos (a quinta maior do mundo), Dubai precisou muito mais cedo se preocupar com a era pós-óleo: sua produção caiu vertiginosamente desde as descobertas dos anos 60 e hoje o petróleo e gás natural respondem por menos de 6% da arrecadação.

A solução foi um investimento maciço no setor de serviços financeiros e de turismo, para aproveitar as vantagens geográficas de se estar no meio do caminho entre Ásia e Europa.A partir dos anos 90, o emirado passou por um boom de construções e investimentos, que incluíram prédios nababescos, gigantescas ilhas artificiais, um shopping center com estação de esqui, e o maior aeroporto do mundo, além do prédio mais alto do planeta.

A dúvida fica em saber, Dubai quer ser a próxima Paris do Oriente Médio? Se sim, terá que ser muito mais do que belos prédios gigantes e muito mais em estrutura para todo tipo de turista e não só dos ricos e bilionários. Esses não vão ficar indo sempre ao mesmo lugar e é aí que entra o planejamento estratégico de uma cidade turística. Acho que eles entenderam bem ao buscarem uma posição de ícone de riqueza no mundo, mas esqueceram que no mundo do turismo, ser apenas um ponto de referência não é o bastante para girar a economia.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Globo

Twitter obriga empresas a se adaptarem já neste Natal

No passado, a velocidade de atendimento era lenta, as pessoas costumavam enviar cartas contendo seus desejos de presentes ao Polo Norte, e ficavam à espera de uma resposta no dia de Natal. Hoje em dia, elas enviam suas listas de pedidos ao ciberespaço, e podem receber uma resposta em questão de minutos.

O primeiro Natal Twitter na história dos Estados Unidos começou oficialmente na sexta-feira. Em todo o país, lojas e seus clientes passaram a usar seu site de redes sociais para conversar uns com os outros sobre ofertas, problemas, compras e estratégias para o consumo natalino.

Depois de adquirir um novo sistema de navegação para o seu carro, às 6h do mais movimentado dia do comércio no ano, Laura Kern, de Los Angeles, não conseguia compreender por que o aparelho não estava oferecendo as informações atualizadas prometidas sobre a situação do trânsito. Ela enviou uma mensagem à conta da loja Best Buy no Twitter, e em apenas cinco minutos recebeu não apenas uma mas duas respostas de funcionários da companhia, explicando como resolver o problema.

O Mall of America, de Bloomington, Minnesota, usou sua página de Twitter para informar aos clientes que dois de seus estacionamentos já estavam lotados, e que a melhor opção para quem estava procurando vagas era estacionar perto da Ikea.

O Twitter permite comunicação pública por meio de mensagens curtas e objetivas. Muitas pessoas utilizam o serviço para manter os amigos informados sobre as futilidades da vida cotidiana, mas o varejo dos Estados Unidos vem considerando o serviço cada vez mais como uma ferramenta de negócios.

Ele oferece aos clientes uma maneira prática de obter informações junto ao varejo, e de apresentar queixas e fazer perguntas. Uma mensagem no Twitter pode em tese ser vista por milhões de pessoas, e por isso teoricamente tem mais efeito que um e-mail ou telefonema para uma loja.

Os grandes grupos de varejo estão todos correndo para desenvolver planos de atendimento via Twitter nesta temporada de festas. Funcionários que conhecem bem a tecnologia estão sendo encarregados de responder às mensagens, ocasionalmente verificando os estoques de certos produtos em uma determinada loja ou oferecendo ajuda com um aparelho complicado.

"Trata-se de um dos grandes canais emergentes de comunicação que existem no mercado", disse Greg Ahearn, vice-presidente de marketing e comércio eletrônico da cadeia de varejo de brinquedos Toys R Us. "Essa é uma maneira de as pessoas se manterem conectadas com a marca de uma forma que não seria possível no passado".

No final de semana de compras que se seguiu ao feriado norte-americano de Ação de Graças, ofertas especiais foram postadas no Twitter por grupos de varejo como Best Buy, J.C. Penney, Toys R Us, Staples, Gap, Bloomingdale's e Barneys.

Para quem ainda não conhece, o Twitter é um site no qual cada membro conta com uma página pessoal protegida por senha. A página oferece uma caixa para digitar mensagens de no máximo 140 caracteres, os chamados "tweets".

Para ler as mensagens de uma loja, os usuários do Twitter precisam seguir a empresa ("follow"), o que significa que todos os posts que ela fizer no Twitter aparecerão na página de cada usuário quando este se conectar ao serviço. E o sistema permitirá que usuários enviem mensagens também na direção oposta, encaminhando-as aos funcionários da loja.

"Creio que em uma situação econômica como a atual, é preciso explorar todos os ativos disponíveis", disse James Fielding, presidente da Disney Stores Worldwide, que usa o Twitter com o nome de DisneyStorePrez.

Na manhã de sexta-feira, enquanto consumidores invadiam as Disney Stores de todo o país, Fielding usou o Twitter para anunciar que "temos maravilhosas OFERTAS DE UM DIA DE DURAÇÃO que podem ser vistas no Twitter ¿siga a nossa loja hoje para descobrir mais".

Os varejistas esperam atrair mais consumidores, usando o Twitter como forma de divulgação. Cerca de 47% dos grupos de varejo dos Estados Unidos informaram que pretendiam ampliar seu uso de mídia social nesta temporada de festas, de acordo com um estudo conduzido pela Shop.org, vinculada à Federação Nacional do Varejo norte-americano. E mais de metade dos varejistas anunciaram ter criado ou reformado páginas de Facebook e Twitter. Há vantagens para os consumidores, igualmente, entre as quais descontos. Por exemplo, consumidores que tenham decidido seguir o Gap Outlet no Twitter receberam uma oferta de 15% de desconto em compras no valor de US$ 75 ou mais.

Enquanto os consumidores lotavam os corredores de uma Best Buy em Arlington Heights, Illinois, na sexta-feira, Jerry DeFrancisco, um funcionário da empresa, procurou um quiosque de computador e usou sua conta no Twitter para informar os clientes sobre as ofertas de home theaters na unidade. Depois, retomou suas funções na loja em si, ajudando um cliente a decifrar um panfleto de venda.

Meses atrás a Best Buy criou sua "Twelpforce", ou seja, sua equipe de assistência no Twitter, envolvendo 2,5 mil funcionários que respondem em tempo real às questões dos clientes. "Isso oferece aos clientes acesso 24 horas ao nosso pessoal", disse Brad Smith, diretor de marketing interativo e mídias emergentes na Best Buy. A Twelpforce já tinha respondido a 25 mil perguntas antes mesmo de começar a se preparar para o final de semana de Ação de Graças.

Em Los Angeles, Kern usou o serviço na sexta-feira. Quando não conseguiu acionar seu novo sistema de navegação, ela tentou a linha de assistência telefônica da Best Buy, mas foi informada por uma gravação de que a espera seria de uma hora. Por isso, recorreu ao Twitter e em minutos começou a receber detalhes e dicas úteis sobre o seu aparelho, da equipe da Best Buy. "Foi ótimo", ela disse, mais tarde. (A interação com o pessoal a ajudou a perceber que teria de voltar à loja para resolver seu problema.)

Muitos grupos de varejo mantiveram as ofertas via Twitter durante todo o final de semana, e continuarão as promoções durante todo o período de festas. Algumas lojas têm uma conta oficial no Twitter. Outras têm diversas, por exemplo uma por unidade ou uma por funcionário que deseje postar. Há também páginas no Twitter de estilistas como Nicole Miller e Diane von Furstenberg.

O varejo também usa o Facebook para interagir com os clientes. Mas o Facebook, com seus álbuns de fotos e muitos aplicativos, não oferece o contato simples e imediato do Twitter ¿ o que torna o Twitter ideal para o anúncio de ofertas instantâneas.

Além de ofertas, as lojas também usam Twitter e Facebook para promover concursos e brincadeiras que, esperam, mantenham os clientes envolvidos e os façam retornar. A Best Buy tem um aplicativo para amigo secreto em sua página de Facebook. A Gap está usando o Twitter para informar os moradores e visitantes de Nova York sobre a localização do ônibus "Gap Cheer" (que transporta uma banda e dançarinos, e distribui brindes como suéteres e jeans).

É claro que os funcionários também usam o Twitter para mensagens que capturam o espírito da temporada. Às 3h30min da manhã de sexta-feira, um funcionário da Macy¿s postou uma curta mensagem na página da loja, sobre o ensaio de uma fanfarra algumas horas antes do desfile que a empresa patrocina. "Ele está mesmo correndo com uma tuba?", dizia a mensagem.

As empresas que continuam ignorando a internet como plataforma de comunicação estão deixando de atingir um belo nicho qualificado e deixam a imagem à mercê de qualquer um.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: The New York Times via Terra

Site interativo viral - lingeries de luxo da Myla com modelos que desfilam na sua frente

A partir de hoje vocês irão conhecer a última palavra em experiência de compra, a interatividade viral. Aos homens, vocês vão simplesmente se viciar nesse site e se bobearem, vão comprar. Esse site a melhor tradução de como incrementar o seu site de e-commerce e a experiência de navegação. Deixe de ser nariz em pé e admita, nem sempre os sites são como imaginamos, mas esse é a melhor tradução de como utilizar toda tecnologia à seu favor. Interatividade viral é fazer com que vôce se vicie em usar o site, vai dar vontade de ficar mais tempo e clicar o máximo possível. É o que chamo de site interativo viral.

A Myla, marca britânica de lingerie de luxo, é um exemplo calro de site interativo viral. Permita-se ser arrastado para o mundo de fantasia da Myla, onde uma seleção de garotas Myla irá ajudá-lo a encontrar o presente perfeito.

Assim que entrar no site, será recebido pela música sedutora e três lindas garotas Myla, modelos de lingerie de luxo. Basta escolher sua garota favorita e ela irá guiá-lo através de uma série de perguntas para ajudar você a encontrar a lingerie ou roupa de dormir ideal para a sua amante. Melhor que dar livros nesse Natal.

Quando escolher a sua mulher, a modelo vai definir o modelo para que você possa garantir que você goste. Se você gostar do modelo, basta pressionar o botão "comprar agora" e as meninas Myla vão envolver sua escolha e enviá-la direto para você. Se você não tiver certeza e gostar de ver o que as outras meninas têm para oferecer, você pode simplesmente selecionar e ver um outro estilo, as possibilidades são infinitas. Esse é o conceito de site interativo viral.

Visite o site: http://www.apresentfrommyla.com/

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Dock-Dock, o "minicarro" elétrico idealizado por Jaime Lerner

O minicarro lembra uma mistura de cabine de empilhadeira com carrinhos elétricos de compras em supermercados. Mas, o importante é que está tentando virar um projeto útil. Idealizado por Jaime Lerner o minicarro foi projetado para ser alugado em terminais de transporte coletivo e percorrer pequenas distâncias.

Obrigado a leitora Lara Safair pela indicação da matéria!

Em 1974, quando era prefeito de Curitiba, o arquiteto e urbanista Jaime Lerner implantou um modelo de transporte público que se tornaria referência mundial. O Ligeirinho, mais tarde batizado de BRT (Bus Rapid Transit), sistema de ônibus com pistas exclusivas e embarque similar ao das estações de trem, foi copiado em 83 cidades no mundo.

Agora, Lerner está lançando um projeto no outro extremo da cadeia do transporte urbano: um veículo movido a energia elétrica com capacidade para uma única pessoa. O Dock Dock, cujo protótipo foi apresentado no Rio de Janeiro, é o menor carro elétrico já concebido: mede 60 centímetros de largura, 1,38 metro de comprimento e 1,5 metro de altura. Atinge velocidade máxima de 20 quilômetros por hora e foi pensado para circular em faixas compartilhadas com pedestres, bicicletas e locais onde o trânsito de automóveis é restrito. Sua inspiração vem do Velib, sistema de bicicletas públicas de Paris. A ideia é que os veículos funcionem como complemento do sistema de transporte coletivo, possibilitando deslocamento mais rápido do que o permitido pela caminhada e mais confortável do que sobre uma bicicleta. Como no modelo parisiense, os carrinhos serão alugados em áreas de grande circulação, próximas aos terminais de ônibus ou metrô. Os usuá-rios poderão retirá-los e devolvê-los em qualquer estação, pagando com cartão de crédito.

Essa é a grande diferença entre o Dock Dock e outros minicarros elétricos, como o Puma, da General Motors e da Segway, com lançamento previsto para 2012, que é um veículo para ser comprado e guardado na garagem do usuário, como qualquer outro. O projeto se escora em experiências internacionais bem-sucedidas, que demonstraram a eficiência do complemento individual ao transporte público. Depois do êxito no projeto do Velib, a prefeitura de Paris planeja, para o fim de 2010, implantar o Autolib, um carro de uso coletivo, para até quatro pessoas. Serão disponibilizados 3 000 veículos elétricos em mais de 1 000 pontos da cidade. Outra iniciativa interessante nessa linha é o Personal Rapid Transit, um veículo elétrico para até quatro pessoas que circula sobre trilhos com estações situadas a pequena distância. Ele dispensa motorista – é o usuário quem aciona um botão correspondente à estação em que deseja saltar. Um modelo piloto está sendo construído no aeroporto internacional de Londres. A ideia central é que o transporte de massa consegue resolver o problema de grandes deslocamentos. Mas não acaba com a necessidade de deslocamento individual dentro de um mesmo bairro ou entre bairros vizinhos. "Isso provoca alguns dos principais problemas no trânsito das metrópoles", diz José Eugênio Leal, professor de engenharia de transporte da PUC-Rio.

O conceito de transporte complementar pode funcionar especialmente bem nas regiões centrais de grandes cidades que adotaram a opção de banir, ou reduzir drasticamente, a circulação de automóveis. É o caso de Nova York, que, desde maio deste ano, interditou ao tráfego parte da Broadway, na Times Square. Um trecho de cinco quarteirões transformou-se numa área ampla onde só é possível circular de bicicleta ou a pé. O Brasil também se movimenta nessa direção. São Paulo aprovou em junho um projeto de lei que prevê a restrição gradativa dos automóveis particulares no centro. No Rio, existe a intenção da prefeitura de fechar ao tráfego uma das principais avenidas centrais, a Rio Branco. Lerner enxerga aí um filão para seu veículo. Mas sua ambição é maior que essa. Quer fazer dele um complemento ao transporte coletivo em qualquer local de uma grande cidade. Ainda que seja preciso construir ciclofaixas por onde passem bicicletas e seus Dock Dock. Diz Lerner: "Pode parecer complicado, mas é mais fácil do que foi construir as faixas exclusivas de ônibus".

Fica a pergunta, você usaria? Quanto você pagaria para não usar a sola do seu calçado em um pequeno percurso?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Veja

Limited Edition Experiences, um programa que reúne as casas de moda do mundo mais inovadoras para criar experiências de varejo

Limited Edition Experiences, um programa que reúne as casas de moda do mundo mais inovadoras para criar experiências de varejo de inventividade única será lançado no Miami Design District, em 30 de novembro por um tempo limitado. O programa vai reunir alguns dos designers mais procurados do mundo, incluindo Fendi, Proenza Schouler, Duncan Quinn; Jessica Trosman; Christian Dior Homme, L'Eclaireur; Stubbs and Wootton; Pharrell William's Billionaire Boys Club and Ice Cream; Katherine Fleming ; Maia N.; Cynthia Rowley Monster Neon, e outros, para apresentar a mercadoria edição limitada, bem como uma programação radicalmente inovadora e em ambientes que refletem os seus pontos de vista criativo.

Além disso, a Gucci vai lançar o segundo número de ícones temporários, uma loja de tênis que vai estrear no final deste mês em Nova York. Para esta experiência única de varejo, a Diretora de Criação da Gucci, Frida Giannini tem colaborado com o premiado artista musical Mark Ronson sobre a concepção de uma coleção de edição limitada do tênis Gucci Ronson. Depois de Miami, os ícones temporários de Gucci vão passar para Londres e Tóquio.

Uma combinação de outlet de rua com duração limitada (em alguns casos, até abril de 2010); programação cultural única; palestras públicas por designers em DASH (Design and Architectural Senior High School) e um ambiente multi-marca, a F fábrica.

A Limited Edition Experience vai revigorar a experiência de compra.

A Limited Edition Experience incluirá também a programação e os eventos de negócios permanente de Miami Design District, incluindo Marni, Tomas Maier, Y3, En Avance e Christian Louboutin (abertura em Novembro de 2009), empresas de design Vitra, Driade, Luminaire, Poliform, Holly Hunt e Poltrona Frau e outros, e os restaurantes mais elogiados em Miami, entre eles a Sra. Martinez, Michael e Genuine Fratelli Lyon. O programa foi criado para Dacra, proprietária de mais de 80% da 18-square de Miami Design District, por Susan Ainsworth de Ainsworth Associates.

Fonte: Momist

Marketing Experience: Coca-Cola lança campanha da nova embalagem com interatividade simples na França


As inovações e a criatividade quando aplicadas à um contexto sempre criam boas ações. Pensando assim, a Coca-Cola criou um outdoor para ponto de ônibus que fosse "interativo". No sentido de que as pessoas pudessem experimentar e ter a sensação da característica da nova embalagem da "Coca-Cola Grip Botlle"

Desafio
Mostrar que a nova embalagem tem um novo design com maior "pegada".

Solução
Os cartazes para pontos de ônibus foram impressos em velcro para que as pessoas sentissem e interagissem com o anúncio, chamando a atenção delas.
Resultados
As pessoas "grudaram" no anúncio. Feito na França, houve um aumento de 3,8% no volume da marca como um todo comparado com 2007.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Adsoftheworld