Pesquisa de produtos: Shakes para emagrecer são mal avaliados

Uma pesquisa encomendada pela Proteste, Associação de Consumidores, revelou que muitos produtos para emagrecer do tipo shakes têm desequilíbrios e podem não surtir o efeito desejado pelo consumidor e ainda não suprem a necessidade adequada de vitaminas que o corpo precisa. O instituto avaliou cinco produtos que já havia avaliado há quatro anos: Bio Slim; Diet Shake; Diet Way; Herbalife; In Natura.

Segundo a pesquisa, a análise nutricional dos shakes detectou valor energético de 190 kcal (Herbalife) a 230 kcal (Diet Shake) – já misturados com leite, o que é considerado muito baixo. Quem deseja emagrecer pode até achar que isso é positivo, já que para perder peso é preciso consumir menos calorias. Porém, o corpo humano precisa de energia para se manter vivo, desempenhar suas funções e realizar as tarefas do dia a dia.

O consumo abaixo das necessidades terá um custo para a saúde e até mesmo para a dieta, pois o corpo acabará adotando um sistema de "economia de energia", passando a gastar menos calorias.

Quanto à quantidade de proteínas, o consumo balanceado é fundamental para a formação e manutenção dos tecidos do corpo, na síntese de enzimas, entre outros. Mas o consumo em excesso, a longo prazo, pode acarretar problemas renais e hepáticos e perda de cálcio pelo organismo.

Os produtos estão dentro dos limites legais, mas a Proteste não concorda com o que estipula a lei nesse sentido. Os shakes fornecem em média 32% de proteína. Para a instituição, o ideal seria que as proteínas não ultrapassassem 10% a 15% do valor energético total do produto.

Uma dieta saudável, mesmo para quem queira emagrecer, deve conter carboidratos – de 50% a 60% dos nutrientes da refeição. Porém, três shakes ultrapassam esse valor: Bio Slim, Diet Shake e Diet Way. O consumo de gorduras também é importante. O corpo precisa dos lipídios para absorver vitaminas e sintetizar hormônios, entre outras funções.

Mas a quantidade de gordura presente nos shakes é insignificante. Diet Shake e Herbalife não têm data de fabricação, sendo que o segundo também não informa a validade após aberto.

Já com relação às fibras, para substituir uma grande refeição (como o jantar), os shakes deveriam ter cerca de 10 gramas de fibra por porção. Porém, nenhum deles chega nem perto deste valor.

A Associação não recomenda o consumo frequente de shakes sem orientação adequada de um especialista, pois o emagrecimento rápido poderá vir à custa de perda de músculos e água, não de gordura. As análises ainda apontaram que fornecem proteínas e carboidratos demais, mas gorduras de menos. E o teor calórico dos shakes é baixíssimo, o que os torna desaconselháveis para a saúde.

Essa é a famosa pesquisa para fazer com que as empresas adequem à sua comunicação com os consumidores. Será que as indústrias enxergam isso? Será que o marketing delas se preocupa com esses detalhes? Será que a pesquisa levou em consideração as informações nos produtos? Sem essas perguntas, qualquer análise deixa espaço para comentários.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Jornal Correio do Brasil

Cidadão está mais orgulhoso de ser brasileiro, diz pesquisa da CNT/Sensus

A 100ª edição da pesquisa CNT/Sensus mostrou que o orgulho de ser brasileiro aumentou para a maioria dos cidadãos nos últimos seis meses. Segundo o levantamento, 52,8% dos entrevistados afirmaram estar mais orgulhosos – em 1998, o índice era de 26%.

O sentimento continua igual para 38,5% dos entrevistados (índice que era de 59% na pesquisa de 1998) e diminuiu para 7,8% (12% em 1998).

Ou seja: para 8,7% dos brasileiros, o orgulho de ser brasileiro não tem relevância.

A confiança do brasileiro no governo e no serviço público também teve avanço significativo. Segundo a pesquisa CNT/Sensus, o governo ocupa a quarta posição no ranking das instituições de maior confiança – em 1998, ocupava a sexta colocação. Além disso, caiu a taxa de brasileiros que “nunca” confiam no governo. Na atual pesquisa, 20,3% dos entrevistados afirmaram que “nunca” confiam no governo. Em setembro de 1998, 37% disseram que “nunca” confiam no governo.

Outra percepção diz respeito ao serviço público. O resultado comprovou que o cidadão tem maior grau de confiança no serviço público em comparação ao resultado verificado em setembro de 1998. Quando há o cruzamento entre os serviços públicos e os impostos pagos pelo cidadão, o documento aponta uma melhora, ou seja, o brasileiro percebe uma melhora no chamado custo benefício. E a avaliação fixou-se sobre o período abril de 2006 e janeiro de 2010. Para 16% dos entrevistados no mês passado os serviços públicos são “bons”. Em 2006, apenas 9,9% disseram que eles eram “bons”. E 43,5% responderam como sendo regulares contra 30,2% em abril de 2006.

A avaliação do governo Lula também aumentou. De acordo com o documento, 71,4% dos entrevistados consideram o governo Lula positivo; 22% classificaram como sendo regular e 5,8% como negativo. A pesquisa de novembro de 2009 do instituto mostrou que 70% dos entrevistados avaliaram como positivo o governo do presidente Lula; 22,7% apontaram-o regular e 6,2% disseram que o governo Lula é negativo.

Sobre a corrupção, 69,4% dos entrevistados em janeiro de 2010 disseram que está aumentando; 21,8% disseram que continua como sempre esteve e 7% afirmaram que está diminuindo. Em setembro de 1998, 56% dos entrevistados avaliaram que a corrupção estava aumentando; 32% disseram que continua como sempre esteve e 9% avaliaram que a corrupção diminuia.

A internet e o uso do computador também foram avaliados pela pesquisa CNT/Sensus. O resultado mostrou que o internauta utiliza a rede mundial de computadores em casa (24,2%) e apenas 4,1% usam no trabalho. Além disso, 28,6% disseram que não dispõem de computador/internet mass pretende ter um equipamento nos próximos 12 meses.

O enfoque nos problemas do País mostrou também inversão na avaliação do brasileiro. Para se ter uma ideia, em março de 1998, o desemprego foi apontado por 57% daqueles que responderam o questionário. Agora, caiu para 19%. Preocupam mais a violência/criminalidade (22,9%) e drogas (21,2%). Na pesquisa de março de 1998, esses dois ítens mereceram, respectivamente, 9% e 4% das respostas.

A pesquisa CNT/Sensus entrevistou duas mil pessoas entre os dias 25 a 29 de janeiro em 24 Estados, 136 municípios das regiões norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

Bons números para começar 2010 ajustando o planejamento de marketing para o ano. Aliás, como essas pesquisas são utilizadas nas empresas? Alguém tem algum case?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: CNT

Chery, uma das primeiras montadoras de automóveis chinesas começa a despertar

Os chineses estão chegando ao setor automobilístico brasileiro. Ano passado a Chery começou a vender o seu modelo Tiggo, um "SUV" ao estilo Ecosport, mas com mais acessórios e um preço competitivo, o mesmo que tornou o Ecosport um sucesso de vendas em seu lançamento.
Está bem claro que a ideia da montadora chinesa foi usar a mesma estratégia da Ford com o Ecosport.

Os desafios da marca chinesa são grandes:
1 - Pós-venda, assistência técnica
2 - Qualidade da origem, produtos chineses não são vistos com bons olhos, mesmo os brasileiros sabendo que muitos produtos que consumimos são chineses.
Vale lembrar que muito dos produtos que levam marcas de outras empresas são fabricadas na China. Já vi até chicletes com marcas brasileiras.

Enfim, agora os chineses entenderam que para começar a conquistar terrenos no mercado brasileiro, terão que investir bem em propaganda para alimentarem a marca da "desconhecida Chinesa" e se estruturarem para enfrentar a exigente legislação dos Direitos dos Consumidores para não queimar a marca.

Veja o vídeo abaixo, uma tentativa de aproximar a cultura brasileira (maio africanizada) com a chinesa. Eu trocaria o tambor por uma timbalada, bem mais baiana e brasileira (abre o olho chinesada e corrige esse comercial).




No mais ficou o apelo normal de modelos como o Tiggo, imagem, música e o brilho do carro. Agora é gastar e investir em Marketing.


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Acionistas da Cadbury aprovam venda para a Kraft por US$ 19,5 bi

Os acionistas da confeitaria britânica Cadbury aprovaram nesta terça-feira (02/02/10) em votação a oferta de compra de US$ 19,5 bilhões da fabricante de alimentos americana Kraft. A votação é o passo final de uma batalha de vários meses da Kraft para comprar a companhia. A empresa americana informou na terça-feira que 72% dos acionistas da Cadbury aprovaram a transação.

O acordo não exige voto dos acionistas da Kraft. A expectativa é que seja concretizado ainda este mês. A diretora executiva da empresa americana, Irene Rosenfeld, se reuniria ainda esta terça com o secretário de Negócios da Grã Bretanha para falar sobre "o compromisso (da Kraft) com a companhia e seus empregados'', disse uma porta-voz do ministério.

Centenas de funcionários da Cadbury, com dúvidas sobre o seu futuro, protestaram contra a aquisição na região de Westminster, em Londres, e pediram garantias de que seguirão trabalhando nas mesmas condições sob a nova gestão. Alguns manifestam cantavam: "Mantenham nossos trabalhos'' e outros empunhavam cartazes com os dizeres "Não nos vendam".

- Nosso temor é que a tomada de controle pela Kraft não seja em favor do interesse nacional. Nos meses do processo de compra hostil também não ouvimos a Kraft dizer nada que acalme os temores de que o negócio desfavoreça a força de trabalho de Cadbury - disse o subsecretário-geral do sindicato Unite.

Abs,

Jony Lan

Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: AP, ZeroHora

Revista Glamour com Dannii Minogue na capa. Erro proposital ou falta de atenção?


A cantora e atriz australiana Dannii Minogue deu o seu sorriso para a capa da revista fashion Glamour da Inglaterra para o mês de março de 2010.

Belo Sorriso, não? Capa clean, com ela como a celebridade principal e mais nenhuma palavra na capa. Por que o cabelo dela está com contornos meio "amadores"? Cliquem na imagem e "revisem" com os próprios olhos. Esse é um erro grotesco para um capista, uma revista e para quem fechou a edição do mês. Detalhes!

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Coca Cola lança garrafas feitas com cana de açúcar

MKTmais.com
Diante das críticas de ambientalistas ao uso de garrafas plásticas, a Coca-Cola Co. lançou uma nova embalagem parcialmente fabricada a partir de plantas. O vasilhame tem "o mesmo peso, mesmo aspecto e química, e funciona exatamente da mesma maneira" que uma garrafa de plástico normal, diz uma porta- voz da Coca.

A Coca não é a única fabricante de bebidas que está tentando reduzir sua pegada de carbono. A concorrente PepsiCo. Inc. lançou recentemente um saquinho biodegradável feito de plantas para os salgadinhos SunChips. Mas a Coca é a maior fabricante mundial do setor e o presidente da empresa, Muhtar Kent, diz que a nova garrafa, que usa material derivado da cana-de-açúcar, é "a primeira geração da garrafa do futuro".

A Coke lançou sua "plantbottle", ou garrafa-planta, na Conferência sobre Mudança do Clima em Copenhague, no mês passado, e planeja promovê-la mais no mês que vem na Olimpíada de Inverno de Vancouver. "Pesquisas preliminares" mostram que a nova embalagem deixa uma pegada de carbono menor que as garrafas de plástico, alega a Coca.

As garrafas plásticas são produzidas com tereftalato de polietileno, mais conhecido como pet, derivado do petróleo, um recurso não-renovável. A produção de garrafas plásticas para consumo de bebidas em 2006 nos Estados Unidos demandou o equivalente a mais de 17 milhões de barris de petróleo, segundo o centro de pesquisas ambientais Pacific Institute, da Califórnia.

A nova garrafa feita a partir de material vegetal desenvolvida pela Coca usa 70% petróleo e 30% materiais à base de cana-de-açúcar. A cana é moída para produzir suco, que é fermentado e destilado em etanol. Esse etanol é, por sua vez, convertido por uma série de processos químicos, como a oxidação, para monoetilenoglicol - o derivado do petróleo que é normalmente usada para fabricar garrafas. O monoetilenoglicol é misturado ao ácido tereftálico para criar o plástico pet.

A empresa começou a vender a Coca-Cola (inclusive suas variações Light e Zero) na Dinamarca nas novas garrafas pouco antes da conferência da ONU sobre o clima. Como a Olimpíada de Inverno começa a 12 de fevereiro, a empresa lançou a garrafa-planta com a água filtrada Dasani na costa noroeste dos EUA e no oeste do Canadá. A Coca afirma que pretende vender mundialmente 2 bilhões das novas garrafas até o fim de 2010.

A Coca já requisitou e financiou uma análise do Imperial College London que comparou o "ciclo de vida" da nova garrafa ao de uma garrafa comum, para determinar se há diferença no impacto sobre o meio ambiente, disse Scott Vitters, diretor de embalagem sustentável da empresa. Ele diz que o estudo descobriu que a produção da garrafa-planta deixa uma pegada de carbono 12% a 19% menor que a da garrafa normal.

A empresa aguarda agora a verificação dos resultados por terceiros, acrescenta Vitters.

Grupos ambientalistas afirmam que a garrafa que a Coca está lançando é um pouco melhor que as garrafas normais de pet, mas dizem que ainda não resolve o problema maior das embalagens plásticas: o fato de que a maioria das pessoas não as recicla.

Apenas 27% dos vasilhames de pet foram reciclados nos EUA em 2008, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Garrafas Pet. A nova garrafa é "definitivamente algo positivo, mas não é algo que me faz pular de alegria", diz Susan Collins, diretora executiva do Instituto de Reciclagem de Embalagens.

E alguns concorrentes questionam a avaliação da Coca sobre o efeito da nova garrafa no meio ambiente. "É um primeiro passo admirável da Coca", diz Andrius Dapkus, diretor de inovação e renovação da Nestlé Waters North America Inc., divisão de água engarrafada da suíça Nestlé SA. "Mas do jeito que está agora, ainda não sabemos se o impacto ambiental da ´plantbottle´ é melhor, pior ou igual" ao da garrafa à base de petróleo.

Em vez de mudar os ingredientes, a Nestlé continua a reduzir a quantidade de plástico nas garrafas, uma estratégia que a Coca e a PepsiCo também usam. A Nestlé planeja lançar nos próximos meses uma nova versão mais leve de sua garrafa EcoShape, que usa 9,3 gramas de pet, 25% a menos que a versão mais recente.

O que acho estratégico é que as empresas reduzem o plástico, não o substituem e ainda incorporam a palavra "Eco" em seus produtos "modificados" para o bem ambiental. Até quando os clientes ficarão induzidos pelo o que as indústrias mostram? Veja uma sinal de atenção para esse tipo de estratégia de marketing.

Abs,

Jony Lan

Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Wall Street Journal, Vooz

Raio X: Telhanorte lança posicionamento de comunicação para 2010



Rede multiespecialista de materiais de construção estréia campanha “Reforma Brasil”, que utilizará TV, rádio e mídia impressa para divulgar sua nova campanha.

Campanha
Intitulada “Reforma Brasil”, a camapnha teve início em 28 de janeiro e é composta por filmes de 15” e 30” que serão veiculados na TV aberta e a cabo, além de peças impressas e spots de rádio.

Briefing
“Reforma Brasil” valoriza as oportunidades do Brasil em 2010, de acordo com o conceito criado pela Saint-Gobain Distribuição Brasil e desenvolvido pela DM9DDB. O planejamento da campanha leva em consideração que 2010 será um ano de confiança e otimismo para o Brasil que enfrentou a crise sem se abalar, que irá às urnas e que voltará os olhos para a infra-estrutura necessária para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Consumidores reais são os personagens do filme publicitário criado pela agência. O material retrata pessoas em situações rotineiras vivenciadas em ambientes construídos e decorados com materiais de qualidade. A proposta é valorizar cada vez mais o ato de construir e reformar com prazer, posicionamento adotado pela empresa desde o inicio de 2009, quando a DM9 assumiu a conta da empresa.

Foco
Segundo Suzana Almeida, gerente de Publicidade e Promoção da Saint-Gobain Distribuição Brasil, essa continuidade é parte do modelo de comunicação que a empresa vem aprimorando nos últimos anos, com a introdução de tom emocional no discurso, antes baseado apenas em ofertas. “O objetivo é tornar mais acessível o benefício de reformar e construir e com certeza será uma campanha que aproxima o momento do cliente com a nossa empresa”, completa.

Um setor que cresce movido a muito incentivo e à um déficit habitacional tremendo, melhor cenário que esse é impossível. Acredito que esse seja um ponto da fora da curva de crescimento, o desafio será maximizar esse cenário ao extremo e aproveitar todas as oportunidades possíveis.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Press à Porter

O Brasil é o terceiro consumidor de cerveja no mundo

Um levantamento realizado pelo Instituto Nielsen trouxe um dado que surpreende pelo simbolismo: em números absolutos, os brasileiros já bebem mais cerveja do que os alemães - que durante anos carregaram a fama de beberrões.

De acordo com o instituto, o consumo das geladas no Brasil cresceu 5% em 2009, atingindo a marca de 10,7 bilhões de litros.

No ranking mundial, os brasileiros só perdem agora para chineses e americanos. O desempenho do setor foi puxado pelo aumento do consumo da classe C e pela entrada no mercado de novas embalagens, como a de um litro e as latinhas de 269 ml, menores do que o formato tradicional.

No ranking das cervejarias, as líderes de sempre. A AmBev segue com folga na ponta, dona de 70% do mercado, seguida pela Schin (12%) e Petrópolis (9,5%).

Será que isso é sinal para mais aumento de vendas ou oportunidade de vender mais cerveja para classes mais baixas em formatos mais baratos? Quer tal cerveja de saquinho ou em garrafa pet? Será que cerveja em caixinha tetrapak pega? Já pensarem em cerveja em pastilha? E por que não cerveja para cães e gatos, afinal eles também merecem uma "loira gelada", já comem até melhor que muita gente, não? É ver para crer.

Abs,
Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Revista Isto É Dinheiro

Breve visão de marketing em volta do iPAD


O iPad é uma plataforma de uma nova família de produtos da Apple. Segue no mínimo um “ciclo de vida de novos produtos”, vai aproveitar os já fãs da marca, do mercado de gadget, dos desesperados por tecnologia e irá evoluir a sua versão depois de 1 a 2 anos com as críticas dos usuários, incorporando nas novas evoluções mais funcionalidades. O que fará com que o produto se sustente no seu lado comercial, importantíssimo para produtos com apelos inovadores.

O que o iPAD oferece de diferencial é a assinatura de conteúdo digital, livros digitalizados e jornais em uma interface mais bacana que o Kindle da Amazon.com.

Mas é um produto de nicho, em evolução e como o iPhone, não foi o primeiro a criar esse segmento de tablet, nem de serviços de informações digitais.

O próximo passo será incorporar os serviços disponíveis no iPAD para outros produtos da Apple e assim ganhar em volume, assim como foi o iTunes.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Sandalias one-to-one, a customização de calçados pela internet

Parece que a moda está se adaptando mais rapidamente que outros setores na customização, na peça única, no marketing one-to-one. Isso se a sistemática e o preço forem interessantes.

As mulheres alucinadas por sapatos (sim, aquelas que têm vários pares no armário, mas não podem ver uma novidade que nem pensam duas vezes e compram) vão amar nossa dica de hoje. Na verdade, até as que nem são tão vidradas assim vão gostar.

É que o site www.shoesofprey.com traz modelos de sandália e sapatos que você pode personalizar a seu gosto. E isso significa que você pode escolher as cores, texturas, tipo de salto e até decorar seu modelito. Os preços são um pouco salgados e variam de 180 a 280 dólares, mas convenhamos que é um sapato exclusivo.

Com ele nem precisa ter medo de sair por ai e encontrar 2 ou 3 com o mesmo calçado que o seu! Sem contar que às vezes você acha o sapato dos seus sonhos, mas não gosta do salto ou da cor. Nesse caso, esse também não é o problema, afinal você vai escolher tudo de acordo com o seu gosto.

Logística
E a melhor notícia é que os sapatos são entregeus em todo o mundo, inclusive no Brasil. O prazo de entrega é de 4 a 5 semanas. Será que as empresas brasileiras irão chegar à esse ponto? É esperar para ver que toma a iniciativa.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Cristiana Arcangeli

Rede Globo fatura R$ 7,7 bi em 2009 e cresce 6,8%

A Rede Globo fechou 2009 com um faturamento R$ 7,7 bilhões --ou 6,8% de crescimento em relação ao ano retrasado.

Em 2008, o faturamento da Globo no primeiro semestre cresceu menos do que a média das redes de televisão e menos ainda que o mercado de mídia.

À época, um relatório oficial da Globo informava que a empresa faturou R$ 1,474 bilhão nos três primeiros meses de 2008, 11% a mais do que no mesmo período de 2007.

De acordo com o próprio relatório, o mercado de mídia no Brasil cresceu 15,5% no primeiro trimestre. Já a TV paga e aberta registraram crescimento de 12,7%.

O interessante é que o faturameto em mídia cresceu mesmo as empresas cortando verbas em 2009. Isso pode sinalizar uma adaptação das mídias em conseguir fontes de receita sem necessariamente depender das tradicionais.


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Folha Online

Pesquisa: Brasileiros estão entre mais dispostos a gastar em supérfluos em 2010

Os consumidores brasileiros e os asiáticos são os mais dispostos a retomar neste ano gastos em despesas que não são tidas como essenciais, como reformas da casa, artigos tecnológicos e férias.


Esta é uma das conclusões de uma pesquisa da consultoria Nielsen, que entrevistou em dezembro do ano passado 17.500 usuários de internet em 29 países para saber sobre sua confiança na economia, suas principais preocupações e seus hábitos de consumo.

A pesquisa coloca o Brasil no terceiro lugar do ranking de otimismo em relação à recuperação econômica.

De acordo com o estudo, o índice de confiança dos brasileiros é de 110, em uma escala de 0 a 200. Apenas Índia e Indonésia estão à frente do Brasil. Há seis meses, o índice brasileiro era de 96, colocando o país na quarta posição.

Artigos supérfluos
No Brasil, 49% dos entrevistados consideram que 2010 será um bom ou um excelente momento para voltar a gastar em artigos supérfluos e 38% acreditam que o ano "não será tão bom".

A confiança dos brasileiros contrasta com a de outros países latino-americanos. Apenas 33% dos argentinos e 29% dos mexicanos pensam da mesma forma. Nos Estados Unidos, 31% dos ouvidos se disseram dispostos a investir em artigos supérfluos.

Segundo a pesquisa da Nielsen, 39% dos brasileiros planejam gastar dinheiro em férias, 43% em artigos tecnológicos e 40% em reformas em suas residências.

Apenas 11% dos entrevistados dizem não ter nenhum dinheiro sobrando para gastar com itens que não são essenciais.

Confiança global
O índice de confiança dos consumidores ao redor do mundo subiu de 82 para 87 entre junho e dezembro de 2009.

"A pesquisa da Nielsen mostra que nos últimos seis meses, os consumidores se tornaram mais confiantes na retomada de crescimento econômico de seus países", disse James Russo, vice-presidente da consultoria.

Russo explicou que a expectativa de recuperação econômica é maior nos países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos.

Mais de 90% dos americanos e dos britânicos ouvidos consideram que seus países continuam em recessão, enquanto 83% dos chineses e 60% dos cingapurenses dizem que suas economias já está crescendo novamente.

No Brasil, apenas 32% dos ouvidos acreditam que o país permanece em recessão, enquanto na Argentina e no México esse percentual chega a 69% e a 92% respectivamente. No primeiro trimestre de 2009, 69% dos brasileiros viam o país em crise.

Ásia
Os asiáticos, assim como os latino-americanos, são os consumidores com o índice de confiança na economia mais alto. Os europeus seguem sendo os mais pessimistas.

Na lista dos dez primeiros colocados no ranking de otimismo, seis países são da Ásia e dois da Oceania. Brasil e Canadá completam o grupo.

Hong Kong foi o país que teve maior crescimento em seu índice de confiança: foram 21 pontos de elevação. Com isso, o país saltou para a sétima posição.

Na outra ponta da tabela, o país em que o pessimismo mais cresceu foi o Emirados Árabes Unidos em decorrência da crise financeira de Dubai no final do ano.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: BBC Brasil