Diversificação: Cemig compra parte de empresa do grupo Asamar

A Cemig, por meio de sua subsidiária Cemig Telecom, comprou 49% da Ativas, uma empresa de data center, com investimento inicial de R$ 50 milhões. A Ativas, que pertence ao grupo Asamar, um dos controladores da rede de combustíveis Ale, está montando um data center de 11 mil metros quadrados, em Belo Horizonte, que agora terá a Cemig como sócia. A previsão é que entre em funcionamento já em agosto. Segundo os vendedores, em nota enviada ontem, a partir de 2014 ,o negócio pode gerar uma receita anual de R$ 200 milhões.

A Cemig Telecom foi criada no ano passado para aproveitar a rede de infovias (da antiga empresa Infovias) que o grupo de energia possui e registrou em 2009 um lucro de R$ 28 milhões. A Cemig é controlada pelo governo mineiro, mas é uma empresa de capital misto.

A Cemig Telecom entra no negócio com aporte inicial de R$ 6,7 milhões, relativo a reembolso de patrimônio líquido utilizado, em maior parte, para aquisição do terreno onde a construção do data center está sendo finalizada. Para o empreendimento completo, a Ativas tem contrato de financiamento com o BDMG, sendo o limite aberto para a empresa de R$ 50 milhões - cerca de 54% do investimento total, que envolve também recursos de fundos estaduais.

"A complementação de portfólio é um passo estratégico para a empresa, uma vez que os negócios de ambas são sinérgicos e a Ativas irá potencializar sua atuação por meio da capilaridade da rede de telecomunicações da Cemig Telecom", destaca o CEO da Ativas, Alexandre Siffert, em nota enviada ontem.

Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações da Cemig, confirmou o negócio também em nota enviada ontem para a redação.

A Ativas tem como foco as médias e grandes corporações que desejam terceirizar a hospedagem e o gerenciamento de informações e aplicações de missão crítica.

O grupo
Além de tecnologia da informação e postos de combustível, a Asamar possui também subsidiárias hoteleiras sucroalcooleira, imobiliária, de materiais de construção, pecuária e reflorestamento.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: O Tempo

Tequila Jose Cuervo comemora 200 anos de independência Mexicana com rótulo Asteca

César Gómez designer este rótulo especialmente para a comemoração dos 200 anos da independência do México.

Desenvolvido especialmente para a Tequila "Jose Cuervo", o rótulo foi inspirado no calendário Asteca, de construção geométrica, com elementos simplificados.


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Red Bull Racing: Pit Stop em frente ao parlamento Londrino

Como colocar o barulho do motor de um Fórmula-1 mais próximo das pessoas? Saindo pelas ruas da cidade. E como fazer com que elas sintam a Fórmula-1 bem próxima delas? Fazendo um Pit Stop. Foi assim e com perguntas similares que o evento de rodar com carros de corridas pelas ruas de grandes cidades tem se tornado uma rotina. É ao mesmo tempo uma ação de marketing e branding que por fim acaba promovendo várias coisas: a marca, a equipe, o esporte e por aí vai.

O vídeo abaixo mostra a ação ocorrendo em pleno Parlamento Londrino. A equipe de Fórmula-1 da Red Bull Racing colocou seu piloto Mark Webber fazendo um pit stop em frente a Praça do Parlamento Inglês. Claro que não foi tão bacana quanto ao realizado na Times Square com carro de corrida da Nascar em 2009, pois em Londres a ação foi feita de manhã bem cedo e em New York a ação ocorreu em horário comercial.



Mas o evento é válido e com um pouco de divulgação tem na massa o poder de multiplicação da mídia em multiformatos, o que dá amplitude para ações mais nesse estilo.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Luxo: Tiffany vende para classe média brasileira

Referência mundial em joalheria, a Tiffany passa por uma revolução silenciosa no Brasil. Os cobiçados diamantes continuam lá - o maior deles, com 2,03 quilates e corpo de platina, custa R$ 426 mil nas duas lojas mantidas pela empresa no país, ambas em São Paulo. Mas o espaço nas vitrines tem sido dividido, cada vez mais, com peças mais simples e preços próximos do bolso da maioria dos brasileiros. Podem ser pingentes ou anéis que, fabricados com o mesmo esmero em prata, são vendidos por valores a partir de R$ 200.

Esta distribuição de produtos não é aleatória. Como reflexo do processo de estabilidade econômica no país, a Tiffany passou a receber um novo tipo de cliente: o consumidor de classe média com emprego formal e renda em alta. Para atendê-lo, a rede teve de se adaptar. Aumentou a importação de peças de menor preço e contratou novos funcionários, num processo que ficou mais forte nos últimos dois anos.

"Dez anos atrás, havia uma concentração muito grande (das vendas) nas peças de maior valor, porque o país não estava preparado para ter acesso ao mercado de luxo. Mas hoje você vê uma classe média muito interessante, com melhores condições de compra", afirmou o novo gerente-geral da Tiffany & Co no Brasil, Sandro Fernandes.

A empresa não revela números sobre faturamento ou volume de importação, nem diz se o aumento de vendas de peças menos sofisticadas reduziu a lucratividade. Mas nega que tenha havido canibalização de produtos.

"Se antes você importava cem unidades de determinada peça, passou a trazer 180, 200. Mas os diamantes continuam sendo nosso carro-chefe e nosso público, majoritariamente, é da classe A, porque isso ainda reflete a estrutura macroeconômica do país", disse Fernandes.

Vendas são parceladas
A Tiffany tem 221 lojas no mundo. A primeira no Brasil foi aberta em maio de 2001. Templo do luxo, a empresa teve de se adaptar aos "hábitos" brasileiros e, numa decisão que ainda é única na sua rede mundial, passou a parcelar suas vendas em até três vezes nos cartões de crédito e, em datas como festas de fim de ano, o prazo pode chegar a dez ou até 12 vezes.

Para sobreviver no mundo dos negócios, quem não se adapta, começa a ter os dias contatos.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: O Tempo

Estratégia: Empresas brasileiras compram estrangeiras

Na semana passada, a siderúrgica Gerdau comprou as ações que ainda não detinha na Ameristeel por US$ 1,6 bilhão. Quinze dias atrás, o frigorífico Marfrig levou a Keystone por US$ 1,26 bilhão. Esses são os dois lances mais recentes da retomada da internacionalização das empresas brasileiras. As multinacionais verde-amarelas estão aproveitando o real forte e as pechinchas oferecidas no pós-crise para ir às compras.

Os empresários brasileiros adquiriram mais concorrentes no exterior que os estrangeiros no país neste início de ano. De janeiro a maio, as companhias nacionais investiram US$ 11,16 bilhões em aquisições ou no aumento de sua participação em companhias das quais já eram sócias. O valor superou os US$ 10,68 bilhões que os estrangeiros trouxeram ao país para aquisições. Os Estados Unidos se tornaram o principal alvo e absorveram 40% dos investimentos (exceto paraísos fiscais).

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luis Afonso Lima, "as aquisições não são um movimento tático, mas estratégico das empresas nacionais no exterior".

O reforço das empresas brasileiras no exterior, com compras de outras empresas é apenas um começo. Muitas irão aprender com o tempo e em breve as empresas brasileiras se tornarão players mundiais no mundo dos negócios de forma mais tradicional do que "novas emergentes".

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Otempo

Luxo: Grupo LVMH (Louis Vuitton) compra site brasileiro Sack’s

Empresa francesa adquire 70% do site brasileiro de cosméticos; termos financeiros não foram revelados

O grupo francês de luxo LVMH anunciou a compra de 70% do site brasileiro de cosméticos Sack's, expandindo ao Brasil sua marca de varejo Sephora.

Informações da imprensa estimam o valor da operação como sendo de cerca de R$ 200 milhões a R$ 350 milhões, mas o presidente-executivo da Sack's e da Sephora no Brasil, Carlos André Montenegro, rejeitou as cifras em entrevista à Reuters.

Segundo ele, a empresa espera ter em 18 meses as primeiras lojas da Sephora no Brasil, que no mundo tem cerca de 500 pontos de venda.

"Já estamos negociando a parte dos imóveis com vários shopping centers do país, queremos ter uma entrada agressiva de lojas físicas, ampliando o parcelamento do site para elas", afirmou Montenegro sem dar detalhes financeiros da operação.

Apesar disso, ele afirmou que os recursos da operação irão para os sócios da Sack's, que além de Montenegro incluem o empresário Marcelo Franco e a holding de investimentos Albatroz Participações. Os 30% restantes da Sack's seguem sob o controle do presidente-executivo e co-fundador da empresa, Carlos André Montenegro, e de seus sócios.

"O Brasil e a América do Sul são países muito promissores para produtos de luxo... A oportunidade é formidável", afirmou em comunicado Antonio Belloni, diretor da LVMH.

Com o acordo, o grupo LVMH, que no Brasil já tem representação de cosméticos, bebidas e roupas, passa a operar também a Sephora pela primeira vez na América Latina.

"Temos intenção de lentamente migrar o nome da Sack's para o Sephora e aumentar nosso portfólio de produtos do grupo LVMH que sem dúvida vamos trazer", afirmou Montenegro. "Olhamos com muito bons olhos para a coleção de produtos da própria Sephora que a gente tem intenção de trazer para o país", acrescentou.

Segundo o executivo, a intenção é transformar a operação de brasileira de comércio eletrônico da Sack's em um dos três principais mercados da Sephora no mundo, atrás de Estados Unidos e França.

Montenegro afirmou que o mercado brasileiro de perfumaria é um dos três maiores do mundo, com faturamento anual de R$ 20 bilhões, incluindo produtos de consumo de massa.

A expectativa "é que a empresa consiga nos próximos três a cinco anos dobrar ou triplicar seu tamanho", disse ele, sem revelar valores de faturamento atual da Sack's.

Carga tributária é entrave para comésticos no Brasil, diz Montenegro

Montenegro afirmou que um dos principais entraves a cosméticos no Brasil é a carga tributária, que no caso dos produtos importados chega a ser de 150%.

Por conta disso, o executivo afirmou que a empresa vai avaliar a produção no Brasil de produtos de maquiagem da LVMH, para tornar os preços mais competitivos no país frente a grandes rivais nacionais como Natura.

"Natura e Boticário acabaram conseguindo um espaço muito grande no Brasil porque cosmético importado é muito caro e eles pegaram toda essa fatia com preços mais acessíveis", disse Montenegro ressaltando parcelamento de marcas de luxo como Dior como facilitador dos negócios no país.

Atualmente, a Sephora tem produção nos Estados Unidos e Europa, disse o empresário. A Sack's foi fundada em 2000, vende produtos de cerca de 270 marcas e tem uma carteira de mais de 830 mil clientes.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Estadão, Reuters

3M: Scotch-Brite por Escola Cuca







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Jony Lan
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Marketing: Seu Toyota também é o meu Toyota

Usando os próprios empregados à frente dos comerciais, como a Seat, a Toyota decidiu adotar esta fórmula para transmitir o seu compromisso com a qualidade do produto e marca em função dos seguidos problemas de imagem que teve para a retirada de milhares de veículos no mundo com seus recalls.

Sob o nome "Seu Toyota também é o meu Toyota", trabalho realizado pela Saatchi & Saatchi, a Toyota tenta mostrar a convicção pessoal, a paixão e o comprometimento dos funcionários com a fabricante japonesa para construir a confiança na marca e produto. Todas elas têm responsabilidade direta no processo de fabricação dos carros, desde a sua produção até o serviço pós-venda. Estão intimamente ligados à construção da marca da empresa, branding é isso, envolve tudo que se relaciona com a marca e o resultado disso é a sua imagem consolidada na mente das pessoas.

O plano de mídia incluirá um spot de 30 segundos, canais digitais, jornais e revistas. A campanha está sendo realizada na Espanha e deve seguir para outros países do Mundo em que houve problemas de imagem. No Brasil, a campanha parece que ainda não chegou. Confira a ação em www.toyota.es

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Fonte: mktn

Design: a estante circular para "guardar livros"





O designer Kim Ji-hye desenvolveu uma estante que armazena livros que não é retângula e nem quadrada. E além disso dá movimento ao ambiente. Isso é que é "sair da caixa".


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Fonte: Yanko

As campanhas da Heineken 'Walking in Fridge'

Ao ver a camapnha vencedora do Mini Cooper das caixas de Natal em Amsterdã, me fez lembrar das campanhas estratégicas da Heineken sobre as "Walking in Fridge" que fez um sucesso enorme na TV e na internet. Vejam se é ou não uma campanha fantástica.

O primeiro video da série comercial fazendo a geladeira andar.



O segundo video mostra a cena típica de homens x mulheres. Enquanto elas se surpreendem com o closet, eles gritam pelo enorme freezer embutido.



Para pegar carona no clima da comunicação e no sucesso da campanha, a Heineken criou um viral para sustentar a campanha com amigos que criam sua "Walking in Fridge" em um apartamento.



E com tanta comunicação da campanha, nada melhor do que uma ação utilizando a idéia de "unboxing" no meio das ruas de Amsterdã como se fosse um produto vendável e consumível.


E aí, acha que toda a campanha foi planejada ou apenas algumas partes foram planejadas após as famosas "sacadas" do que fazer com a verba de Marketing?


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Concept Stores: P&G monta em Campos do Jordão para Olay, Pantene e Gillette

Durante a temporada de inverno da cidade, o shopping Market Plaza receberá a “Beauty Store Pantene e Olay” e a “Gillette Concept Store”

Até 1º de agosto, quem estiver em Campos do Jordão poderá visitar as concept stores da Procter & Gamble, no Shopping Market Plaza, para conferir os lançamentos e as promoções de Pantene e Olay, duas das principais marcas de beleza da empresa no mundo, e de Gillette, líder no mercado brasileiro de lâmina para barbear.

A criação e a operacionalização dos espaços são assinadas pela agência NewStyle, que também desenvolveu promoções para aumentar a interação dos clientes com as marcas. Na Beauty Store, consultoras de beleza estarão à disposição para fazer aplicações dos produtos Olay, oferecendo dicas de cuidados com a pele. Quem pretende investir nos cuidados com as madeixas para deixá-las mais saudáveis e protegidas, poderá contar com as consultoras para escolher a linha de tratamento Pantene mais adequada ao seu tipo de cabelo. Um centro de tratamento também foi montado para os visitantes aplicarem na hora os produtos e fazerem escova nos cabelos.

Para que os clientes aproveitem as “experiências” oferecidas nas concept stores criadas para a P&G, a NewStyle desenvolveu uma promoção com mecânica de Compre e Ganhe. As diferentes combinações de itens adquiridos na Beauty Store podem virar brindes que vão de aplicações de produtos até pingentes temáticos e nécessaire exclusivo das marcas.

Na loja criada para a Gillette, os clientes poderão conhecer toda a Linha Gillette para o Homem e, para ganhar um nécessaire da marca, basta comprar um aparelho ou uma carga e mais um produto da nova linha. Além disso, o público poderá testar produtos como Gillette Mach3, Gillette Fusion, espumas e géis pré-barba, loções pós-barba, desodorantes, hidratantes, sabonetes e esfoliantes.

Ficha Técnica
Cliente: Procter & Gamble
Marcas: Pantene, Olay e Gillette
Agência: NewStyle
Criação: Claudio Xavier, Vanessa Cristofani, Tatiana Alves, Ana Succi, Ricardo Correia, Tiago Sousa
Planejamento: Rafael Gonçales, Claudia Bertoni
Atendimento: Alice Coutinho, Claudia Lopes, Maria Paulino, Lienne Francine, Bruna Chiavenato, Carolina Rangel
Produção: Claudio Olimpio e Bianca Boechat
Aprovação: Juliana Azevedo, Thiago Icassati, Renata Ditolvo, Daniela Rodrigues (Beauty), Thais Perez, Thiago Nakashima (Gillette)

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: NewStyle

Ação de Marketing: caixa do Mini Cooper nas ruas de Amsterdã ganha prêmio em Cannes 2010


O Mini Cooper está ganhando o mundo com o seu novo design e ganhando espaço no segmento de carros "boutique". A campanha criada pela JWT de Amsterdã explorou a ativação do carro nas ruas de Amsterdã e acabou de ganhar o troféu de prata em Cannes 2010 com esta ação.

O incrível é que a TBWA\Neboko de Amsterdã fez uma ação parecida para a Heineken.

O que achou? Que exemplos as empresas brasileiras poderiam fazer para pegar carona nesse conceito?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Adsoftheworld