Odis Lock | ação de marketing interativo na rua para promover a segurança de 3 números

Desafio: mostrar na nova campanha que os três números são seguros

Veja a ação:


Advertising Agency: Ogilvy & Mather, Chile
Chief Creative Officer: Cesar Agost Carreño
Creative Directors: Francisco Camacho, Nicolas Neumann
Art Directors: Jaime Bustamante, Constanza Cortínez
Copywriters: Juan Pablo Tyrer, Maria Jesús Jarpa
Photographer: Andres Cortinez
Producer: Guayi Mas
Published: March 2012

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: adsoftheworld

Embalagem natureba | Pipcorn, design retrô

Pipcorn é uma empresa jovem, que se concentram na produção de pipoca orgânica. A embalagem foi inspirada em 1850, na madeira, nas letras pintadas à mão e no saco de supermercado norte-americano.

O objetivo foi refletir tanto a natureza honesta e natural da marca. Cada saco também é carimbado à mão, enfatizando a sensação caseira que reside no coração de Pipcorn.





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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: lovelypackage

Marketing esportivo | IMX e Neymar firmam acordo para promover carreira do atleta

"Temos orgulho em apoiar ídolos como Neymar!", afirma Eike Batista

A empresa fará toda assessoria e planejamento estratégico de carreira e pós-carreira do atleta.

A IMX, joint-venture dos Grupos EBX e IMG Worldwide, firmou acordo com o jogador Neymar para promover a carreira do craque do Santos.

A empresa fará toda assessoria e planejamento estratégico de carreira e pós-carreira do atleta.

A parceria inclui também a possibilidade de negócios internacionais, que nesse caso, serão chancelados pela IMG Worldwide, líder global em gestão de talentos.

"Temos orgulho em apoiar ídolos como Neymar! Com a IMX Talent vamos desenvolver a carreira de alguns dos maiores ícones do esporte no Brasil e descobrir novos talentos", afirma Eike Batista, presidente do Grupo EBX, em comunicado.

Além de Neymar, atletas como Maurren Maggi, Torben Grael, Lars Grael, Carlos Alberto Kirmayr, Gabriel Medina e Martine Grael são assessorados pelo IMX Talent.

Essa divisão da IMX oferece planejamento de imagem e carreira com visão diferenciada e específica, valorizando cada etapa da vida profissional de seus clientes, além da ativação de patrocínios, desde a prospecção e negociação de contratos a media training, administração de crises e retorno de mídia.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Brasil Econômico

Louis Vuitton lança espaço dedicado a sapatos na Saks


Inovando para crescer | depois da boutique exclusiva de joias e relógios Louis Vuitton, a maison agora terá seu espaço dedicados aos pés.

A novidade consiste em uma loja dentro da loja muito chique e de bom gosto como tudo o que a marca faz.

O espaço será inaugurado no oitavo andar – dedicado apenas a sapatos - da Saks Fifth Avenue. A inauguração vai acontecer em setembro e o espaço terá, a partir de então, todos os modelos de sapato que a Louis Vuitton lançar na estação.

A LV anunciou também que outras lojas de departamento irão receber espaços dedicados ao sapatos da grife dentro de pouco tempo.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: dasmarias

Estratégia | Zara abre caminho para outras marcas no Brasil

Loja Bershka em Bogotá, na Colômbia: país conta com 6 lojas dessa rede Bershka, marca de moda jovem, representa mais de 10% das vendas da Inditex, que controla a marca Zara.

Com o bom desempenho da Zara no Brasil, recentemente o país ganhou uma loja da Zara Home, no Shopping JK - a segunda marca da companhia a entrar no país.

Segundo a Inditex, controladora da Zara, há mais marcas que pretendem desembarcar no país. Além da Zara e Zara Home, a Inditex detém mais 6 marcas com presença global.

"A Zara é a que abre caminho para as demais lojas, pois têm um leque mais amplo de produtos", diz Jesús Echevarría, diretor geral de comunicação da Inditex. "Pretendemos levar mais marcas ao país", disse o executivo, que evitou contudo prever uma data para isso.

Atrás da Zara, a marca mais popular é a Bershka, de moda jovem que busca antecipar as últimas tendências, com peças mais ousadas e coloridas. O estilo das roupas é alternativo, muitas vezes com inspiração "indie", e os preços não são altos.

Nas lojas dessa marca, a presença é exclusiva de jovens, sobretudo adolescentes. A música ambiente é eletrônica, em volume alto, e luzes intensas como se fosse uma discoteca.

As peças, além de alternativas, são estilosas e de preço baixo - a empresa é responsável por entre 10% e 11% das vendas da companhia.

"Cada vez que entro na Bershka, me dá vontade de pedir um cuba libre", era o título de um grupo no Facebook, criado na Espanha, que existiu há alguns anos e chegou a contar com mais de 80 mil seguidores.

Além da Zara, que detém 1.855 lojas em todo o mundo, a Bershka têm a maior presença, com 827 lojas em 59 países. No total, o grupo Inditex possui 5.618 lojas em 85 países.

A empresa têm mais duas marcas de moda jovem. Uma é a Pull and Bear, com roupas mais tranquilas, para o dia-a-dia. Outra é a Stradivarius, voltada à moda feminina, para jovens adultas.

Também para as mulheres, a empresa têm a Oysho, marca de lingerie e roupas para usar em casa.

Em seguida, vêm as duas marcas mais Premium da companhia. A Uterqüe vende acessórios, complementos de moda, além de uma seleção de roupas de padrão elevado. E a Massimo Dutti produz peças mais formais, em geral com preços mais elevados do que a Zara.

Com as oito marcas, a empresa desenvolve mais de 20 mil modelos por ano.

Marcas independentes
Todas as marcas possuem um sistema independente de desenvolvimento de produtos, além de um centro logístico próprio. O objetivo primário é reforçar a identidade de cada marca, sem permitir o uso do mesmo modelo em diferentes cadeias do grupo.

"De fato, existe competição entre as redes, e isso é algo que estimulamos", diz Echevarría.

Em segundo, as diversas marcas da Inditex devem ser capazes de se sustentar de forma independente. Após a entrada da primeira marca, a decisão de entrar em um país deve partir de cada cadeia.

Novas Lojas
A Inditex prevê abrir até 520 lojas em 2012. De Bershka à Massimo Dutti, todas as marcas têm olhos abertos ao mercado brasileiro. Contudo, nenhuma se arrisca a colocar uma data para entrar no país.

"Com certeza há um desejo, há uma intenção de todas as marcas, mas não temos nada concreto", diz Raúl Estradera, porta-voz da Inditex. O motivo da hesitação é a diferença climática que afeta os países do cone Sul. Jesús Echevarría ressalta que a empresa não tem a intenção de trazer as coleções da estação passada para o Brasil.

"Não minimize essa questão climática. Hoje a oferta da Inditex no cone Sul não está ajustada à demanda", diz Echevarría.

Portanto, para ter uma presença no Brasil, o próximo passo para as marcas será um investimento para reforçar seu departamento de design e desenvolvimento de produtos.

"Isso vai ocorrer em algum momento, e quando ocorrer as marcas terão um departamento de design voltado ao Hemisfério Sul", diz Raúl Estradera.

Esse obstáculo é um dos principais fatores que explicam como, por exemplo, a Bershka, possui nove lojas na Venezuela, seis na Colômbia, 49 na China e zero no Brasil.

Nos países latinos e na China, embora haja diferença climática, executivos da Inditex ressaltam que as coleções funcionam no mesmo esquema dos países do Norte.

Mas há outros pontos. Na Venezuela, por exemplo, a empresa opera com modelo de franquia, mas com apenas um franqueado. A ideia é evitar eventuais dificuldades políticas e regulatórias no país. O sócio, contudo, dá uma musculatura financeira adicional para a expansão da empresa.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: BrasilEconômico

Estratégia de lançamento | LG vai lançar OLED TVs ultrafinas no Brasil

LG será a primeira a lançar a TV no Brasil e fará produção de televisores Oled em Manaus.

Modelos Oled chegam ao mercado mundial e LG sai na frente na corrida para atender o Brasil, com fábrica em Manaus.

Um televisor de 55 polegadas com a metade da espessura de um iPad, ótima resolução de cores e baixo consumo de energia. A descrição das TVs Oled leva a pensar que ter uma dessas na sala é algo que está muito distante, ainda mais se for levado em conta que um aparelho desses custa em média US$ 8 mil.

Essa perspectiva não assusta fabricantes como LG, Samsung e Sony, que colocam o Brasil como mercado prioritário para venda de Oled.

As empresas fazem suas apostas baseadas no histórico da TV por aqui. Os primeiros televisores do Brasil eram tão caros que tiveram de ser comprados por Assis Chateaubriand, para que sua emissora, a Tupi, tivesse alguma audiência.

Em pouco tempo, porém, reunir a família em frente à televisão tornou-se trivial. Não é diferente agora, quando a evolução tecnológica permite a popularização cada vez mais rápida dos equipamentos.

Foi o caso das telas de LCD, que ocuparam rapidamente o espaço dos modelos de tubos. E o exemplo mais recente desse fenômeno são os televisores com telas de LED. Lançados em 2009, eles devem assumir a liderança do mercado nacional este ano.

Avanço
Expectativas da indústria apontam que mais de 50% dos 11 milhões de aparelhos que devem ser vendidos em 2012 terão a tecnologia, um grande salto para quem, há um ano, ocupava pouco mais de 30% do mercado. Esse domínio, porém, não deve ser duradouro.

É só questão de tempo - e provavelmente não muito - para que o Oled supere a tecnologia mais moderna existente hoje no mercado. Ao menos, é disso que sobrevivem as principais fabricantes de televisores.

A LG se prepara para o início da produção de telas Oled em sua fábrica de Manaus, conforme antecipou o Brasil Econômico. A coreana não deve ser a única a optar pela fabricação local.

A rival Samsung planeja seguir pelo mesmo caminho. "Hoje 100% de nosso portfólio de TVs é produzido localmente. Assim, a tendência é que a tecnologia OLED seja absorvida pela nossa planta de Manaus a partir do lançamento mundial", afirma André Sakuma, gerente de TV da Samsung no Brasil.

É esperado que a primeira versão comercial de um televisor Oled da Samsung seja apresentada ao mercado no próximo mês.

Samsung e LG disputam o pioneirismo da tecnologia em todo o mundo. Para competir com as coreanas, as japonesas Sony e Panasonic anunciaram no mês passado um acordo de cooperação para o desenvolvimento da tecnologia.

A Sony informou que o Brasil deve ser um dos primeiros países a receber a novidade, praticamente junto com o lançamento mundial.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Brasileconômico

Trade Marketing | P&G cria exposição com 400 m2 no Extra Morumbi com pista de atletismo



Sua empresa vende no varejo e não pratica o Trade Marketing? Então veja esse visual merchandising em ação! 


Os Jogos Olímpicos de Londres estão chegando. E, a partir desta semana, consumidores que circularem pela loja Extra Morumbi, em São Paulo, vão entrar no clima das olimpíadas com uma megaexposição de PDV criada pela NewStyle para a Procter & Gamble.

Para eleger o “Melhor Ponto de Venda da América Latina”, a P&G lançou uma competição entre diversos países. O objetivo é promover sua parceria como patrocinadora oficial das Olimpíadas até 2020 e divulgar a campanha mundial “Obrigado, mãe”, criada a partir do conceito de que a P&G apoia as mães e por trás de uma grande campeão olímpico existe uma grande mãe.


O espaço com mais de 400 m, assinado pela NewStyle, consiste em uma grande pista de atletismo, com ilhas em formato de piras olímpicas e arquibancadas cheias de produtos, que proporcionam grande visibilidade para as marcas P&G na loja.



Uma promotora convida os consumidores a visitarem a exposição e divulga a promoção realizada pela própria loja durante os dias de jogos, que vai premiar “vencedores Extra” com 17 carros zero km.

A megaexposição permanece no Extra Morumbi até o dia 12 de agosto, data em que encerram os Jogos Olímpicos na capital inglesa.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: NewStyle

Black Dog reestrutura negócio para tornar marca conhecida

Lacunas no negócio | Black Dog espera faturar R$ 10 milhões neste ano. Para isso, a marca conta com novo logotipo e novo posicionamento, pontos fracos antes da sua expansão. E agora, será que vai?

Do logotipo ao plano de negócios, todas as etapas estão sendo repensadas. A expectativa da rede é que sejam inauguradas mais cinco lojas até o final do ano.

A barraquinha de cachorro quente virou negócio. Agora, ao completar 15 anos em operação, chegou a hora de o Black Dog ajeitar a casa.

A reorganização visa principalmente atrair novos consumidores, uma vez que a marca ainda é lembrada por adultos, mas para adolescentes o restaurante nem sempre é referência.

"A geração de 20 a 30 anos conhece a marca, mas tem adolescente que não reconhece o Black Dog como referência para cachorro quente", explica Kito Castanha, diretor de criação da Tre Comunicação, agência de gestão de marca e responsável pela reestruturação do Black Dog.

Do logotipo ao plano de negócios, todas as etapas estão sendo repensadas para a rede ganhar maior participação de mercado. "Vamos valorizar o cachorro no logotipo e as cores vão passar de azul e vermelho para preto e laranja", afirma Castanha, lembrando que as nove lojas da rede vão ser reformadas.

A decoração e o mobiliário serão alterados e práticas sustentáveis serão adotadas. A primeira loja já repaginada, que será inaugurada ainda neste mês, é a da Vila Formosa.

"O Black Dog é uma marca muito forte, que estava desorganizada em algumas áreas", pondera Castanha.

O plano de negócios prevê a remodelagem da estrutura de franquia e a expectativa é que sejam inauguradas mais cinco lojas até o final do ano.

Atualmente, são oito unidades em São Paulo e uma em salvador, das quais cinco são lojas próprias e quatro são franquias. As inaugurações acontecerão em São Paulo, com possibilidade de um estabelecimento no interior paulista.

Segundo Leandro Neves, diretor presidente do Black Dog, há estudo para expansão no Brasil inteiro, especialmente no Rio de Janeiro, onde o cachorro quente é mais popular.

Do lado comercial, a rede tem a vantagem de não ter um concorrente direto. "O Bob's e o Habib's até possuem cachorro quente no cardápio, mas ninguém vai a esses estabelecimentos para comer hot dog", argumenta Castanha.

História e números
Neves conta que a ideia de montar uma lanchonete especializada em cachorro quente, o Black Dog, surgiu em 1997, dois anos depois da sua decisão de viver exclusivamente da venda de hot dogs em sua barraca.

A primeira loja veio em 2001 e a primeira franquia em 2005. Hoje, a rede que faturou R$ 8,9 milhões no ano passado espera que os ganhos somem R$ 10 milhões em 2012, a partir de um investimento de R$ 600 mil.

Em Belo Horizonte, a loja abriu e em menos de 1 ano foi fechada. No meu ponto de vista faltou um estudo de localização. Não havia estacionamento, já que a loja estava em um avenida movimentada, mas com poucos pedestres. Foi um dos diversos erros que percebi. O outro, não houve comunicação do que era o negócio. Quem não conhecia, nem imaginava o que era. E alimentação que estreia em uma capital como Belo Horizonte precisa ter uma comunicação à altura. A concorrência, como o Subway entraram no mesmo período, com marketing pesado e localizações pensadas.

Assim, antes de abrir novas franquias, a rede deveria pensar melhor suas estratégias de marketing e a pesquisa básica de mercado.

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Jony Lan
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Fonte: Brasileconômico

Embalagem | Crayola vende esmaltes como lápis de cor

Famosa fabricante de lápis de cor, a Crayola tem reforçado a atuação no mercado de esmaltes para unhas. O mais novo lançamento da empresa nessa área é um kit com oito miniaturas de vidros de esmalte, de tonalidades variadas.

O jogo de esmaltes é vendido numa embalagem cartonada que imita os famosos estojos dos lápis de cor da marca. A novidade é vendida no site de e-commerce da empresa por 12 dólares.

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Jony Lan
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Fonte: embalagemmarca

Marketing e Design | as campeãs de vendas do varejo no Brasil

Não basta ter uma loja bonita, tem que ter um conceito, uma estratégia e mais do que nunca, muita inteligência de marketing por trás do negócio.

Já sei, sua empresa não investe em marketing. Então quando descobrir que abrir as portas e atender o telefone são atividades do marketing, você irá repensar o seu negócio.

Os brasileiros nunca consumiram tanto e o comércio nunca ganhou tanto dinheiro. Conheça algumas das lojas que são campeãs de vendas no país.

Das 313 patentes que levam a assinatura de Steve Jobs, fundador da Apple, uma delas não tem nada a ver com iPhones, iPads ou Macbooks. Trata-se de uma escada de vidro, concebida para a loja da Apple da Quinta Avenida, em Nova York, e replicada para dezenas de unidades no mundo todo.

Na biografia de Jobs, o jornalista americano Walter Isaacson retrata a concepção das lojas como uma obsessão do fundador da Apple. O design deveria ser tão atraente quanto o dos produtos fabricados pela empresa, imaginou Jobs. Funcionou.

Em 2011, pouco mais de uma década depois de a primeira unidade ser inaugurada, as lojas da Apple foram as que mais faturaram por área nos Estados Unidos: 130 000 reais por metro quadrado por ano — o segundo lugar ficou com a rede de joalherias Tiffany. Os santuários de vendas da Apple são tudo o que qualquer loja deveria ser: venerada pelos clientes e verdadeira máquina de geração de receita.

O Brasil, que movimentou 1,2 trilhão de reais no comércio varejista no ano passado, ainda não conta com uma única loja da Apple. Mas, mesmo sem o charme de Jobs, temos também por aqui nossos templos de consumo.

Com base em um levantamento da consultoria inglesa Euromonitor, EXAME identificou os pontos de venda campeões em sete categorias do varejo — supermercados, shopping centers, concessionárias de automóveis importados, perfumarias, drogarias, eletroeletrônicos e media store.

São eles os responsáveis pelas maiores vendas por metro quadrado no segmento em que atuam. Essas lojas são o lado mais reluzente do consumo no país, que corresponde a 60% do PIB e tem movido a economia brasileira nos últimos anos. Em comum, os pontos de venda campeões estão em ambientes de elevada concentração de pessoas ou de renda — em alguns casos, das duas coisas ao mesmo tempo.

Quando se trata de produtos de consumo de massa, considerados quase commodities, o que importa é estar no meio do caminho da multidão, como é o caso da drogaria Onofre da praça da Sé, em São Paulo. A rede é a que mais vende por metro quadrado no Brasil, de acordo com a Euromonitor.

E a farmácia campeã é a que, há mais de meio século, está instalada a poucos metros da Catedral da Sé e da estação de metrô mais congestionada do país. Lógica semelhante se aplica à rede de perfumaria O Boticário. A loja que mais vende fica no shopping center Iguatemi, de Salvador, outro lugar de grande fluxo de pessoas.

Os 46 metros quadrados geram cinco vezes mais vendas que a média da rede, de cerca de 42.300 reais por metro quadrado a cada ano. “O movimento da loja no shopping Iguatemi é abastecido pelo terminal rodoviário de Salvador, a poucos metros dali”, diz Andrea Mota, diretora de O Boticário, maior rede de franquias do Brasil, com faturamento de 5,5 bilhões de reais em 2011. O movimento é tal que a empresa tem duas lojas no mesmo shopping.

Do ponto de vista econômico, a explicação para esses casos de sucesso é relativamente simples. O que as empresas buscam é reduzir os chamados “custos transacionais” de uma compra. Traduzindo do economês: quando um consumidor compra um remédio, ele arca, além do custo financeiro do medicamento, com o deslocamento até a farmácia.

“O custo transacional pode incluir o estacionamento e o combustível do carro. Ou simplesmente o tempo e o trabalho da compra”, diz o demógrafo Reinaldo Gregori, sócio-diretor da consultoria Cognatis, de São Paulo. Portanto, quanto mais cômodo for o percurso de uma pessoa até a loja, menor é esse “custo” adicionado ao preço do produto.

É a extrapolação dessa mesma lógica que explica o poder crescente de atração das cidades. A alta densidade populacional das aglomerações urbanas permite que os custos de transação — como o de se movimentar, de se comunicar, de fazer as ideias circularem, de comprar e vender — sejam menores.

Luxo e tradição
O shopping center Iguatemi, de São Paulo, instalado na avenida Faria Lima, região oeste da capital paulista, é o centro de compras com as maiores vendas por metro quadrado do Brasil. Segundo estimativas de Cláudio Guaranys, presidente da consultoria CG Malls, com sede no Rio de Janeiro, cada metro quadrado de loja no Iguatemi, o primeiro shopping do Brasil, inaugurado em 1966, responde por vendas de 45 000 reais por ano.

Embora esteja numa área nobre de São Paulo, seria um exagero dizer que a maior explicação para o seu sucesso é apenas a localização geográfica. Seus clientes não se resumem aos que moram e trabalham nas imediações. O shopping — pioneiro em oferecer pequenos confortos hoje disseminados pelo segmento, como salas de cinema com lugar marcado — concentra marcas de luxo como Burberry, Chanel, Salvatore Ferragamo, Christian Louboutin, Tiffany e Louis Vuitton.

No centro do seu piso térreo, há um Gero Caffé, uma das marcas de restaurante do Grupo Fasano. No 9o andar, fica uma unidade do badalado salão de cabeleireiros Studio W. Com um fluxo médio diário de 50 000 pessoas — boa parte delas endinheirada —, o Iguatemi acaba atraindo redes não necessariamente ligadas ao mercado do luxo, como a Fast Shop, apontada pela Euromonitor como a varejista de eletroeletrônicos que mais fatura por metro quadrado no país. Não por coincidência, EXAME apurou que sua loja campeã, com faturamento anual estimado em 300.000 reais por metro quadrado, fica no shopping (procurada, a empresa não quis dar entrevista).

O preço do sucesso
Invariavelmente, uma loja campeã enfrenta um aluguel nas alturas. “Hoje nosso aluguel é um dos mais altos do mundo”, diz Carlos Jereissati Filho, presidente da Iguatemi Empresa de Shopping Centers. Segundo a consultoria Cushman & Wakefield, trata-se, mais precisamente, do 11o endereço comercial mais caro do planeta.

Pontos de fluxo privilegiado custam muito mais que os outros — muitas vezes, separados por alguns metros de distância. Dentro de um shopping, seja um dedicado ao público de baixa renda, seja um focado na classe A, o aluguel de espaços próximos de escadas rolantes ou de lojas âncoras pode sair três vezes mais caro, calcula Manuel Puig, diretor da divisão de varejo da consultoria Jones Lang LaSalle, com sede em São Paulo.

A relação é a mesma para lojas de rua. Varejistas asseguram que lojas instaladas nas chamadas esquinas “positivas” — aquelas que ficam depois de um cruzamento — faturam mais. O motivo seria a maior visibilidade dos prédios localizados nesses pontos para quem está dirigindo. “Aluguéis caros exigem um esforço adicional das lojas para rentabilizar cada metro quadrado de espaço”, afirma Meika Nakamura, analista da Euromonitor.

Estima-se que, para manter-se economicamente viável, um supermercado não deva gastar mais do que o equivalente a 2,5% de suas vendas em aluguel, condomínio e impostos imobiliários. Para uma loja de eletroeletrônicos, a taxa é de 3,5%. Essa regra, porém, é muitas vezes deixada de lado quando se trata de um ponto campeão.

“Sob certas circunstâncias, o lugar é muito mais marketing do que de resultado”, afirma Marcos Gouvêa de Souza, da consultoria GS&MD, de São Paulo. Em outras palavras, pode valer a pena pagar o preço, desde que, ao final das contas, o varejista consiga alcançar mais clientes. Como costumava dizer Sam Walton, fundador do Walmart, maior rede de varejo do mundo, o consumidor é o verdadeiro chefe, a pessoa que pode demitir todo mundo se decidir comprar na loja ao lado.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Exame

Zahia Dehar | ex-prostituta estreia como estilista de lingeries na Couture Fashion Week de Paris

Você pode dizer que é Marketing ou será que é o aproveitamento do Branding? Oportunismo? Não, com certeza ela soube explorar o seu potencial e a sua "fama". E o melhor, a ousadia que é o tabu de uma ex-prostituta francesa se tornar uma estilista.

Zahia Dehar, conhecida na França como “A criatura”, mostrou que tem peito, lançando sua coleção de lingeries picantes, numa das semanas de moda mais importantes de Paris, a Couture Fashion Week.

Zahia foi o grande destaque da própria festa, pois desfilou modelitos ousados de sua coleção. Um vestido longo transparente, com pétalas de flores tampando somente as partes íntimas, foi a escolha de Zahia, sem o menor pudor.










Ela ganhou fama após ter se envolvido em escandâlos sexuais com jogadores de futebol do seu país, quando, ainda era menor de idade, em 2010.

Agora, proveitou a sua fama para mudar de profissão, lançando sua coleção de peças intimas. Será que teremos algum exemplo?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: dasmarias

Design | cases para iPhone by Marc Jacobs

Os acessórios desenvolvidos por estilistas consagrados ou mesmo aqueles artigos que apenas levam a assinatura de tais fashion designers costumam ser bastante caros. A maioria deles seriam bem mais em conta se não fosse pelo nome que eles carregam.

As capas para iPhone 4 e 4S com a marca Marc by Marc Jacobs, em colaboração com a Incase são camaradas. Disponível exclusivamente na loja da Apple, cada exemplar custa - apenas - 39,95 dólares e oferece uma mistura alegre de modelos e cores, devido ao talento de um dos maiores designers da atualidade.

Abs,

Jony Lan
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Fonte: dasmarias, Luxuo