Estratégia | Spoleto fecha 2013 com 11,9% de crescimento e deve inaugurar mais 58 lojas em 2014


Em 2013, a rede Spoleto obteve faturamento de R$ 387,7 milhões, 11,9% a mais do que em 2012. O crescimento da rede física de lojas também foi significativo, alcançando a marca de 15,6%, resultado da inauguração de 58 novas lojas.

A estimativa para 2014 é manter o mesmo ritmo de crescimento e abrir 62 novas unidades (crescimento físico de 15%), chegando ao faturamento de R$ 432,3 milhões (o equivalente a um incremento de 11,5% em relação a 2013).

Número de lojas

Líder no segmento de culinária rápida italiana no Brasil, o Spoleto possui atualmente 337 restaurantes em operação (15 próprios). São 322 no Brasil (exceto em Mato Grosso e Piauí) e 15 no exterior - 12 no México e 3 na Costa Rica. A maior concentração de lojas brasileiras está em São Paulo (114) e no Rio de Janeiro (74). Atualmente conta com 950 funcionários.

Grupo TRIGO

O Spoleto é a maior empresa do grupo TRIGO, uma holding 100% brasileira de gestão de food service, formado também pelas redes alimentícias Domino’s Pizza e Koni (culinária japonesa). Para garantir a qualidade de seu produto - tanto na gestão do negócio, quanto nos itens comercializados nas lojas -, dispõe de duas fábricas próprias e uma distribuidora, garantindo assim a soberania na cadeia de suprimentos de suas redes e atendendo com rapidez às demandas de seus clientes. Além de contar com uma equipe especializada nas diversas áreas do negócio, empregando diretamente mais de 1.000 funcionários.

O sistema TRIGO – que engloba a controladora das lojas próprias, distribuidora, fábrica e franquias das três marcas - registrou crescimento de 21,7% em 2013, chegando ao faturamento de R$ 732,56 milhões. No período, foram abertas 104 unidades. Atualmente conta com mais de 480 restaurantes no Brasil e no exterior (34 próprias e o restante franquias) e pretende inaugurar nesse ano 146 novos pontos para as três marcas, ultrapassando 550 lojas. A projeção do sistema Trigo é alcançar o faturamento de R$ 885,63 milhões, o que equivale ao crescimento de 20,9% em relação a 2013.

Fonte: Spoke

Branding Friboi | ex-vegetariano Roberto Carlos usa o bordão “Eu voltei” e come carne


Roberto Carlos em comercial da Friboi: um prato de massa trocado por prato de carne

Comercial usa a mudança de hábito alimentar do cantor como tema. Essa "técnica" de fazer um artista trocar de marca ou fazer algo que não é do seu feitio, mudando algum comportamento não é nova, mas com o Roberto Carlos, foi bem inusitado.

A Friboi estreou na noite deste domingo um comercial no qual o seu famoso garoto-propaganda, Tony Ramos, ganhou a companhia do cantor Roberto Carlos como embaixador da marca.

A nova fase da campanha que lançou um dos bordões mais populares da publicidade no ano passado promoverá sua mudança de hábito alimentar como mote das ações.

O anúncio pegou muita gente de surpresa - Roberto era um notório vegetariano, e teria passado 30 anos longe de carnes. Também não é dos garotos-propaganda mais acessíveis. Seu currículo tem apenas a campanha de 90 anos da Nestlé do Brasil em 2011, à qual emprestou sua imagem, sem atuar diante das câmeras.

De acordo com Wesley Batista, presidente do Grupo JBS, a ideia de escolher o cantor surgiu quando o próprio Roberto Carlos revelou publicamente, em 2013, que voltou a consumir carne.”Ele fala diretamente às donas de casa. Essas mulheres cozinham ouvindo suas músicas. Além disso, é sinônimo de confiança. Para nós é o casamento perfeito”, explicou Batista no lançamento da campanha.

É mais um capítulo da estratégia agressiva da JBS, que tem a meta de criar o hábito no consumidor de pedir carne com marca, e não só pelo corte do boi. Batista não detalha números, mas afirma que a expectativa é que a nova fase da campanha aumente em 20% a receita líquida da Friboi até o fim do ano, mesmo resultado conquistado em 2013 com a mania ao redor de Tony Ramos.

O comercial

No filme, Roberto Carlos aparece em um restaurante, acompanhado de amigos, quando o garçom entrega dois pratos: uma massa, para ele, e outro de carne, para um dos convidados. O cantor então pede para comer o de carne, para susto do garçom.

Até o fim do vídeo haverá tempo para o bordão da marca (É Friboi?) e para a música-tema, um trecho de O Portão (Eu voltei, e agora é pra ficar). A campanha foi criada pela agência Lew Lara\TBWA. Assista ao filme completo abaixo.

Além do comercial para a TV, o contrato, de cachê não revelado, inclui ativações em shows de Roberto Carlos e patrocínio do cruzeiro Emoções.



Fonte: Exame

Branding | McDonald’s comemora 35 anos de Brasil

História da empresa começou no bairro de Copacabana; hoje rede atua em 192 cidades e possui 50 mil funcionários

O McDonald’s comemorou 35 anos de Brasil (13/02/2014). O primeiro restaurante foi inaugurado em Copacabana, famoso bairro da capital fluminense. Dois anos depois, foi a vez de a cidade de São Paulo receber a novidade, com a abertura de um restaurante na avenida Paulista.

Em Minas Gerais, o McDonald’s está presente há 26 anos, desde quando abriu seu primeiro restaurante em 1988, no BH Shopping. Hoje, a rede possui cerca de três mil funcionários no território mineiro, com unidades nas cidades de Belo Horizonte (22), Contagem (4), Betim (2), Juiz de Fora (3), Uberlândia (6), Uberaba (2), Montes Claros (1), Sete Lagoas (1), Poços de Caldas (2), Ipatinga (2), Governador Valadares (1), Patos de Minas (1) e Pouso Alegre (1), totalizando 48 restaurantes no Estado.

Hoje, a Arcos Dourados, maior franquia da marca no mundo, opera mais de 800 unidades em todo o país (presentes em 192 cidades brasileiras), em parceria com 62 fraqueados e mais de 200 fornecedores.

“Temos orgulho de fazer parte da vida das pessoas. Clientes que começaram a frequentar o McDonald’s ainda crianças ou adolescentes, hoje levam seus filhos para nossos restaurantes”, diz José Valledor, presidente da Arcos Dourados Brasil.

Para comemorar esse momento, está no ar a campanha institucional Que bom que você veio, que já entrou para o hall de campanhas inesquecíveis, como foi com Gostoso como a vida deve ser, passando pelo jingle do Big Mac, até a frase Amo Muito Tudo Isso, que já faz parte da memória coletiva.



A empresa considera 2014 um ano especial também porque o Brasil será anfitrião da Copa do Mundo da FIFA 2014™, evento do qual é uma das patrocinadoras oficiais. O McDonald’s é responsável pelo treinamento dos voluntários que vão atuar durante a competição e levará mais de 1.400 crianças para entrar em campo com as estrelas das seleções que participarão do torneio, por meio do projeto Sonho de Craque.


No Brasil, a marca foi precursora de algumas iniciativas, sempre buscando antecipar-se às expectativas de seus clientes, como na divulgação das informações nutricionais de seus produtos e na apresentação do primeiro cardápio em braile. Além disso, apoia uma das maiores manifestações de solidariedade no país, o McDia Feliz, projeto do Instituto Ronald McDonald que, no ano passado, arrecadou R$ 20,4 milhões. Essa verba será destinada ao combate do câncer infantojuvenil.

Hoje, a Arcos Dourados conta com 50 mil funcionários e é referência entre as melhores empresas para trabalhar, além de ser reconhecida como uma das maiores empregadoras de jovens no país, ao oferecer a oportunidade de primeiro emprego a estes com a possibilidade de desenvolvimento e crescimento profissional dentro da rede.

 “Construímos uma vitoriosa trajetória de sucesso no país e esperamos ter muito mais conquistas nas próximas décadas”, conclui Valledor.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. Diretamente ou por meio de franquias, a Arcos Dorados opera 1.993 restaurantes da marca McDonald’s na região, com mais de 90 mil funcionários atendendo mais de 4 milhões de clientes todos os dias. Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).  Para saber mais sobre a companhia visite nosso site  www.arcosdorados.com.

Fonte: Multitexto

Expansão | Allia Hotels anuncia mais um empreendimento no Rio de Janeiro

Já são mais de 10 hotéis em desenvolvimento no estado do Rio de Janeiro. Rede opera atualmente em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás e Distrito Federal

A rede Allia Hotels acaba de confirmar a assinatura de contrato para implantação de mais um hotel da rede no estado do Rio de Janeiro. O empreendimento será na cidade de Itaguai, a 69 quilômetros da capital.

 De categoria supereconômica, o Bristol Easy Hotel Itaguai tem previsão de inauguração em novembro de 2017. São 200 apartamentos (400 leitos), área de eventos e restaurante em uma área construída de 7,8 mil metros quadrados.

 Segundo Marcello Medeiros, Diretor de Desenvolvimento da Allia Hotels, Itaguai é uma cidade que entrou para os planos da rede por seu desenvolvimento contínuo. “O município é considerado um dos três que mais crescem no estado, com uma demanda interessante para sua atuação com um empreendimento supereconômico”, explica o executivo.

 Além da proximidade com a capital Rio de Janeiro, Itaguai conta com investimentos da Companhia Siderúrgica do Atlântico, do Porto de Itaguai e de novos portos privados como o Porto Sudeste. “São várias perspectivas muito positivas para a cidade”, continua Medeiros.

 A rede Allia Hotels anunciou recentemente outros projetos no estado, tanto na capital como em outras importantes cidades como Campo dos Goytacazes, Macaé, São João da Barra e agora em Itaguai.

Sobre Allia Hotels

A Allia Hotels nasceu em outubro de 2010,  a partir da fusão da rede mineira Bristol Hotels com a paulista Plaza Inn, com capital 100% nacional e conta hoje com 31 hotéis em operação nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Espírito Santo e Distrito Federal. Os investimentos previstos na rede já passam de R$ 1,2 bilhão de reais no país.


Em Minas Gerais

Só em Minas Gerais, a bandeira Bristol, do grupo Allia Hotels, vai inaugurar 13 hotéis. Os novos empreendimentos serão em Belo Horizonte, Betim, Lagoa Santa, Itabira, Itabirito, Ipatinga, Montes Claros, João Monlevade, Ubá e Viçosa.

Somente em Belo Horizonte serão cinco novos hotéis, dos quais um, o Bristol Jaraguá Hotel, já foi inaugurado em maio de 2012, próximo à UFMG. Um dos empreendimentos que merece destaque em BH é o Bristol Stadium Hotel,  na Pampulha, próximo ao Mineirão/Mineirinho, que será o primeiro 5 estrelas da rede.
O investimento total das 13 unidades de Minas Gerais é de R$ 351.714.800,00 (R$ 351,7 milhões)


Os Hotéis da bandeira Bristol/grupo Allia Hotels que serão inaugurados em Minas Gerais:

Bristol Center Hotel – (BH)
Bristol Convention Hotel – (BH)
Bristol Stadium Hotel – (BH)
Bristol Palladium Hotel – (BH)
Bristol Betim Hotel
Bristol Ipatinga Hotel
Bristol Itabira Hotel
Bristol Itabirito Hotel
Bristol Lagoa Santa Hotel
Bristol Monlevade Hotel
Bristol Montes Claros Hotel
Bristol Viçosa Hotel
Bristol Ubá Hotel

Fonte: Multitexto

Atendimento | Cliente poderá cancelar contrato com operadora de telefonia pela internet

Será que agora irá diminuir o índice de reclamações do setor de telecom? O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira, 20, o "Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Telecomunicações". Entre as novidades que ficam estabelecidas está a possibilidade de realizar o cancelamento dos contratos pela internet, sem a necessidade de falar com um atendente.

Ou seja, o consumidor não terá mais de aguardar para ser atendido setores de call center, nem precisar ouvir contrapropostas das operadoras. Esse procedimento poderá ser realizado por meio da internet ou simplesmente digitando uma opção no menu na central de atendimento telefônico da prestadora. O cancelamento automático deverá ser processado pela operadora em, no máximo, dois dias úteis. O cancelamento também pode ser efetuado por meio de atendente, se essa for a escolha do cliente.

Quando houver atendimento por meio de call center e a ligação cair, operadora deve retornar para o consumidor. Se não conseguir retomar o contato, a operadora deve enviar mensagem de texto com número de protocolo. Essa conversa deve ser gravada, a exemplo dos demais diálogos entre a central de atendimento da prestadora e o usuário, e deve ser armazenada por seis meses. O consumidor tem direito a cópia dessas gravações.

Outra novidade que a Anatel quer implantar com o novo regulamento é dar facilidade para o consumidor contestar cobranças. Sempre que o consumidor questionar o valor ou o motivo de uma cobrança, a empresa terá 30 dias para responder. Se não cumprir tal prazo, a prestadora deve automaticamente corrigir a fatura (caso ela ainda não tenha sido paga) ou devolver em dobro o valor questionado (caso a fatura já tenha sido paga). O consumidor pode questionar faturas com até três anos de emissão.

Há também regras estabelecendo que as promoções passam a valer para todos, sejam novos ou antigos assinantes; além de normas para garantir mais transparência na oferta dos serviços. Contrato, faturas antigas e históricos de consumo poderão ser baixados da internet e, além disso, o site de operadora deverá permitir acesso a protocolos e gravações do atendimento.

A Anatel quer, também facilitar o processo de comparação de preços. Para tanto, o regulamento prevê que todas as operadoras, de todos os serviços, deverão disponibilizar, em forma padronizada, os preços que estão sendo praticados para cada serviço, bem como as condições de oferta. Também ficou decidido pelo fim da cobrança antecipada e a unificação de atendimento, no caso de combos.

Essas medidas já eram previstas pela Anatel, conforme informou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, em julho do ano passado. Naquela data, o presidente da Anatel, João Rezende, disse em entrevista exclusiva que a agência queria atacar o problema da cobrança feita pelas operadoras, um dos principais focos de queixas dos clientes.

"Achamos que as empresas ainda estão devendo ao usuário um melhor atendimento nos call centers", avaliou. Apenas no ano de 2013, a Agência recebeu mais de 3,1 milhões de reclamações contra operadoras de serviços de telecomunicações, a maioria delas relacionadas à cobrança (33,9% do total).

As novas obrigações previstas no regulamento variam de acordo com o porte da operadora: as que têm até 5 mil consumidores, as que têm entre 5 mil e 50 mil consumidores e as que têm mais de 50 mil consumidores. Há, no entanto, alguns passos que ainda terão de ser cumpridos antes de a nova regra entrar em vigor. Em primeiro lugar, a decisão precisará ser publicada no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer nos próximos dias.

Depois disso, haverá um prazo para que as operadoras se adaptem ao novo sistema. De acordo com a complexidade da obrigação, as operadoras têm prazos de 120 dias a 18 meses para adaptação. No caso do cancelamento automático, por exemplo, o prazo para implementação da medida será 120 dias após a publicação do regulamento.

Segundo a Anatel, a ideia, com o "Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Telecomunicações", é aumentar a transparência nas relações de consumo e amplia os direitos de quem utiliza telefonia fixa e móvel, internet e televisão por assinatura.

Fonte: Exame

E-commerce | Crescimento da Walmart.com atrai investimentos em depósitos no Brasil, que está "esgotando"

Crescimento das compras on-line está esgotando a capacidade dos depósitos no Brasil, o que impulsiona os esforços para ampliar as redes de distribuição. Logística é o caminho!


Uma expansão das varejistas on-line, como a Arezzo Indústria Comércio e a Walmart.com, está fazendo com que o espaço de depósitos no Brasil dobre seu tamanho, o que atrai investidores estrangeiros como a Prologis e o Goodman.

A Prologis, com sede em São Francisco, uniu-se à Cyrela Commercial Properties do Brasil na construção de depósitos para alugar para a Walmart.com e outras empresas. A Global Logistic Properties, da Cingapura, aumentará o tamanho dos seus centros de distribuição existentes em quase 100 por cento, e o Goodman Group, da Austrália, acrescentará quatro locais no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O crescimento das compras on-line está esgotando a capacidade dos depósitos no Brasil, o que impulsiona os esforços para ampliar as redes de distribuição. A B2W Cia Digital, com sede no Rio de Janeiro, cujos pedidos para o final do ano em 2010 e 2011 sofreram problemas quando os envios saíam de São Paulo, adicionará pelo menos dez depósitos em diferentes estados até 2015, adotando uma abordagem semelhante a do Walmart.com, que utiliza 42 centros de distribuição nos EUA.

"A gente começou há 5 anos, lá atrás, com um centro de distribuição localizado aqui em Barueri, a partir do qual a gente percebeu a necessidade para expandir”, disse Flávio Dias, presidente de vendas on-line no Brasil da Wal-Mart Stores Inc., em entrevista por telefone. “Pelo tamanho do Brasil, a gente entende que a distribuição precisa ser mais regionalizada do que centralizada”.

Brasil é o quinto maior país do mundo em território, e seus compradores estão migrando para a Internet à medida que os computadores chegam a mais famílias em uma classe média em expansão.

Crescimento on-line

A receita on-line crescerá 20 por cento neste ano para R$ 34,7 bilhões (US$ 15,3 bilhões), após subir 28 por cento no ano passado, estima a empresa brasileira de pesquisa E-bit. Isso se compara a um ganho estimado de 11 por cento nos EUA para US$ 291 bilhões, segundo a empresa de pesquisa Forrester Research Inc.

“O comércio eletrônico é uma grande oportunidade para nós”, disse Hardy Milsch, gerente nacional da Prologis para o Brasil, em entrevista de São Paulo. As compras on-line estão “crescendo muito acima do ritmo da economia no Brasil, obviamente alimentadas por 40 milhões de pessoas que foram incorporadas à classe média”.

A Prologis possui 372.000 metros quadrados em operação atualmente no Brasil, 167.400 metros quadrados em construção e 306.900 metros quadrados no seu banco de terrenos.

A demanda por mais centros de distribuição significa que o espaço de armazenamento, atualmente de 80 milhões de metros quadrados, terá que dobrar, estima Milsch. As instalações mais velhas costumam ser inadequadas para as necessidades atuais, como os espaços que não têm altura suficiente ou são pequenos demais para que os caminhões possam manobrar, disse.

A Global Logistic Properties pretende ser uma “líder do mercado” e está desenvolvendo um milhão de metros quadrados de depósitos no Brasil, quase duplicando seu espaço existente, disse Clarisse Etcheverry, diretora de desenvolvimento e novos negócios no Brasil. A companhia possui mais um milhão de metros quadrados na carteira.

Projetos de capital

“O mercado tem potencial para dobrar de tamanho nos próximos 5 anos, mas provavelmente não faça isso porque são projetos de valor muito alto”, disse Etcheverry em entrevista por telefone. Cada milhão de metros quadrados em espaço de armazenamento requer um investimento de cerca de R$ 1 bilhão, acrescentou.

Uma economia em desaceleração provavelmente atrapalhe os investimentos, disse Ângela Di Franco, sócia da Levy Salomão Advogados, com sede em São Paulo. Estima-se que o Brasil tenha se expandido 2,3 por cento no ano passado e que cresça 2,1 por cento em 2014, segundo dados compilados pela Bloomberg.

A queda na economia não assusta a Global Logistic nem a Prologis. Etcheverry disse que um dos projetos mais recentes da Global Logistic, perto do aeroporto internacional de Guarulhos, atraiu uma demanda três vezes maior do que a construção inicial. A taxa de ocupação da Prologis está em 90 por cento, disse Milsch.

“Um ponto importante na nossa estratégia aqui tem sido construir prédios especulativos, construir sem necessariamente ter um inquilino com contrato assinado”, disse Milsch. “A demanda está muito saudável”.

Fonte: Exame

Marketing de Relacionamento | Volkswagen dará curso de mecânica para mulheres gratuitamente


Não é piadinha, nem esteriótipo, o objetivo da empresa é estreitar o relacionamento com as consumidoras de carros da marca. Além disso fazer uma ação que nenhuma outra montadora faz. Isso é criar uma percepção de valorização da mulher, além de sair na frente oficializando esse relacionamento com o público feminino.

Mulher dirige carro da Volkwagen: aulas de mecânica serão oferecidas pela montadora ao público feminino, em comemoração ao mês da mulher

Em comemoração ao mês da mulher, a Volkswagen está oferecendo um curso de mecânica voltado exclusivamente para o público feminino.

As aulas abordarão noções básicas sobre o funcionamento e manutenção de veículos. Durante o curso, as estudantes também visitarão uma oficina mecânica para conhecerem as peças automotivas.

O objetivo da ação, segundo a empresa, é estreitar o relacionamento com as consumidoras de carros da marca.

As aulas serão gratuitas e ocorrerão no próximo dia 15 em 109 concessionárias da montadora, em 16 estados e no Distrito Federal. As inscrições podem ser feitas pelo site da companhia. Há mais de 3 mil vagas disponíveis.

Batizado de Mecânica Interativa para Mulheres, o curso foi criado pela área de pós-vendas da Volkswagen em 2009, para atender a uma demanda crescente do público feminino por informações sobre manutenção e conservação de veículos.

Fonte: Exame

Estratégia | Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bilhões com medo de perder audiência


Sim meus caros, a compra de uma empresa por uma quantia enorme nunca é feita para só se ganhar com ela no futuro. Visto o caso do Google com a Motorola e tantos outros casos. É quase que uma questão estratégica que inclui também o fator "sobrevivência", compra-se uma futura ameaça, algo como um "produto substituto" do ambiente estratégico das empresas. E a negociação inclui US$ 4 bilhões em dinheiro e US$ 12 bilhões em ações do Facebook.

A rede social Facebook anunciou na noite de quarta-feira (19.02.2014) que irá comprar o aplicativo de mensagens WhatsApp por 16 bilhões de dólares. O pagamento deverá ser feito com 4 bilhões de dólares em dinheiro e 12 bilhões de dólares em ações.

O valor total pode subir para até US$ 19 bilhões por conta de uma cláusula adicional de US$ 3 bilhões em ações que serão concedidas aos fundadores e colaboradores ao longo de quatro anos.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em uma mensagem estar bastante animado com a aquisição. Segundo ele, o aplicativo deverá continuar a operar de forma independente da rede social.

Segundo o comunicado divulgado pela rede social, a aquisição vai "acelerar a habilidade do Facebook de trazer conectividade para o mundo".

Pelo acordo, Jan Koum, cofundador e CEO do WhatsApp, deverá se juntar ao Facebook como executivo e deverá também se tornar membro do conselho de administração. O executivo se disse "excitado e honrado pela parceria com Mark e o Facebook para continuar a levar o produto para mais pessoas no mundo todo".

O WhatsApp é um aplicativo para a troca de mensagens em smartphones e tem mais de 450 milhões de usuários ativos mensalmente. Possui também um volume de mensagens diárias que se aproximam ao do SMS.

Apesar do alto valor da compra, em dezembro, apenas 50 pessoas trabalhavam na companhia, segundo o site Re/Code. A Forbes diz que hoje ela tem 55 funcionários.

O app tem duas formas de arrecadação de receitas: cobra usuários do iPhone pela instalação do aplicativo (US$ 0,99); e usuários do Adroid pelo uso a cada ano (US$ 0,99 após do primeiro ano).

Pergunto, alguém já pagou o Whatsapp? Outra pergunta, 16 bilhões por uma empresa de 55 funcionários é uma oportunidade ou uma questão estratégica mais séria? Qual a lógica?

Fonte: Exame

Pesquisa | 54% dos brasileiros formam a classe C e movimentaram 58% do crédito no Brasil


Se a classe C brasileira fosse um país, seria o 12º mais populoso do mundo e o 18º em consumo. Viagens, eletrônicos e móveis para a casa estão no topo da lista de desejos deste grupo, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira, 18, pela Serasa Experian e pelo instituto Data Popular. Formada por 108 milhões de pessoas que gastaram R$ 1,17 trilhão e movimentaram 58% do crédito no Brasil no ano passado, a classe C brasileira representa hoje 54% da população do País e em 2023 a estimativa é de que essa fatia suba para 58%, chegando a 125 milhões de pessoas. Em 2013, esse grupo representava 38%.

O estudo considera classe média a família com renda mensal per capita de R$ 320,01 a R$ 1.120 e apresenta quatro perfis do consumidor: os "batalhadores" formam o maior grupo e são os que mais consumiram em 2013: R$ 388,9 bilhões. Os idosos "experientes" da classe C gastaram R$ 274 bilhões, mais que os jovens "promissores", que consumiram R$ 230,8 bilhões. Os "empreendedores" são a menor fatia, mas têm maior renda per capita e gastaram R$ 276 bilhões.

Mais de 30 milhões de pessoas se enquadram na categoria dos "batalhadores" e representam 39% da classe C. A média de idade é de 40,4 anos. A maioria é solteira (72%) e quase a metade tem carteira assinada (49%) e ensino fundamental completo (48%). O emprego é visto por eles como o caminho para a estabilidade e o estudo como oportunidade de ascensão social dos filhos.

Mesmo aposentados, os "experientes" continuam no mercado de trabalho para manter o padrão de consumo. O grupo com idade média de 65,8 anos é o que menos acessa a internet (7%). Dos 20,5 milhões de "experientes", 41% são viúvos, 36% autônomos e 90% chegaram apenas até o ensino fundamental.

O grupo dos "promissores" é o mais jovem e o mais conectado, o qual representa 19% da classe C, com idade média de 22,2 anos. Do total de 14,7 milhões, 95% são solteiros, 72% acessam a internet e a maioria tem ensino médio completo (59%) e emprego com carteira assinada (57%). Eles veem no crédito a oportunidade de melhorar de vida, mas 51% admitem já ter pedido o controle das contas.

Os "empreendedores" formam o menor grupo, mas têm mais escolaridade e maior renda per capita. Representam 16% do total, com 11,6 milhões de pessoas e idade média de 43 anos. Mais da metade (60%) acessa a internet, 43% têm carteira assinada e 19% concluíram o ensino superior.

Atualmente, a maior parte da classe C vive na região Sudeste (43%), seguida por Nordeste (26%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (8%).

Fonte: Estadão

Inovação | Avião supersônico sem janelas com super telas é o objetivo da Spike Aerospace


A IDEIA É QUE A IMAGEM EXTERNA SEJA TRANSMITIDA POR CÂMERAS INSTALADAS NA PARTE DE FORA DO AVIÃO. O Desafio é a baixa temperatura, mas a inovação pode ser replicada para outros modais, não?

A empresa americana Spike Aerospace prepara o lançamento de um jato supersônico privado, o S -512. A aeronave tem entrega prevista para o final de 2018. Uma das novidades mais curiosas previstas no rojeto é a ausência de janelas. A intenção é substituir as pequenas janelas por super telas de alta resolução que cobririam toda a lateral do avião.

Essas telas seriam capazes de "transmitir" a imagem externa que seria capturada por pequenas câmeras instaladas na parte de fora do avião. Dessa forma, os passageiros poderiam viajar apreciando uma vista panorâmica o tempo todo. Ou poderiam escurecer as telas e tirar um cochilo.

Segundo a empresa, a novidade é vantajosa por fazer a aeronave ficar mais leve e mais estável. "Há muito tempo se sabe que as janelas são um grande desafio na construção de uma fuselagem de avião. Elas precisam de apoio estrutural e aumentam o peso", diz a Spike Aerospace em nota. A companhia ainda acredita que sem as janelas, o avião terá mais estabilidade durante o voo.



Fonte: Época Negócios

Novos produtos | Gravata com mapa do metrô japonês

O mapa fica no verso da peça e pode ajudar quando o usuário não tiver outra alternativa

A ARA criou a gravata bem diferente, que tem o mapa do metrô de Tóquio no verso. A peça pode ajudar o usuário a conhecer o caminho que precisa percorrer.

Segundo o site Springwise, os desenvolvedores da Subway Map Tie afirmam que o produto pode ser útil principalmente quando não há outras alternativas disponíveis. Por exemplo, se o usuário ficar sem sinal de celular e não for possível acessar aplicativos de mapas.

A gravata é feita de seda e está disponível em dois modelos, trazendo no verso mapas da área metropolitana de Tóquio e de Osaka e Kyoto.

Apesar de parecer útil, a ideia de um produto com mapas não é tão nova. A marca norte-americana Josh Bach também oferece um modelo de gravata com mapas, incluindo o do metrô de Nova York e os de outras cidades. Porém, neste caso, o mapa fica na frente, é a própria estampa da peça.

Em 2009, outra empresa do país, a Designhype, criou uma linha de pulseiras de metal com mapas de metrôs de algumas cidades dos Estados Unidos e outras de fora do país, como Londres, Paris, Berlim e Milão.

Fonte: Estadão

O básico do Marketing | Consumidor mantém expectativas antigas, então não invente a roda

Relacionamento próximo, confiança na marca e busca por produtos personalizados continuam entre as prioridades que não mudam. Apesar de todas as inovações existem erros crônicos, ou melhor, existem tarefas básicas que precisam ser feitas.

Apesar das inovações tecnológicas maciças e da evolução do mercado da última década que transformou a relação entre as marcas e seus consumidores e abriu novos canais de comunicação e compras, existem paradigmas que se mantêm inabaláveis. As demandas dos consumidores se alteram de acordo com as mudanças do ambiente social e os canais onde se dão as interações vivem uma constante transformação. Porém, alguns traços resistem a qualquer inovação e constituem pilares importantes do comportamento de compra. A confiança do consumidor, a compra como artifício social para se integrar a grupos, necessidade de uma comunicação próxima com a marca e a oferta de produtos personalizados são aspectos que aparecem na base da relação entre empresa e cliente ao longo dos anos.

Independente da época, região ou categoria que se destaque, historicamente o cliente quer sempre se sentir beneficiado com o produto do seu consumo. Logo, independente do segmento, a entrega é um ponto permanente de atenção para o player que deseja se manter relevante ao consumidor. Cada vez mais exigente e atento, o consumidor atual busca detalhes que agreguem valor a sua compra. Diante deste consumidor atual, a tradicional meta de conseguir uma entrega irrepreensível e completamente alinhada às promessas da marca se renova e está completamente ligada à credibilidade, efeito que foi potencializado pelo uso das redes sociais.

No ponto de venda físico ou nos novos pontos de contato online, a necessidade de encantamento se mantém e constitui um dos pilares para agradar o consumidor. “Desde sempre o cliente quer ser encantado. A indústria tem que estar cada vez mais ágil para trabalhar a relação do consumidor com a oferta baseado na experiência que ele quer ter. A internet foi um facilitador desta tarefa, fazendo de forma mais ágil a função de uma pesquisa”, comenta Guilherme Porto, CEO da Plusoft..

Consumo para pertencimento social

Existe uma necessidade social fixa de consumo. As pessoas estão culturalmente pré-dispostas a adquirir produtos, seja por necessidades básicas, ou para se integrarem a algum grupo específico. “O consumidor sempre terá necessidade de comprar e algumas vezes, nem sabe por que está comprando. Ele sempre está disponível para receber um estímulo seja do ponto de venda, TV, mídia social ou referência de um amigo”, avalia Porto.

A influência do círculo social é inegável neste processo. O antigo boca a boca continua sendo eficaz na divulgação de um produto, bem como na propagação da sua reputação. “Hoje a relação de consumo é baseada em referência e indicação. Conseguimos observar nas mídias sociais o porquê do consumidor rejeitar um produto pelas suas características, pela dificuldade de uso ou de compra”, complementa o CEO da Plusoft.

Outra tendência que se transformou em característica fixa é a busca de itens diferenciados e personalizados para as demandas de cada usuário. Este movimento de escolher produtos e serviços com aspecto exclusivos também passa pela representação de subjetividades e pela materialização de status sociais. Isto desafia as empresas a se reinventarem a fim de continuarem encantando. “O consumidor tem mais alternativas e as empresas, mais concorrentes. É o caso das pessoas que desistem das assinaturas de jornais para acessar as notícias pela internet. Neste caso, todos os clientes recebem os mesmos assuntos na mesma proporção. Mas se a entrega fosse segmentada por temas, o consumo se manteria. A tecnologia mudou, mas a busca por customização se mantém”, comenta Fernando Serson, Professor da Escola de Administração de Empresas da FGV.

O cliente sempre quer ser ouvido

Independente do canal que se utilize para conversar com o cliente, este sempre disponível é um ponto importante para a empresa. É o momento em que o planejamento estratégico da operação, bem como os produtos, são avaliados na prática. É esta proximidade que faz com que canais tradicionais como call centers e chats se mantenham entre as principais pontes entre clientes e empresas. “Hoje já utilizamos robôs na triagem, mas independente dos mecanismos, estas ferramentas se mantém atuais pela capacidade de contato direto. No relacionamento com o cliente, a necessidade de ter vários canais para se comunicar com ele não muda. Podem surgir novos canais, mas os tradicionais call centers e chats hoje são indispensáveis”, aponta Silvia Cézar, Diretora de Marketing do Grupo Estácio.

As pesquisas quantitativas e qualitativas sempre foram importantes para obter feedback do público. Este retorno ampliou suas proporções com a internet e agora o consumidor expressa suas opiniões de maneira espontânea no seu círculo de contatos. Esta exposição alcança muitos consumidores com rapidez e chega ao conhecimento da empresa em questão. “Se olharmos cinco anos atrás, as companhias tinham que trabalhar muito fortemente em pesquisas de mercado para entender o que oferecer para o consumidor. Hoje conseguimos ter isso nas plataformas sociais”, complementa Guilherme Porto.

Dialogar com o público é uma necessidade que vai além da manutenção da carteira de clientes e pode ser um importante aliado na conquista de prospects. “Vivemos na era da informação. Quando uma pessoa busca um curso superior, por exemplo, ela não quer apenas orientações burocráticas, e sim que o contato com a instituição acrescente na sua vida e na sua profissão. Na Estácio, oferecemos orientação de carreira e esclarecemos dúvidas sobre cursos para quem ainda não é aluno”, diz Silvia, em entrevista ao Portal.

Erros que resistem ao tempo

A atenção destinada ao futuro cliente deve ser tanta quanto a que é dispensada àquele que já faz parte do quadro da empresa e este é um dos erros crônicos que ainda persistem, apesar da evolução dos mecanismos e sistemas de atendimento. “É mais fácil para as empresas manterem seus clientes do que conquistar novos. Mas para a maioria, o foco não está em vender mais e melhor para quem já é cliente e sim em vender para qualquer um. A mesma empresa cobrar R$ 0,99 durante o primeiro ano de serviço, enquanto na renovação de contrato passa a cobrar R$ 8,00. Isso não faz sentido. Se fosse feito um trabalho com foco em quem já é cliente, não precisaria de tanto esforço de conquista”, analisa Fernando Serson.

Como consequência desta negligência, algumas empresas acabam perdendo clientes antigos para a concorrência, o que revela a necessidade constante de um trabalho mais efetivo de Big Data, um tema que ainda é tratado de forma superficial. Este esforço reduziria gastos com propagandas além de diminuir o caminho para a fidelização. “Não basta entregar uma vez. Quando se deixa de suprir as expectativas do consumidor, ele simplesmente muda de fornecedor. É uma conquista diária e vislumbrar o concorrente no planejamento é fundamental, sabendo que quem já é da base também é um público a ser conquistado diariamente”, aponta Silvia.

Fonte: mundodomarketing