Mcdonalds: Big Mac brasileiro é o quarto mais caro do mundo, por que?

Comer sanduíche no Brasil é mais caro do que nos Estados Unidos. Parece que a máxima de comer em Mcdonalds fora do País vai ser estimulado. Mas calma, a revista britânica The Economist publicou  mais uma edição de seu tradicional Índice Big Mac, que compara os preços do sanduíche em diversos países para detectar pistas sobre a situação do câmbio em relação ao dólar nas economias pesquisadas.

A foto acima mostra claramente o que se vende com o que é vendido. Será isso Marketing?

A publicação aponta que o Brasil é um dos poucos países emergentes onde o câmbio aparece sobrevalorizado no índice.

O Brasil aparece na lista da Economist como o quarto país com Big Mac mais caro do mundo, atrás apenas da Noruega, da Suécia e da Suíça. Comer o sanduíche no Brasil custa o equivalente a US$ 4,91 (ou R$ 8,71), mais caro que o preço nos Estados Unidos, onde ele custa US$ 3,73 (R$ 6,57). A partir daí, a revista conclui que o real está sobrevalorizado em 31% em relação ao dólar.

Preço do sanduíche Big Mac em dólar dos EUA

1. Noruega 7,20
2. Suécia 6,56
3. Suíça 6,19
4. Brasil 4,91
5. Dinamarca 4,90
6. Colômbia 4,39
7. Zona do euro 4,33
8. Canadá 4,00
9. Turquia 3,89
10. Israel 3,86
11. Austrália 3.84
12. Costa Rica 3,83
13. Uruguai 3,74
14. Estados Unidos 3,73
15. Japão 3,67
16. Nova Zelândia 3,59
17. Grã-Bretanha 3,48
18. República Tcheca 3,43
19. Chile 3,34
20. Hungria 3,33

Ou seja, levando-se em conta o índice utilizado pela Economist, o dólar deveria atualmente estar cotado em R$ 2,33. A revista considera que o ideal é que o sanduíche custe o mesmo que nos Estados Unidos.

“O real do Brasil é uma das poucas moedas de mercados emergentes que são negociadas bem acima do ponto de referência do índice Big Mac. Com os juros altos, o Brasil tem atraído a atenção de investidores famintos por lucros. A economia do hambúrguer sugere que o real está sobrevalorizado em 31%”, diz a revista.

Lembrando que câmbios mais baixos tornam as exportações mais baratas, a revista afirma que a Ásia continua sendo o lugar mais barato para comer o sanduíche.

Na China, o Big Mac custa US$ 1,95, o que indicaria que o yuan, apesar da “flexibilização” prometida pelo governo chinês, está desvalorizado em 48%.

Entre os países pesquisados, o Big Mac mais barato pode ser comprado na Argentina, onde o sanduíche custa US$ 1,78, o que aponta uma desvalorização de 52% do peso em relação ao dólar.

A Economist, no entanto, admite que o Índice Big Mac não é uma ferramenta precisa para analisar o câmbio, e outros fatores, como preço de aluguéis e salários, influenciam no valor do sanduíche.

Essa pesquisa abre margem de crescimento de outras redes de fastfood, que posicionam o preço da principal refeição abaixo dos preços da maior rede de fast food do mundo. Já pensou nisso? Quando for à uma praça de alimentação faça a comparação e se surpreenderá.

Abs,
Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: BBC, Mcdonalds, The Economist

Sampling: Café Pilão faz ação em pedágios na serra carioca


Foco
A ação de sampling, criada pela NewStyle, contemplou motoristas a caminho dos dois principais destinos de inverno do Rio de Janeiro – Teresópolis e Petrópolis

Sampling
Mais de 52 mil amostras de 40g do café Pilão Intenso foram distribuídas para motoristas em dois pedágios das rodovias: BR 116 no sentido Teresópolis e BR 040 no sentido Petrópolis, durante dois finais de semana neste mês de julho.


Mecânica
Durante os finais de semana da primeira quinzena de Julho, duas equipes de promotoras e repositores distribuíram cerca de 6.500 amostras ao dia do café Pilão Intenso nos períodos de maior movimento nos pedágios. A ação atingiu cerca de 52 mil carros. “Considerando que durante a alta temporada os carros são ocupados em média com 1 a 3 pessoas, calculamos um impacto superior a 100 mil pessoas” explica André Bronstein, diretor comercial da Mídia em Foco – Inteligência Indoor.

“No inverno o consumo do café é ainda maior, por isso a ação na região, que é muito frequentada neste período, foi importante para destacar a marca e estimular a experimentação”, avalia André. A linha Pilão Intenso é produzida com grãos selecionados de café com ponto de torra acentuado. O aroma marcante denuncia o sabor mais forte e encorpado.

A ação foi criada e planejada pela agência NewStyle e a operação executada pela Mídia em Foco – Inteligência Indoor.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: NewStyle

NYC Condom | campanha do "governo americano" divulga o sexo seguro

O departamento da Saúde de NY convidou os nova-iorquinos para projetar a embalagem de uma camisinha para ser distribuída e a chamou de Projeto "NYC Condoms", o concurso atraiu cerca de 600 inscrições de todos os cinco distritos, bem como outros estados e países de todo o mundo. Um grupo de artistas locais, profissionais de publicidade, da saúde pública e de especialistas em marketing escolheram cinco finalistas que melhor capturasse o espírito da cidade.

O desenho vencedor se chama "Power Button" de Luis Acosta de Kew Gardens, Queens. Ele foi escolhido por mais de 23% dos votos. O projeto vencedor será exibido em vários milhões em uma edição limitada da NYC Condom a partir deste outono.


Acesse o site da campanha: http://www.nyc.gov/html/doh/html/condoms/condoms.shtml 

A campanha ainda conta com um reforço de interatividade com sua página no Facebook: http://www.nyc.gov/html/doh/html/condoms/condoms.shtml


Essa é uma ótima forma de mobilizar mais que a simples campanha de sexo seguro e ativar mais pessoas na campanha, além de deixar um recall da ação muito maior que o comum. Sem contar com as grandes mídias espontâneas de divulgação do concurso. Parabéns aos governo americano que soube explorar bem o marketing à favor do seu objetivo.



Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: condomunity

Estratégia: Reckitt Benckiser compra Dr. Scholl por US$ 3,8 bi

A britânica Reckitt Benckiser, que fabrica de remédios a produtos de limpeza, fechou nesta quarta-feira a compra da SSL, controladora das marcas Dr. Scholl e Durex, por 2,54 bilhões de libras (US$ 3,8 bilhões). O objetivo da empresa é ampliar sua presença no mercado de produtos de saúde e cuidados pessoais. 

Na transação, o valor por ação vai representar um ágio de 33% sobre o fechamento de terça-feira. Com o anúncio, os papéis da SSL dispararam 33,45% em Londres. 

O diretor-executivo da Reckitt, Bart Becht, afirmou que a operação vai elevar a receita da unidade de saúde e cuidados pessoais da empresa em cerca de 36%, para 2,8 bilhões de libras. Isso representa um terço do faturamento total do grupo. 

- A aquisição vai adicionar duas novas marcas fortes, com grande potencial de crescimento, ao arsenal da Reckitt Benckiser - disse Becht. - A Durex, na categoria bem-estar sexual, é a marca número um de camisinhas, e a Scholl é líder de mercado em cuidado dos pés em muitos dos mercados nos quais opera. 

A Reckitt também vai ampliar bastante sua presença no Japão e na China, onde a SSL controla a maior fábrica de camisinhas do mundo, em Qingdao. A empresa estima as sinergias com a operação em 100 milhões de libras até o fim de 2012. 

O Conselho de Administração da SSL recomendou que a proposta fosse aceita.
- Achamos que um valor que representa um ágio de 64% frente ao preço médio da ação nos últimos 12 meses era digno de nossa consideração - disse o presidente do conselho, Gerald Corbett. 

Ele disse que as negociações com a Reckitt duraram um mês e que o conselho não vai solicitar outras ofertas. A oferta também agradou analistas de mercado. 

Essa é uma negociação que vai favorecer a penetração da Reckitt no mercado de camisinhas e saúde, produtos essenciais à vida.

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Globo

Internet: 87% dos internautas brasileiros estão nas redes sociais e você?


O Brasil é o décimo país que mais acessa redes sociais do mundo. Segundo estudo realizado pelo Ibope e pela consultoria Worldwide Independent Network of Marketing Research (WIN), 87% dos internautas brasileiros usam sites de relacionamento, e 20% da população do país pretende entrar numa rede social em um futuro próximo.

A Índia lidera o ranking, e completam a lista dos 10 maiores países a Sérvia, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália, respectivamente nesta ordem.

O estudo mostrou também que 75% dos acessos a redes sociais no Brasil são feitos por razões pessoais, enquanto apenas 25% são realizados por motivos relacionados a trabalho. Segundo o relatório, o uso pessoal dos sites de relacionamento é feito por 83% dos internautas brasileiros, enquanto que a utilização profissional destes meios é realizada por 33% dos usuários de internet do país.

Existe um ponto de vista que compartilho com vocês. Quando um profissional diz que a comunicação de um comercial irá atingir os pais. Um outro profissional pode dizer que a ação de marketing no PDV irá atingir um consumidor de 40 anos de idade. Já em um restaurante, o profissional que está comandando o local diz que o restaurante é frequentado por executivos. E assim vai. Cada profissional acaba vendo a mesma pessoa em diferentes situações de "consumo". Mas o profissional de Marketing tem que pensar no perfil dessa pessoa como um todo em todas as situações e assim planejar a melhor forma de "captar" a atenção desse perfil. É assim que devemos olhar para os internautas que utilizam as redes sociais. São vários perfis, um mar de oportunidades para segmentar as ações.

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Folha

Inovação | PUMA reduz 65% do papel com a "Clever Little Bag"


A nova embalagem da PUMA faz parte do programa de sustentabilidade criado pela marca, o PUMA.Safe, e foi concebida pelo famoso desenhista industrial Yves Béhar.

O novo conceito para o transporte dos calçados da fábrica alemã deve significar a redução de 65% do papel utilizado nas caixas tradicionais. Além disso, vão ser consumidos cerca de 8,5 mil toneladas de papel a menos e economizados 20 milhões Megajoules de eletricidade, 1 milhão de litros de combustível e 1 milhão de litros de água. A substituição da sacola plástica pela leve bolsa embutida na própria embalagem pode também cortar em torno de 275 toneladas de plástico.

O começo do novo sistema de embalagem e distribuição está planejado para o segundo semestre de 2011.

Veja o filme dessa inovação incrível


Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Exame, Puma

Mercado: Número de assinantes da TV paga cresce 40% no ano

Uma pesquisa elaborada pelo Ibope, chamada PayTV Pop, mostrou um crescimento de 40% no número de assinantes de serviços de TV por assinatura entre 2009 e 2010, segundo a Agência Estado.

O aumento de assinantes foi liderado pelas classes A e B, nas quais a TV por assinatura está presente em 45% das casas, ante 33% em 2009. Na classe C, o serviço chega a 12% dos lares, o dobro do registrado em 2009. Já nas camadas D e E, a TV por assinatura estava em 2% das casas no ano passado e passou para 3% em 2010.

O estudo também apontou que, apesar do crescimento, a abrangência da TV por assinatura ainda é pequena no Brasil, 21% no total ou 8,2 milhões de casas.

Ainda foi avaliado o contentamento dos usuários em relação aos serviços oferecidos pelas empresas. 75% se dizem satisfeitos e mais da metade afirmou que não pretende mudar de operadora ou pacote de canais nos próximos meses.

O levantamento revelou também que a tecnologia High-Definition (HDTV) só é utilizada por 5%, apesar de 67% já terem ouvido falar do dispositivo.

A pesquisa do Ibope foi realizada entre os dias 18 e 31 de março de 2010, em 11 cidades: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Porto Alegre.

Essa pesquisa indica que o Brasil ainda tem um enorme potencial para crescer, vai depender da estratégia de vendas de cada operadora.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Portal IMPRENSA

Comportamento de compra: 63% das mulheres latinas fazem pesquisa em redes sociais antes de irem às compras

Estudo aponta que 70% das entrevistadas afirmam que as chances de comprarem algo aumentam quando um amigo da rede social indica o produto

Você costuma pesquisar por um produto em redes sociais antes de comprá-lo? 63% das mulheres latinas fazem isso. A conclusão é de uma empresa de inteligência de mercado, a Sophia Mind, que pesquisou cerca de 3.300 mulheres entre 18 e 60 anos residentes no Brasil, Argentina, México e também latinas que moram nos Estados Unidos.

E a opinião de um contato da rede social é ainda mais valiosa: 70% das mulheres apontaram que as chances de adquirir o produto são bem maiores quando um amigo da rede o indica.

No topo da lista de produtos mais procurados por elas nas redes sociais antes de efetuar a compra estão os eletrônicos - 66% das mulheres afirmam que a busca em redes sociais é imprescindível para esse tipo de produto - seguidos por revistas e livros (48%), músicas (47%), filmes e turismo (45%).

Do outro lado, 66% das brasileiras expõem suas experiências com produtos em redes sociais para ajudar outras mulheres que estejam procurando por eles. Se o produto não for recomendado, 50% das mulheres latinas desistem da compra.

Entre as redes sociais, a preferência é pelo Facebook, sendo que 25% das entrevistadas adquiriram um produto se baseando em comentários da rede e uma em cada cinco mulheres acabou desistindo da compra por comentários negativos sobre o produto. O Twitter aparece em segundo lugar, com preferência de 17% das entrevistadas.

Para as brasileiras, o Orkut é o grande aliado antes das compras: 85% delas recorrem à rede social e 21% delas já deixaram de comprar algum produto quando viram comentários negativos na rede.

Como dizem, quem indica amigo é! Indique!

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: OlhaDigital


Estratégia: Nokia Siemens compra operações de rede da Motorola por USD 1,2 bi


A Nokia Siemens Networks anunciou nesta segunda-feira que vai adquirir por 1,2 bilhão de dólares as operações de equipamento de rede de telecomunicações da Motorola. A aquisição permitirá à multinacional europeia obter forte participação de mercado na América do Norte e subir para o segundo lugar no mercado de dados móveis (hoje ocupado pela chinesa Huawei).

A empresa – joint venture da finlandesa Nokia e da alemã Siemens – tem sofrido para gerar lucro no segmento por conta do momento econômico ruim na Europa. Sob a presidência-executiva de Rajeev Suri, a companhia começou a buscar crescimento de forma mais agressiva e contra-atacar a líder Ericsson e a Huawei.

A Nokia Siemens tentou montar uma posição na América do Norte através de uma aquisição no ano passado, mas perdeu dois grandes leilões de ativos do combalida canadense Nortel: um para a Ericsson e outro para a Ciena.

A companhia sofreu para conseguir um maior mercado na América do Norte por si; suas receitas na região encolheram 9% no primeiro trimestre do ano para 153 milhões de euros (198,5 milhões de dólares), correspondendo a apenas 6% do total do grupo.



Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Veja

Marketing em ação: Novo Banco Imobiliário terá marcas verdadeiras patrocinando o jogo

A era do patrocínio, das verbas de marketing para games parece que veio para ficar.

A Estrela lançou o seu Super Banco Imobiliário, nova versão de um dos jogos mais antigos da marca. A novidade é que o jogo terá anunciantes reais, que vão estampar sua marca nas peças do jogo. O brinquedo chega às lojas essa semana com o patrocínio da Mastercard, Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea, Ipiranga e Fiat. Juntas, elas investiram R$ 3 milhões no projeto, que levou um ano e meio para ficar pronto. O jogo vai custar R$ 129.

No jogo, as cédulas dão lugar ao cartão, que por uma máquina parecida com a encontrada em lojas e restaurantes, realiza o movimento de débito e crédito das operações. Cada competidor começa com um crédito de R$ 25 mil. As compras de imóveis e companhias são debitadas do cartão de crédito, de acordo com as aquisições de cada participante.

- O que nos atraiu ao projeto foi a possibilidade de promover a substituição do dinheiro por meios eletrônicos de pagamento que são mais convenientes, seguros e práticos - afirmou Beatriz GAlloni, vice-presidente de marketing da Mastercard Brasil e Cone Sul.

A Estrela pretende vender 120 mil unidades do Super Banco Imobiliário somente este ano. Quando um jogador tem que pagar outro, os dois cartões passam pela máquina. Um para ter o valor debitado e outro para receber seus créditos. Uma das jogadas mais lucrativas da partida continua sendo a compra de uma companhia de navegação, de aviação ou ferroviária.

A diferença é que as companhias do tabuleiro foram substituídas por empresas de verdade.

- O banco imobiliário é uma das marcas mais antigas da Estrela: tem 66 anos e 30 milhões de unidades vendidas. É um instrumento de educação financeira para as crianças e nada mais natural que a substituiçao do dinheiro pelo cartão, que é o novo meio de movimentação financeira - disse Carlos Tilkian, presidente da Estrela, acrescentando que a parceria aumenta a visibilidade das empresas.

Há dois anos a Estrela começou a reinventar os jogos para competir com os chineses. Este ano, a empresa está relançando dez produtos, entre eles o ferrorama e a bonequinha Xuquinha, dos 280 que está colocando no mercado. Para aumentar a sua competitividade, a empresa importa 45% dos seus produtos da China. Tilkian explicou que a qualidade dos produtos chineses, sempre criticada, é gerenciada por um laboratório contratado pela empresa na China.

Para a exportação a aposta é em produtos diferenciados, feitos com material sustentável. A Estrela já lançou o Banco Imobiliário Sustentável em uma parceria com a Braskem, que, segundo Tilkian, tem peças de plástico feitas de material biodegradável. A empresa também lançou no mercado um jogo, o Transport, que simula processos de carregamento, transporte e cabotagem que envolvem uma operação de comércio exterior.

- A ideia é desenvolver produtos diferentes para atrair mercados que não têm o preço como fator de decisão para a compra - disse Tilkian, lembrando que essa decisão faz parte da estratégia da Estrela de aumentar as exportações, que caíram de 15% para 2% nos últimos dois anos.

Tilkian disse que as vendas da empresa devem crescer 15% esse ano, o dobro da estimativa esperada pelo setor de brinquedos, de 8%. No ano passado, a Estrela faturou R$ 118 milhões.

Quem investe em ações como essas está ampliando a comunicação e o relacionamento da marca para diversas pessoas. Não irá depender só de comerciais ou espaços publicitários em eventos e o melhor, irá fazer parte da infância das novas gerações que virão. Show de bola!

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Globo

Pesquisa diz que 75,6% dos consumidores estão dispostos a comprar bens duráveis

A intenção do consumidor de comprar bens duráveis no terceiro trimestre continua forte, apesar da iniciativa do governo de esfriar o mercado interno, aumentando a taxa de juros e retirando os incentivos tributários para a venda de carros, geladeiras, fogões e máquinas de lavar.

Pesquisa feita com 500 consumidores de todas as classes sociais, na segunda quinzena de junho na cidade de São Paulo, mostra que 75,6% pretendem adquirir algum bem durável no terceiro trimestre. A pesquisa foi feita pelo instituto Provar/FIA e Felisoni Consultores Associados. Esse resultado é um ponto porcentual maior que o obtido no segundo trimestre (74,6%) e está acima do registrado no terceiro trimestre de 2009 (74,2%).

"Prazos longos, forte concorrência entre lojas e crescimento da renda explicam o aumento do consumo", diz o presidente do conselho do Provar, Claudio Felisoni de Angelo. Ele ressalta que a velocidade do crescimento do consumo de bens duráveis continua elevada, apesar da alta dos juros básicos. Com base nos dados de vendas reais do comércio varejista do IBGE, o economista projeta crescimento acumulado 1,95% no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior.

No terceiro trimestre de 2009, as vendas aumentaram 3,6% na comparação com o segundo trimestre do ano passado. "O crescimento previsto para o varejo ainda é muito bom, apesar do ritmo menor."

Na opinião do economista, uma desaceleração mais forte do varejo deve ocorrer só em 2011, já que neste ano as vendas estão sendo estimuladas pela Copa do Mundo e eleições.

Entre os produtos mais desejados pelo consumidor estão artigos de cine e foto (12,6%), seguidos por itens de informática (11%), linha branca (10,6%), eletroeletrônicos (10,4%), telefonia e celulares (10,2%) e móveis (8,6%).

De dez segmentos pesquisados, apenas quatro registram queda na intenção de compras em comparação ao ano passado: linha branca, móveis, informática e automóveis. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, a intenção de compra cai no terceiro trimestre para móveis, eletroeletrônicos, informática, telefonia e celulares e eletroportáteis.

O estudo mostra que a elevação da taxa básica de juros provocou comportamentos distintos em relação ao uso do crédito para ir às compras neste trimestre. De dez categorias de produtos pesquisados, em nove há intenção de aumento do uso do crédito em relação a igual período do ano passado. Apenas nos artigos de cama, mesa e banho, que são itens com preços mais acessíveis, uma parcela menor de pessoas pretende se endividar entre julho e setembro.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, a intenção de reduzir o uso do crédito no terceiro trimestre ocorre em seis categorias de produtos: móveis, eletroeletrônicos, material de construção, informática, telefonia e artigos de cama.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Estadão

Novos Negócios: 'Vai Voando' permite Classes C e D parcelar passagens aéreas em 12 vezes

O crescimento econômico das classes C e D no Brasil tem chamado a atenção de diferentes nichos do mercado que observam nelas uma oportunidade de expansão de negócios. Agora é a vez do setor da aviação. Com o objetivo de fisgar parte dos 30 milhões de clientes que utilizam o ônibus como meio de transporte em suas viagens, a Vai Voando, empresa paulista, criou um sistema que possibilita vendas pré-pagas de passagens aéreas focadas nesses consumidores com renda familiar de 768 a R$ 4.600.

No programa, o cliente pode pagar sua passagem em até 12 vezes com parcela fixa, sem juros, por meio de boleto bancário ou carnê. A Vai Voando é integradas pelas companhias TAM, Webjet e Azul - a primeira, terceira e quarta maiores empresas aéreas do Brasil respectivamente.

De acordo o responsável pela Vai Voando, Ralph Fuchs, a ideia de se criar uma empresa especialmente para esse setor surgiu após uma pesquisa que divulgou que viagem a lazer é o terceiro item da intenção de compra desse público das classes C e D. "Observamos que esses consumidores gostam de viajar, mas possuiam dificuldade de créditos. Apenas resolvemos essa questão", afirma ele.

Segundo o empresário, essa prática, principalmente da utilização do carnê em compras de parcelas fixas, é muito comum entre as classes C e D. Para Fuchs, essa maneira de compra faz parte da cultura dessas classe e, por isso, a empresa decidiu apostar nesse segmento do mercado. "Esse consumidor viabiliza os seu sonhos pagando uma pequena parcela todo mês. É comum ele fazer isso em lojas de eletrodomésticos, por exemplo. Agora poderá fazer com as passagens aéreas", acredita.

Para Fuchs, o preço não é a maior barreira para a entrada da classe C e D no setor aéreo e, sim, as condições de pagamento e fatores psicológicos. Ele explica que hoje, a maioria das compras de passagens é feita pela internet e paga no cartão de crédito, o que gera na população com renda mais baixa um certo receio. "Muitos têm cartão, mas não o limite disponível ou até mesmo preferem não usar o produto por receio de se endividar", acredita.

Para Fuchs, existe também uma crença entre os consumidores de baixa renda de que a passagem aérea é um produto fora do seu padrão de renda, uma realidade pertencente apenas às classe mais altas. "Às vezes a passagem de ônibus está até mais cara do que a do avião e o consumidor nem sequer pesquisa ou fica sabendo dos valores", exemplifica o empresário.

Mercado pode ser aberto para europeus
O Brasil abrirá seu mercado de aviação doméstica para empresas provenientes da União Europeia que queiram explorar rotas que não estão em operação pelas companhias domésticas. Esse foi um dos acordos fechados hoje em Brasília com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
Além da aviação civil, também foi fechado acordo na área de bionergia, não só entre Brasil e União Europeia, mas envolvendo também Moçambique.

"O acordo proporciona a mais companhias aéreas voarem para o Brasil", disse Barroso. A comissão que tratou da assinatura dos contratos, no entanto, não apresentou nenhum detalhe sobre os mesmos.

A grande questão agora é, com facilidade na compra de passagens aéreas e consequentemente o aumento de demanda, será que aeroportos construídos na década de 70' irão suportar toda essa necessidade que o brasileiro está tendo em viajar? Será que não falta um pouco de estrutura da Infraero para aguentar esse novo cenário na aviação brasileira? Vamos viver outro apagão aéreo antes da Copa de 2014? Pelo visto o Brasil está em um impasse, ou investe na estrutura do transporte, seja ele aéreo, marítimo, ferroviário e rodoviário, ou amargará erros estratégicos investindo em dois pólos, o rodoviário (malha rodoviária precária) e no aéreo (aeroportos mal dimensionados). Enquanto o Brasil exporta minério de ferro para a construção de infra-estrutura na China (com seus aeroportos enormes, malha ferroviária de trens de alta velocidade e estradas suntuosas), o nosso país irá se implodir com a falta de estrutura até para escoar a nossa produção. Nesse ritmo, não haverá outra alternativa senão o Governo liberar concessões estatais para o mundo corporativo das grandes empresas. O próximo passo será, aeroportos controlados por iniciativas privadas.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo