Campanha do Greenpeace: Quando uma árvore cai, leva outras com ela



Advertising Agency: AlmapBBDO, São Paulo, Brazil
Chief Creative Officer: Marcello Serpa
Executive Creative Director: Marcello Serpa
Creative Director: Luiz Sanches
Art Director: Ricardo d'Avila



Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Adsoftheworld

Vantagem Competitiva | Bancos brasileiros lucram mais do que a indústria

Quem lucra mais, indústria ou serviços? Uma vez definido o setor de atuação, a empresa busca uma única coisa, lucro. O resto ajuda a aumentar ou diminuir o lucro. Qual a diferença básica entre um banco e uma indústria? A indústria tem uma quantidade limitada de clientes diretos e inúmeros clientes finais do qual não tem controle. Já os bancos possuem uma possível quantidade limitada de clientes, mas os que já são clientes, são todos "controlados" e o melhor dos mundos, pagam uma taxa mensal aos bancos. É como se todo mundo pegasse uma parcela do seu salário e separasse um valor mensal para as taxas bancárias. Essa estrutura comercial que marca a dinâmica dos bancos brasileiros transforma isso em uma fonte de vantagem competitiva frente aos demais setores da economia brasileira.

Quando o assunto é lucro, os principais bancos brasileiros superam as grandes indústrias do país. Tanto que, nos resultados financeiros do primeiro semestre, o lucro obtido por grandes instituições bancárias foram maiores do que a maioria de importantes empresas em diferentes setores. Prova disso é o Itaú/Unibanco, maior banco privado do Brasil, que fechou o primeiro semestre de 2010 com um lucro de R$ 6,4 bilhões. Esse resultado supera a Gerdau, a maior fabricante de aços longos das Américas, a qual obteve um lucro de R$ 1,4 bilhão, ou a Usiminas, que teve um lucro de R$ 676 milhões.

Mas os dados positivos não são somente os do Itaú/Unibanco. O Bradesco obteve um lucro de R$ 4,5 bilhões nos primeiros seis meses do ano. Já o Santander, que engloba operações do antigo Banco Real, terminou o primeiro semestre com um lucro de R$ 2 bilhões. O Banco do Brasil deverá anunciar ainda nesta semana seus resultados. A expectativa é que deva reportar ganhos de R$ 4,8 bilhões nesse mesmo período.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu os lucros dos bancos em encontro com empresários ontem. Ao lado do presidente de El Salvador, Mauricio Funes, Lula disse agradecer a Deus pelos lucros dos bancos. "Quando os bancos não ganham dinheiro, eles dão mais prejuízo", disse Lula, citando o caso do grupo americano Lehman Brothers. "Se não tivesse quebrado e tivesse tido um "lucrozinho", não tinha levado quase US$ 700 bilhões do Estado".

Estratégia internacional: o mercado africano
O Banco do Brasil (BB) assinou com o Bradesco e o Banco Espírito Santo S.A. (BES) memorando de entendimento para estabelecer parceria estratégica na África. A intenção dos bancos é participar em uma holding financeira que consolidaria as atuais operações do BES no continente africano. A holding coordenará futuros investimentos envolvendo a aquisição de participações em outros bancos e o estabelecimento de operações próprias no continente africano.

O BES tem 100% de participação na holding BES África. Os dois bancos brasileiros vão entrar no capital dessa empresa. O BES atua em países como Angola, onde tem 30 agências e Líbia, com 20 agências. O BES, com sede em Lisboa, é o segundo maior banco comercial privado de Portugal e está presente em 18 países e quatro continentes.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a associação para participar de uma holding financeira não descarta a intenção do BB de ampliar seu processo de internacionalização, sobretudo nos Estados Unidos. Segundo ele, o Banco do Brasil já recebeu autorização do Federal Reserve (o banco central norte-americano) para atuar no mercado dos Estados Unidos como instituição comercial, com foco em áreas onde existem as maiores concentrações de brasileiros. Segundo fontes do BB, essas áreas englobam cinco estados, entre eles Massachusetts e Connecticut, além de Nova York. Segundo o presidente do BB, Aldemir Bendini, a holding sairá em até 90 dias.

Sim, claro, muito dos fatores que favorecem à vantagem competitiva do setor bancário se resumem à uma boa  aplicação e exploração das leis que regulam o setor.

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

Marketing das celebridades: Adriane Galisteu faz marketing até com as lembracinhas da maternidade



Que a apresentadora Adriane Galisteu gosta de ter sua vida contada, passo a passo, pela imprensa, qualquer um sabe. Mas a eterna busca pela fama da mãe de primeira viagem - o que aconteceu na noite de quarta-feira - não poupou nem o pequeno Vittorio.

Com menos de 24 horas de vida, o pequeno teve divulgadas imagens de suas lembrancinhas da maternidade - fotografadas por profissionais, e não por alguém da família que inadvertidamente postou as fotos na internet, note-se. Os mimos distribuídos para as visitas (e, em fotos, para o Brasil) vão de pirulitos customizados e pequenos potinhos de doces em caixas forradas de tecido a tênis com o nome da criança vaidosamente bordado.

Que tal as empresas começarem a enviar brindes para cá também?

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Veja

Prejuízo: uso de Twitter e Facebook faz PIB britânico perder £ 14 bi

Uma pesquisa divulgada no jornal britânico Daily Telegraph indica que o uso das redes sociais Twitter, Facebook e MySpace gera perdas de 14 bilhões de libras (cerca de R$ 40 bilhões) por ano à economia do Reino Unido. O PIB (Produto Interno Bruto) do país foi de US$ 2,18 trilhões em 2009.

O motivo é a perda de tempo que esses sites provocam no período de trabalho, na avaliação da MyJobGroup, a empresa que fez o levantamento.

No Reino Unido, 2 milhões de pessoas, ou 6% da força de trabalho do país, admitiram que perdem mais de uma hora por dia nesse tipo de site, adicionando amigos, colocando fotos e vídeos na internet e escrevendo mensagens no Twitter, relata o Telegraph.

As empresas “fariam bem” se monitorassem o uso de redes sociais online e se assegurassem de que os empregados não estão abusando da liberdade de acesso a esses sites”, disse ao jornal Lee Fayer, diretor da MyJobGroup.

Ou seja, mais uma onda se inicia, a do bloqueio de sites nas empresas. Concordam?

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Estadão

Estratégia: Google compra rede social Slide por US$182 milhões

O Google comprou a empresa de rede social Slide, em mais um passo do gigante de buscas na Internet para reforçar sua concorrência com o Facebook.

O Google pagou 182 milhões de dólares pela Slide, fundada pelo co-fundador do PayPal, Maz Levchin, além de 46 milhões de dólares em bônus em retenção de funcionários, segundo uma pessoa próxima ao acordo.

"Conforme a equipe da Slide se incorpora ao Google, investiremos ainda mais para melhorar os serviços sociais do Google e ampliar essas capacidades para nossos usuários na rede", afirmou o diretor de engenharia do Google, David Glazer, no blog da empresa nesta sexta-feira.

O acordo é o mais recente de uma série de aquisições feitas pelo Google, incluindo os planos de comprar a ITA Software por 700 milhões de dólares.

O Google comprou 22 empresas no primeiro semestre de 2010, segundo documentos mais recentes enviados pela empresa à SEC, que regula o mercado mobiliário norte-americano.

Abs,

Jony Lan 
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Globo

Mcdonalds: The Veggieburger, o hamburguer vegetariano


Advertising Agency: Neue Digitale/Razorfish, Berlin, Germany
Creative Director: René Lamberti
Copywriter: Alexander Ardelean
Art Director: Mauricio Franicevich Garcia
Photographer: Jo Kirchherr c/o Banrap Photographers

A promoção do hamburguer na Alemanha:


Veja mais detalhes em: http://www.mcdonalds.de/produkte/veggieburger.html

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte:  mcdonalds, adsoftheworld

Novos produtos: Carregue sua cadeira na mochila

A Concentrate desenvolveu uma cadeira única chamada de "Chairpadbag" que, como descrito pelo seu nome, dobra como uma mochila para crianças pequenas. A cadeira de $ 20 libras se dobra em um tamanho compacto para carregar na mochila junto com os livros que as crianças podem usar. Também possui uma aba acolchoada especial que o usuário pode puxar para o encosto. Medindo 11,8 x 13,8 cm, o Chairpadbag pode ser comprado aqui http://www.concentrate.org.uk/index.php?page=12


Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: thedesignblog

MP: Preço será diferente para pagar em dinheiro ou cartão em Belo Horizonte

A partir desta segunda-feira, o consumidor poderá encontrar preços diferentes para pagamento à vista em dinheiro ou cheque e com cartão de débito ou cartão de crédito. A decisão vale apenas para os 27 mil filiados ao Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte (Sindilojas), que conseguiu uma liminar na Justiça.

Os lojistas garantem que a decisão vai significar redução de preço para quem paga em dinheiro ou cheque, mas o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor do Ministério Público Estadual (MPE), José Antônio Baeta de Melo Cançado, tem interpretação diferente. Para ele, na prática, quem paga com cartão pagará mais caro. "Vai haver uma elevação artificial dos preços", diz.

A prática de preços iguais para todas as modalidades de pagamento era garantida por uma norma técnica do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), ligado ao Ministério da Justiça, que vigora desde 2004.Além de Belo Horizonte, Brasília é a única cidade do país que tem liminar para diferenciar os preços de acordo com o meio de pagamento.

Até o início da noite de ontem, o promotor Baeta ainda não tinha conhecimento da liminar do Sindilojas. Ele disse que ainda terá que analisar o conteúdo da liminar para avaliar quais as providências podem ser tomadas. "A princípio, só tenho a lamentar", diz.

A decisão será publicada na segunda-feira e o Ministério Público pode recorrer.

Desconto. Do outro lado, os lojistas comemoram. O presidente do Sindilojas, Nadim Donato, diz que o consumidor poderá ter um desconto de 3% a 5% nas compras em dinheiro e cheque. O percentual equivale ao custo do comércio com os cartões. Para vendas no cartão de débito, o desconto deve ser menor, porque o comércio também há custos de administração.

"Os lojistas eram obrigados a vender à vista e receber 31 dias depois e com o desconto da taxas das administradoras. Agora, o preço à vista poderá ser realmente à vista", diz.

A presidente do Conselho de Comércio da Associação Comercial de Minas (AC Minas), Cláudia Volpini, diz que as taxas do cartão já estão embutidas nos preços praticados atualmente. "É um direito que o cliente que paga em dinheiro tem. Se ele não usa o cartão, não tem que pagar a taxa", diz.

Segundo ela, alguns lojistas já davam desconto em compras em dinheiro ou cheque, mas não de maneira clara, por estarem infringindo a norma estabelecida pelo DPDC.

Juros para financiamento são os mais altos do mercado
Além do preço maior que irá pagar pelo produto, quem paga com cartão de crédito ainda pode ter um rombom maior no orçamento, caso não pague a fatura em dia e de maneira integral: os juros. As taxas praticadas pelo setor são as mais altas do mercado e as únicas que não caem há mais de um ano.

Se a pessoa deixar de pagar R$ 500 e quiser quitar a dívida seis meses depois, vai receber uma fatura de R$ 1.019, mais que o dobro do valor inicial.

Pesquisa recente da Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio Minas) mostrou que o cartão é usado em compras por impulso e que o consumidor não conhece os juros cobrados.Por isso, os especialistas recomendam que o cartão seja usado como um instrumento de compras, não de financiamento.

Poucos lojistas usam a máquina unificada
Mesmo com o fim da exclusividade entre credenciadoras e bandeiras de cartão de crédito há pouco mais de um mês, sete a cada 10 lojistas do país ainda não sabem que é possível usar uma só maquininha para passar os diferentes cartões que existem no mercado. Essa projeção foi apresentada pelo presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro.

A estimativa não possui caráter técnico, pois foi feita com base em contatos informais com lojistas. Mesmo assim, de acordo com Pellizzaro, retrata que o esforço pelo aumento da competitividade do setor de cartões em seu primeiro mês de experiência ainda está apenas engatinhando. "Para a maioria dos lojistas, a ficha ainda não caiu", comentou.

A sondagem feita pela CNDL surpreendeu o presidente da entidade porque foram muitos os canais de informação sobre o tema. Além da grande divulgação da imprensa, a instituição distribuiu cartilhas detalhando o tema, enviou email aos lojistas e também disponibiliza informação no site. "Mas muitos ainda esperam a chegada de um técnico das empresas de cartão acreditando que só assim poderão usufruir do benefício", disse. A utilização de um cartão da Visa em uma máquina da Redecard ou da Mastercard em um aparelho da Cielo é automática.

Pelllizzaro também relatou que os comerciantes têm encontrado dificuldades para entrar em contato com as credenciadoras por meio do telefone 0800 para sanar dúvidas. "A nossa recomendação é que a reclamação seja feita ao Procon", disse, explicando que este é o melhor meio de obter um resultado.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

Novo canal de vendas | Privalia cria loja virtual no Facebook

Privalia é a primeira do país e usar a rede social com este fim. Expectativa é de aumentar os negócios em 30% com o novo canal. Quem disse que rede social não pode se tornar um novo ambiente de vendas?

Facebook deixou de ser um simples canal de relacionamento com os clientes e virou uma loja virtual para a Privalia, um clube de compras online que opera há um ano e meio no Brasil, e se tornou uma loja. A vitrine virtual foi inaugurada na última terça-feira já com grande sucesso. Antes do lançamento, o número de pessoas que "curtiam" a Privalia na rede social era de cerca de 11 mil.Com a ação, os fãs dobraram, diz o CEO da empresa, André Shinohara.

"Até o fim do mês, esperamos quintuplicar a base no Facebook", diz. Os internautas que associarem a Privalia no Facebook terão dois tipos de privilégios: campanhas exclusivas ou acesso antecipado às campanhas que forem lançadas no site. Na estreia, a campanha foi de uma marca de roupas. A oferta entrou no Facebook um dia antes de chegar aos outros associados da Privalia.

O CEO da empresa diz que além de aumentar a base de clientes, a atuação no Facebook facilita a interação com os usuários. No site da Privalia, o cliente apenas faz a compra e não tem um espaço para comentar ou tirar dúvidas sobre o produto ou serviço em promoção.

Já nas redes sociais, o internauta pode se comunicar diretamente com a empresa ou mesmo trocar impressões com outros usuários. "É uma plataforma bastante amigável", diz.

Compras coletivas. Para participar do clube Privalia basta se inscrever no site. A empresa oferece descontos de até 90% em diversos produtos e serviços. A promoção só é ativada quando atinge um número mínimo de adesões. O modelo não é exclusivo e vem se proliferando no Brasil nos últimos meses.

Twitter e outras redes sociais também poderão ser usadas

O Twitter e o Orkut também podem ser usadas futuramente como plataformas de vendas, diz o CEO da Privalia, André Shinohara. "Não estamos fechados a outras plataformas, mas vamos nos consolidar no Facebook primeiro antes de nos aventurarmos em outros canais", afirma.

Apesar de não usar essas redes diretamente para vendas, a empresa está presente nelas. Outros clubes de compras, como o Peixe Urbano, também têm perfis no Orkut e no Twitter, como forma de interagir com os clientes. Alguns dividem os perfis por cidade de atuação, o que facilita a identificação para o usuário. Todos eles são bastante populares. O Peixe Urbano de Belo Horizonte, por exemplo, tem cerca de 300 seguidores. O City Best, outro clube de compras coletivas, tem 54 mil seguidores no total e 50 para o perfil de Belo Horizonte. Já a Privalia tem 12 mil seguidores no país. E você, quantos seguidores o seu perfil empresarial possui? Não vai me dizer que nem os seus funcionários estão lá? É ...

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

Estratégia | TAM vende passagem nas Casas Bahia, mira a Classe Média e contrata Ivete Sangalo como garota-propaganda

A TAM Linhas Aéreas busca atrair as classes emergentes com o novo conceito “Você vai e vai de TAM”, criado pela Y&R, que reforça que a companhia é acessível para diferentes públicos. A cantora Ivete Sangalo é a estrela da campanha, que estreia a partir desse domingo (8), no programa Fantástico, da Rede Globo.

Em paralelo à flexibilização da comunicação, a TAM ampliou os canais de distribuição e meios de pagamento, montando estandes de venda em locais de grande concentração do público que pretende atingir – como nas lojas da Casas Bahia. De acordo com Manoela Amaro, diretora de marketing da TAM, o conceito “Você vai e vai de TAM” traduz com muita eficiência esse novo momento da companhia aérea. “Em pesquisas, constatamos que a classe emergente acredita que viajar de TAM não é para ela. Por isso, não olha nossos preços para, pelo menos, tentar comprar uma passagem. Uma das missões da agência era justamente desmitificar essa imagem e a Ivete, com certeza, nos ajudará a mostrar que a TAM é para todos”, explica.

A nova campanha contempla 12 filmes com veiculação em emissoras de TV aberta e fechada, merchandising, anúncios impressos - jornais e revistas-, publieditoriais, mídia online e material de ponto-de-venda.

Com o objetivo de fazer com que cada vez mais pessoas optem pelo avião, nos filmes e nas peças de mídia impressa são comparados preços e condições de pagamento de viagens pela TAM com passagens de ônibus.

No comercial “Primeiro Voo”, por exemplo, Ivete apresenta a história da Dona Dirce, uma senhora que nunca andou de avião, mas que agora vai realizar o sonho porque o filho fez as contas e viu que dá para pagar a passagem da companhia aérea. Em “Ônibus”, Ivete pergunta: “Visitar a família, praia com o maridão, feriadão, vai de busão?”. A resposta é não. Os comerciais são sempre musicados. “Em vez de contar, optamos por cantar histórias”, explica Marco Versolato, vp de criação da Y&R.

A Y&R também assina a identidade visual dos novos estandes de venda, os quais serão distribuídos em pontos estratégicos como algumas das lojas da rede Casas Bahia. Para garantir a consistência da comunicação, foi desenvolvido um hotsite com um layout mais didático e de fácil navegação. Nele, também será disponibilizado a Cartilha do Viajante – com dicas práticas para os clientes de primeiro vôo ou passageiros pouco acostumados a voar.

Segundo Manoela, a TAM resolveu atuar em três pontos principais a fim de alcançar as classes emergentes: cultura (divulgando que é possível viajar de avião), acesso (com mais pontos de venda espalhados pelo País) e financiamento. “Neste momento, estamos reforçando os dois primeiros pontos. Em relação ao último, já havia anunciado o parcelamento de passagens em até 48 vezes com o Banco Itaú e o Banco do Brasil e o financiamento de pacotes turísticos, em até 24 vezes, com Caixa Econômica Federal.”

A companhia aérea recorreu às pesquisas realizadas pelo instituto Data Popular para lançar o novo posicionamento. A nova classe média representa hoje 40% da população brasileira. Em 2009, nos voos da TAM foi responsável pela ocupação de 6% dos voos – ante os 2% de 2006. Também no ano passado, em cada dez passageiros, um viajou pela primeira vez de avião.

A campanha tem direção de criação de Alexandre Vilela e Felipe Gall, que também assinam a direção de criação com Marco Versolato. A direção de cena é de Kitty Bertazzi, com produção da 02 Filmes.

Ações
Inicialmente, a companhia área terá estandes de vendas nas filiais da Casas Bahia da praça Ramos, da Vila Nova Cachoeirinha e de São Mateus, na cidade de São Paulo. Nestes locais, será possível parcelar o valor dos bilhetes em até 12 meses nos cartões ItaúCard/TAM e da Casas Bahia (bandeiras Visa e Mastercard). A parcela mínima será de R$ 20.

A inauguração de franquias da agência de viagens também faz parte do plano da TAM para o varejo. "Nosso plano é ter 200 lojas até 2012", afirmou em nota o vice-presidente comercial e de planejamento da TAM, Paulo Castello Branco. Atualmente, são 72 lojas TAM Viagens. A empresa lançará ainda produtos como o Giro TAM, destinado ao público universitário, que permite fazer, com um só bilhete, três paradas antes de chegar ao destino final.

O plano da TAM contempla canais de relacionamento com os novos públicos, incluindo uma cartilha - online e impressa - destinada aos passageiros que viajam pela primeira vez. "Já oferecemos bilhetes mais baratos em voos fora dos horários de pico e queremos agora expandir o canal de acesso", disse o presidente da TAM, Líbano Barroso.

Segundo estudo do Instituto Data Popular, 10,7 milhões de pessoas deverão realizar sua primeira viagem aérea nos próximos 12 meses - 8,7 milhões deste total, ou 82%, pertencem às classes C e D. Ainda conforme o levantamento, o volume de brasileiros que pretendem realizar ao menos uma viagem por meio de transporte aéreo até julho de 2011 chega a 26,5 milhões de pessoas. Deste montante, 67% estão nas classes C e D.

Esse é um movimento estratégico sem volta, oferecer mais condições às classes C e D para viajarem de avião. E mais, é um momento único, o primeiro vôo de avião. As empresas aéreas deveriam focar em Marketing Experience, pois o primeiro vôo vai ficar para sempre na mente das pessoas. Assim, oferecer novos canais de vendas demonstra duas coisas: a empresa está buscando aumentar a sua taxa de ocupação com novos formatos de vendas e novas capilaridade de presença e atender à um público que não tem costume de viajar de avião e que viram que esse é o momento esperado.

Vamos ver como isso será conduzido pelas empresas aéreas. Que venha a concorrência.


Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Propmark, Estadão

Evolução | Novos modelos de e-commerce invadem o varejo eletrônico brasileiro

Uma nova era de comércio eletrônico (e-commerce) já pode ser comemorada, com crescimento acima do esperado pelas lojas virtuais, que seguem a tendência de ousar com novos modelos de negócios. O Amazon.com, o maior site de e-commerce do mundo, com faturamento de US$ 24,5 bilhões em 2009, segundo dados do Internet Retailer, faz escola porque aposta em atendimento para manter a primeira colocação no ranking mundial. De carona nessa "aba", tanto as maiores redes de varejo como micro e pequenos empresários do segmento miram em fazer crescer o número de e-consumidores, hoje menos de 18 milhões no Brasil, e alcançar receita em patamares mais elevados. O Walmart.com, por exemplo, recentemente anunciou a promoção do diretor de operações nos EUA, Eduardo Castro-Wright, para o comando da Global.com, o braço mundial de comércio on-line da empresa, com a missão de estabelecer uma grande operação de comércio eletrônico e multicanal, aproveitando os recursos globais da empresa. Caso tenha como meta de crescimento desbancar a Amazon, a tarefa será árdua, já que o Walmart gerou US$ 3,5 bilhões em vendas on-line no ano passado, o que coloca o site como a sexta maior loja virtual do mundo, segundo o índice Internet Retailer Top 500.

Mas nem só as grandes e conhecidas lojas virtuais fazem tendência. Empresários brasileiros têm buscado fora do País modelos inusitados de negócios, oferecendo diferentes produtos e serviços. Guilherme Pizzini, diretor comercial do site www.olhonoclick.com.br, trouxe há menos de dois anos um formato de negócio que até 2008 ainda não existia no Brasil: leilão virtual de produtos novos, principalmente eletrônicos, onde o cliente compra créditos para os lances, que começam sempre pelo inicial, de 1 centavo de real. Pensando no crescimento do setor, Pizzini, não buscou só o diferencial, mas expertise, e desde o início do site no ar, firmou parceria com o MagazineLuiza.com. Com mais de 330 mil clientes cadastrados, o site passou do faturamento de R$ 2 milhões no ano passado, para R$ 5 milhões este ano, alcançado só neste primeiro semestre.

Com um "produto" diferenciado no mercado, há cerca de cinco anos, quando o site www.omelhordavida.com.br entrou no ar oferecendo mais de 2.500 experiências inusitadas aos consumidores, Jorge Nahas, diretor-geral do site, sabia que não seria fácil vender voo de balão ou de helicóptero como passeio alternativo, mas arriscou. E deu certo. Neste último semestre, a empresa já cresceu 45%, comparado aos 30% de 2009. "As pessoas querem emoções que as tirem da realidade. Acertamos no nicho e somos referência no mercado, também pela audácia de investimento", disse Nahas. O setor, apontado como um dos mais promissores, com projeção de faturar este ano mais de R$ 13,9 bilhões, segue aquecido também por conta de datas comemorativas, como o Dia dos Pais, que, segundo o e-bit, deve movimentar R$ 590 milhões da economia brasileira só pelo comércio eletrônico. Isso representa um fluxo de 35% a 40% maior, comparado ao mesmo período em 2009, quando a data gerou R$ 437 milhões.

Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, diz que o comércio eletrônico possui imenso território a ser preenchido. Em 2009, 17,6 milhões de pessoas utilizaram o canal virtual. Para 2010, esse número deve alcançar 23 milhões.

Data center
Segundo constatação da MaxiHost, data center especializado na hospedagem de lojas virtuais. Apenas durante o mês de julho, este segmento da empresa cresceu 50% comparado a junho. "A expectativa é que até o final desta semana outras 150 lojas sejam colocadas no ar", calcula Guilherme Alberto, diretor executivo da MaxiHost. Ele explica que recentemente o data center passou a oferecer a hospedagem de sua loja virtual de forma experimental e gratuita durante 30 dias, o que tem ajudado a aumentar o número de contratações.

O Brandsclub (www.brandsclub.com.br) e o BCBlue (www.bcblue.com.br), que realizaram cerca de 20 eventos especiais para o Dia dos Pais em julho comemoram o crescimento de 15% nas vendas relacionadas à data. "Trabalhamos as parcerias com as gri fes para conquistar o máximo de desconto possível e oferecer a mais variada gama de produtos para os clientes.

O crescimento das vendas mostra que o consumidor dos outlets virtuais já está se habituando a comprar com antecedência", destaca Olivier Grinda, CMO do Brandsclub.

O varejo eletrônico busca novos nichos de mercado e parcerias, como a do site Olhonoclick, que passou a vender produtos novos, como eletrônicos, por meio de leilão virtual, e firmou parceria com Magazine Luiza.

Abs,

Jony Lan
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: DCI

Marketing: Simulação de inundação na frente do Governo


A agência Publicis de Jakarta, na Indonésia recebeu um desafio: Vitimas de enchente em 2006 continuavam sem nenhum apoio do Governo para recomeçarem. A solução foi criar uma ação de marketing com arte para simular a inundação como ela tinha sido em 2006 na frente do palácio do governo. Resultado, mídia espontânea, e reunião na pauta do governo. Missão cumprida!


Advertising Agency: Publicis, Jakarta, Indonesia
Executive Creative Director: Randy Rinaldi
Creative Director:Maulana Sagala
Art Directors: Dimaz Muktiarto, Arius Budiman, Iswanda Mardio
Copywriters: Dono Yuniarto, Maulana Sagala, Randy Rinaldi
Illustrator: Teguh Yuswanto
Photographer: Marco Widjaja
Agency Producer: Ungky Widyoastono
Account Director: Maulana Sagala
Published: May 2010


Abs,

Jony Lan 
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Adsoftheworld