Pesquisadores britânicos sugerem remédio anticolesterol em lanchonetes

Um grupo de pesquisadores britânicos está sugerindo que lanchonetes de fast-food distribuam medicamentos anticolesterol para combater os efeitos de comidas gordurosas na saúde.

Segundo os cientistas da faculdade Imperial College London, uma pílula da substância estatina por dia eliminaria o dano provocado pelo consumo de um hambúrguer e um milk-shake.

Na Grã-Bretanha, o custo seria inferior a 5 centavos de libra, o mesmo valor cobrado em algumas lanchonetes por um sachê de ketchup.

Em artigo na revista científica American Journal of Cardiology, o cardiologista Darrel Francis escreve que para se reduzir os efeitos de comidas gordurosas, é preciso tratar as pessoas da mesma forma que se faz com fumantes - incentivando o uso de pastilhas de nicotina - ou motoristas - incentivados a usar cintos de segurança.

Dieta
Os cientistas usaram informações de um estudo com 43 mil pessoas para calcular se as estatinas poderiam anular o efeito de uma alimentação pouco saudável.

Para os pesquisadores, não há substitutos para uma alimentação balanceada, mas a substância também não faria nenhum mal e colaboraria para combater ao menos o colesterol alto.

Pessoas que comem hambúrgueres poucas vezes ao ano teriam pouco impacto em sua saúde com uma dose isolada de estatina, mas consumidores mais frequentes se beneficiariam com a medida.

A estatina já é usada por milhões de pacientes para reduzir o risco de ataque cardíaco ou derrames. Os medicamentos são considerados relativamente seguros, apesar de alguns especialistas terem sugerido que há efeitos colaterais.

"Até mesmo a prática parcial de uma terapia com estatina pode reduzir a mortalidade, sugerindo que estatinas não precisam ser usadas diariamente para ter algum efeito", afirma Francis.

No entanto, para outra instituição britânica, a sugestão do Imperial College of London não deve ser adotada literalmente.

O professor Peter Weissberg, da Fundação Britânica do Coração, afirma que os efeitos de uma dieta com muita gordura são muito piores do que apenas o colesterol.

"Estatinas são medicamentos vitais para pessoas com alto risco de desenvolver uma doença cardíaca. Mas não são mágicas", disse Weissberg.

Parece que resolveram definir que remédio e comida fazem parte do mesmo mundo dos negócios. É como se no cardápio de toda churrascaria tivesse a opção de um anti-ácido. Foi dado o primeiro passo, será que veremos os próximos?


Abs,

Jony Lan
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: BBC Brasil

Seattle Fish Company | Os comedores de peixe do mundo




Seattle Fish Company provides the Southwest's largest variety of high-quality fresh and frozen fish. So no matter what pond you're fishing in, we've got the bait for you. Seattle Fish Company of New Mexico. Catch more customers.

Advertising Agency: 3 Advertising, Albuquerque, New Mexico, USA
Creative Director: Sam Maclay
Art Director: Tim McGrath
Copywriter: Jason Rohrer
Illustrator: Ted Boonthanakit
Published: July 2010


Regards,

Jony Lan
Master and Consultant in strategy, marketing and business
jonylan@mktmais.com

Via: Adsoftheworld

Globalização e oportunismo: Itaú abre suas portas em Zurique, Suíça

O Itaú anunciou a abertura de sua primeira unidade na Suíça. A instituição, que havia pedido em abril autorização para o governo suíço, recebeu o aval para operar um escritório em Zurique. A expectativa, no curto prazo, é chegar a uma carteira de 2 bilhões de francos suíços (cerca de US$ 1,9 bilhão). O principal objetivo é atender clientes brasileiros e latino-americanos da área private (alta renda).

O Itaú conta com operações de varejo e private banking em mercados da América do Sul como Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. Também atua na América do Norte e nos continentes europeu, com escritório em Luxemburgo, e asiático, mercados onde está presente por meio das operações de corporate e private banking, corretora e gestão de recursos. A estratégia de internacionalização para o private banking já registra resultados. O Itaú tem mais de R$ 90 bilhões em ativos no segmento.

A atividade de private banking internacional desenvolvida em Luxemburgo, Miami e Bahamas representou, ao fim de dezembro de 2009, cerca de US$ 11 bilhões de ativos sob gestão e aproximadamente US$ 2,3 bilhões de depósitos captados. No exterior, considerando todas as operações Itaú Unibanco, somou-se, em dezembro de 2009, US$ 56 bilhões em ativos.

Abs,

Jony Lan
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Estadão

Promoção Wilberforce Award: R$ 1,6 mi para quem "salvar o mundo do crescimento"

Essa promoção é inédita, pelo menos por enquanto. É como aquelas promoções de ganhe R$ 1 milhão se encontrar uma solução para pararem com o desmatamento no Brasil. O bilionário australiano Dick Smith anunciou a realização de um prêmio curioso e ecologicamente correto. Ele oferecerá um milhão de dólares australianos - o equivalente a R$ 1,6 milhão - para jovens que ofereçam ideias que reduzam o crescimento desenfreado no mundo e a destruição do meio ambiente.

De acordo com o jornal australiano "The Sidney Morning Herald", o objetivo do prêmio é estimular as pessoas a elaborar uma campanha de crescimento da economia de maneira sustentável, com a manutenção da população estável e um consumo de energia que não prejudique o planeta.

O fundador da rede Dick Smith Electronics acredita que os recursos finitos do planeta não darão conta do aumento populacional e, se nada for feito, a sociedade entrará em colapso. Segundo ele, políticos, empresários e a mídia têm medo de falar em controle de população porque pode "parecer racismo".

Para concorrer à maleta cheia de dinheiro apresentada ontem na Austrália, é preciso ter menos de 30 anos, realizar um trabalho ou estudo bem-sucedido com objetivo de manter o crescimento da economia de maneira sustentável.

Não há inscrição, Smith escolherá o vencedor após 12 meses por meio de indicações ou destaque na mídia.

Alusão a abolicionista inglês
O prêmio criado por Dick Smith é chamado Wilberforce Award em referência ao célebre abolicionista britânico. Smith faz uma alusão entre os que lutavam contra a escravidão nos séculos 18 e 19 e os ecologistas de hoje.

"Os impérios acreditavam que as economias entrariam em colapso se a escravidão fosse abolida. Mas bravos como Wilberforce lutaram para acabar com o tráfico de escravos e as economias ainda floresceram. Nós precisamos de pessoas bravas como Wilberforce hoje", afirma Smith.

Com tanto dinheiro no mundo, quanto mais prêmios milionários, mais soluções aparecerão. Será isso uma nova tendência dos milionários?

Abs,

Jony Lan
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

LATAM - Fusão da TAM com a LAN faz ações da TAM subir mais de 27% em um dia

As ações da TAM subiram 27,6%, a R$ 36,20. A nova empresa, resultante da fusão, já nasce com 40 mil funcionários e vai oferecer serviços de transporte aéreo de passageiros para mais de 115 destinos em 23 países, e serviços de transporte de carga para o mundo todo.

Fusão: a TAM deixará de ter suas ações listadas na Bovespa, bem como as ADRs em São Paulo - A TAM informou oficialmente ao mercado que celebrou um memorando de entendimentos com a LAN com a finalidade de regular os termos e condições para a negociação da combinação das atividades das companhias.

A LAN terá sua denominação social alterada para Latam. As marcas TAM e LAN Airlines serão mantidas, uma vez que cada companhia continuará a atuar com sua respectiva marca. O grupo formado por meio da operação vai oferecer serviços de transporte aéreo de passageiros para mais de 115 destinos em 23 países, e serviços de transporte aéreo de carga.

O acordo prevê uma oferta pública de permuta de ações, com o objetivo de cancelar o registro de companhia aberta da TAM. A permuta envolverá as ações preferenciais em circulação - incluindo as detidas pelos controladores da TAM. Também envolverá as ações ordinárias em circulação, até o limite de 20%, conforme determina a lei brasileira. A TAM deixará de ter suas ações listadas na Bovespa, bem como as ADRs em Nova York. Haverá apenas as BDRs negociadas no mercado brasileiro.

Os acionistas controladores realizarão a administração da Latam de forma compartilhada, alinhados em todas as atividades deste novo grupo: Mauricio Rolim Amaro, atual vice presidente do conselho de administração da TAM, será o presidente do conselho de administração da LATAM, e Enrique Cueto, atual vice presidente da LAN será o CEO/vice presidente executivo da LATAM. A TAM e a LAN, individualmente, manterão as estruturas atuais de administração e governança corporativa:

Além das aprovações regulatórias necessárias para cumprimento da legislação chilena, a operação será submetida a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e dos orgãos que compõem o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.

Agora sim, a competição no setor de aviação ganhou um contorno internacional e se a GOL não se mexer rapidamente, a "tacada" da TAM vai aumentar a sua competitividade a ponto de nenhuma outra empresa nacional conseguir alcançá-la. Mas a GOL ou a própria Azul podem apresentar novas estratégias e alianças internacionais para se equiparar com a TAM. E claro, a concorrência também pode se aproveitar dessa fusão para ser mais ágil e emplacar novas ações.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: EXAME.com

Tendência: Planos de saúde estão ficando impagáveis para consumidor

Com o aumento no valor das mensalidades dos planos de saúde acima da inflação, no futuro, o consumidor terá dificuldade para pagar a fatura mensal. A projeção é do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), mediante análise do plano de um consumidor de 30 anos que compromete hoje 6,02% da renda de R$ 3.000. Em 2040, de acordo com o Idec, o plano vai comprometer 54,12% da renda mensal.

As empresas de planos de saúde confirmam que o preço dos serviços está caro e, por isso, estudam formas de reduzir seus custos operacionais para poderem praticar preços melhores. Eles defendem a adoção de medidas como a cobrança de franquias para procedimentos mais caros e menos acionados. Há também soluções mais polêmicas e que ainda estão sendo discutidas no setor e pelo Congresso Nacional. Trata-se do uso da ortotanásia em pacientes terminais, ou seja, encerrar o tratamento e apenas amenizar o sofrimento do paciente, levando-o para uma morte natural, sem interferência da ciência.

O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida, admitiu na última terça-feira, em entrevista a uma rede de televisão, a necessidade de fazer a racionalização dos custos na área da saúde. "Com a ortotanásia é possível não aplicar métodos que não dão qualidade de vida, mas que prolonguem a vida. Enfim, é uma discussão filosófica e econômica associada", disse o médico.

O diretor de provimento de saúde da Unimed BH, o médico Luiz Otávio Andrade, afirmou que, se nada for feito, é possível chegar à situação apontada pela pesquisa do Idec com a total incapacidade de pagamento de um plano de saúde. "É um problema social grave. É o cliente que tem que entender que precisa ter uma vida mais saudável", explicou.

Para Luiz Otávio, a discussão do preço do plano de saúde extrapola todas as barreiras de nacionalidade. "No bojo da questão, há a mudança do perfil etário e perfil epidemiológico. As pessoas vivem mais e, pela vida moderna, convivem com doenças crônicas".

O diretor da Unimed BH afirmou que o longo período de convivência de uma pessoa com uma doença crônica é que aumenta o custo do plano de saúde. "Fica mais caro tratar uma pessoa com sequelas do que prevenir o controle de doenças crônicas", informou.

Pesquisa. De acordo com Luiz Otávio, a ortotanásia não tem relação direta com o custo do plano de saúde. "São doenças crônicas que permanecem por longos anos sem controle, que levam a complicações graves com tratamento caríssimo", afirmou. Pesquisa da Unimed BH revela que 10% dos clientes respondem por 80% das despesas de uma operadora de plano de saúde de grande porte.

Abs,

Jony Lan 
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

Promoção do Boticário | "Beleza atrai beleza"


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Jony Lan
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
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Luxo: Louis Vuitton abre sua loja de número 137 em Los Angeles

A Louis Vuitton abriu sua loja número 137 nos EUA e a primeira em Los Angeles no último dia 06 de agosto, no recém-renovado Santa Monica Place mall. Boa pedida para aprender com o design de uma loja modelo no mundo do luxo.



Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte:  ILVOELV

Mercado de luxo | O ticket médio caiu 25%, mas 45% dos clientes não são da classe A

O mercado de luxo no Brasil passa por uma transformação. Com a crise, o segmento apresenta uma outra característica.

A classe A gastou menos em compras em 2009. É o que diz a pesquisa "O mercado de Luxo no Brasil", da MCF Consultoria e Conhecimento, em parceria com a GFK do Brasil. No ano passado, o ticket médio de compra destes clientes diminuiu 25% em relação a 2008, caindo de R$ 3.454 para R$ 2.726. A explicação é a crise econômica mundial, que atingiu todas as categorias de consumidores.

Contudo, o resultado não é considerado tão negativo. "A crise evidentemente reduziu o valor do ticket médio, mas nada que gerasse uma preocupação exacerbada para os próximos anos. O Brasil foi um dos países que menos sentiram os efeitos da crise e, com certeza, haverá um ciclo de crescimento vigoroso novamente", diz Elaine Povoas, gerente da MCF Consultoria.

O otimismo se explica pelo crescimento do setor em 2009, que chegou a 4%, apesar de os clientes terem comprado menos. Para Luiz Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Associação Brasileira dos Lojistas em Shoppings (Alshop), o motivo é simples: uma nova camada da população atingiu níveis de renda maiores e passou a comprar artigos de luxo. "Eram clientes que apenas passavam pelas vitrines e que, agora, entram para comprar o produto diferenciado. Ele perdeu o medo de entrar e começou a desfrutar de todo o conforto e atendimento personalizado que antes não conhecia", explica. O argumento pode ser reforçado por mais um dado da pesquisa: 45% dos clientes de luxo têm renda de até R$ 10 mil, ou seja, não são classificados como classe A.

E, de acordo com a pesquisa, a projeção para 2010 é conquistar cada vez mais clientes e crescer 22% no faturamento, alcançando o montante de R$ 13,66 bilhões. O superintendente do BH Shopping, Durleno Rezende, confirma o otimismo. O centro comercial vai inaugurar em setembro mais um piso com 81 novas lojas, a maioria voltada para o consumo de luxo, incluindo grifes importadas. "A nossa proposta é oferecer um mix ainda mais elaborado para a crescente demanda dos consumidores das classes A e B", afirma Rezende.

No exterior, classe A gosta de "pechincha"
A pesquisa da MCF Consultoria mostrou, também, que os consumidores de classe A buscam o menor preço fora do Brasil: 53% dos empresários responderam que têm lojas no exterior, e 39% de seus clientes já realizaram compras da marca fora do país.

O preço mais baixo foi considerado o principal motivador para as compras no exterior de acordo com 65% dos entrevistados. Outros 27% buscam variedade.

Um efeito em menor proporção pode ser visto na rua 25 de Março, um monte de gente "com dinheiro" que adora comprar no meio da "muvuca". É o Brasil se adaptando à nova realidade do brasileiro, com dinheiro e querendo comprar. Isso abre oportunidades enormes: em uma proporção diferente, a TAM já está realizando, vendendo viagens de avião para quem ainda nunca viajou de avião.

Abs,

Jony Lan 
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

Estratégia de expansão: Bauducco investe R$ 20 mi em marketing e tenta ocupar lugar de Kraft Foods


Companhia espera vender 30% mais dentro de dois meses. Planos incluem nova fábrica, voltada para mercados do Norte e Nordeste

Respondendo por 70% das vendas do grupo Pandurata no ano passado, um equivalente a 980 milhões de reais, a Bauducco tem planos robustos de crescimento. O objetivo é incrementar em 30% as vendas de seus produtos nos próximos dois meses.

Valendo-se de um investimento de 20 milhões de reais em marketing, em uma ação que será lançada ainda neste mês em 22 estados do país, a empresa espera fechar o ano com uma receita de cerca de 1,1 bilhão de reais. Esse faturamento bilionário será atingido se a marca alcançar a mesma fatia nas vendas que teve da Pandurata em 2009, quando o Grupo chegou a vender 1,4 bilhões de reais. Para 2010, a expectativa é de 1 bilhão a mais.

Durante os próximos dois meses, a Bauducco distribuirá 600 mil bichinhos de pelúcia em todo o país. Serão seis tipos de brinquedos, chamados de "Bichinhos dos Sonhos" por se transformarem também em travesseiros. A inspiração para a campanha foi a famosa promoção lançada pela Parmalat nos anos 90, em que os mamíferos viraram febre e se transformaram em mascotes da marca. Todos os produtos Bauducco já receberam o selo da promoção, indicando aos consumidores o endereço do hotsite.

A campanha Bichinhos dos Sonhos, que visa o fortalecimento da marca, começou a ser planejada em janeiro deste ano e funciona de forma com que cada bichinho seja trocado por cinco embalagens de qualquer produto da marca, mais R$ 9,99. A troca será aceita em 400 pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Com a estratégia - e vale destacar novamente, os 20 milhões de reais investidos nela -, a Bauducco ganha força para subir no ranking das maiores fabricantes de biscoitos do país. Hoje o setor é liderado pelo Grupo M. Dias Branco, dono das marcas Adria e Isabela, seguido por Nestlé e Kraft Foods. Num segmento representado por 700 fabricantes nacionais, a Bauducco ocupa o 4º lugar.

Empresa terá fábrica em Alagoas
Na disputa pelo terceiro lugar no mercado, hoje ocupado por Fraft Foods, a Pandurata investe ainda em logística, buscando fabricar seus produtos perto de onde são vendidos. O Nordeste corresponde hoje a cerca de 30% dos biscoitos consumidos no Brasil, mas o fato de todas as fábricas da Bauducco ficarem instaladas no Sudeste - são três fábricas em Guarulhos (SP) e uma em Extrema (MG) - encarece o frete e diminui a margem de lucro das vendas.

Quinta unidade de produção da Bauducco no país, a nova fábrica deve estar totalmente pronta para operar a partir de julho de 2011. O novo ponto de produção, construído em Alagoas, atenderá às regiões Norte e Nordeste, desafogando assim as fábricas de SP e MG da produção em escala nacional e facilitando o transporte dos produtos.

Simples, produzir mais e regionalizado para aumentar a capilaridade e ser logisticamente mais rápido para abastacer o PDV. Estão certos? O Marketshare dirá.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Estratégia de recursos | Governo chinês adquire um pedaço do território mineiro


A recente compra da mina da Itaminas, em Sarzedo, na região metropolitana de Belo Horizonte, por US$ 1,2 bilhão, pelo consórcio chinês ECE - Birô de Exploração e Desenvolvimento Mineral do Leste da China -, tem gerado discussões entre especialistas do setor. Como trata-se de uma estatal chinesa à frente do negócio, indiretamente, o país asiático estaria comprando um espaço do território brasileiro.

O maior temor de nacionalistas é que negócios como esse possam abrir brechas para que países estrangeiros comprem outras terras no país, visando suas riquezas naturais. De acordo com o ex-ministro da Indústria e Comércio, João Camilo Penna, trata-se de uma situação perigosa, pois é um outro país adquirindo um território no Brasil.

"Isso é completamente diferente de uma empresa privada atuar em outro país ou até mesmo comprar um espaço de terra. Nesse caso, não é uma organização e, sim, uma nação", alerta Penna.
Segundo o ex-ministro, a venda de uma mina brasileira a um grupo estatal é um negócio que pode trazer consequências desagradáveis, podendo inclusive, causar atritos entre os dois governos.
"Uma operação dessa só é legal porque os advogados sempre conseguem arrumar uma brecha nas leis e se utilizam dela", lamenta ele, reforçando que o governo brasileiro precisa agir para impedir que outras negociações como essa ocorram no país.

Para o advogado e professor de direito do curso de relações internacionais do Ibmec, Vítor César Silva Xavier, pela constituição federal, essas empresas estrangeiras são proibidas de atuar diretamente em solo atual. "A proibição decorre do simples fato de as empresas chinesas não estarem constituídas em conformidade com a lei brasileira e por elas não terem sede no Brasil", explica Xavier.

Conforme acredita o professor, para superar esse empecilho legal, as empresas chinesas têm adquirido participação majoritária em mineradoras já constituídas e com sede no Brasil, ou, simplesmente, criam uma nova empresa em território nacional. Tal medida é perfeitamente lícita, pois não existe vedação de uma ou mais empresas estrangeiras serem proprietárias do capital social de uma empresa brasileira.

"É preciso frisar que, legalmente, a empresa será brasileira quando constituída em conformidade com as leis brasileiras. Para ser nacional, é irrelevante a nacionalidade dos sócios", salienta, observando que uma outra alternativa pode ser duas empresas chinesas criarem uma terceira empresa no Brasil que estará submetida aos interesses de ambas.

Xavier reforça que proibir tal conduta fere o artigo 5º da Constituição da Republica Federativa do Brasil, que estabelece a igualdade no tratamento entre os brasileiros e os estrangeiros residentes em território nacional.

Segundo ele, tal medida também iria contrariar o artigo 170 da Constituição, que defende o ideal da livre concorrência.

Asiáticos buscam ativos para adquirir em vários países
O crescimento chinês no mundo e suas aquisições no Brasil preocupam o ex-ministro Delfim Netto. Em um artigo escrito recentemente, ele observou que a agressividade chinesa não se resume à conquista de mercados para suas exportações.

Segundo ele, os chineses estão claramente procurando uma diversificação de seu portfólio, saindo de aplicações financeiras em busca de coisas físicas. "A China tem, hoje, uma presença externa semelhante a dos europeus nos bons tempos coloniais: ela invadiu praticamente todo o continente africano", disse.
Netto afirmou que, para manter a sua sociedade, a China precisa suprir-se de minerais, de alimentos e de energia, e irá onde puder buscá-los. Ainda segundo o ex- ministro, o Brasil seria um possível local para ser explorado. "Não devemos admitir que empresas estatais da China comprem nossas jazidas de ferro, manganês, ou porções de terra para a produção de alimentos", observou. (TS)

Lei mineral
Decreto. No Brasil, há o Decreto Lei n° 227 de 1967 que estabelece todo o procedimento jurídico para ser concessionário de uma lavra, desde sua autorização para pesquisa à exploração. O seu artigo 16 afirma que a autorização será pleiteada em requerimento dirigido ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

Estrangeiros. O decreto exige a "indicação da nacionalidade" do interessado. Ao fazer isso, afirma que o interessado pode sim ser estrangeiro. Da mesma forma, se uma empresa estrangeira comprar as ações de uma mineradora que já tenha a lavra, o procedimento será lícito, desde que autorizado pelo DNPM.

Quando uma empresa possuí um recurso que a outra não tem, ela possui uma possível vantagem competitiva sobre a outra. Quando um país possui um recurso que a outra não tem, idem. Agora imaginem se a China tiver esses recursos em qualquer lugar do planeta?

Abs,

Jony Lan 
Mestre e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: O Tempo

Comportamento de compra: pesquisa traça cinco tipos de personalidades para consumidoras

Estudo feito por uma consultoria de marketing traça diferentes tipos de perfis que prometem ajudar os comerciantes dos EUA a aumentarem as vendas.

Entender a personalidade das consumidoras é o primeiro passo para uma ação efetiva de marketing. Uma pesquisa recente realizada pela consultoria de marketing WSL Strategic Retail traçou cinco perfis de personalidades das consumidoras norte-americanas.

A “Shop-a-Lot Sue” é uma mulher que adora comprar e, apesar de ter limites financeiros – com renda familiar de US$ 60 mil (R$ 105 mil) – este “não é um problema”, revelou a pesquisa. “Sue sabe que não tem como gastar muito, então ela compra de maneira esperta, o que a deixa comprar mais”. Ela opta por compras online ou escolhe mercados de massa como o Wal-Mart. “Ela desistiu de suas aspirações em grifes e está satisfeita com menos”.

A “Miserable Mona” também possui uma renda familiar de US$ 60 mil (R$ 105 mil). Ela está tão cansada com sua situação financeira que não acha mais prazer nas compras.

“Fazer face às despesas é uma luta constante”. Embora ela também compre em lojas com desconto, ela não usa ferramentas online.

Apesar de ambas serem compradoras de lojas com descontos, os lojistas estarão melhor servidos em questão de marketing com Sue, por meio de cupons. “Como ela barganha, ela vai voltar novamente para locais que compensam a sua procura por liquidações”, diz a pesquisa. Comerciantes também devem se esforçar para fazer das suas lojas as mais atraentes possíveis e oferecer as mais desejadas mercadorias para esse tipo de compradora.

O tipo “I´ll Pass Patty” é apático às compras e as vê como uma necessidade. Ela tem uma renda familiar acima da média de US$ 90 mil (R$ 158 mil), mas vive dentro do seu meio. Ela muitas vezes opta por compras online para evitar ter de ir às lojas. "Para ela, fazer compras no shopping não é fazer compras", diz o estudo. "Preço baixo é importante, mas não se isso significar ter que sair para comprar".

Já a “Bubble Barbie”, que passou o período de recessão vivendo em uma bolha, ignora tudo e continua comprando. Sua renda familiar é de US$ 72 mil (R$ 127 mil) e ela visita constantemente as lojas, apesar do endividamento elevado. “Bubble Barbie é a melhor razão para continuar fazendo exposições atrativas de novos produtos para detê-la no corredor e adicionar mais um a sua cesta”, diz a pesquisa. “As liquidações e descontos são bons, mas não necessários para ela comprar”.

Por fim, a “Chic Chic Charlotte" tem a renda familiar mais elevada de todas – por volta de US$ 101 mil (R$ 178 mil) e adora comprar. Porém, por ter sido atingida pela recessão, passou a comprar um pouco menos do que no passado. "Os mais ricos têm desenvolvido um processo de culpa de varejo. Ela não gasta tanto como nos anos 90. Tranqüilize-a de que o que você está oferecendo tem seu determinado valor”.

E sua equipe de vendas, segmenta o atendimento por perfil de consumo?

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Abril