Investimento | Mercatto Investimentos compra 29,3% da Forno de Minas vende 29,3% e capitaliza o "pão de queijo"

Para aumentar o capital de giro, ganhar fôlego para continuar crescendo e colocar em prática o sonho da expansão, a melhor forma se resume a poucas opções:

1 - Pedir empréstimo à bancos. Nem sempre uma boa opção, já que o banco se torna o seu "sócio", mas é a mais comum utilizada pelas empresas.
2 - Aumentar as suas vendas. Em um cenário estável, em que a gestão está ok, aumentar as vendas é sempre a estratégia mais adotada pelas empresas.
3 - Reduzir os seus custos. Assim como na opção 2, o aumento dos lucros dependerá da otimização da gestão, seja na área de produção (aumento da produtividade), na área de compras (comprando melhor) e na área tributária (pagando menos tributos e aproveitando melhor os benefícios fiscais).
4 - Conseguindo um sócio investidor. Se você é referência no mercado, tem boa gestão e sabe para onde ir, fica fácil conseguir um sócio investidor.

Ou seja, aumente a sua rentabilidade, aumente o seu lucro, ou consiga mais dinheiro do mercado. As duas opções ao mesmo tempo sempre serão necessárias, talvez em momentos diferentes. Mas o mínimo que toda empresa deve fazer é aumentar a sua rentabilidade.

Foi no caminho de conseguir mais dinheiro de fora que a Forno de Minas se focou. Depois de vender a Forno de Minas para a americana General Mills, em 1998, por US$ 80 milhões, e de recomprar a fábrica em maio do ano passado, a família Mendonça acaba de vender 29,3% do capital da planta de Contagem, recém adquirida, para a Mercatto Investimentos, empresa especializada em gestão de investimentos. O negócio foi fechado por meio do Fundo de Private Equity Mercatto Alimentos FMIEE. A operação permitirá à empresa fôlego para investir no lançamento das novas linhas de produtos congelados para o varejo e food service (linha de alimentos para empresas). O valor do negócio não foi revelado. A família permanece à frente do negócio.

Helder Couto Mendonça, diretor-presidente da Forno de Minas, explica que depois que a fábrica foi retomada, o planejamento estratégico para a recuperação do mercado perdido quando a produção estava nas mãos da General Mills previa investimentos de R$ 25 milhões. "Era um planejamento muito agressivo que visava lançar novos produtos e relançar a Frescarini. Achamos melhor encontrar um sócio do que apelar para o mercado para fazer frente a esses investimentos." Segundo Paulo Henrique Todaro, sócio da Mercatto, o negócio faz parte da estratégia da empresa de investir em fábricas de alimentos e em outros setores promissores, com sólidos fundamentos, produtos premium e uma equipe de gestão com larga experiência e histórico de sucesso.

Segundo Helder, a Forno de Minas já estava conduzindo os investimentos nas várias linhas de novos produtos. "Compramos linhas de produção para torta salgada e doce. Também vamos fabricar empanadas e já estamos produzindo pão de batata e folhados." O empresário afirma que há outros produtos em estudo. "Vender uma parte da empresa foi uma forma mais conservadora de fazer esses investimentos. Tem momentos na vida que a gente preza a tranquilidade", justifica.

A unidade industrial de lácteos, que produz derivados do leite sob as marcas Leiteria de Minas e Gran Condessa, é um ativo estratégico para a expansão da companhia. Além de sua própria linha de laticínios e da prestação de serviços a terceiros, a fábrica garante à Forno de Minas acesso à matéria-prima de qualidade. Quando foi vendida, em 1999, a fábrica da Forno de Minas produzia 1,6 milhão de toneladas mensais de pão de queijo. Hoje, a produção é a metade disso: 800 mil toneladas ao mês. O objetivo é aumentar as vendas em 100% em 2010, chegando a R$ 100 milhões, metade do registrado quando foi vendida em 1999.

Dani lembra que a Forno de Minas se deteriorou enquanto esteve nas mãos da General Mills. "Em julho de 2006 a empresa tinha 47% do mercado. Dois anos depois, a participação tinha caído para 40%." De acordo com ele, a meta agora é concentrar a produção em poucos produtos de alta qualidade. "A família fica na operação e coloca alguém com ampla experiência financeira para ajudar a orientar o negócio. Fomos procurar no mercado os investidores que seriam ideais. O que temos agora é uma Forno de Minas muito capitalizada, com um sócio estratégico que tem muito apetite de crescimento."

O próximo passo da Forno de Minas agora é aumentar a sua eficiência financeira. Nenhum sócio investidor vai querer saber que a empresa pode economizar e otimizar as suas contas. Uma governança corporativa deve ser o caminho natural, mas poucas que a estabelecem focam na otimização de suas contas e acreditem, todas as empresas sempre conseguem maior eficiência, basta querer.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: Estado de Minas

Electrolux Design Lab 2010 | Dismount Washer por Lichen Guo

Dismount Washer por Lichen Guo, China


Já pensou em colocar todos do seu departamento de desenvolvimento, criação, engenharia de novos produtos na Lei de incentivo fiscal para inovação e simplesmente reduzir os seus custos e investimentos e aumentar o seu lucro sem perder a sua qualidade? Pergunte-me como!

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia e Consultor em marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: www.electroluxdesignlab.com

Electrolux Design Lab 2010 | External Refrigerator por Nicolas Hubert

Olá caros e caras leitoras, vou postar aqui para vocês alguns dos vídeos dos finalistas dos projetos conceitos do Electrolux Design Lab 2010.

Para 2010, o tema do Electrolux Design Lab foi: The 2nd Space Age, o que essencialmente nos leva para a concepção de um ambiente familiar para o ano de 2050, quando se prevêem que 74% da população global esteja vivendo em áreas urbanas. Nesse contexto o desafio dos projetos foi prever como as pessoas irão preparar e armazenar o alimento, lavar roupa e lavar a louça.

Para que vocês utilizem a imaginação, pensem que todos tiveram como tema de fundo o seguinte tema: A ideia é criar um aparelho ou um conjunto de aparelhos que vão ajudar a combater a crise de espaço, recursos limitados, além de economia de energia, ao mesmo tempo. Ou seja, sustentabilidade na energia, no espaço e nos recursos.

Aproveitem!!!

External Refrigerator por Nicolas Hubert - França

Já pensou em colocar todo o seu departamento de criação, pesquisa, desenvolvimento, engenharia de novos produtos na Lei de incentivo fiscal para inovação e simplesmente reduzir os seus custos e investimentos e aumentar o seu lucro sem perder a sua qualidade? Pergunte-me como!
Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia e Consultor em marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: www.electroluxdesignlab.com

Estratégia de Marketing | 30 maiores anunciantes destinam 18% das despesas com vendas às marcas

Investimento ou despesa? Custo fixo ou variável? Essa questão é sempre um dilema para os empresários e presidentes de empresas. O fato é que o Marketing faz parte do negócio. Eu sempre digo que quem acha que não investe em marketing, se engana. Apesar de não contabilizar o que ele gasta em marketing e não controlar isso, qualquer empresa, da pequena à grande, gastam com marketing. A diferença é que umas destinam verbas específicas para ações e outras gastam sem saber que estão fazendo marketing.

Despesas com marketing, raramente destacadas pelas companhias em seus balanços financeiros, têm engordado nos últimos anos, a ponto de bater um recorde histórico no ano passado. Levantamento realizado pelo Valor, com base em dados do Ibope Monitor e da consultoria Economática, revela que os investimentos em marketing dos maiores anunciantes do país, com ações na bolsa, já respondem por 18% da soma total das despesas com vendas dessas empresas. Em 2006 e 2007, por exemplo, anos de maior fartura no meio publicitário, essa fatia foi de 10,56% e 13,44%, respectivamente.

Os 30 maiores anunciantes do Brasil (com capital aberto) aplicaram R$ 7,14 bilhões em marketing em 2009, segundo informações do relatório anual do Ibope Monitor. A despesa com vendas desse mesmo grupo de companhias somou R$ 38,45 bilhões, segundo o balanço financeiro das empresas. Isso significa que de cada R$ 5 desembolsados em gastos como pagamento de salários, comissões a vendedores, frete, provisionamento e marketing, pelo menos R$ 1 foi aplicado apenas em gastos com ações para promover as marcas e os produtos das companhias.

Nessa conta entram desde as mais caras campanhas publicitárias na televisão em horário nobre - são 16 milhões de comerciais todos os anos só na Rede Globo - até investimentos em amostras grátis e em encartes promocionais. "Há uma proliferação inacreditável de marcas em todas as categorias de produtos", diz José Roberto Martins, diretor da GlobalBrands.

"A emergência das novas classes sociais no Brasil, a fragmentação de novas mídias, com a explosão da publicidade na internet, e a criação de novas categorias de produtos, que o brasileiro até então desconhecia, vai pressionar para cima esse gastos cada vez mais", diz ele. E a cautela adotada por uma parte das empresas em 2009, reflexo da crise global, tende a ser revertida, empurrando o investimento para cima em 2010.

Discretamente citado nos relatórios de gastos das empresas abertas, os investimentos em mídia acabam sendo alocados na linha de despesas - as companhias não são obrigadas a abrir esse dado ao mercado. A Hypermarcas, dona da Monange, Doryl, Avanço, Risqué e de outras 130 marcas, é uma das poucas que abrem seus dados. Até criou há dois anos o seu próprio indicador de gastos em marketing, batizado de Marpex.

"Quando criamos esse indicador queríamos deixar muito claro para todo mundo o quanto levamos a sério esse assunto", disse Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas. "Para nós, isso não é despesa, é investimento em insumo", diz Martim Prado Mattos, diretor financeiro do grupo. Segundo ele, entre 17% e 18% da receita líquida da companhia é aplicado em marketing atualmente. Foram injetados R$ 138 milhões em ações de publicidade e propaganda de janeiro a junho deste ano, 50% acima do ano anterior, e 57% mais recursos em promoções, brindes e amostras grátis.

Expandir o investimento na marca é tendência sido seguida por outros grandes grupos, que aplicavam discretas somas nessa área, e têm claramente mudado a postura. Gerdau, Vale e Usiminas, desenharam planos de fortalecimento de suas marcas e passaram a gastar mais com isso.

A Vale investiu R$ 75 milhões em marketing em 2009, bem acima dos R$ 45 milhões do ano anterior e, neste momento, está com uma campanha em horário nobre explicando as virtudes dos fertilizantes - algo inédito na história da mineradora.

Usiminas e Gerdau têm feito o mesmo com propagandas na área de projetos sustentáveis. "O tema sustentabilidade está ajudando a puxar esses investimentos em mídia nos últimos anos", diz Ana Lúcia Fugulin, professora da ESPM.

A disputa pelo consumidor em alguns mercados também leva as companhias a colocar mais a mão no caixa. A operadora TIM aumentou em 91% os investimentos em mídia em 2009 e aplicou quase R$ 340 milhões de janeiro a julho (o dobro do ano passado) para fortalecer a marca. Precisou, inclusive, reduzir despesas relativas à venda de aparelhos para equilibrar os gastos, informa relatório da companhia.

Poucas empresas usam com eficiência os incentivos fiscais para reforçar o seu branding e o planejamento de ações da área de Marketing. Você sabia que existem mais de 10 incentivos fiscais para que a sua empresa explore o marketing de forma estratégica? Enquanto considerarem o marketing como despesa, pouca estratégia terão. Já os que consideram como investimento, estes sim, sempre estarão à frente. Fica a pergunta: o Marketing da sua empresa é eficiente?

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Valor Econômico

Estratégia de Marketing: Preço nas embalagens vem de forma "amena"


O foco das indústria foi sempre reduzir os conflitos com o varejo, para a negociação ficar mais transparente. Com esse objetivo, as indústrias promovem alterações na forma como estampam suas sugestões de preço ao consumidor nas embalagens dos produtos, tática cada vez mais comum. No lugar da expressão “preço sugerido”, alguns rótulos passam a estampar dizeres mais amenos, como “preço especial” ou “a partir de”.

A iniciativa atende a reivindicações de varejistas, que pediam mais flexibilidade na hora de definir preços. No mês que vem, a fralda Pampers Supersec, lançamento da Procter & Gamble, chega às gôndolas como o aviso “a partir de R$ 5,99”, na embalagem com dez unidades. Fernando Bueno, gerente de produto de Pampers, reconhece que o varejista não gosta muito da sugestão de preço. “Com o ‘a partir de’, deixamos claro um piso de preço possível, e não um único valor como referência”, afirma.

Em hipermercados paulistanos, itens de cuidados com o cabelo das marcas Seda, da Unilever, e Gold, da Niely, já são vendidos em ilhas com a expressão “preço especial” impressa nas embalagens.

A prática de estampar a sugestão de preço nas embalagens é adotada no Brasil pelas indústrias há cerca de uma década. O preço é uma questão estratégica quando se quer monitorar o produto junto ao target visado. Muitas das vezes o preço é um item que não pode variar e a equipe de marketing utiliza esse artifício para monitorar a evolução das vendas, já que o preço não mudará. As editoras de revistas são um dos poucos setores da economia que traz o preço estampado na capa, ou seja, no sul do país ao norte do Brasil, o preço é o mesmo. Uma variação nesse valor, quando bem comunicado, dá para medir o reflexo nas vendas.
E a sua empresa, já fez teste de preços de forma monitorada?

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Valor Econômico

Estratégia Global | Brasileiros, donos da Ambev, compram Burger King por US$ 4 bi

O 3G Capital Management, comandado por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, assume o controle da segunda maior rede de sanduíches do mundo, e principal concorrente do McDonald's, com faturamento de US$ 2,5 bilhões

Foi anunciado acordo para a venda da rede de lanchonetes americana Burger King por US$ 4 bilhões para o fundo 3G Capital Management, controlado pelos investidores brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles. Trata-se da segunda maior cadeia de fast-food dos Estados Unidos e principal concorrente do Mc Donald"s com mais de 12 mil lojas e US$ 2,5 bilhões em faturamento.

Segundo executivos próximos, o novo presidente da empresa já está escolhido: será Bernardo Hees, ex-presidente da ALL, empresa líder em logística ferroviária no País. O executivo antecipou sua saída da ALL, que estava prevista para o início de 2011, para a última terça-feira.

O pagamento pela rede de restaurantes envolverá dinheiro e assunção de dívida. Segundo o acordo, o 3G Capital pagará US$ 24 por ação em uma operação que deve ser concluída até o fim do ano. Trata-se de um prêmio de 46% ao valor do papel antes dos rumores sobre o fechamento do negócio.

"Considero esse um preço muito bom", diz o analista Tom Forte, da consultoria Telsey Advisory Goup. "O valor reflete o esforço recente da empresa com inovação em seus produtos e redução de preços para enfrentar a crise."

Em comunicado, o Burger King informou que o 3G Capital conseguirá financiamento para pagar a aquisição com os bancos JP Morgan Chase e Barclays Capital. Um grupo de fundos que possui 31% da empresa já concordou em vender sua parte e o 3G vai dar início a uma oferta pelas demais ações do Burger King, que tem capital aberto nos Estados Unidos, antes do dia 17 de setembro.

A empresa disse, ainda, que poderá solicitar ofertas melhores até meados de outubro. Os analistas, porém, não acreditam que esse será o caso. "É um dever fiduciário da empresa. Mas eu não consigo imaginar uma proposta mais alta que essa do 3G", diz Forte.

No fim da tarde de ontem, as ações do Burger King fecharam em US$ 23,59, uma alta de 25,08%. Na última terça-feira, um dia antes de o jornal Wall Street Journal afirmar que a empresa estava à venda, seus papéis fecharam cotados a US$ 16,45.

À frente da cadeia de lanchonetes, a intenção dos brasileiros da 3G é expandi-la para na América do Sul. O Burger King chegou ao Brasil em 2004 e atualmente tem 93 lojas espalhadas por 15 Estados. O País já tem sido uma das prioridades da rede nos últimos anos.

Bastidores. Os investidores do 3G Capital analisam a compra do Burger King há três anos, mas desistiram das negociações com a crise financeira global. Segundo o Estado apurou, as conversas foram retomadas há seis meses. A intenção do trio Telles, Sicupira e Lemann é repetir nos Estados Unidos sua trajetória no Brasil com a compra de empresas de varejo - a exemplo das Lojas Americanas - e de bens de consumo - como a cervejaria Ambev, que acabou se juntando à belga Interbrew e à americana Anheuser-Busch. Com esse objetivo em mente, o 3G chegou a se aproximar da fabricante de alimentos Pepsico e d a varejista online Amazon, mas as conversas não avançaram.

Depois de um período de transição, o atual presidente do Burger King, John Chidsey, assumirá a posição de copresidente do conselho de administração da empresa. O outro copresidente do conselho será o brasileiro Alexandre Behring, sócio do 3G Capital. Velho conhecido do trio Telles, Sicupira e Lemann, Behring foi executivo do fundo de participações GP e presidente da ALL, empresa que já foi controlada pelo GP. Bernardo Hees, executivo escolhido para ser o presidente do Burger King, estava na presidência da ALL desde 2005. Ele havia assumido o cargo com apenas 35 anos.

Resultados fracos. O Burger King vem enfrentando dificuldades nos últimos anos, tanto por conta da crise como pela concorrência com o McDonald''s. A clientela tradicional da rede, jovem e masculina, foi a mais exposta à recessão e ao desemprego nos EUA. No ano fiscal encerrado em junho, a rede teve lucro de US$ 186,8 milhões, 7% inferior ao do ano fiscal anterior. Já a receita apresentou queda de 1%.

Análise
A crise tem aberto vários precedentes de oportunidades que podem ser aproveitadas pelos empresários que possuem visão de negócios e sabem o melhor "time" para adquirir novos negócios. A estratégia dos principais acionistas da AMBEV é um movimento claro de internacionalização e que com certeza já sabem o que deve ser feito, no mínimo o mesmo que o Mcdonalds, que adaptou o seu cardápio às novas tendências de consumo saudável, sustentável e em favor da saúde da população mundial. Saiu da curva de queda para uma curva de crescimento orgânico. Quem sabe agora o Burguer King não encontre um novo nicho que também inclua a cerveja como bebida opcional e faça o espaço das lanchonetes do Burguer King menos ociosas. Qual será o próximo negócio global? Ou que tenha capacidade para abastecer o mundo?


A rede tem lojas espalhadas por 76 países, totalizando cerca de 12 mil lanchonetes.


Abs,

Jony Lan

Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Estadão

Recall de Luxo | Ferrari recolhe modelo 458 por risco de incêndio

Nem a marca de luxo italiana escapa à onda de erros de construção que tem afetado diversos fabricantes e que já obrigou ao recolhimento de milhões de carros em todo o mundo. Um dos mais recentes modelos da Ferrari vai voltar à oficina devido ao risco de incêndio.

No total, a Ferrari vai recolher 1.248 veículos do modelo 458, que a marca começou a produzir no início deste ano. Esta decisão surge após cinco modelos, que rodavam nas ruas da Califórnia, Paris, China e Suíça, terem começado a "arder".

Segundo o diário britânico "Telegraph", esta não é a primeira vez que a Ferrari tem que mandar recolher automóveis mas este caso é, particularmente, embaraçoso para a marca já que este modelo só começou a ser produzido no início deste ano.

Um modelo 458 novo custa, no mínimo, 170 mil libras (cerca de 206 mil euros). No entanto, a procura tem sido tanta que um modelo usado pode ter um prémio de 50 mil libras (cerca de 60,6 mil euros).

A Ferrari pelo visto aderiu à tendência do recall e mostra que mesmo sendo caro, de luxo e que a qualidade deveria ser 100%, infelizmente tem a possibilidade de ter falhas. O recall já se tornou um mecanismo de pós-venda mais utilizado em todo o mundo. Esse fato já é considerado no planejamento das empresas que possuam um histórico de recalls. Se assim não o fizer, gastarão cada vez mais com a tendência de reclamação dos consumidores. Mas será que todas as empresas possuem condições de fazer recalls?

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Jornaldenegócios

Estratégia e Obsolecência Planejada | Apple lança rede social Ping, Apple TV e novas versões de iPods

A empresa tecnológica Apple apresentou a nova geração de dispositivos iPod e uma remodelada Apple TV, em um evento em San Francisco que serviu para lançar a rede social musical Ping integrada ao iTunes.

O executivo-chefe da Apple, Steve Jobs, anunciou a maior mudança na história dos iPod após 275 milhões de unidades vendidas no mundo todo.

O iPod Touch, o mais popular dos modelos, ganhou uma versão mais fina que a anterior, além de uma tela com maior definição, câmera frontal e uma aplicação para jogos em rede. O Touch será vendido a US$ 229 para sua versão de 8GB.

O aparelho que mais teve mudanças foi o iPod Nano, ficando reduzido a uma tela tátil. Jobs o qualificou como um "iPod Touch menor".

O iPod Shuffle retomou sua estética original, com um botão central circular para as funções básicas de reprodução musical e a versão de 2GB será vendida por US$ 49.

Todos os novos iPod estarão disponíveis a partir de semana que vem, embora desde hoje seja possível encomendar pela internet.

A Apple também lançou atualizações para o iTunes, como a criação de uma nova rede social focada em música, Ping, cujo funcionamento é parecido com o do Facebook e do Twitter. O objetivo é chamar a atenção dos usuários do MySpace.

Além do Ping, o atualizado iTunes, que já está disponível para download, apresentou mudanças estéticas para facilitar seu uso, assegurou Jobs. O logo também sofreu alteração, tendo a imagem de um CD substituída por um círculo azul.

A outra grande novidade da apresentação de Jobs foi a nova Apple TV, também conhecida como itv, um receptor digital multimídia lançado em 2006 por US$ 229 dólares, mas que foi pouco vendido.

O aparelho repaginado, que cabe na palma da mão, começará a ser vendido em um mês por US$ 99. A intenção é levar internet aos televisores e se transformar em uma plataforma para o aluguel de filmes e programas de televisão com preços que podem chegar a US$ 4,99.

A Apple TV será em alta definição e funcionará por "streaming". Além disso, será integrada ao videoclub "online" Netflix, assim como YouTube, Flickr e MobileMe.

A empresa aproveitou o dia para apresentar a última atualização do sistema operacional do iPhone e do iPod Touch, o iOS 4.1, que estará disponível para download gratuito pelo iTunes a partir da próxima semana.

O software resolverá os problemas do sensor de proximidade e das transferências por bluetooth, introduzirá uma aplicação para melhorar a qualidade das fotografias feitas pelos dispositivos, permitirá ver vídeos da internet mediante uma conexão WiFi, alugar séries de televisão e contará com uma plataforma para jogos.

Steve Jobs, no entanto, anunciou que em novembro estará disponível o sistema operacional iOS 4.2 para iPhone e iPod Touch, mas suas atualizações serão concentradas no iPad.

O iOS 4.2 permitirá a impressão sem fio de documentos do iPad, assim como o envio de sinal de vídeo, áudio e fotos através de WiFi que, entre outras funções, fará com que um usuário deste dispositivo possa ver os conteúdos de seu iPad em seu televisor através da Apple TV.

Perguntas do case:
- Que outras atualizações a Apple poderia fazer em seu iPod?
- Quais as outras possibilidades de utilizar o modelo de negócios do iTunes?
- O que a sua empresa tem feito nos últimos anos que tem mudado o seu produto/serviço final?


Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: EFE, UOL

Mercado brasileiro de PCs crescerá 32,5% em 2010, aponta Gartner


Em 2010, as vendas do mercado brasileiro de PCs devem somar 14,3 milhões de unidades, prevê a consultoria Gartner. Deste total, aproximadamente 55% (7,86 milhões de unidades), serão desktops e 45% (6,45 milhões) serão portáteis (notebooks e netbooks), informa a consultoria.

A previsão equivale a um incremento de 32,5% sobre o total de 10,8 milhões de máquinas vendidas no país em 2009, e mais do que o dobro das unidades comercializadas no primeiro semestre (6,8 milhões).

Os dados do Gartner mostram um avanço mais agressivo do mercado na comparação com a estimativa da consultoria IDC, que calcula a venda de 13,7 milhões de unidades em 2010, um avanço de 20% em relação ao ano passado.

Entre abril e junho, o Gartner contabilizou 3,43 milhões de máquinas vendidas, registrando avanço de 52,4% sobre o total de 2,25 milhões de PCs comercializados no segundo trimestre do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre de 2010, quando o mercado vendeu 3,37 milhões de PCs, houve avanço de 1,8%.

No mercado global, os analistas do Gartner divulgaram hoje uma expectativa de crescimento de 19,2% para as vendas de PCs em relação a 2009, totalizando 367,8 milhões de unidades vendidas este ano.

Ranking

No ranking de fabricantes para o mercado latino-americano, segundo o Gartner, a HP está na liderança com 17,3% de participação nas vendas do setor durante o segundo trimestre. A Acer, em segundo lugar, ficou com 9,4% de participação e a Dell, em terceiro, com 8,1% das vendas na região.

A brasileira Positivo Informática, que lidera o mercado de computadores no país, é a quarta na América Latina com 6% de participação, seguida pela chinesa Lenovo que possui 4,2% deste mercado.

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: Valor

Reserva de mercado: Multa da cadeirinha começa Hoje e 1/3 da frota pode ficar de fora

Começa hoje a fiscalização das novas regras para transporte de crianças em automóveis. Mas o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) já está aconselhando que órgãos de fiscalização deixem de multar 1/3 dos veículos que circulam pelas ruas do País, mesmo que não transportem crianças de 4 a 7 anos e meio no booster (assento elevatório), como manda a nova resolução. São os carros fabricados antes de 1998 que ainda têm cinto de segurança subabdominal.

"As crianças com idades entre 4 e 7 anos e meio deverão ser transportadas apenas com o cinto de dois pontos, sem o assento de elevação", informou o Denatran. O problema do booster no cinto de dois pontos é que o tronco da criança fica solto, podendo ser projetado para a frente em caso de acidentes.

Trata-se da primeira exceção à Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A nova regra determina que todas as crianças devem ser transportadas com um dispositivo específico de proteção, que varia de acordo com a idade: até 1 ano, o bebê conforto; de 1 a 4 anos, a cadeirinha; até 7 anos e meio, o booster; a partir dessa idade, com cinto de segurança, sempre no banco de trás.

Outros dispositivos também já enfrentam problemas. Segundo o gerente de avaliação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Gustavo Kuster, não há hoje no mercado mundial cadeirinha adaptada para cinto de duas pontas que tenha sido certificada após passar por testes de segurança. "Proibimos toda e qualquer cadeirinha que não passe nos ensaios. Se algum fabricante desenvolver um modelo para cinto de duas pontas e esse modelo passar nos ensaios, excelente, mas não vamos criar uma meia segurança."

Fiscalização
O primeiro órgão a ser notificado sobre o caso dos boosters em veículos antigos foi a Polícia Rodoviária Federal, que prometeu seguir orientação do Denatran e não multar. Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que seus agentes multarão a partir hoje todos que descumprirem a regra, sem exceção. Mas, se for notificada pelo Denatran, poderá mudar de procedimento em relação aos carros mais antigos. Já a Polícia Militar da capital e outros órgãos de trânsito municipais do País, como os do Rio e de Santos, optaram por apenas fazer ações educativas hoje.

Quadrigêmeos. Apesar dos problemas, alguns pais já se tornaram bons exemplos de adaptação à nova regra. É o caso da técnica em alimentos Kátia Cristina Ramos, de 33 anos, que começou a comprar os equipamentos de proteção poucos meses depois de seu parto - não de filho único, mas de quatro bebês. "Quando descobri que eram quadrigêmeos, chorei por três dias seguidos. Hoje estou muito feliz, mas preciso fazer ginástica."

O primeiro passo foi vender o carro e comprar outro maior. Em seguida, gastou cerca de R$ 3 mil apenas para comprar duas cadeirinhas e dois bebês conforto para os filhos, hoje com 1 ano e 2 meses - dois eram menores, porque nasceram prematuros.

Kátia procura marcar consulta médica e outros eventos para os quatro filhos juntos. Nessas ocasiões, precisa de pelo menos 50 minutos para ajeitar todos eles nos equipamentos. "Eu tenho outros dois filhos e às vezes eles precisam ir de metrô."

Análise
Considerando a frota brasileira de carros e a quantidade de crianças no Brasil, quem vende cadeirinhas está sorrindo e aproveitando a "onda". A regra vai firmar esse mercado e vai garantir que empresas brasileiras possam se desenvolver, já que a maioria, senão a totalidade das cadeirinhas é importada. Em breve veremos as próprias montadoras colocando as cadeirinhas como um acessório em sua linha de montagem e já pode ser usado como mote para suas campanhas de marketing. Agora é aguardar para ver qual montadora irá colocar isso como diferencial, afinal, quem chega primeiro, vai ganhar alguma vantagem. First mover.

 
Abs,

Jony Lan
Especialista e Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Estado de S.Paulo

Branding | Carrefour reposiciona marca para ampliar vendas no País

Após a troca do comando de suas operações no Brasil, o Carrefour está trabalhando no reposicionamento de sua marca para ampliar vendas e atingir a meta de crescimento de até 16% este ano. A varejista investiu R$ 20 milhões em uma campanha de marketing para marcar os 35 anos da empresa francesa este ano no Brasil.

Segundo o diretor executivo de marketing, Rodrigo Lacerda, apenas em setembro, a expectativa é por um crescimento de até 15% das vendas sobre o mesmo mês do ano passado com a campanha de aniversário. Estão previstas promoções comerciais em toda a rede com descontos de até 35% no segmento alimentício.

O Carrefour vai comercializar ainda, ao longo de setembro, eletrodomésticos da linha branca em até 30 vezes sem juros, da linha marrom em 24 vezes e informática em 18 vezes. Outros produtos também poderão ser encontrados em até 35 vezes. "Nosso foco serão as vendas no hipermercados e pela internet, numa ação multicanal", disse Lacerda.

Hoje, o diretor executivo mundial do Carrefour, Lars Olofsson, disse em conferência para apresentação dos resultados da companhia, que meta da nova equipe da empresa no Brasil, comandada desde agosto pelo brasileiro Luiz Fazzio, é recuperar as operações dos hipermercados.

Pelo visto o Carrefour vai reforçar a sua imagem antes do mês de aniversário do Extra. Será que o Walmart vai voltar a fazer anúncio na TV? Vamos ver os próximos capítulos nos próximos meses.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Agencia Estado

Marketing Shakesperiano | Palmolive promove marca em Moscow com modelo tomando banho "pelada" no meio da rua

Que tal fazer uma ação no meio da rua que faça com que todo mundo fique de olho, filme e gere muitos boca-a-boca ao longo do dia?

E se eu lhes disser que para atender a uma ação desse tipo vamos ter que colocar um chuveiro no meio da rua, fazer uma modelo muito gata e sexy desfilar pela rua, entrar no chuveiro e tomar banho pelada? Você, empresário, diretor de marketing, vice-presidente de marketing e vendas, toparia?

A Palmolive, para promover tudo isso que acabei de falar, topou! Fez uma ação no meio de uma rua em Moscow, com todo tipo de público. Filmou a ação, registrou em fotos e jogou na rede os minutos que deixam homens atentos, mulheres curiosas e crianças imaginando se aquela cena é real. Ação perfeita, show de bola. Que sabe não fazemos isso aqui no Brasil em qualquer rua dos centros de nossas capitais. A ideía foi dada, agora o que falta é a coragem dos gestores em assumir o risco e a "inovação" do branding.



Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com