Comportamento de compra | Mulheres são maioria entre inadimplentes, mas homens devem mais


O total de consumidores inadimplentes – incluindo varejo e serviços financeiros e gerais –, 55,2% são do sexo feminino. Consideradas apenas as dívidas no comércio, esse percentual salta para 62,3%, conforme aponta estudo divulgado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito).

Quando são analisadas as dívidas maiores, porém, o cenário é outro: 54,2% dos consumidores que devem mais de R$ 500 são homens. Sílvio Laban, professor do Insper, explica que, em muitos casos, as mulheres ainda ganham menos do que os homens. Por essa razão, dívidas maiores, como o financiamento da casa, acabam ficando a cargo deles. “Além disso, os homens se mostram mais encorajados a assumir dívidas mais altas, como para comprar um carro ou uma moto, e, muitas vezes, perdem o controle”, completa Laban.

Para Cássia D’Aquino, especialista em educação financeira, os números reforçam a percepção de que as mulheres se perdem mais em gastos menores, ao contrário do que acontece com os homens. Cássia alerta, porém, que a falta de controle financeiro traz riscos para ambos os sexos. “Muitas vezes, as pessoas, embora muito endividadas, acreditam que o dinheiro vai aparecer, seja pela ajuda de amigos e familiares ou até por intervenção divina, e não tomam a decisão de mudar de atitude. A principal causa dos problemas mais sérios com endividamento é a falta de uma reserva de emergência, que represente de três a seis meses da renda familiar”, explica a especialista.

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Folha de S. Paulo

Marketing na prática | Só oito em cada cem são "empresas do futuro" em comunicação e marketing


Você tem certeza que aquilo que você diz que faz em marketing é o que você realiza?

Apenas oito em cada cem grandes corporações podem ser consideradas “empresas do futuro sob a ótica da comunicação e do marketing” em 2011. A constatação é do estudo 3ª agenda do futuro, os desafios da comunicação e do marketing na nova economia, que ouviu 687 grandes empresas do Brasil para avaliar como elas estão alinhando suas estratégias às mudanças no ambiente da comunicação e do marketing.

O levantamento foi desenvolvido pelo Centro de Estudos da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e o grupo TV1, que atua no segmento de comunicação. Entre as metas, estão identificar as dimensões dessa transformação no marketing das empresas, avaliar a relevância destas dimensões e mapear o quanto essas dimensões estão sendo incorporadas às rotinas das organizações.

Segundo o índice da agenda de futuro, que leva em conta as práticas das empresas, a crença dos executivos e a coerência entre crença e prática, só 8% das empresas tem nota média de 5 (em uma escala de 1 a 5) em todas as dimensões avaliadas, e podem ser chamadas de “empresas de futuro”. Em 2008, na última pesquisa realizada, esse índice era de 10%. Em compensação, as que estavam no patamar 1 (o pior nível da avaliação) somavam 46,7% das respondentes em 2008 e agora são 32%.

Crenças x práticasA pesquisa mostra distância entre o quanto as empresas acreditam na necessidade de algumas ações e a sua verdadeira prática nesses quesitos. Entre as crenças mais importantes citadas pelas empresas, está a integração, para a qual 97% dos executivos entrevistados deram nota igual ao superior a 4, em uma escala de 1 a 5. Na prática, esse percentual é bem menor: apenas 50,8% das empresas classificaram a integração em suas companhias com nota 4 ou superior.

Na avaliação sobre o tópico interatividade e colaboração, a pesquisa mostra que as empresas estão “no meio do caminho”. A crença em interatividade é alta: 92% das empresas atribuem nota igual ou superior a 4, mas na prática a situação é diferente. Mais da metade (50,5%) teve nota abaixo de 4, enquanto 49,5% ficaram igual ou acima dessa nota.

A maioria dos executivos que participaram da pesquisa acredita na centralidade da tecnologia para a comunicação e o marketing (55,9%), mas só 47,3% das empresas tiveram nota acima de 4 na prática desse conceito. “Como a evolução dos meios e da tecnologia tem sido muito acelerada, permanece o desafio de se manter atualizado e traduzir, na prática, o conhecimento em resultados”.

A dimensão “marca e reputação” teve a nota mais alta como prática das empresas (3,93 na escala de 1 a 5). Já entre as crenças, a marca/reputação é a segunda mais lembrada (94,7% das empresas com nota igual ou maior que 4).

O tópico “mensuração” também mostra distância entre crença e prática. Enquanto 55,7% dos profissionais entrevistados consideram importante mensurar resultados, apenas 45% incorporaram suficientemente esta dimensão em suas estratégias de forma prática.


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Infomoney

Novos produtos | Quero lança Ketchup Sabor Pizza

Só falta lançarem o molho de pimenta doce. Ou a maionese sabor queijo. E por aí vai!

O Ketchup Quero Sabor Pizza dá aquele toque especial a todos os alimentos a que o consumidor costuma adicionar Ketchup.

O produto é apresentado ao consumidor em novas e modernas embalagens PET de 400g e 200g, que também veste toda a linha de ketchups Quero em frascos: tradicional, picante e pizza.

A última novidade no segmento foi o Ketchup Picante, há mais de 30 anos, agora a empresa apresenta ao mercado o seu Ketchup Sabor Pizza.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Abras

Inovação com incentivos fiscais | Lei do Bem será ampliada para pequenas empresas brasileiras

Morosidade, depois de 5 anos, Governo afirmou que a Lei do Bem beneficia só as grandes companhias ao restringir a redução de tributos e mudará seus termos para as pequenas e médias.

Brasília - O governo decidiu alterar a chamada Lei do Bem para permitir que mais empresas tenham direito aos incentivos fiscais previstos na legislação. Uma das mudanças em estudo permitirá que companhias menores recebam redução de tributos para investir em inovação tecnológica. Outro ponto prevê a antecipação dos benefícios fiscais para empresas que iniciarem processo de registro de patentes no exterior. A revisão da Lei do Bem, em vigor há cinco anos, faz parte do conjunto de medidas que será anunciado com o lançamento da Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC), em substituição à Política de Desenvolvimento da Produção (PDP).

"A Lei do Bem já tem alguns anos de vida. Tanto o governo quanto as empresas já conseguiram ver os pontos onde há necessidade e possibilidade de fazer ajustes", afirmou a secretária do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Heloisa Menezes.

A visão do governo é de que a Lei do Bem beneficia só as grandes companhias ao restringir a redução de tributos às empresas que declaram Imposto de Renda pelo lucro real. Para estimular os investimentos em inovação tecnológica pelas empresas de menor porte, o governo deve estender o benefício para as que também declaram IR por outro regime, como o do lucro presumido.

"Uma das principais demandas é ampliar o leque de empresas que podem se enquadrar na Lei do Bem", disse a secretária. O regime de tributação pelo lucro real representa cerca de 80% da arrecadação da Receita Federal, mas é utilizado somente por 10% das empresas brasileiras.

Patentes
Heloisa antecipou que as empresas podem receber benefícios fiscais antes de concluir o registro de uma patente no exterior. "Com o cumprimento de algumas etapas do processo de patenteamento, a empresa poderia usufruir dos incentivos fiscais. Não é só a etapa do pedido da patente", explicou. "São etapas onde o especialista do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) já consegue configurar o caráter inovador do produto".

Ela disse que a criação de um banco só para operar no comércio exterior, nos moldes de um Eximbank, não deve fazer parte do pacote inicial da PDC. Segundo a secretária, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está se ajustando para "dar conta" dessa atividade com maior força.

Há um ano, o governo anunciou a criação de um Eximbank como subsidiária do BNDES, mas não colocou o projeto em prática. Heloísa disse que o atual governo está revisando propostas anunciadas na gestão anterior e ainda não viabilizadas e também criando outras. "Vamos ver o que é possível no primeiro momento e o que não for vamos buscando o atendimento ao longo do tempo."

O impacto fiscal nas contas do governo é um dos critérios que estão sendo considerados. Ela disse que a PDC está praticamente pronta, dependendo apenas de alguns ajustes para ser anunciada. O Ministério do Desenvolvimento trabalhava com o dia 26 de maio para o anúncio, mas interlocutores do governo já não consideram essa data. Alguns pontos da nova política industrial e de comércio exterior estão emperrados, porque dependem da análise do impacto fiscal para irem adiante.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

iCade transforma o iPad em fliperama clássico

Enquanto serviços como o Instagram ajudam a dar um visual envelhecido às fotos do iPhone, o acessório da imagem ao lado dá um verniz retrô à experiência de fãs de games no iPad. No lugar de aplicativos, uma caixa-joystick no formato de fliperama. É o iCade, da Ion Audio, que transforma o tablet num arcade cheio de botões prontos para serem esmagados.

Para sincronizar o iPad com o joystick e os oito botões vindos direto dos anos 80, a mágica acontece via Bluetooth. A Ion Audio se uniu à Atari para disponibilizar na AppStore a primeira leva de jogos compatíveis com o iCade, como o clássico Asteroids. A empresa avisa ainda que está em conversação com outros desenvolvedores de jogos para criar mais apps compatíveis com o iCade no futuro.

Na verdade, o quase sacrilégio de usar um iPad como um mero monitor (zero touchscreen), começou como uma pegadinha. Foi o lançamento falso de 1º de abril do site ThinkGeek em 2010, e virou automaticamente um sucesso. Hoje, pouco mais de um ano, ganhou versão na vida real e pode ser encomendado por 99,99 dólares, cerca de 160 reais. 
Visite: http://www.thinkgeek.com/electronics/retro-gaming/e762/

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Inovação | Pesquisadores desenvolvem abacaxi com casca comestível

Descascar abacaxis pode deixar de ser uma tarefa espinhosa se tudo der certo com mais duas tentativas de facilitar a vida e o consumo de quem aprecia a fruta. O botânico Pedro Nahoum promete colocar no mercado um abacaxi doce de casca vermelha, totalmente comestível, da casca à polpa, que não precisa ser descascado. Desenvolvido em viveiros em Maricá, região metropolitana do Rio de Janeiro, o fruto deverá chegar às mesas em 2013, em tempo de ser apreciada também pelos turistas atraídos pela Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

Já o respeitado Instituto Agronômico de Campinas (IAC), depois de tentativas não tão bem-sucedidas na década de 90, aposta em uma variedade lançada em 2010 e batizada de IAC Fantástico, contam os pesquisadores Ademar Spironello e José Emilio Betriol Neto. É um abacaxi muito doce, resistente à fusariose - principal doença que ataca a fruta - e com folhas sem espinhos.

Que tal um abacaxi doce, suculento, de casca vermelha, totalmente comestível, da casca à polpa, que não precisa ser descascado e que, ainda por cima, tem propriedades antioxidantes e antihipertensivas? É o que promete colocar no mercado o botânico fluminense Pedro Nahoum, 39, pesquisador da fruta desde 1992.

Desenvolvido em viveiros em Maricá, região metropolitana do Rio de Janeiro, o fruto deverá chegar às mesas em 2013 com a promessa de revolucionar o consumo da fruta - reconhecidamente uma das mais saborosas entre as tropicais, mas que, espinhosa da planta à casca, carrega o estigma de simbolizar uma coisa difícil de lidar.

Nahoum não é o primeiro que se propõe a acabar com o sentido da famosa expressão "descascar o abacaxi". No fim da década de 1990 o respeitado Instituto Agronômico de Campinas (IAC) colocou no mercado o abacaxi Gomo de Mel, variedade oriunda da China de sabor muito doce e que também tem entre suas características o fato de ter os frutilhos, ou "olhos", menos soldados entre si, o que permite comê-los destacando-os com as mãos.

Com baixa resistência à principal praga do abacaxi, a fusariose, doença provocada pelo fungo Fusarium, e com elevado percentual de frutos pequenos nas lavouras, o Gomo de Mel, depois de causar alvoroço ao ser lançado, segundo os pesquisadores do IAC Ademar Spironello e José Emilio Betriol Neto, "foi perdendo o interesse por parte dos produtores".

Eles ressaltam que hoje "é possível encontrar plantios comerciais modestos em algumas regiões, que atendem a nichos específicos de mercado". Agora o IAC aposta em outra variedade, lançada em 2010 e batizada de IAC Fantástico. Não tem gomos que se soltam nas mãos, mas é resistente à fusariose, tem folhas sem espinho e brix (indicador do grau de doçura) superior a 16 graus.

Uma fruta resistente à fusariose e que atinge até dois quilos de peso é o que Nahoum pretende colocar no mercado a partir de um plantio inicial de 1 milhão de pés em uma área de 25 hectares do município de Quissamã, no norte do Rio, que deverá ser feito no próximo ano para colheita em 2013. A substância com propriedades terapêuticas contida na casca vermelha é a Pinotina A, a mesma presente nas uvas, de acordo com o "pesquisador-empresário".

A cidade de Quissamã, famosa por ser uma das principais beneficiárias dos royalties do petróleo, tem terras arenosas próprias para o cultivo do abacaxi, fruta que fez sua fama na década de 1970.

O Valor visitou as estufas da Botanica Pop, empresa de Nahoum, em Maricá, mas as mudas do "Cesar", nome com que o botânico batizou o abacaxi vermelho em homenagem ao seu pai, estavam pequenas. "O normal do abacaxi é florescer a partir de agosto e ser colhido a partir de novembro". Ele disse que até fevereiro foi possível saborear os frutos da florada de 2010.

O botânico afirma que testou a variedade Cesar e outra com características semelhantes, a David (homenagem a um amigo), desde 1999. Ele contratou o laboratório internacional SBW, um dos maiores produtores de mudas do mundo, para produzir as mudas a partir das suas matrizes. Hoje ele tem 10 mil mudas e sua meta é ter em pouco tempo 5 milhões delas e 800 matrizes para plantio próprio e venda ao mercado.

Em parceria com o escritório de arquitetura carioca Índio da Costa A.U.D.T, o pesquisador está desenvolvendo uma embalagem especial para o abacaxi com a qual pretende aproveitar os eventos da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 para enraizar o produto nos mercados interno e externo. Nahoum conta que já iniciou com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) as tratativas para construir a identificação geográfica do "abacaxi do Rio de Janeiro".

Segundo Nahoum, contam a seu favor nesse processo os fatos de o abacaxi ser uma planta nativa da Mata Atlântica do Rio de Janeiro e de Quissamã, onde será feito o primeiro plantio comercial, já apresentar um histórico positivo da fruta.

O projeto de Nahoum, que também pesquisa e vende plantas ornamentais, especialmente cactus de diversas origens, conta com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a agência do governo federal voltada para o financiamento à pesquisa e inovação. Com os recursos de um dos dois projetos de subvenção já aprovados pela agência, ele montou em Maricá três estufas, com área total de 8,5 mil metros quadrados, e pretende concluir a montagem de um laboratório no segundo semestre.

O botânico está empenhado em várias pesquisas simultâneas. Uma delas, também de potencial revolucionário, pretende criar um híbrido de mandacaru e xique-xique, os dois cactus mais populares do Semiárido do Nordeste. A ideia é criar uma variedade resistente a pragas e sem espinhos no caule. Como o cactus é basicamente água, a nova variedade seria uma alternativa para alimentar o gado nos períodos de seca, substituindo a palma forrageira, que sofre o ataque implacável da praga chamada cochonilha do carmim. Ironicamente, o carmim é um pigmento vermelho de larga aplicação nas indústrias de alimentos e de cosméticos. E ele é extraído do organismo da cochonilha, inseto de origem mexicana que suga a seiva da palma, fazendo-a amarelar e murchar.

É preciso mais do que novas variedades para atrair consumidor
"Fruta você compra com os olhos". Baseado nessa conclusão, o gerente-executivo do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), Maurício Ferraz, afirma que a chegada ao mercado de variedades diferenciadas de abacaxis, que possam atrair o consumidor pelo visual e pelo paladar, é bem-vinda e desejável.

O Brasil disputa, principalmente com Índia e Tailândia, a condição de maior produtor mundial da fruta. As variedades Havaí (smooth cayenne) e Pérola e seus híbridos dominam quase a totalidade do cultivo no país - 35% e 65%, respectivamente, conforme cálculos de Ferraz.

Em sua opinião, o surgimento de produtos "de marca" nos últimos anos é um caminho promissor, mas ainda pendente de confiabilidade. O próprio Gomo de Mel, na sua avaliação, não pode ser descartado e precisa ser mais testado pelo mercado consumidor.

Não é apenas a criação de novos cultivares que pode dinamizar o mercado do abacaxi, tanto para consumo doméstico como para exportações. Segundo Ferraz, o desenvolvimento de embalagens para consumo individual, por exemplo, é uma tendência na busca por atender as exigências do mercado.

Para o especialista, tão ou mais importante do que o desenvolvimento de novas variedades é o manejo adequado das culturas tradicionais, de modo a não causar prejuízos para elas. Ferraz lembra que o Havaí, variedade mais resistente a baixas temperaturas e por isso a cultivada no Sudeste e no Sul do país, ficou "queimado" no mercado por estar sendo colhido fora de época, na estação fria - e, com isso, azedo.

Menor do que o Pérola, o Havai tem casca e polpa amarelas quando maduro. O Pérola chega a mais de 2 quilos, tem casca verde e polpa branca e é cultivado no Norte e Nordeste, onde o clima é favorável o ano todo.

O agrônomo Hélio Watanabe, do Centro de Qualidade em Horticultura da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), entende que "há espaço para novos cultivares, desde que sejam saborosos e resistentes". As variedades até agora lançadas, na sua avaliação, ocuparam um espaço muito pequeno no mercado, seja o Gomo de Mel, do IAC, ou o Imperial e o Vitória, desenvolvidos pela Embrapa.

Com base no que vem sendo dito pela equipe do IAC, o técnico da Ceagesp avalia que a variedade IAC Fantástico tem boas perspectivas no mercado de "novos experimentos", mas deixa um recado para todos que estão com planos de novos lançamentos: "Tem que ser saboroso e ser apresentado em uma embalagem bonita. É preciso também fazer testes de mercado".

"Esse negócio [de novos cultivares] só pega mesmo se agradar ao consumidor final", avalia o agrônomo Leôncio da Costa Vilar, 71, da Emater da Paraíba. Para ele, tem havido muita propaganda sem respaldo do mercado. Adepto declarado da variedade Pérola, que considera o verdadeiro "abacaxi brasileiro", Vilar possui um dos mais respeitáveis bancos de dados sobre a cultura do abacaxi no país.

Com base nessas estatísticas, que vêm desde 1932, o agrônomo mostra que seu Estado lidera a produção de abacaxi do país de 1932 a 2009, com 23,99% do total, seguido de Minas (21,67%) e Bahia (10,75%). São Paulo, que liderou nas décadas de 1930 e 1950, ocupa a quarta posição, com 6,04% da produção no período. Em 2009, última estatística disponível, Minas liderou a produção.

Na década passada, a produção brasileira avançou de 2,72 milhões de toneladas, em 2000, para 3,54 milhões em 2007, descendo para 2,98 milhões em 2009. As estatísticas de preços do Ceagesp, concentradas nas variedades Havaí e Pérola, mostram uma evolução quase linear dos preços no atacado desde 2007. O Havai, que teve preço médio mensal de R$ 2,11por unidade em 2007, sofreu uma queda em 2008 (R$ 1,83), recuperando-se nos anos seguintes.

No Pérola, o preço subiu constantemente, passando de R$ 2,47 em 2007 para R$ 3,55 na média dos três primeiros meses deste ano, uma alta acumulada de 43,7%, com a ressalva de que os dados deste ano vão apenas até março, período no qual a série mostra que os preços foram mais altos em todos os anos, exceto em 2010.

O mercado externo é um alvo desejado, mas não enraizado na abacaxicultura brasileira. Tanto que de 2009 para 2010 as vendas externas despencaram de já incipientes 19,82 mil toneladas (US$ 10,58 milhões) para irrisórias 1,89 mil tonelada (US$ 998 mil). Segundo Ferraz, do Ibraf, em um mercado dominado por multinacionais, foi decisiva para a queda a saída do país de uma grande empresa do setor. Nos dois anos, a Argentina foi o maior importador, com quase 70% do total em 2010 (23,9% em 2009).

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Valor Econômico

E-mail marketing | Lopes investe em dois milhões de envios de mensagens mensalmente

Você prefere enviar uma carta ou um e-mail?

Ações de email marketing representam 10% de incremento nas vendas da Imobiliária, em ações de prospecção, segmentação, endomarketing e envios transacionais.

Atuando como a maior empresa de intermediação imobiliária do Brasil, a Lopes é uma companhia de capital aberto, com atuação em 11 estados e Distrito Federal, e trabalha no mercado de lançamento de empreendimentos, revenda de imóveis prontos por meio da Pronto! e financiamento imobiliário através da CrediPronto!, join venture entre Itaú e Lopes. Para alcançar novos clientes, reter e fidelizar quem já faz parte de sua base, a empresa identificou no email marketing a principal ação para conquista de resultados diante de todas as suas campanhas digitais de marketing direto.

Para isso passou a utilizar uma plataforma de envio e gestão de email marketing. O aculturamento das campanhas digitais em relação às boas práticas de email marketing possibilitou a Lopes perceber que a ferramenta era fundamental para o alcance de resultados efetivos.

Após dois anos e meio de uso, hoje a Lopes utiliza a plataforma de email marketing para todas as áreas da empresa em ações de prospecção, segmentação e endomarketing, além do uso do conceito de envios transacionais para auxiliar os anunciantes a concluírem seus processos de anúncio no portal da Imobiliária.

“Criamos um modelo de anúncio de imóveis online, que é um serviço novo no Brasil, onde o cliente deve seguir apenas cinco passos para a conclusão de um anúncio. Alguns clientes acabavam parando na segunda, terceira ou quarta etapa e não concluíam o processo. Nosso primeiro passo foi criar emails automáticos que avisavam o cliente que só faltavam um ou dois minutos para concluir o cadastro do imóvel, dependendo da etapa em que ele parou. Em seguida, também iniciamos o envio de emails dando dicas para o cliente para aumentar a liquidez do imóvel anunciado, incluindo foto ou fazendo um pequeno ajuste de preço. O resultado dos dois processos foi muito positivo”, explica Arthur Sindoni, Gerente Executivo de Gestão de Clientes e Gestão de Processos de Negócios da Lopes.

Envios em grande quantidade, porém com foco em segmentaçãoAtualmente a Lopes envia dois milhões de emails marketing mensalmente a clientes de diferentes perfis – popular, classe média e alto padrão -, além de utilizar a base de empresas parceiras para prospecção no modelo co-registration, ou seja, com prévia autorização para envio das peças. O email marketing é hoje o principal canal de marketing direto da empresa.

Todas as ações são segmentadas, uma vez que a taxa de abertura de emails aumenta de acordo com o conteúdo direcionado ao perfil da base da Lopes. A principal atenção da Lopes está na segmentação e também na qualidade da peça. “O cliente precisa ter potencial interesse pelo empreendimento ou serviço oferecido e a peça precisa cativar e "vender" de forma objetiva. Sabemos também que o assunto do email é um diferencial para o destinatário abrir ou não o email. Realizamos envios cada vez mais segmentados e personalizados para que o cliente de fato se identifique com o que está recebendo”, avalia Sindoni.

Campanhas de email marketing trazem incremento de 10% nas vendasA aplicação da análise minuciosa de cliques e o fato de direcionar as mensagens em consonância com o perfil do público a ser atingido possibilitaram a Lopes chegar a 10% de incremento em vendas, proveniente das ações de email marketing.

Os resultados são analisados para rever a segmentação, assunto ou mesmo a peça de email. Os cliques são avaliados de forma cruzada com abertura, cliques e geração efetiva de clientes interessados nas ações. A empresa utiliza os relatórios de acesso da Virtual Target e realimenta o sistema de CRM (Customer Relationship Management) com essas informações para elaboração de estratégias fundamentadas nos retornos conquistados.

“Consideramos o email marketing com a Virtual Target uma opção de baixo custo e alto potencial de comunicação, mas sabemos que deve ser usado com atenção para não "saturar" os clientes com excesso de envios. Temos cada vez mais atenção em relação ao contato online com os clientes. Para isso, a comunicação através de email marketing é fundamental”, ressalta Sindoni

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Portal da Propaganda

Expansão de portifólio | Seara lança 12 linhas e planeja mais 35 até o fim do ano

Quer aumentar o seu faturamento? Uma estratégia é aumentar a sua linha de produtos.

Adquirida em 2009 pelo Grupo Marfrig, a Seara recebeu a missão de ser a marca brasileira da multinacional. Para ganhar status internacionalmente, no entanto, a empresa olhou para dentro e resolveu aumentar o grau de competitividade diante dos concorrentes locais. A estratégia tem como foco principal o ajustamento e a melhoria do portfólio, com um lançamento agressivo de produtos.

Somente em 2011, foram colocadas 12 novos produtos nas gôndolas dos pontos de venda brasileiros, entre lançamentos e reformulações, incluindo as linhas Churrasco, Angus, Cordeiro, Beef Bovinos, Enlatados Searela, Sobremesas Bassi, Empanados, Fatiados, Sanduíches Hot Hit, Mabella, Nhô Bento e DaGranja. E vem mais por aí. A expectativa é que, até o fim do ano, cheguem ao varejo outros 35 lançamentos. Fortalecer a marca nacionalmente é um dos passos para elevar Seara a um patamar superior no mercado externo.

Há ainda ações como o patrocínio à FIFA e à Seleção Brasileira de Futebol, iniciado na última Copa do Mundo, em 2010. Presente em países como Argentina, Cingapura, Uruguai e França, a Seara conta hoje com mais de 100 fábricas espalhadas por cinco continentes. O know how internacional da companhia também ajuda no desenvolvimento da marca no Brasil.

Pensamento global e ação local
Este ano, entre os lançamentos previstos, a Seara fará um teste de uma linha comercializada fora do país. O aprendizado interno também é replicado mundialmente. A estratégia desenvolvida por aqui tem sido levada para outros países. Cada mercado, no entanto, tem sua própria estrutura de Marketing, já que a companhia entende as diferenças entre os consumidores ao redor do mundo.

“Até 2014, queremos ser vistos como uma empresa de classe mundial. A adaptação do portfólio é universal. Essa é a vantagem de ser uma companhia com pensamento global, mas atuação local. A ideia é ter um mix de produtos completo à altura de uma grande empresa, seja americana, europeia ou asiática”, diz Antonio Zambelli, Diretor de Marketing da Seara, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para estar presente na vida dos consumidores, a ideia é atender as diferentes necessidades e perfis. Hoje, a Seara conta com linhas que vão desde cortes bovinos para o dia a dia, até carnes selecionadas, com posicionamento premium, como é o caso da Angus Seara. O objetivo principal é oferecer produtos de qualidade com preços acessíveis.

Carne não é commoditie
Para isso, a Seara busca mostrar que carne não é commoditie e tem suas diferenças. “Até a criação da linha Cortes Brasileiros, a categoria de carnes embaladas estava limitada a carnes premium. Todos os outros segmentos de mercado não existiam. Desde o lançamento, nossa participação de mercado nesta categoria saltou de 2% para 10%, no fim de 2010”, conta Walter Scheufler, Gerente de Marketing da Divisão de Bovinos da Seara, em entrevista ao portal.

A Seara quer provar para os consumidores emergentes que é possível consumir produtos de qualidade no dia a dia e que carne não é mais um alimento para ocasiões especiais. “O Grupo Marfrig está colocando a marca Seara em carnes de categoria acessível, mas com qualidade e embalagem diferenciadas”, explica o Diretor de Marketing.

Os lançamentos vêm acompanhados de ações para educar os clientes. Para promover a linha Seara Churrasco, por exemplo, além de degustação com promotores nos pontos de venda, a marca disponibiliza materiais com dicas de preparo. Já no caso de Angus, foram criados manuais sobre cada corte.

Há ainda o programa Açougue no Azul, que desenvolve iniciativas para aumentar as vendas dos varejistas. Uma delas é o Curso de Churrasco Seara, que permite que os clientes selecionem alguns consumidores vips para ter aulas sobre o preparo adequado de cada produto durante um churrasco.

Segmentação por atitude
De olho em um mercado que movimenta cerca de R$ 2 bilhões anuais, a Seara também está expandindo a linha de enlatados Searela, antes disponível apenas nas regiões Norte e Nordeste, para o restante do país. A ideia é aproveitar a demanda crescente por alimentos práticos, para consumo imediato. Pensando nisso, os lançamentos incluem pratos de conveniência, como refeições congeladas e a linha de sanduíches prontos Hot Hit.

Outra aposta são as sobremesas, como Petit Gateau e Brownie. “Vemos uma oportunidade de crescer no mercado de tortas congeladas. Já comercializamos essa linha numa rede de São Paulo e agora estamos expandindo. Mesmo para as empresas que já atuam, a categoria ainda representa pouco no faturamento. Mas é um mercado crescente, em que a oferta atual não atende a demanda”, acredita Scheufler.

O investimento em produtos que levem rapidez e praticidade para o dia a dia dos consumidores faz parte do posicionamento da Seara. “Queremos ser uma marca jovem, acessível e dinâmica, com produtos para atender as novas demandas dos consumidores, sem segmentar apenas por classe, mas também por faixa etária e atitude”, ressalta Zambelli.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Mundo do Marketing

Marketing | LG distribui sacolas plásticas com imagem da máquina de lavar em lavanderias de Dubai

Para promover a nova Máquina de Lavar da LG Steam Direct Drive Washing Machine's que promete não "deixar vincos", a Y&R criou uma sacola plástica com a imagem da máquina de lavar e a distribuiu nas lavanderias de Dubai para que elas colocassem as roupas passadas dentro.
Show de bola, isso sim é mídia alternativa.


Advertising Agency: Y&R, Dubai, UAE
Chief Creative Officer: Shahir Zag
Creative Director: Shahir Zag
Creative Director / Art director: Husen Baba
Associate CD / Copywriter: Ash Chagla
Account manager: George Ninan
Account Director: Uday Desai
Planner: Nadine ghossoub

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Adsoftheworld

Diversificação relacionada | YouTube disponibiliza mais de 3 mil filmes para aluguel a partir de USD 0,99

Títulos estarão disponíveis por valores entre 0,99 a 3,99 dólares; meta é competir com ofertas pagas de outros sites como Hulu e Netflix. A maioria dos filmes do site custa cerca de 2,99 dólares.

Nova York - O YouTube irá disponibilizar mais de 3 mil títulos para aluguel a partir desta segunda-feira, somando-os aos milhões de vídeos criados por usuários já existentes no site.

O YouTube, site do Google está oferecendo uma variedade de filmes que vai desde blockbusters de Hollywood a filmes estrangeiros e de produtoras independentes por um preço de 0,99 a 3,99 dólares. A maioria dos filmes do site custa cerca de 2,99 dólares. Muitos filmes, inclusive alguns oferecidos antes do atual lançamento, estão disponíveis para visualização gratuita assim como outros clipes.

O YouTube passou os últimos dois anos desenvolvendo seu popular website para modernizar a sua imagem de um site com vídeos de 2 minutos e má qualidade sobre os filhos e animais de estimação dos usuários.

A meta do YouTube é obter mais visualizações de seus vídeos que, em um setor cujo conteúdo evolui cada vez mais rápido, precisam oferecer melhores valores de produção para competir com ofertas pagas de outros sites como o Hulu, Netflix e sites de emissoras de TV como CBS e ABC, da Walt Disney.

O Youtube tem que "dar o pulo do gato", algo como o iPad para o mundo dos vídeos na internet, aí SIM, estará dando uma excelente cartada.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: Exame

Identidade Visual | GVT lança nova estratégia de branding criada pela Loducca e muda logo


Projeto de arquitetura da nova marca durou 12 meses e envolveu mais de 100 pessoas.

Para chegar ao resultado final, à agência realizou uma imersão na realidade da GVT que incluiu escutas na central de atendimento, acompanhamento de vendas de produtos e levantamento junto a consumidores sobre os motivos que os levaram a contratar a operadora. A equipe da agência constatou que o cliente reconhece e valoriza a qualidade do serviço e a eficiência no atendimento, a transparência na comunicação e a inovação em produtos que facilitam suas vidas.

O novo logo mantém as cores originais da GVT – o azul e o laranja – com mudanças na tipografia, e inclusão da referência gráfica ao sorriso, que simboliza o compromisso com a satisfação dos clientes, colaboradores e stakeholders em geral.

A mudança acontece no ano de consolidação da atuação nacional da GVT com a presença nos mercados do Rio de Janeiro e São Paulo, além da estréia no segmento de TV por assinatura, com lançamento previsto para o segundo semestre.

Conceito testado estréia em nova campanha
A partir desta semana, entra no ar a nova campanha que materializa o trabalho de arquitetura da marca realizado pela agência. O filme “Felicidade” foca em situações simples do cotidiano que despertam sorrisos nas pessoas – um beijo roubado no cinema, as tão esperadas férias, a filha pequena na porta de casa abraçando o pai depois do trabalho, a amizade da turma do futebol no fim de semana até chegar a cenas descontraídas envolvendo telefone e computador. Dessa forma, fica evidente a presença da GVT nos melhores momentos da vida das pessoas ao conectá-las a tudo o que elas mais gostam. A campanha inclui veiculações em TV, internet, impresso e também o site www.felizequemtemgvt.com.br que reúne depoimentos de clientes de diferentes cidades do país falando sobre experiências felizes com a GVT.

Os estudos para o novo conceito começaram no segundo semestre de 2010 e no início deste ano houve uma ampla pesquisa realizada pelo instituto internacional Millward Brown em diversas cidades de atuação da GVT e em novos mercados comprovando a aceitação por atuais e potenciais clientes. O investimento para atualizar a identidade visual foi de aproximadamente R$ 10 milhões e mais de 100 pessoas de vários departamentos da empresa estão envolvidas no projeto.

FICHA TÉCNICA BRANDING:
Agência: LODUCCA
Anunciante: GVT
Head of design: Gustavo de Lacerda
Designers assistentes: Pedro Ursini, Eduardo Tallia e Gabriel Queiroz
Consultoria tipográfica: Yomar Augusto
Direção de criação: Cássio Moron, Marco Monteiro e Pedro Guerra
Direção Geral de Criação: Guga Ketzer
Atendimento: Clineu Junior, Wilson Negrini, Fábio Meneghati e Wagner Megale
Planejamento: Isabella Mulholland, Mariana Quintanilha e Paula Caetano
Aprovação Cliente: Alcides Troller, Ana Luiza Whittaker e Mariana Maaze

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Loducca

Investimento | Grupo Vista vai construir 14 hotéis em Minas Gerais e investir até R$ 160 milhões

Sustentabilidade? Os hotéis serão do tipo executivo, em cidades de pequeno e médio portes.


O grupo mineiro Vista, dono da Vista Participações e Empreendimentos e da Vista Hotéis & Resorts, vai investir entre R$ 140 milhões e R$ 160 milhões na construção de 14 hotéis do segmento executivo em municípios de pequeno e médio portes de Minas Gerais. As inversões serão feitas nos próximos três anos e vão viabilizar 1.120 apartamentos e 2 mil leitos.

"Foi feito um amplo estudo de viabilidade econômica que, considerando as potencialidades e necessidades em todo o país, selecionou 18 cidades, sendo 14 delas em Minas Gerais. O protocolo de intenção, que firmará o compromisso, será assinado dentro de um mês com o governo do Estado", afirmou Jamil Roiz Paiva, um dos sócios do grupo Vista.

Entre os muncicípios mineiros já escolhidos para receber uma unidade do Vistas Inn, como foi batizada a nova rede de hotéis, estão Vespasiano e Betim (Região Metropolitana de Belo Horizonte), Sete Lagoas e Conceição do Mato Dentro (região Central), Patos de Minas (Alto Paranaíba) e Juiz de Fora (Zona da Mata).

Minas Gerais, justificou Paiva, passa por um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico, regionalmente bem distribuído. Ao mesmo tempo, segundo o empresário, a dinâmica de crescentes investimentos no Estado evidencia a carência de uma rede hoteleira mais moderna e com maior capacidade, considerando, neste contexto, o turismo de negócios.

" este o nosso mercado. Não estamos investindo com vistas à Copa de 2014.  claro que o mundial vai beneficiar toda a rede hoteleira, mas o potencial econômico das cidades escolhidas foi o que estimulou o investimento", justificou Paiva.


Investidores - O empresário explicou que cada unidade da rede Vista Inn contará com até três ou quatro investidores, que criarão um funding financiador do aporte. Posteriormente, há a possibilidade de leitos serem colocados, separadamente à venda para investidores de pequeno porte.

Na fase pré-operacional, que compreende os estudos de viabilidade econômica, negociação de terrenos, construção e montagem, a Vista Participações e Empreendimentos cuidará dos trabalhos. A fase de operação será feita pela Vista Hotéis & Resorts.

No caso do empreendimento de Vespasiano, o Grupo Orguel, que possui terrenos no município, pode ser o investidor e as negociações estão tão adiantadas que Paiva projeta a inauguração da unidade em dezembro deste ano. "Usamos um método de engenharia e montagem que demanda apenas um terço do tempo de um projeto convencional", frisou.

O presidente do grupo Orguel, Sérgio Guerra Lages, confirmou as negociações com representantes da Vista. Segundo ele, a área em estudo fica ao lado do terreno onde está instalada a Bramex, subsidiária do grupo que é especializada na importação e distribuição de máquinas leves para a construção civil.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Diário do Comércio