Fator governo | Louis Vuitton é expulsa da Praça Vermelha por governo russo por ação de marketing

Pavilhão da Louis Vuitton na Praça Vermelha, na Rússia.

Ação de marketing gerou saia-justa entre grife de luxo e o Kremlin. Se for retirada, não terá seu efeito conforme planejado. Mas a polêmica, já deu um holofote mundial para a marca.

A Praça Vermelha de Moscou, palco de grandes desfiles militares durante a União Soviética e vizinha da sede do governo, o Kremlin, ganhou recentemente a companhia de um símbolo inegável do capitalismo: as icônicas malas da grife de luxo Louis Vuitton.


E não foi uma presença discreta. Com 9 metros de altura e 30 metros de comprimento, a obra colocada no local é uma réplica do tradicional baú da marca. A ironia da ação de marketing não foi recebida com bom-humor pelo governo russo, e após uma onda de críticas, o Kremlin ordenou a retirada do objeto nesta quarta-feira.

A polêmica mala da Louis Vuitton foi colocada no local por causa do 120° aniversário do centro comercial GUM, situado em frente ao Kremlin, em um lado da Praça Vermelha. O shopping é o mais famoso centro de compras da Rússia. A construção faz parte da exposição “The Soul of Travel”, programada para ser aberta no dia 2 de dezembro, e que seria o último de vários eventos para marcar os 120 anos do centro de compras GUM.


"A construção desse pavilhão não foi estipulada com a Presidência da Rússia", afirmou ao site The Moscou Times um funcionário do Kremlin. Segundo o texto, a previsão inicial era de que a mala ficasse exposta até o dia 19 de janeiro.

Ainda segundo a matéria, o escritório de imprensa do GUM informou que entrou em contato com a marca para falar sobre a "necessidade de desmontar de maneira urgente" a criticada mala.

Nesta quarta-feira, um funcionário da presidência informou que o Kremlin não tinha aprovado a instalação. O porta-voz presidencial Dmitry Peskov disse à agência de notícias estatal RIA Novosti que a remoção não havia sido explicitamente ordenada, mas que havia um “problema de escala” na construção.

A estrutura de nove metros de altura e 30 metros de comprimento foi inspirada na mala usada por um nobre russo, o príncipe Vladimir Orloff (por isso as iniciais P.W.O.). A controvérsia em torno da mala começou devido à proximidade do túmulo do líder comunista Vladimir Lênin. Também houve queixas por parte do público de que a estrutura bloqueou a visão para a Catedral de São Basílio.

Essa é a questão: planejar uma ação de marketing deve sempre considerar possíveis variáveis ambientais, aquelas que não são controladas. Sabendo os riscos, vá em frente!

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Exame, FFW

Marketing | Campanha de Natal da Coca-Cola mostra Papai Noel que escreve carta para compartilhar os verdadeiros presentes


A nova campanha publicitária de Natal da Coca-Cola, que começou a ser veiculada neste mês, mostra o personagem principal, Papai Noel, em uma situação diferente. Em vez de receber cartas, é ele quem escreve para as pessoas, convidando-as a partilhar os verdadeiros presentes da data: amor, abraços, amizade e sorrisos. Com o mote “A magia está em você”, as tradicionais embalagens de fim de ano também estampam os desejos do “bom velhinho”.


No vídeo de 30 segundos, produzido pela WMcCann, Papai Noel entra em sua fábrica e vê os ajudantes se esforçando ao máximo para entregar todos os presentes dentro do prazo. Então, o “bom velhinho” entra em seu escritório e resolve escrever uma carta propondo um Natal diferente, em que a troca de presentes seja composta pelo compartilhamento de bons sentimentos. A campanha contempla, ainda, material para ponto de venda e mídia exterior, além da tradicional “Caravana de Natal” em algumas praças do país, como Belo Horizonte e Itabirito, em Minas Gerais.



"Neste Natal, desejamos que todos compartilhem bons sentimentos e que se lembrem de que a verdadeira magia está dentro de cada um. Com as peças, pretendemos convidar os consumidores a fazerem um Natal especial”, ressalta Marina Rocha, gerente de Marketing da Coca-Cola. Em Minas Gerais, os produtos são fabricados, comercializados e distribuídos pela Coca-Cola FEMSA Brasil.

FICHA TÉCNICA:
Agência: WMcCann
Cliente: Coca-Cola
Produto: Coca-Cola
Nome da campanha: Natal 2013
CCO: Washington Olivetto
Direção de criação: Fabio Meneghini e Marcelo Pires
Criação: Claudia Monteiro, Letícia Motta, LuisBaselli
Planejamento: Hui Park, Mariana Alzuguir, Roberto Vianello e Silvia Buchalter
Atendimento: Marcio Borges, Juliana Senna e Patrícia Lopes
Mídia: Carla Dart, Elton Baesso, Ione Ribeiro, Paloma Cordeiro e Lívia Silveira
Social Media: Mutato
RTV: Regina Knapp, Tatiana Torres e Renan Paiva
Diretora Nacional de Operações: Vera Dreckmann
Tráfego de Criação: Debora
Produção Gráfica: Reginaldo Barbosa
ArtBuyer: Ana Bandarra
Produção Web: WMcCann, Ci&T e Nlabs
Gerente de Projeto: Karina Rios, Anderson Passos e Mylena Moraes
Aprovação pelo cliente: Marina Rocha, Marina Soares, Mariana Branco e Gabriel Menezes

Filme original:
Produtora do filme em Animação: Passion Pictures
Produtora de Som e Trilha: Music Dealers

Versão adaptada:
Produtora do filme versão adaptada: Fulano Filmes    
Pós-produção: Fulano Filmes
Produtora de Som e dublagem: Dr. DD Eletromúsica

SOBRE A COCA-COLA BRASIL
O Sistema Coca-Cola Brasil atua em oito segmentos do setor de bebidas não alcoólicas - águas, chás, refrigerantes, néctares/refrescos, energéticos, isotônicos e lácteos, com uma linha de mais de 125 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. Formado pela Coca-Cola Brasil e 12 grupos fabricantes brasileiros, emprega diretamente 66 mil funcionários, gerando cerca de 600 mil empregos indiretos. Os investimentos do Sistema Coca-Cola Brasil para 2013 serão de R$ 2,6 bilhões. No período 2012 a 2016, o total investido será de R$ 14,1 bilhões, 50% superior ao montante investido entre 2007 e 2011. A sustentabilidade é um compromisso da Coca-Cola Brasil e se reflete na forma como a empresa e seus fabricantes lidam com as pessoas e com o meio ambiente. O índice de uso de água da Coca-Cola Brasil, por exemplo, é um dos melhores do mundo: 1,91 litros de água para cada litro de bebida produzido - menos da metade do volume utilizado 13 anos atrás. Na reciclagem, a Coca-Cola Brasil desenvolveu, através do Instituto Coca-Cola Brasil, o programa Coletivo Reciclagem, anteriormente conhecido como "Reciclou, Ganhou" que, desde 1996 colabora para que o País seja um dos mais eficientes na reciclagem de materiais. Hoje, 98% das latas de alumínio e 56% das garrafas PET são recicladas. Para saber mais, visite os sites: www.institutococacolabrasil.com.br e www.cocacolabrasil.com.br.

Sobre a Coca-Cola FEMSA
Coca-Cola FEMSA, SAB de C.V produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Sprite, Del Valle, e outras bebidas do portfólio da The Coca-Cola Company em 10 países: México (uma parte substancial da região central, incluindo a Cidade do México, bem como sudeste e nordeste do país); Guatemala (Cidade da Guatemala e região metropolitana); Nicarágua (todo o país); Costa Rica (todo o país); Panamá (todo o país); Colômbia (maior parte do país); Venezuela (todo o país); Brasil (regiões metropolitanas de São Paulo e de Campinas, Baixada Santista, Estado de Mato Grosso do Sul, parte dos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro); Argentina (Buenos Aires e arredores) e Filipinas (todo o país). A empresa também engarrafa e distribui água, sucos, chás, isotônicos, cervejas e outras bebidas em alguns desses territórios. Ao todo, possui 63 fábricas e serve 321 milhões de consumidores por meio de aproximadamente 2,7 milhões de pontos de vendas e conta com mais de 100 mil funcionários em todo o mundo.
No Brasil, a empresa está presente como Coca-Cola FEMSA Brasil, empregando mais de 14 mil funcionários e atendendo aproximadamente 50 milhões de consumidores, distribuídos nos estados de São Paulo,  Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro e em parte de Goiás.
No Brasil, são 32 centros de distribuição e cinco fábricas, sendo a unidade de Jundiaí (SP) a maior no mundo em volume de vendas em produtos Coca-Cola. Há ainda uma sexta unidade fabril em construção, em Itabirito (MG). A planta será a primeira fábrica verde de Coca-Cola FEMSA no mundo.

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Interface

Diversificação | McDonald's aposta em lojas gourmet nos EUA com sanduíches customizados depois de décadas

iPad's, garçons bem-vestidos, decoração diferenciada e sanduíches customizados são atrações das novas lojas "gourmet" da rede nos EUA. São lojas que levam a assinatura: Build your burguer.

McDonald's em Laguna Niguel, California: pedidos registrados com tablet.


O McDonald's criou um serviço de sanduíches customizados para duas de suas lojas nos Estados Unidos. Localizadas na Califórnia e no Illinois, as unidades permitem aos clientes a escolha dos ingredientes de seus lanches por meio de iPads. Sem previsão para adoção em toda rede de fast food, a experiência tem dado o que falar.



Na loja da Laguna Niguel, na costa oeste americana, empregados vestidos com aventais chics recebem os clientes num ambiente refinado. Além do cardápio usual, a loja oferece cerca de 20 ingredientes diferentes para quem quiser montar seu próprio lanche - incluindo guacamole, cebola caramelizada, bacon defumado e cogumelos grelhados.

Após o pedido, o cliente recebe uma campainha para receber o pedido na mesa.



"Os sanduíches faça-você-mesmo não vão para a chapa antes de serem pedidos", destaca o portal Chicago Business. O lanche sai por 5,80 dólares.

Mudanças estratégicas

"O McDonald's está começando a se tornar uma rede mais focada em adultos", afirmou o analista Jeff Davis, da consultoria americana Sandelman and Associates, em entrevista ao site Orange County Register.

Eu particularmente acho que a rede está começando a aceitar um novo formato, principalmente com o crescimento de redes como a Subway, em que o cliente "constrói" o seu sanduíche e isso não se limita a adultos e sim a um segmento de consumidores que querem a comida com o seu gosto. É levar a experiência de criar algo com jeito "único", é a famosa co-participação no produto que será consumido.

Não acredito que toda a rede irá mudar para esse modelo, mas sim lojas especializadas nessa customização surgirão. Ou seja, diversificação estratégica.

Outro indício que a rede está se diversificando foi o anúncio recente da parceria com a Kraft Foods para criação do McCafe, um produto da marca que será vendido em supermercados. Por trás das diversificaçõess na rede, podem estar problemas como as vendas globais abaixo do esperado em outubro.

Veja agora todos os detalhes das lojas conceito "Build your Burguer"





















Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Exame, foodbeast, dailymail

Marketing Promocional Loctite | compre um Loctite Super Bonder Precisão e ganhe uma experiência de diversão, beleza ou fitness

Com o objetivo de proporcionar aos consumidores novas experiências, Loctite lança uma promoção: na compra de Loctite Super Bonder Precisão, que contenha a comunicação da campanha, o consumidor ganha uma experiência que pode ser o desconto em ingresso para teatro ou parques temáticos, uma seção de beleza, como limpeza facial, massagem e reflexologia ou uma semana fitness.

Para participar da promoção, o consumidor precisa acessar o hotsite, www.experienciasuperbonder.com.br, indicado na cartela do produto, consultar a experiência desejada e, em seguida, ligar e agendá-la no estabelecimento participante de sua preferência. As experiências estão condicionadas à disponibilidade das lojas parceiras e são limitadas às regiões e locais informados no hotsite. A cartela Loctite Super Bonder Precisão com a comunicação da campanha é o vale experiência, portanto deverá ser guardada e apresentada no estabelecimento em que for agendada a experiência.

A campanha, que ocorrerá até março de 2014, garante a cada cartela uma experiência individual aos maiores de 18 anos.

Loctite Super Bonder Precisão + Experiência

Sobre a Loctite 
Líder mundial em adesivos de alta performance, Loctite destaca-se pela precisão de seus produtos em condições extremas, como as indústrias aeroespacial, automobilística, naval, entre outras . Essa mesma tecnologia industrial está presente nos adesivos voltados para o consumidor final, com produtos multiuso e ideais para colagem dos mais diversos materiais. Loctite oferece a linha Loctite Super Bonder disponível nas versões: Loctite Super Bonder Original, Loctite Super Bonder MINI, Loctite Super Bonder Precisão, Loctite Super Bonder Pincel, Loctite Super Bonder Power Flex Gel, Loctite Super Bonder Power Flex Gel Control, Loctite Super Bonder Power Easy; além de outras categorias de produtos como: Loctite Descola Tudo, Loctite Durepoxi, Loctite Super Lub e os lançamentos Loctite Instant Mix, Loctite Power Crystal e Loctite Hybrid Adesivo Universal. Toda a confiança que a indústria tem na expertise e na alta performance dos produtos Loctite, o consumidor final também pode ter. Por isso, o slogan de Loctite é “Tecnologia avançada para você”.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Press à Porter Gestão de Imagem

Marketing Cultural Mondelëz | Clight patrocina 'Riso Nervoso', peça teatral com As Olívias

Marca da Mondelēz Brasil aposta em marketing cultural para reforçar a conexão emocional com as consumidoras

Novembro de 2013 – Referência em refresco em pó light no Brasil, Clight patrocina peça ‘Riso Nervoso’ com As Olívias, comédia de Michelle Ferreira dirigida por Hugo Possolo, que fica em cartaz até 8 de dezembro, em São Paulo.

“Devido ao posicionamento da marca, que aposta em uma comunicação inspirada na essência feminina, vimos que patrocinar a peça é uma oportunidade bacana para dialogarmos com nosso público-alvo, formado essencialmente por mulheres”, revela Ana Sarrão, gerente de marketing de Clight na Mondelēz Brasil.

Esta é a terceira ação de Clight com o quarteto As Olívias para apresentar histórias bem humoradas e dialogar com as consumidoras. Em 2012, quando passou a se posicionar como uma bebida feminina, a marca patrocinou o espetáculo das atrizes ‘Mulheres com X’. E, como parte da estratégia de divulgar o relançamento do sabor Clight Tea, em abril deste ano, As Olívias gravaram um vídeo veiculado nos canais digitais da marca em que interpretam duas mulheres que se tornaram amigas quando se uniram para conseguir a volta do produto ao mercado.

“Reforçar a conexão emocional com a marca é o objetivo do nosso investimento em marketing cultural. Queremos gerar ainda mais engajamento das consumidoras com Clight, que é uma marca de bebida que preza a essência da mulher”, completa Ana. O patrocínio da marca foi realizado por meio do Programa de Ação Cultural (ProAc) da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

“RISO NERVOSO” E AS OLÍVIAS

Depois de 8 anos em cartaz com o espetáculo As Olívias Palitam, as atrizes Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto e Sheila Friedhofer, que trabalharam juntas em séries na internet e em quatro temporadas do programa Olívias na TV, no canal Multishow, voltam ao teatro com a peça “Riso Nervoso” para contar 5 histórias em que suas personagens são levadas a situações patéticas e absurdas por conta de suas neuroses.

Sobre Clight
Clight adotou uma nova estratégia de comunicação 2012: após pesquisas com mais de duas mil mulheres, a marca passou a se posicionar como uma bebida feminina, que atende a todos os perfis de mulher que buscam bebidas que acompanham seu estilo de vida. Nessa ocasião, Clight fez modificações na comunicação visual – o logotipo traz a cor roxa, com uma fonte mais leve e arredondada dando mais movimento – a sua embalagem tornou-se mais prática e versátil com um picote que divide em duas partes, que rendem 500 ml cada, e uma comunicação mais engajadora inspirada na essência feminina. O portfólio da marca contempla 12 opções de sabores sem adição de açúcar.

FICHA TÉCNICA
RISO NERVOSO – AS OLÍVIAS EM 5 HISTÓRIAS NEURÓTICAS
dramaturgia: Michelle Ferreira
direção: Hugo Possolo
elenco: Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto, Sheila Friedhofer e Victor Bittow.
SERVIÇO:

Temporada vai até 08 de dezembro
Sábados, às 21h e domingos, às 20h
Teatro Viradalata
Endereço: Rua Apinajés, 1387 - Sumaré - São Paulo - SP
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Noticeria

Estratégia de expansão | Bandeira Bristol Hotels chega a Parauapebas, no Pará


Bandeira Bristol chegará também a Caratinga (MG)

A bandeira Bristol Hotels, do grupo Allia Hotels, não para de crescer e chega agora a Parauapebas, no Pará. O empreendimento, da categoria econômica, terá 240 apartamentos, vai gerar 480 novos leitos e 420 novos empregos diretos e indiretos na região. Terá área para eventos e restaurante e a previsão de inauguração é para fevereiro de 2016.

“Trata-se do primeiro hotel do grupo Allia no Estado do Pará, localizado na cidade onde está assentada a maior província mineral do planeta, onde encontra-se a mina de ferro de Carajás explorada pela Vale, que é hoje a maior mina de ferro a céu aberto do mundo. Parauapebas é também a 33ª cidade mais rica do país e a 4ª cidade do interior do Brasil com maior potencial de consumo. É uma grande conquista para a Allia Hotels e, com certeza, este emprendimento será um sucesso”, comemora Marcello Medeiros, diretor de Expansão do grupo Allia Hotels.

O grupo Allia Hotels possui atualmente 30 hotéis em operação no país, que geram 2.575 Unidades Habitacionais (apartamentos). No momento, estão em implantação mais 59 hotéis, que vão gerar 9.146 novos apartamentos. Até o final de 2016, a Allia Hotels terá no país um total de 89 hotéis em operação, com um total de 11.721 apartamentos.

Em Minas Gerais

Atualmente, a Bristol/Allia Hotels possui sete hotéis em Minas Gerais, sendo seis em Belo Horizonte e um em Araxá, na mesorregião do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro.

Nos próximos dois anos (2014/2016), o grupo terá 17 novos hotéis em Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte (4), Betim, Caratinga, Ipatinga, Itabira, Itabirito, João Monlevade, Lagoa Santa, Montes Claros, Monte Verde, Pouso Alegre, São Gonçalo do Rio Abaixo, Viçosa e Ubá. Os 17 novos empreendimentos vão gerar 2.301 novos apartamentos e absorverão investimentos de R$ 390,7 milhões.


Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Multitexto

Case DoCoMo | celular Touch Wood foi lançado em 2011, mas projetado em 2009 e merece ficar na memória de uma ação ecologicamente responsável

Em setembro de 2009 a NTT DoCoMo, operadora Japonesa de celular, anunciou que desenvolveu o protótipo do telefone móvel feito com a madeira de árvores podadas para manter florestas saudáveis. O protótipo foi criado em colaboração com a Sharp Corporation, Olympus Corporation e a "mais árvores", um projeto de reflorestamento fundada pelo músico Ryuichi Sakamoto, entre outros.

Tenho certeza que se não falasse que era de 2009, talvez você acha-se que fosse um novo lançamento. Mas o diferencial dele foi e continua sendo único no mundo, e isso merece atenção pela ação como um todo.

Chamado de toque de madeira ou "Touch Wood", apresenta excelente durabilidade e resistência a água, insetos e mofo graças à moldagem por compressão tridimensional especialmente desenvolvida pela Olympus Corporation. Madeira convencional não é adequada para uso como corpos de telefonia móvel, porque eles tendem a desgastar-se rapidamente.


Cada aparelho TOUCH WOOD possui seus próprios padrões de grãos distintos e coloração natural. Sem corantes ou tintas são usadas, de modo que o cipreste retém sua aparência natural original e aroma. A madeira também tem um brilho atraente que é criado durante o processo de compressão.

Os protótipos foram exibidos na ITU Telecom World 2009, em Genebra, Suíça, e na CEATEC JAPAN 2009.

Veja o viral:


Lançado em 2011, a agência japonesa Drill Inc. fez um vídeo viral épico, daqueles que transformam o efeito dominó em algo maior, algo que une a poesia da floresta à música, a engenharia e a filmagem ao estilo cinematográfico para ao final, traduzir o produto que era um protótipo. Infelizmente o produto nao é mais vendido, mas seu efeito merece ser arquivado para um case de sucesso.

Acesse o site oficial da DoCoMo:
http://answer.nttdocomo.co.jp/touchwood/


Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Marketing de Luxo | quando o "premium" atende um novo nicho e a empresa fica mais "rica"

Para conquistar consumidores mais exigentes e com maior poder aquisitivo, gigantes do varejo como GM e C&A adotam estratégias de marcas de luxo.

Seu carro é Adventure, Stepway ou Cross alguma coisa? Sua conta no banco é Prime, Van Gogh ou Personalité? Na geladeira de casa, aquela batizada em inglês – Inverse, Side, Infinity... –, conte quantos itens são gourmet. Vá para o banheiro agora e encontre algum creme ou sabonete com o sobrenome ultra. Achou? E a cerveja gelada do fim de semana? É extra ou gold? Pois é, se houver qualquer resposta afirmativa para as questões acima, você é mais um caso de indivíduo “premiumizado”. Prem... o quê? Calma, sem pânico, você não está sozinho. Seres ‘premiumizados’ têm surgido a cada segundo no mundo todo.

Eu, robô: GM trouxe ao Brasil o robô Bumblebee, do filme Transformers, para o lançamento do Camaro

Uma turma que cansou da mesmice e quer se diferenciar, começando pelos hábitos de consumo. Eles querem ser premium! Sensível a isso, o mercado se mobiliza. Marcas antes reconhecidas como populares já vendem produtos com toques de sofisticação – basta dar uma voltinha pelas gôndolas do mercado ou no shopping center para se deparar com essa variedade de linhas e rótulos. Tem de tudo, do carro à cerveja, da roupa ao picolé. Até a mortadela já foi premiumizada! Um fenômeno. Esta transição, no entanto, não acontece apenas na embalagem com sobrenomes estrangeiros dados aos produtos.

É preciso se estabelecer novos códigos e criar um diálogo mais afinado com o consumidor, para que ele entenda o valor daquilo que está na vitrine. Ou seja, quem antes vendia para a empregada, passou a atender a patroa também, e precisou se adaptar. As empresas partiram, então, em busca desse conhecimento e o encontraram, quem diria, no mercado de luxo. As maisons tradicionais sabem como ninguém vender o valor agregado que seus produtos carregam, baseados nos conceitos histórico e de exclusividade. “As empresas sempre tiveram curiosidade sobre as marcas de luxo”, diz Carlos Ferreirinha, consultor e empresário, fundador do Instituto MCF, em São Paulo.


Visão do futuro: reconhecido como expert em mercado de luxo global, Carlos Ferreirinha agora auxilia o varejo popular no País a se adaptar a uma nova ordem no consumo

“E, agora, elas podem beber dessa fonte de vantagem competitiva e de diferenciação.” Ferreirinha, nascido na modesta São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e que já trabalhou como caixa no bar do pai e de recepcionista bilíngue em um flat carioca, é hoje um reconhecido especialista no segmento denominado por ele de ‘luxo absoluto’. O próprio empresário já foi presidente da Louis Vuitton no Brasil por um ano e meio. O conhecimento acumulado à frente do seu instituto sobre o mercado brasileiro e a respeito da movimentação do luxo global lhe confeririu o status de guru para as grifes estrangeiras que querem abrir suas operações comerciais no País.

Há cinco anos, no entanto, o empresário passou a atrair a atenção de companhias nacionais mais populares. Com isso, Ferreirinha virou também uma espécie de mago desse mercado de varejo mais affordable, mais acessível, como ele diz, responsável por traduzir a “mágica” das grandes marcas de luxo para o dia a dia de quem vende barato e no crediário. “Nosso trabalho tem sido transformar o simples em especial”, afirma ele. No portfólio de clientes da MCF, corporações multinacionais como a montadora GM e a companhia aérea LaTAM, além do Banco Bradesco e seu serviço Prime, da operadora de tevê paga Sky e das gigantes dos cosméticos O Boticário e Natura.

Vitrine viva: em 2011, Gisele Bündchen divulgou uma linha especial desenhada por ela para a C&A. A ação incluiu um show de carisma da top na flagship da marca em São Paulo

Palestras, cursos, treinamentos e interferência direta no marketing das empresas estão no menu de ações para transformar o modelo mental dos funcionários e a cultura das empresas. Na binacional aérea, primeiro foi trabalhada a capacitação das equipes de bordo e em terra para atender melhor os passageiros de primeira classe. Agora, o objetivo é treinar os gestores locados nos aeroportos visando o processo de privatização dos terminais no Brasil. Com os cosméticos, a abertura de showroom para experiências sensoriais (Casas Natura) e a adaptação dos funcionários d’O Boticário para vender fragrâncias mais sofisticadas foram os desafios.

Na Sky, criou-se uma estratificação dos clientes, com o lançamento de um canal exclusivo, o Spinel, no qual o assinante pode customizar sua programação entre outros benefícios. O case mais interessante, contudo, é o da GM. Em 2010, a montadora requisitou os serviços da MCF para o lançamento do Camaro, um esportivo de luxo que custa a partir de R$ 165 mil. O problema é que, por muitos anos, o pensamento da empresa esteve ligado à venda de veículos populares como o Corsa. A sofisticação do portfólio carecia de uma profunda guinada na mentalidade. “Mudamos a linguagem de tudo: do marketing, dos vendedores, dos donos de concessionárias, do stand no Salão do Automóvel...”, lembra ele.

Design acessível: em outubro, o estilista italiano Roberto Cavalli lançou sua coleção pela C&A, com roupas exclusivas para as brasileiras

A lição que ficou foi bem aprendida. “A GM não é a Bentley, mas pode vender o computador de bordo de um de seus carros com uma linguagem de apropriação mais adequada ao cliente de um nível mais alto”, diz. Em tempo: para a edição 2010 do salão, Ferreirinha sugeriu que a GM “importasse” o robô Bumblebee, o mesmo usado no filme Transformers (um blockbuster dos cinemas), que usa um Camaro amarelo. Resultado: a montadora ganhou o prêmio de melhor stand daquele ano, encerrando um jejum de mais de uma década sem o troféu. O setor automotivo, aliás, é o que vem se “premiumizando” há mais tempo que os demais.

Em 2003, por exemplo, a Fiat lançou o Palio Adventure, um carro urbano “vestido” para off-road. E o modelo não só vendeu como água como criou uma categoria nova no mercado, imitado pelos concorrentes. “Sempre digo que esse é um case para ser estudado em Harvard”, diz Ferreirinha. O carro era uma versão pouco mudada do modelo convencional e nem de longe seria o mais indicado a encarar uma trilha. “Mas o brasileiro é novidadeiro e entrou nessa aventura pagando 26% a mais só para ter a sensação de dirigir um carro de aventura”, espanta-se o consultor.

Produção requintada: para criar uma linguagem nova, marcas de fast-fashion têm investido em campanhas de primeira linha, com direito a ensaios feitos no Exterior. Este, da C&A, foi em Londres

Recentemente, o Uno Mille, o mais antigo da linha popular da montadora, ganhou a mesma roupagem, passou a ser chamado de Way e, voilá, virou líder de mercado em sua faixa de preço. “Não é só estético”, garante a gerente de publicidade da Fiat, Maria Lúcia Antônio. Ela lembra a instalação do locker na caixa de câmbio dos modelos, mas assume que o apelo emocional foi o ponto crucial para o sucesso da família Adventure. “Tem essa coisa de fugir da vida claustrofóbica das cidades, a coisa da aventura que é sempre muito interessante”, diz. “E a intenção é que o carro nunca veja terra mesmo.”

ALIADOS GRINGOS Muitas vezes, essa mudança no portfólio dos produtos alcança ainda mais êxito com parcerias internacionais. E nesta praia o setor de fast-fashion é imbatível. No fim de outubro, a C&A promoveu uma festa privé no bar Numero, em São Paulo, para o lançamento de uma coleção de roupas assinada pelo estilista italiano Roberto Cavalli. Foi ele mesmo, em carne e osso, o cicerone do evento. “Essas parcerias fazem parte da evolução do mercado”, diz Paulo Correa, VP comercial da empresa fundada na Holanda em 1841.

Lama, pero no mucho: Palio Adventure é um case de sucesso da Fiat, que criou uma categoria de carros de perfil off road para ser usado na cidade

Antes de Cavalli, as estilistas Stella McCartney, Anne Fontaine e Daniela Hellayel – a brasileira à frente da Issa London, marca usada pela duquesa de Cambridge, Kate Middleton – assinaram outras capsule collections para a C&A. “Em geral, essas coleções vendem três vezes mais rápido do que as outras”, afirma Correa. O executivo carioca recorda do estouro que foi a ação com a top Gisele Bündchen em 2011. “As roupas se esgotaram no mesmo dia!”, lembra ele, que anunciou para o verão de 2014 uma linha de moda praia assinada por Lenny Niemeyer, designer famosa pela clientela repleta de artistas da tevê.

Outra diferenciação proposta pelas redes de moda varejo são lojas de visual mais requintado. A flagship da C&A no bacanudo Shopping Iguatemi, em São Paulo, por exemplo, em nada fica a dever em layout a lojas de grife mais badaladas. Seguindo esse exemplo, Correa avisa que a empresa se prepara para abrir as portas de sua loja-conceito em Ipanema, na zona sul carioca, com toda a bossa que o endereço pede. “Será um espaço bem descontraído”, afirma. A rival Riachuelo também prepara a sua ofensiva. Inaugura no dia 27 de novembro uma loja encravada no coração do bairro paulistano mais incensado pelos fashionistas brasileiros, os Jardins, bem na esquina das ruas Oscar Freire com a Haddock Lobo.

Novas fronteiras: Marcella Kanner, diretora de marketing da Riachuelo, diz que a empresa se aproxima do novo consumidor ao fincar bandeira em bairros como os Jardins

“Estávamos há tempos atrás de um endereço mais nobre em São Paulo para nos aproximarmos desse novo consumidor”, afirma Marcella Kanner, diretora de marketing da companhia. Como destaques, a loja terá um painel de led imenso na vitrine e uma varanda aberta para a rua, onde serão feitos os eventos de lançamento. O primeiro deles será o Fashion Five, em parceria com dez personalidades que desenharão coleções, e com o Instituto Criar, do apresentador Luciano Huck, alinhavando um caráter social à iniciativa. “Serão linhas reduzidas, mais exclusivas, com a cara do novo endereço”, diz Marcella.

O bairro dos Jardins, entretanto, virou uma imensa vitrine premium, e tem visto a substituição gradativa do glamour das grifes de luxo, que outrora ocupavam suas ruas. “São marcas básicas e simples que se apropriam do código do lugar para elevar seu patamar de prestígio no diálogo com o consumidor”, analisa Ferreirinha. O especialista não enxerga um problema nesse movimento, mas ressente a ausência do luxo mais tradicional. Com mais de 103 milhões de brasileiros na classe média, segundo o estudo Observador Brasil 2012, e o aumento do poder de consumo dessa multidão, com teto na casa dos R$ 5 mil, não há o que fazer. “A premiumização veio mesmo para ficar”, conclui.


Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Istoédinheiro

Marketing Viral Volvo | Jean-Claude Van Damme faz vídeo para demonstrar a estabilidade dos caminhões Volvo em marcha ré


A meta de qualquer comercial é chamar a atenção em poucos segundos e "fixar" com algum jingle, cena, situação, humor, etc. Em vídeos virais, o importante não é fazer em poucos segundos, mas usar o tempo suficiente para unir a experiência da cena com algo impressionante, seja através de humor, situação ou emoção. Ambos possuem ingrediente semelhantes: impressionar quem assiste e "fixar" o que chamou atenção com a marca. 

Lembram do AIDA: Atenção, Interesse, Desejo e Ação? Agora imaginem aplicarmos aos comerciais e videos virais.

Atenção: pode ser uma mulher bonita, um ator famoso, um artista ou uma cena impressionante, algo inusitado, que prenda a atenção em poucos segundos.

Interesse: o interesse pode estar ligado diretamente ao momento da atenção, um produto novo, um garoto propaganda de uma marca famosa, uma promoção, uma comunicação sobre algo que você se identifique, sim, o interesse pode ser para despertar um assunto no quem se identifique. Ou simplesmente aguardar o que vai acontecer após a cena chamar a sua atenção, é um roteiro que te mantem ligado nos próximos segundos esperando o desfecho do que te chamou atenção.

Desejo: esse é o ponto alto de todas as comunicações. Chamar a atenção é um desafio, mas transformar em poucos segundos uma comunicação em desejo, é algo que tem que ser construído na mente de quem vê, seja um usuário, um comprador, um consumidor ou um cliente final. É despertar a intenção maior, quase que um sonho, o espectador tem que, em poucos segundos, guardar a informação e alocar ela na memória, como algo que deseja, que pode resolver o seu problema ou simplesmente entender que irá lhe fazer bem.

Ação: Esse é o desejo de 10 entre 10 empresários. Sim, pois todo empresário entende que comunicou, vendeu. Mas nem sempre é assim, aliás, não é esse o propósito principal, mas sim uma parte do processo de venda é a comunicação e quando se encontra a mensagem encenada na medida certa, no contexto atual, com as variáveis todas à favor, sim, e possível e bem factível a ação ser imediata.

Veja o exemplo da Volvo.


Atenção: imagem do Jean-Claude Van Damme abrindo o vídeo de caminhões da Volvo sem que os caminhões se mostrassem visíveis.
Interesse: o que faz Van Damme em um comercial da Volvo, conhecida pelos carros seguros o que ele fará nos caminhões, algum golpe mortífero? E o interesse aumenta com o inusitado: Van Damme na ponta de dois caminhões, com os pés nos espelhos de cada caminhão, ambos andando de ré! Fica o ar de suspense, o que será que irá acontecer?
O fator surpresa: Van Damme fazendo abertura total em cima de dois caminhões apoiado apenas pelos retrovisores deles. Épico? Nem em cenas de filme ocorreu uma cena idêntica a essa. Esse é o ponto alto, o ponto que o torna viral: algo inédito, "inovador" em filmes com um ator famoso por suas aberturas de pernas.
O vídeo passa o recado, a estabilidade da tecnologia dos caminhões da Volvo, até de ré!
Para nós, relés mortais que não dirigimos caminhões, o AIDA, para no Interesse, talvez o desejo de andar sobre um. Mas a ação de comprar, não. No máximo, a ação de simular essa experiência.
E esse parece ser o objetivo principal do video viral: apenas mostrar que os caminhões da Volvo possuem uma estabilidade fantástica que até o Van Damme faria de olhos fechados, de ré e sem nenhum objeto aparente de segurança que o salvaria antes de se esborrachar no chão.

Ficha técnica:
Filmed in Spain on a closed-off landing field at sunrise in one take.
Directed by Andreas Nilsson
Soundtrack by Enya: Only Time

Veja o planejamento de como seria a ação e a notícia ao Van Damme de como seria a filmagem.



E a pergunta básica é: a Volvo atingiu o seu objetivo? Fixou a marca e a estabilidade dos caminhões com a cena do Van Damme?

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Estratégia de Marketing | Moto G da Motorola entra na guerra de preços dos smartphones mais simples


Antes você tinha celulares simples e smartphones. Na busca por mais rentabilidade, ficou visível de que haviam vários gaps em que as empresas de celulares poderiam explorar. A Samsung foi craque nisso e quando percebeu, lotou o mercado com celulares em todas as faixas de preços. As outras marcas, ainda escolheram ficar com os mais caros ou high end's, com maiores tecnologias. Recentemente o Iphone laçou sua versão "C" (quase pensado para a classe C) e baixou seus preços. E pelo visto essa foi a estratégia da Motorola, G de Google, provavelmente. E se posicionou para não ficar brigando com as que já dominam o mercado de smartphones high end's. Bom pelo menos por enquanto.



O Brasil não é estranho a Denis Woodside. O executivo americano comandou a operação do Google na América Latina e visitava o país com frequência. Foi ele, por exemplo, quem atendeu a imprensa nacional quando Alexandre Hohagen, até então VP do buscador na América Latina, foi assumir posição idêntica no rival Facebook. Sua visita nesta semana, porém, tinha algo de novo. Era a primeira vez que Woodside viria ao Brasil como CEO da Motorola para lançar um produto (no ano passado, ele esteve por aqui para reuniões internas). Na manhã desta quarta (13), o executivo lançou globalmente o novo smartphone da Motorola, o Moto G.

Tecnicamente, o Moto G é uma versão parecida, mas menos sofisticada, do Moto X, primeiro smartphone lançado com fanfarra após a aquisição da fabricante pelo Google. O aparelho tem tela de 4,5 polegadas em alta definição, chip com quatro núcleos de 1,2 GHz, suporte a redes 3G (nada de LTE), câmera de 5 megapixels e memória interna de até 16 GB. O sistema operacional é o Android 4.3, conhecido como Jelly Bean, mas a atualização para o Android 4.4 KitKat está garantida. O design é bem parecido ao do Moto X, com capas coloridas que podem ser acopladas à parte de trás do gadget.

A caractertística mais festejada pela Motorola, porém, é seu preço. Woodside defende que o Moto G rivalizará direto com smartphones topo de linha de Apple e Samsung, como iPhone 5 e o Galaxy S4, respectivamente, por um preço menor. No Brasil, o aparelho custará 649 reais desbloqueado. Com planos de operadoras, custará ainda menos. O objetivo do Moto G, é bem claro: ganhar mercado em um filão da população que não tem tanto dinheiro para comprar o iPhone ou o Galaxy mais novos. “Estamos em um mundo onde um bilhão de pessoas têm smartphones hoje, mas existe mais de cinco bilhões que não. Ou eles não conseguirão comprar um smartphone ou a experiência será muito ruim”, explica Woodside em entrevista exclusiva para a Época NEGÓCIOS.

O executivo não tem pudores de citar os rivais ao contextualizar o celular no mercado brasileiro. “O Moto G venderá por 649 reais, enquanto o iPhone 5 é mais que 2.400 reais. O iPhone 5S pode ser próximo a 3 mil reais”, diz. A diferença de preço, aposta ele, será fundamental para que uma classe menos abastada – “que vocês chamam de classe C aqui no Brasil” – prefire o telefone aos rivais em uma faixa de preço parecida. Ser barato já ajuda. Ter os subsídios das operadoras ao lado (é o caso da Claro, por enquanto) é ainda melhor.

O Moto G abre um novo filão na reinvenção que a Motorola vem sendo sofrendo nos últimos dezoito meses, quando o Google comprou a então decadente fabricante de smartphones. Sob a gestão de Woodside, a Motorola demitiu 4 mil funcionários, vendeu sua divisão de set-top boxes e diminuiu o portfólio de produtos. No ano anterior à compra, foram 40 novos produtos lançados. Sob o Google, o número caiu para 4, entre eles o Moto G. Woodside diz que vê o mesmo movimento de adoção de smartphones no Brasil em regiões como Oriente Médio e Europa Central.

É nesta onda que a Motorola quer surfar. Hoje, quem já está lá são fabricantes tentando se recuperar, como a Nokia, e outras desconhecidas, donas dos celulares popularmente conhecidas no Brasil como “xing-lings”. Woodside defende que, mesmo com o preço, o Moto G tem “um lucro razoável”. Mas a questão aqui não é de dinheiro – isto o Google tem de sobra e não dá sinais de que se incomoda com o prejuízo acumulado pela fabricante (mais de US$ 800 milhões em 2013). O foco aqui é construção de marca, fazer as pessoas conhecerem um dos novos smartphones da Motorola. Debaixo da camada de verniz que todo discurso de executivo nos lançamentos tem, o Moto G parece dar à Motorola mais chances neste setor que no de smartphones high-end.

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Época Negócios

Gestão | 5 sinais que sua liderança está ultrapassada, segundo a Forbes


Se usarmos a lógica de que o mundo está em constante mudança, que os contextos mudam a cada segundo, que camarão parado a onda leva, significa que o gestor, líder, etc, terá que mudar também. Até porque ciências sociais aplicadas pressupõe uma "ciência" em constante mudança, é um processo.

Se você fosse definir em uma palavra sua forma de liderar, qual seria ela? Controlador? Transparente? Colaborativo? Não sabe?

Então, vamos mudar as perguntas. Tem conseguido engajar e inspirar sua equipe? Sente que as pessoas gostam de você, se atraem pela sua presença? Fez uma revisão em seu estilo de trabalhar nos últimos anos ou meses? Cursos, livros ou simplesmente a observação do mercado e do ambiente da empresa o levaram a mudar algumas atitudes?

Essas questões são importantes para lembrá-lo de que liderar é um movimento contínuo – e não uma atitude estática. Mas muitos líderes simplesmente param no tempo com suas fórmulas estabelecidas, que às vezes até deram certo em determinados momentos, mas podem já não funcionar anos ou décadas mais tarde.

A equipe muda, a companhia muda, o mercado muda, mas ele continua a seguir os mesmos passos, sem se dar conta de que os resultados já não são os mesmos. Para saber se este é o seu caso – antes que seja tarde demais – a revista Forbes listou cinco sinais, que servem como alertas para os líderes avaliarem a própria gestão.

1. Você toma decisões ruins.

Considere que suas decisões são ruins quando sua equipe começa a questioná-las constantemente. Será que você não está desatento às novas ferramentas e formas de fazer negócio na sua área?

Talvez sua capacidade de observação esteja abalada. E, quando isso acontece, é fácil começar a tomar decisões com impacto de curto prazo, o que não necessariamente será bom para a organização. Isso resulta em uma execução abaixo do esperado, falta de foco estratégico, decisões erradas e má utilização de talentos e recursos.

Quando a carreira do líder cresce em descompasso com a empresa também é sinal de que as decisões não estão motivadas pelo propósito correto, que deveria ser positivo para o todo.

2. Tornar-se complacente.

Se o seu entusiasmo para fazer o melhor, correr riscos, se aventurar no desconhecido está se perdendo, é um sintoma de que seu estilo de liderança começa a se tornar ineficiente.

Muitos líderes perdem sua gana, a paixão que os motivava no início da carreira à medida que crescem no organograma. O problema é que, quando isso acontece, os gestores tendem a se tornar também negligentes, menos preocupados com os detalhes, com o efeito de suas decisões sobre as pessoas e a empresa.

Exemplo: um sinal de que é hora de rever seu estilo de liderança é quando você para de chamar para a si a responsabilidade por fazer a engrenagem funcionar apesar dos obstáculos, e passa a justificar suas falhas com a excessiva burocracia da empresa.

3. Só preocupar-se com o próprio sucesso.

Em geral, as pessoas não gostam de ficar em volta de líderes que demonstram só estar preocupados consigo mesmos. Se os integrantes de sua equipe não assumem mais o papel de seus “seguidores”, este é um sinal de que você não anda tão inspirador.

Se a postura do líder deixa claro que sua visão de longo prazo só tem alcance para sua própria carreira e o apoio ao desenvolvimento dos outros profissionais soa menos importante, isso fica claro para todos, mesmo que o discurso seja o contrário. É desmotivante. E perigoso. Porque, com esse tipo de impacto sobre os funcionários, a produtividade pode estar comprometida e, com isso, mais cedo ou mais tarde, a posição do gestor também tende a ficar na corda bamba.

4. Não atrair as pessoas.

Se você é um gestor, o fato de os outros gostarem de você é importante. Simpatia é um dos maiores fatores de sucesso de um líder. Independentemente do jeito de cada um, grandes líderes têm em comum o fato de serem acessíveis e transmitirem confiança aos subordinados.

Se você sente que os integrantes do seu time se irritam com sua presença – em vez de se animarem com ela –, é hora de rever sua forma de conduzir o grupo.

5. Parar de se reinventar.

Se você tem medo de mudança, provavelmente também tem dificuldade de rever seus comportamentos. E se você não sabe como se reinventar de acordo com as novas demandas, provavelmente será um líder de vida curta.

Saber quando se reinventar é outro fator fundamental de um bom gestor. Exige humildade para perceber quando as mesmas ações já não geram os mesmos resultados positivos. Muitas vezes, os sinais de que precisa mudar não são tão óbvios quanto o resultado financeiro. Pode ser apenas a antipatia do grupo ou outro dos itens citados acima.

Mas, se não sacar os alertas rapidamente e procurar maneiras de agir diferente, é provável que isso acabe recaindo sobre os resultados.

Afinal, se o gestor não consegue rever o próprio estilo, é difícil que consiga fazer isso com a organização, com sua equipe e até com as estratégias de negócio. Em outras palavras: é difícil que seja um líder.

E aí, seu estilo de liderança está ultrapassado?

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: ÉpocaNegócios