Estratégia de novo entrante | Apple antecipa fábrica no Brasil contra Positivo


Barreira de entrada que nada, a Apple vai atropelar os fabricantes nacionais e entrar no mercado de informática brasileiro?

Empresa de Steve Jobs quer negociar tablets com o governo antes que a fabricante brasileira lance produto equivalente no mercado doméstico

Dentro de 15 dias o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, deverá anunciar a instalação de uma fábrica de tablets da Apple – os cobiçados iPads – no Brasil, segundo informações de uma fonte ligada à empresa. A chegada da empresa de Steve Jobs ao país ocorre em meio a rumores e um pouco de pressa. Tudo porque ela quer assumir a dianteira na fabricação do aparelho antes que a brasileira Positivo Informática coloque seus tablets no mercado – e, possivelmente, feche contratos de fornecimento com o governo federal. “A Positivo está preparando o lançamento de um tablet com sistema Android para o meio do ano e a Apple quer chegar antes”, afirmou a fonte ao site de VEJA.

A ‘invasão’ da gigante americana deverá ocorrer por meio da fabricante chinesa Foxconn, que já tem três fábricas no Brasil – em Jundiaí, Taubaté e Indaiatuba, produzindo para diversas multinacionais instaladas no país, como a Motorola. Segundo apurou o site de VEJA, a Apple vem fazendo, desde o ano passado, um estudo sobre o sistema tributário nacional. Seu objetivo é avaliar se a instalação da fábrica compensaria ante a opção de continuar a importar os produtos da Ásia. “Eu cheguei a ver o estudo e eles reiteraram o forte interesse em vir para cá, pois praticamente todos os concorrentes estão fabricando aqui”, afirmou executivo brasileiro que esteve na China no ano passado visitando as operações da Apple.

A chegada a São Paulo seria acompanhada de um benefício tributário. De acordo com a fonte ligada à empresa, a contrapartida para a isenção seria o fornecimento de tablets com generoso desconto aos alunos das escolas estaduais. Seria o primeiro passo para um objetivo maior: fechar um contrato com o governo federal.

A relação da Positivo Informática com o governo remonta a 2006, quando passou a liderar a lista de fornecedores de equipamentos a órgãos federais, como o Ministério da Educação (MEC). Logo em seguida, a fabricante passou a vencer os leilões de fornecimento de computadores para programas sociais de inclusão tecnológica, como o “Computador Para Todos”. Para se ter uma ideia, a empresa respondia em 2010 por 42,6% do fornecimento de equipamentos ao governo – um número 7,5 ponto porcentual maior do que no ano anterior, quando já mantinha a liderança.

Desde o início deste ano, vem sendo discutida a aprovação de uma emenda à Medida Provisória nº 517, que prevê a isenção dos impostos PIS e Cofins aos tablets – o equivalente a 9,25% do preço do produto. Tal resolução seria uma primeira investida do governo para baratear o custo do aparelho a toda a população. A medida seria ainda um pedido da própria presidente Dilma Rousseff e deve fazer parte do pacote de desonerações que, no início de maio, será anunciado como a nova política industrial.

A instalação de uma linha de produção no Brasil deverá ser benéfica para a Apple não apenas em seus planos de fornecimento ao governo. A empresa sofreu graves problemas de distribuição no país no início de 2011, quando teve que direcionar a maior parte de sua produção de iPhones à operadora americana Verizon, que iniciava as vendas do aparelho nos Estados Unidos. Com a produção nacional, o abastecimento não só do país, como de toda a América Latina, será favorecido, pois deixará de depender da produção da China.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Diversificação de canais de vendas | TAM, Gol e Azul vão brigar por novos pontos de venda?

A notícia não é nova, mas parece que agora ganha mais relevância. A diversificação de canais de vendas ganha força na aviação. Vão precisar de especialistas em varejo. Quem se habilita?

Lembrando aquela música, toda companhia aérea tem de ir aonde o passageiro está. Nem que, para isso, seja preciso oferecer passagens em lojas, quiosques do metrô e rodoviárias. Para cativar a famosa classe C emergente, TAM, Gol e Azul descobriram o óbvio: a maior parte desses potenciais clientes ainda passa longe dos meios tradicionais de venda de passagens.

“Para aproveitar a ascensão da nova classe média, as empresas precisam de mais capilaridade”, afirma Richard Lucht, diretor nacional de pós graduação da ESPM e professor colaborador do ITA. E esta é a senha do que leva TAM, Gol e Azul a freqüentar ambientes inéditos.

Capilaridade, é bom lembrar, não quer dizer necessariamente abrir mais pontos de venda do tipo que a empresa já possui. Muitas vezes, é bem o contrário: significa criar novos meios de vendas para clientes que não utilizam os canais tradicionais.

Olho no olhoQuando foi fundada, em 2001, a Gol orgulhava-se, entre outras coisas, de vender passagens aéreas apenas pela internet. Para manter seu modelo de baixo preço e baixo custo, a empresa não oferecia guichês físicos.

Desde então, a Gol rendeu-se à evidência de que, para aumentar sua base de clientes, era preciso buscar novos canais de venda. Afinal, poucas pessoas da emergente classe C que pretendia levar para seus aviões tinham o hábito de fazer compras online – muitos sequer têm computador ainda.

Não por acaso, a Gol iniciou uma empreitada para se aproximar fisicamente desses passageiros em potencial – abriu lojas em ruas de comércio popular e, recentemente, implantou quiosques em três estações do metrô de São Paulo. Atualmente, a classe C representa 47% dos passageiros da Gol.

Além das dificuldades de acessar os meios tradicionais de venda, a classe C também tem outros hábitos de compras. Na prática, trata-se de clientes mais acostumados ao contato “olho-no-olho”. “Esses consumidores se sentem mais seguros, se estiverem interagindo com alguma coisa que não seja apenas a internet”, diz Lucht.

Sem tapete vermelhoNos anos 90 e início dos anos 2000, a TAM cresceu e construiu sua fama baseada na qualidade de atendimento. Ficaram famosos o tapete vermelho e o piano de caudas que os passageiros encontravam nas salas de espera da companhia. O lendário Comandante Rolim, dono da TAM, costumava receber os clientes pessoalmente.

As tentativas de fazer a TAM ganhar altitude, após a morte de Rolim, envolveram frequentes crises de identidade da companhia, que ora reafirmava sua vocação para um atendimento diferenciado, ora tentava se popularizar.

A força da classe C, contudo, parece ter colocado definitivamente esses passageiros no radar da TAM. Além da parceria com a Casas Bahia, a empresa testou vender passagens no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo.

A TAM também permite que passagens compradas na internet sejam pagas em casas lotéricas, mediante a apresentação do boleto impresso. Para alcançar os universitários, a empresa abriu um quiosque na universidade paulista Unip.

“A aviação é, cada vez mais, um negócio de integração de canais. Dentro disso, há uma parcela de desenvolvimento de nicho e de potencialização de cada um desses canais”, afirma Manoela Amaro diretora de Marketing da TAM.

Pelas estradas da vida
O projeto da TAM culminou, no final de março, com a parceria com a companhia de ônibus Pássaro Marron (sim, com ene no final). A viação passou a vender passagens da TAM nos guichês de rodoviárias, e também a fazer a venda casada de bilhetes aéreos e rodoviários.

Manoela já avisou que a TAM não vai parar por aí. “Buscamos outras empresas para aumentar as parcerias”, diz Amaro. A associação com a Pássaro Marron – que atende 50 cidades nos estados de São Paulo e Minas - também é um modo de a TAM alfinetar as empresas de aviação regional, como Azul e Trip, segundo Lucht, da ESPM.

A Azul já vende passagens em parceria com o Magazine Luiza desde 2010 em três lojas da rede no interior do estado. Além disso, a aérea possui pontos de venda físicos em três shoppings na cidade de São Paulo e uma parceria com a Yes Net, uma rede de lan houses instalada em hipermercados. Há planos de expansão nas duas frentes. A idéia é terminar o ano com seis lojas próprias. A Trip e a Webjet não tem novas parcerias. A Avianca não se manifestou até o fechamento dessa matéria.

Cereais, sabonetes e passagensPara Lucht, da ESPM, TAM, Gol e Azul estão apenas arranhando o potencial de vendas de canais alternativos. O especialista vê espaço para parcerias semelhantes com casas loterias, postos de correio e agências bancárias, por exemplo. “Todo e qualquer ponto com internet é tem grande potencial para vender passagem aérea”, diz.

Os supermercados também são um filão ainda inexplorado, segundo Marcelo D’Emídio, chefe do departamento de marketing da graduação da ESPM. Um empecilho, neste caso, seria o fato de que algumas grandes redes de hipermercados contam com agências de viagens instaladas em suas dependências.

A busca por novos pontos de venda é uma tendência que companhias aéreas de outros países emergentes devem seguir, segundo Respício do Espírito Santo. “Acredito que essa iniciativa das aéreas brasileiras deve ser repetida em países como Índia, China e México”, diz. Talvez esteja próximo o dia em que as passagens aéreas vão entrar na lista de compras do supermercado.

Ainda não encontraram uma efetividade na venda de passagens aéreas nos pontos de vendas, mas acredito que esse caminho não tem volta.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Fator Legal | Nova lei dobra valor de espaços para publicidade em Belo Horizonte

Com menos locais para as placas e outdoors, os preços vão subir. Será que os anunciantes avaliam os retornos nesse investimento? 

As novas normas para a instalação e fiscalização de engenhos de publicidade (outdoors e placas em geral), publicadas recentemente pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) no Diário Oficial do Município (DOM), devem derrubar em até 30% os negócios das empresas que prestam serviços de impressão em grandes formatos na Capital.

Mas se a nova determinação (Lei nº 9.845/2010) para uns foi vilã, para aquelas que detêm os espaços rendeu fôlego extra. Como as áreas disponíveis para a fixação de outdoors e placas em geral também serão reduzidas, o custo deverá saltar até 100%. O preço médio dos engenhos de publicidade por duas semanas em Belo Horizonte poderá chegar a R$ 2 mil, principalmente às vésperas do Natal, dia das Mães e Namorados.

Pela lei, apenas as vias arteriais (avenidas Amazonas, Cristiano Machado, Pedro II, entre outras) e as vias regionais, localizadas dentro dos bairros, poderão receber placas de rua. Já o perímetro urbano, localizado dentro dos limites da avenida do Contorno, deverá ser preservado.

Para quem instalar outdoors em locais proibidos, a multa agora também é mais "salgada" R$ 5 mil na primeira autuação, R$ 10 mil na segunda e R$ 15 mil na terceira.

Conforme informações da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, atualmente existem cerca de 1,5 mil outdoors na capital mineira. Em 2009, eram cerca de 3 mil. Com as novas normas, que entram em vigor a partir de 9 de abril, sábado, serão apenas 400. A partir desta data, todo engenho deverá passar por processo de licitação antes de ser fixado. Além disso, a instalação da peça deverá ser registrada pela Secretaria Municipal de Finanças no Cadastro de Engenho de Publicidade de Belo Horizonte (Cadep).

Hoje, existem cerca de 1,5 mil outdoors na capital mineira, com as novas normas, serão apenas 400

De acordo com o proprietário da Digital Serviços, empresa especializada em impressão digital, Alexandre Davis, a demanda deve registrar queda de 30% já nas primeiras semanas após a nova regulamentação. No entanto, conforme o empresário, esse cenário já era previsto, o que o forçou, há 4 anos, a diversificar a área de atuação. "Ampliamos nossos serviços de mídia exterior, passando a produzir banners e adesivos, por exemplo."

O proprietária da Canal Serigrafia, outra empresa voltada para a prestação de serviços gráficos tanto em papel quanto em lona, sediada em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), Ailton Vicente de Oliveira, é outro que prevê queda de 30% na demanda de impressão para outdoors. Uma das saídas, segundo ele, é ampliar a atuação em outras cidades da RMBH em que não há regras semelhantes às praticadas na Capital.


Aprovação - O Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior no Estado de Minas Gerais (Sepex-MG) aprova as novas normas para a instalação e fiscalização dos engenhos de publicidade em Belo Horizonte. Para o presidente da entidade, José de Assis Tito, a medida é um marco no relacionamento entre as empresas que atuam no setor e o poder público.

Segundo ele, apesar da tendência natural de elevação do preço das placas, o próprio mercado vai ser o principal "regulador". "Não adianta inflacionar. Se isso ocorrer, os próprios empresários vão rejeitar este tipo de mídia", avaliou.

Conforme Assis Tito, desde que participou da Conferência Municipal de Políticas Urbanas, há dois anos, o Sepex-MG trabalhava em prol da nova legislação. "Buscávamos uma maneira de regularizar o uso do outdoor. Este é um ganho para a cidade e para o empresariado que atua no segmento", garantiu.

Ele lembrou que, após a Conferência Municipal de Políticas Urbanas, a Câmara Municipal de Belo Horizonte fez adequações no Código de Posturas (2003). A partir daí, o prefeito Marcio Lacerda sancionou a nova lei, determinando sua regulamentação e, agora, sua aplicação.

Na opinião de Assis Tito, a medida pode ser a solução definitiva para a polêmica arrastada há anos, envolvendo o setor de mídia exterior e o poder público. "Agora, os outdoors poderão ser vistos novamente com bons olhos. Além disso, as empresas - sérias - só têm a se beneficiar com a regularização através da diversificação das suas áreas de atuação assim como já ocorre nos Estados Unidos e Europa", avaliou.

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Diário do Comércio

Estratégia do Pão quente | Padaria é a seção com maior margem percentual no autosserviço


O famoso pão quente parece que resolveu se tornar lucrativo. Se antes era para só para atrair o cliente, se tornou uma categoria rentável para o setor. E você só vende o pãozinho?

Levantamento feito por SM para a edição do 40º Ranking de Supermercados, que circulará a partir de 20/04, constatou que a seção de padaria/confeitaria é que mais contribui percentualmente para a margem bruta das empresas supermercadistas. Além dela, nesses termos, também estão entre as cinco mais importantes bazar, hortifrútis, higiene e beleza e limpeza.

Segundo Simone Terra, consultora de varejo e trade marketing, uma explicação para essas seções ocuparem o topo da lista é o fato de os preços praticados não serem comparáveis. Ou seja, o consumidor não guarda os valores dos produtos na memória, como acontece com categorias do setor de alto giro. Em função disso, é possível aplicar percentuais de lucro maiores.

Com margem bruta de 46,99%, a padaria/confeitaria é uma seção na qual os supermercados podem criar diferenciais nos produtos, pois são produtos fabricados na própria loja. “Se o supermercado inclui um aroma diferente ou fabrica o produto em um formato que não existe, já criou algo diferente em relação à concorrência”, acrescenta a consultora. E isso justifica preços superiores aos dos estabelecimentos vizinhos.

No caso do bazar, a especialista lembra que a compra nas categorias dessa seção é, na maioria das vezes, de conveniência ou impulso. “O cliente vê um balde e aí se lembra de comprar”, diz Simone. Por essa característica, a margem bruta alcança uma média de 42,64% no setor.

“Essa seção possui uma infinidade de oportunidades, que pode elevar a lucratividade do supermercado. O segredo está em definir o mix corretamente. E essa tarefa passa por conhecer o perfil da clientela da região para selecionar adequadamente as categorias do bazar”, explica. Um exemplo: se a loja está localizada em uma área com muitos escritórios, pode ser interessante ampliar o sortimento de itens de papelaria.

Já no caso dos hortifrútis, cuja margem é de 37,56%, o grande diferencial é a qualidade. “Nessa seção, há produtos nos quais não é possível aplicar margens altas em função da concorrência, como batata, cenoura, banana. Já outros, com menor giro, permitem percentuais mais elevados. Caso do kiwi, da carambola e alguns tipos de uva”, explica.

Com margem bruta de 32,22%, o setor de higiene e beleza poderia contribuir mais com o lucro dos supermercados se tivesse um sortimento mais adequado e conseguisse competir com as farmácias. “Na minha opinião, a melhor estratégia para a seção é procurar elevar o volume, o que puxaria o lucro em valor, em vez de aplicar margens muito altas. Isso torna os preços menos competitivos em relação às drogarias”, completa a consultora.

Os produtos de limpeza, por sua vez, ganharam destaque porque no último ano os supermercados incluíram muitos itens que apelam à praticidade no mix. A margem bruta ficou em 31,55%.

Você controla o seu supermercado, o seu varejo a ponto de ter as margens na ponta do lápis?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Pesquisa | No Twitter, 51% não possuem seguidores e 32% não seguem ninguém

Você produz conteúdo? Apenas 0,01% dos usuários do Twitter produzem metade dos textos publicados.

O Twitter possui 175 milhões de contas registradas. Porém, esse número não revela uma discrepância gritante do serviço. Apesar de todas as possibilidades geradas pela rede de microblog, o Twitter se tornou um meio de comunicação como os tradicionais rádio e televisão, onde poucos falam para muitos.

Segundo uma pesquisa encomendada pelo Yahoo!, 50% de todo o volume de tuítes são disparados por um pequeno grupo de 20 mil usuários – cerca de 0,01% do número total de contas. A pesquisa analisou 260 milhões de mensagens publicadas entre os dias 28 de julho de 2009 e 8 de março de 2010 para chegar aos dados finais.

Considerando as listas criadas pelos clientes no microblog, os analistas dividiram os usuários em dois grupos: um de elite, formado por celebridades, blogueiros, artistas, comunicadores etc., e um outro formado por usuários comuns, que compõem a massa de seguidores do site.

Reportagem divulgada pelo site Business Insider reforça a teoria publicada pelo Yahoo!. Segundo uma fonte interna à qual o site teve acesso, 90 milhões de usuários do Twitter (51,4%) não possuem nenhum seguidor. Outros 85 milhões teriam um ou mais seguidores.

Por outro lado, 119 milhões de contas seguem uma ou mais pessoas, enquanto outras 56 milhões (32%) não seguem nenhuma outra. De acordo com o Business Insider, os números foram retirados da própria base de dados do Twitter.

Se comprovados, esses números indicam que grande parte de usuários do Twitter criaram uma conta no serviço, mas não são usuários ativos. Não publicam mensagens e nem se relacionam com outros usuários.

Sem interatividade, não há dados de comportamentos sobre a rede 100% confiáveis, ou ela acaba sendo "generalizada" de forma a apontar tendências.

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Design | Sopa Campbell´s dá adeus à lata de Warhol

Novo mundo, nova forma de apresentar o produto. Não dá para vender o mesmo produto sem acompanhar as mudanças do mundo.

Um dos principais símbolos da pop art, a famosa lata de sopa imortalizada por Andy Warhol está cada vez mais próxima de virar raridade nas prateleiras. No Canadá, as sopas passaram recentemente por uma mudança na forma de armazenamento, e já são vendidas em caixinhas e sachês.

As embalagens estão disponíveis para 25 itens de uma nova linha de produtos da marca, que inclui sabores naturais e sem corantes. O projeto de branding foi desenvolvido para comunicar esses lançamentos.

A criação é do escritório de design Path, de Londres.

Em 2010, os rótulos da sopa já haviam passado por uma modificação, em que a imagem da sopa ganhou traços de fumaça, a colher - que antes era mergulhada no prato - foi excluída, e o logo teve seu espaço reduzido. Na época, a empresa manteve os desenhos antigos em apenas três sabores da sopa.

E a sua empresa, está renovando a cara das suas embalagens?
Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Estratégia Terrorista | TIM vai ao Conar para acusar Claro de propaganda enganosa

Quando você monitora o seu micro-ambiente de marketing, a "Estratégia Terrorista" faz todo o sentido?
De acordo com a TIM, filme intitulado “Claro Fala Mais Brasil por chamada” induziria consumidor a um entendimento errado da peça.

A TIM entrou com uma representação no Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) contra a Claro apontando indício de propaganda enganosa na nova campanha da empresa que começou a ser veiculada no final de semana passado.

Segundo nota divulgada pela assessoria da TIM, o filme intitulado “Claro Fala Mais Brasil por chamada” induz o consumidor a um entendimento errado da peça, já que a Claro oferece valores que não condiz com a real oferta da operadora, pois ela efetua a cobrança pelo tempo de chamada e não por chamada como informa a peça publicitária.

Ainda na representação junto ao Conar, a TIM ainda alega que a campanha “Troque de Chip” incentiva o consumidor a mudar de operadora sem realmente saber quais são as reais ofertas da campanha da empresa.

Transparência | se você é uma empresa que vai muito ao público e não está preparado para comunicar com clareza, saiba que o seu concorrente pode ajudar a engrossar a voz em suas escorregadas.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

Market Share | Petrópolis encosta na Schin no mercado de cervejas

Inovação e conceito, essa é a resposta para a disputa no mundo das cervejas.

A cervejaria Petrópolis está 0,17 ponto percentual atrás da Schincariol na briga pelo segundo lugar no mercado brasileiro de cervejas. Os dados da Nielsen correspondem ao mês de fevereiro e confirmam a ascensão da cervejaria carioca na briga pela vice-liderança.

De dezembro para janeiro, a diferença entre as duas companhias já havia caído de 2,5% para apenas 0,6%. A Ambev mantém sua hegemonia com 68,23% de participação. Entre as marcas, a Skol lidera com 32,4%, sendo seguida por Brahma (17,6%), Antarctica (11,8%), Schin (9,7%) e Itaipava (7,7%).

Reajuste nos preçosCom a nova tributação das bebidas valendo a partir de hoje (01), as fabricantes de cervejas e refrigerantes já anunciaram que irão repassar o aumento ao consumidor final. Apesar de não apontarem um índice preciso de reajuste, tanto a Ambev, quanto a Schincariol já declaram que não têm como absorver o impacto da nova carga tributária, que, segundo cálculos do setor, deve subir cerca de 14% para as cervejas e 20% para os refrigerantes.

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: SM, Brasil Econômico e Valor Econômico

Varejo | Rede Bahamas investe R$ 20 milhões em novo centro distribuição

Logística, ponto chave no processo de eficiência das redes de supermercados.

O grupo Bahamas, rede de supermercados com atuação na Zona da Mata, está concluindo seu novo centro de distribuição (CD), que está sendo construído em uma área industrial de Juiz de Fora. O investimento, de R$ 20 milhões, vai triplicar a capacidade de armazenamento da empresa. Além disso, irá facilitar a logística de recebimento e envio de produtos. A obra faz parte de um projeto mais ambicioso, que tem como objetivo final dobrar o tamanho da rede nos próximos dez anos. Por isso, aquisições no setor não estão descartadas.

"Vamos passar de uma empresa de médio porte para uma empresa de grande porte", disse o gerente de Marketing, Nelson Júnior. Segundo ele, a ideia é abrir cinco unidades, em média, a cada ano. Atualmente, o grupo possui 26 lojas concentradas em cidades da Zona da Mata e do Campos das Vertentes.

Ele informou que o terreno onde está o novo CD - de 328 mil metros quadrados - já tem espaço reservado para um segundo galpão de armazenamento, a ser construído numa segunda etapa do projeto de expansão. A obra que será inaugurada no próximo mês tem 15 mil metros quadrados de área construída e um pé direito de 15 metros. Medidas duas vezes maiores do que toda a estrutura do antigo centro de distribuição.

A transferência das atividades de distribuição de uma área residencial de Juiz de Fora para uma região industrial deve retirar do centro da cidade 60 carretas por dia. Nelson Júnior também explicou que o novo espaço dará à empresa condições de prospectar novos negócios e ampliar seu mix de produtos. Esse planejamento, conforme ele, ainda não está concluído.

A diretoria da empresa está finalizando o plano e as metas do grupo para os próximos dez anos. Entre os itens que estão sendo discutidos, está a aquisição de bandeiras e supermercados menores. "Ainda não foram feitas sondagens, nem prospecções, mas certamente devemos fazer aquisições", revelou o gerente.

Investimento - Além do novo CD, o grupo Bahamas vai investir R$ 18 milhões na inauguração de seis lojas em Minas Gerais ao longo de 2011. A expectativa é de ampliar a área de atuação para outras regiões do Estado. Atualmente, a rede conta com 26 lojas em Minas, sendo 21 com a bandeira Bahamas (varejo), três com a marca Empório Bahamas (gourmet) e duas com a SupriAki.

A empresa fechou o ano passado com faturamento de R$ 759 milhões, 12% a mais do que total registrado no exercício anterior. Nos três primeiros meses de 2011, o grupo registrou crescimento médio de 15% ao mês e a expectativa é de que esse percentual seja ampliado após a inauguração do novo centro de distribuição.

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Diário do Comércio

Estratégia de Disversificação | Bombril quer os Cosméticos da Bertin

É simples ver como as empresas decidem investir em diferentes negócios. O dififultador é o processo que mostre a importância de se diversificar. Eu faço justamente isso, o processo de mudança para a Diversificação.

Aliás, a primeira coisa a se mudar é o LOGO, concordam?

Segundo Ronaldo Ferreira, presidente da Bombril, a companhia já conversou com o grupo sobre uma possível negociação. A empresa deve anunciar, em abril, a sua primeira aquisição no segmento de cosméticos. De acordo com o executivo, a entrada no ramo de cosméticos se dará de forma gradual.

“Já conversamos com o Bertin e, se eles estiverem dispostos a nos financiar, temos interesse em suas marcas. Mas essa primeira compra será de uma empresa menor, cujos produtos são comercializados apenas em redes de farmácias”, afirmou Ferreira. O novo segmento da companhia não terá nenhuma relação com a marca Bombril. “Será uma marca própria, pois não queremos assustar os consumidores”, afirmou Ferreira.

Segundo ele, a Bombril já está desenvolvendo duas linhas de cosméticos próprias e essa primeira aquisição servirá como complemento de suas linhas. “Buscamos uma empresa com experiência nesse mercado. Não queríamos entrar em um novo segmento sem conhecer como ele funciona”, disse o executivo.

Além da aposta em um novo segmento, a Bombril vem executando diversas ações para reposicionar sua marca de produtos de limpeza e prevê também a ampliação do portfólio da empresa, que até o final do ano deve contemplar cerca de 500 itens. A previsão para 2012 é que este número ultrapasse 600, incluindo uma linha PET e outra Automotiva.

Ainda como parte da sua estratégia de transformação, a empresa inaugurou nesta quinta-feira (30), em São Paulo, o IRSF - Instituto Roberto Sampaio Ferreira -, braço para ações de sustentabilidade e responsabilidade social da Bombril, cujo nome é uma homenagem ao fundador da companhia, que faleceu em 1981.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: Portal Exame, SM

Marketing Promocional | Peixe Urbano "sai do ar" após promoção de R$ 0,01

Planejamento, essa é a base para que uma ação de marketing seja feita com o menor risco possível. Não deu certo? Reveja o que foi planejado.

Uma promoção comemorando o aniversário do Peixe Urbano com produtos à venda por R$ 0,01 derrubou o site de compras coletivas nesta manhã. O site de compras coletivas Peixe Urbano não suportou o tráfego gerado por uma série de ofertas de aniversário.

Uma promoção, com produtos oferecidos por 1 centavo, derrubou a página do site de compras coletivas. Ao acessar o endereço, os internautas deparavam com a seguinte mensagem: "Página temporariamente fora do mar. Querido Cardume, nosso site está enfrentando pequenas ondas de instabilidade. Mas já estamos agitando as barbatanas e mexendo as nadadeiras para que você continue aproveitando sempre as melhores ofertas da sua cidade".

A empresa tomou conhecimento da pane na manhã de hoje. "A oferta começou à meia-noite desta quinta-feira em comemoração ao primeiro ano de existência do Peixe Urbano", explica o fundador do site, Julio Vasconcellos. "São quase cem ofertas em vários segmentos. O acesso foi grande e tivemos problemas em algumas regiões brasileiras, principalmente em São Paulo. Mas já estamos todos trabalhando para resolver o problema", esclareceu o diretor hoje de manhã.

Por volta das 11h, o site voltou a funcionar em São Paulo, mas ainda de forma muito instável. Às 12:30, apesar de ainda haver certa lentidão, já era possível efetuar as compras na promoção de R$ 0,01.

Ofertas por 1 centavo
Entre as ofertas de 1 centavo do Peixe Urbano para São Paulo, a página destaca: 2 espetinhos na rede Casa do Espeto, smoothie no Proteína, tigela grande de açaí no Mirante Mooca, um cupcake na DeliCake de Moema, três meses de DVDs na rede Blockbuster e ingresso para visitação ao aquário Acqua Mundo, entre outras.

Abs,

Jony Lan
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Fonte: Exame

Estratégia de diversificação | Bradesco cria fundo de private equity para investir no setor varejista

Se a sua competência é calcular risco e retorno sobre o investimento, nada melhor do que utilizar em outros setores essa expertise. Já em relação à gestão, se não tem, contrate.

O banco já reservou R$ 2 bilhões de recursos próprios, que serão investidos em companhias de médio porte até o fim do ano que vem. No radar, estão principalmente empresas ligadas à cadeia de óleo e gás, agronegócio e varejo.

Cada investimento será entre R$ 150 milhões e R$ 250 milhões, por um prazo de até sete anos. A intenção é comprar participações "relevantes", sem assumir o controle nem interferir de forma intensiva na gestão da companhia, como fazem fundos mais agressivos, no estilo GP e Advent. "Vamos exigir um assento no conselho para acompanhar os controladores", diz o vice-presidente do banco, Norberto Barbedo

O fundo de private equity do Bradesco, considerado o segundo maior banco privado da América Latina, cuja sede fica em Osasco, na Grande São Paulo, chega ao mercado com um universo de 22 mil possibilidades de investimento - esse é o número de empresas de médio porte que hoje integram a carteira de clientes do banco. "Tínhamos dentro de casa um potencial enorme que não estava sendo aproveitado", diz Barbedo. "A ascensão social das classes E e D, em direção à C, está acontecendo também nas empresas."

Em pouco mais de três meses, o banco já mantém negociações avançadas com 12 empresas. A meta é fechar investimentos de R$ 1 bilhão até março do ano que vem com pelo menos metade dessas companhias.

TendênciaA entrada de bancos de varejo no segmento é uma tendência que começou a se desenhar no País há dois anos, e foi impulsionada pelo bom momento da economia. "Um sinal de que ficou menos interessante emprestar dinheiro", constata o advogado Luiz Leonardo Cantidiano, ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A regra é clara, os negócios próprios, ou seja, as empresas, são o investimento de maior risco e de maior retorno financeiro.

Abs,

Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com
Fonte: O Estado de S. Paulo