Branded Content desenvolve ações interativas com cliente

Um Marketing Experience sem a experiência própria e sim a do outro mas visto por alguém, esse é o foco do Brand Content. Levar o consumidor para dentro da ação de uma marca sem deixá-lo entediado. Este é o desafio das agências de marketing e publicidade, que encontraram no "Branded Content" a ferramenta ideal para levar o cliente para dentro da marca.

"O Branded Content é quando a marca passa a mensagem publicitária de uma forma tão orgânica que o consumidor acaba captando essa ideia diferente", disse a diretora da Content House, Adrianne Elias.

"Pesquisas mostram que as pessoas se dispersam muito com as publicidades convencionais", afirmou Adrianne Elias

A televisão e a internet são os meios mais comuns e dinâmicos para se trabalhar com este conceito publicitário. O reality show "A Fazenda", por exemplo, realiza provas com os participantes com marcas como patrocinadoras.

De acordo com dados divulgados pela Bandeirantes e Record, essas ações representam, em média, 16% do faturamento comercial total das emissoras.

Este tipo de iniciativa está se tornando cada vez mais comuns nas novelas e na rádio (com programas patrocinados por uma marca). "Pesquisas mostram que as pessoas se dispersam muito com as publicidades convencionais", afirmou a diretora da agência.

No meio digital, as campanhas são mais expansivas. A Content House criou para a Bohemia uma ação em que os internautas podiam criar o rótulo personalizado. "A internet não nos dá limite para a imaginação", declarou Adriannne.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Brasileconômico

Nicho | McDonald's vai abrir primeiros restaurantes vegetarianos

Estratégia também é o poder de executar ações conforme a demanda. Duas lojas serão instaladas em centros de peregrinação na Índia, de acordo com site.

O McDonald's abrirá em 2013 seus primeiros restaurantes exclusivamente vegetarianos no mundo, de acordo com o Financial Times. As lojas serão erguidas em centros de peregrinação na Índia, como parte de uma estratégia para expandir em um mercado em que vacas são sagradas e a porcentagem de vegetarianos é alta.

O primeiro restaurante ficará na cidade de Amritsar, no estado de Punjabe, local do Templo Dourado, um dos mais importantes lugares de culto do Siquismo.

Já o segundo será construída próximo a Vaishno Devi Mandir, um local de peregrinação hindu que atrai centenas de milhares de visitantes todos os anos.

“Uma loja vegetariana faz absoluto sentido nos lugares que são famosos centros de peregrinação", disse Rajesh Kumar Maini, um porta-voz do McDonald's na Índia ao Financial Times.

Na Índia, a marca já possui um menu 50% vegetariano. Lá, o sanduíche "McAloo Tikki", que usa uma empada à base de batata temperada, é o produto mais vendido da rede, respondendo por um quarto do total de vendas. Entre as ofertas à base de carne de frango, o "Maharaja Mac" também está entre os favoritos.

Apesar de estar há mais de uma década e meia na Índia, a rede de fast food tem apenas 271 lojas no país. Segundo Maini, esse é um número que a marca espera dobrar ao longo dos próximos três anos.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: exame

Fidelização via Check-in | sistema via "Face" reconhece o seu rosto por câmeras em estabelecimentos

‘Facedeals’ | câmeras atuais já conseguem integrar o "check-in" do Facebook e de outros programas e redes sociais à um sistema de fidelização das empresas e estabelecimentos. 

Confira:
 

Imagine você chegando à um bar e é automaticamente reconhecido pelo "facedeals". Atualiza o seu Facebook automaticamente e o estabelecimento recebe uma mensagem dizendo que vc chegou e que gosta de uma determinada bebida. Você recebe uma mensagem de volta dizendo que por estar no local, ganha um desconto na aquisição do produto 'X' que é justamente o que você gosta. Incrível, não? Realidade. O Futuro chegou e os visionários já podem usar a criatividade aara incrementar o Marketing Experience a níveis nunca antes vistos. Já imaginou isso em um ponto de venda? Você de frente para a gôndola de iogurtes, o sistema te identifica, você recebe uma mensagem dizendo que se levar 5 produtos da marca X ganha um boné do Sérgio Malandro! Yeah Yeah!!!!! Isso é de mais! Isso é MKTmais!!!!!!

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Cachaça artesanal movimenta mercado de R$ 7 bi no Brasil

98% da produção é feita por pequenos empresários, ótimo cenário para abrir uma destilaria de cachaça! Lucas Mendes, da Tábua: em breve, marca de Salinas deverá ser exportada para os EUA.

Empresas de pequeno porte são maioria, como a Tábua, de Salinas, que investe em parcerias para crescer.

Ela é conhecida como branquinha ou marvada. Não importa o apelido, a cachaça é tradição no Brasil, que consome 99% de sua produção. Não à toa, esse mercado movimenta R$ 7 bilhões por ano - incluindo a produção da bebida, fornecimento de insumos e a comercialização.

Além das grandes e famosas marcas como a Caninha 51, o Velho Barreiroa e a Ypióca, esta última comprada recentemente pela Diageo, dona do whisky Johnie Walker, as cachaças de alambique, produzidas artesanalmente em pequenas propriedades rurais, estão conquistando espaço cada vez maior.

O empresário José Lucas Mendes conhece bem esse potencial. No início da década passada, ele deixou o seminário,onde se preparava para ser ordenado padre e mergulhou na produção de cachaça artesanal.

Na propriedade da família, em Salinas (MG), cidade berço de marcas consagradas como Seleta, Boazinha e Anísio Santiago (antiga Havana), Mendes produz cerca de 350 mil litros da Tabúa por ano. Em 2010, a produção lhe rendeu R$ 2,5 milhões e possibilitou novos investimentos no alambique.

A marca, que no próximo ano completará dez anos, já está entre os principais rótulos em bares e restaurantes de Minas Gerais e São Paulo. Para comemorar o aniversário, a empresa deverá lançar uma edição especial, batizada de Tabúa 10 anos.

Além disso, como estratégia para crescer, Mendes fechou uma parceria com o Pão de Açúcar. "Nossas cachaças estão nas gôndolas de toda a rede", comemora. Outra parceria, com um empresário paulista, dono das cachaças Salivana, Beija-Flor e Paladar, deve integrar a distribuição e a produção das bebidas.

O mercado de cachaça no Brasil vem se mantendo estável nos últimos anos. Dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) apontam que atualmente são processados 1,4 bilhão de litros da bebida, por 40 mil produtores, 98% deles de pequeno porte.

Ao todo são quatro mil marcas registradas, que respondem por 86% do consumo de destilados. Por outro lado, o mercado externo tem grande potencial de crescimento. "A cachaça é o terceiro destilado mais consumido no mundo", revela José Lúcio Mendes, diretor de marketing da Expocachaça.

No final de julho, a região de Salinas recebeu a aprovação do pedido de indicação geográfica para a cachaça, o que deve aumentar a competitividade do produto. Além do município mineiro, apenas Parati, no Rio de Janeiro, tem o selo.

"Isso vai nos ajudar a agregar mais valor à cachaça de Salinas e crescer no exterior", explica Mendes, da Tabúa, que já negocia o início das vendas de sua marca no mercado norte-americano. Atualmente, as vendas das empresas no exterior movimentam cerca de US$ 17,3 milhões.

Seca prejudica negócios

O plano da Tabúa para 2012 era produzir ao menos 400 mil litros. Mas a seca que abateu os canaviais na região comprometeu o desempenho. "Nossa produção será de 100 mil litros", diz Mendes.

Segundo ele, a queda da produtividade não afetará de imediato o caixa da empresa, que atualmente comercializa a bebida produzida nas safras anteriores. Mas no próximo ano, a Tabúa terá que produzir 500 mil litros. "Para isso, vamos ampliar o plantio", diz. Por isso, o lançamento de uma nova marca da Tabúa, previsto para 2013, terá que esperar.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: brasileconômico

Inovações | juntar duas funções para criar uma nova: bolsa jaqueta e bicicleta esteira

A criatividade se torna uma inovação quando ela é comercializada, e quando ela funciona e é comercializada, aí sim! Duas criações que já existem a tempos!

A Jaqueta é para fugir do excesso de bagagem das Cias Aéreas Low fare.


Já a Bicileta esteira (Treadmill Bike)é para aqueles que cansaram de andar de esteira em locais fechados, mas não querem pedalar como uma bicicleta.


A inovação não precisa ser algo disruptivo, a simples junção de duas ideias criaram um novo produto! Experimente!

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Marketing | Pirelli lança clube de fidelidade para lojas credenciadas

Fidelização é pensar no ganha-ganha para todos os players do sistema de marketing. O programa premia proprietários dos estabelecimentos: na aquisição dos modelos UHP da Pirelli é possível acumular pontos, que podem ser trocados por produtos diversos, como jaquetas,cases para notebook, bolsas de viagem, entre outros ou itens para incrementar o PDV, como cafeteiras Nespresso e Dolce Gusto, Frigobar, LCDs de diversos tamanhos, Notebooks, Tablets, Baleiros, Climatizadores de Ambiente etc. Estão também disponíveis materiais de comunicação sofisticados, como displays diferenciados, expositores e materiais nobres e até uma seleção especial de mini-máquinas UHP.

“A ação foi pensada para incrementar o relacionamento da marca com os donos das revendas, também chamadas de ‘rodeiros’. Ao invés de simplesmente adquirirem os itens para abastecer sua loja, eles ainda ganham o direito de receber prêmios e melhorar o visual do ponto de venda.”, afirma o sócio-diretor da Bamberg, Gui Bamberg.

Além da mecânica de premiação, foi criada também uma plataforma de relacionamento que integra o sistema do Privilegiato à intranet da Pirelli, que proporciona a atribuição dos pontos, a emissão de extratos e todo o controle da ação. Os prêmios ficam disponíveis em um catálogo eletrônico e podem ser resgatados a qualquer momento, de acordo com a pontuação acumulada, por tempo indeterminado.

A Pirelli é uma das empresas que mais investem em marketing de incentivos no Brasil. As campanhas desenvolvidas para a marca seguem a tendência dos formatos perenes, que, de acordo com a AMPRO – Associação de Marketing Promocional – devem prevalecer nos próximos anos. Além de potencializarem as vendas e permitirem um incremento considerável no EBITDA (sigla em inglês para Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), as ações de incentivo de longo prazo fidelizam a marca e fazem com que as empresas tenham ferramentas para promover um relacionamento ainda mais rentável, seja com seus funcionários, canais de venda ou clientes.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: portaldapropaganda

Luxo | Marcas francesas de luxo preveem 20 anos de sucesso no Brasil

O mercado de luxo avança e as marcas francesas setem a competitividade nacional bater à sua porta. Elisabeth: conversas com autoridades para reduzir carga tributária.

Hoje, país responde por 2% das vendas, mas Comitè Colbert, que reúne principais empresas do setor, vê tendência de aumento.

As marcas de luxo que pretendem se instalar no Brasil enfrentam uma séria concorrência: a criatividade do povo brasileiro, que facilita o surgimento de marcas nacionais.

"A competição por aqui é muito forte, porque existem boas marcas brasileiras em vários segmentos do luxo, como a moda, os cosméticos e os hotéis", afirmou, ao Brasil Econômico, Elisabeth Ponsolle des Portes, presidente do Comité Colbert, uma associação que reúne algumas das principais marcas de luxo da França.

Não é somente a criatividade brasileiras que atrapalha a chegada de novas marcas de luxo ao mercado brasileiro.

"A carga tributária por aqui é muito grande e o preço dos produtos acaba sendo pelo menos o dobro no Brasil", afirma Elisabeth. Segundo ela, o Comité Colbert tenta contornar essa situação entrando em contato com as autoridades brasileiras para diminuir essas barreiras.

"Seria bom não só para nós, mas para a economia como um todo, já que mais lojas significam mais emprego e até mais impostos para o país."

Enquanto a situação não muda, o brasileiro tende a saciar seu desejo por marcas de luxo no exterior. "Hoje, apenas 40% vendas de artigos de luxo para brasileiros são realizadas no Brasil", afirma a executiva.

Mesmo diante desses desafios, atender o mercado brasileiro com lojas instaladas por aqui é algo que faz brilhar os olhos de muitas grifes francesas. Hoje, os brasileiros respondem por 2% das vendas globais de mercado de luxo, número que tende a crescer.

"Nos últimos dois anos vemos um movimento de abertura de lojas francesas por aqui", diz Elisabeth. A expectativa dessas empresas é que o mercado se mantenha favorável a elas por, pelo menos, mais 20 anos, motivado pelos aspectos demográficos do país e pelo aumento da renda.

Não é só o maior poder aquisitivo do consumidor local que torna o mercado atrativo. "O brasileiro tem uma característica que nem sempre é encontrada em outros mercados: ele valoriza demais os aspectos intangíveis do luxo, como um atendimento diferenciado, por exemplo", afirma Elisabeth.

Outra característica típica dos brasileiros que serve como estímulo para as marcas francesas é a boa imagem de seus produtos por aqui. "Existe uma relação muito antiga entre os dois países e os brasileiros gostam muito do que vem da França", diz a executiva.

O comitê
A entidade presidida por Elisabeth, o Comité Colbert, é uma espécie de clube restrito para marcas de extremo luxo. Para se tornar membro, a empresa precisa reunir uma série de características, como presença internacional, produtos criativos e de qualidade e ter uma certa "poética". "Uma marca só é realmente de luxo quando faz as pessoas sonharem", diz Elisabeth.

Hoje, esse clube é composto por 75 marcas, como Hermès e Louis Vuitton, que juntas movimentam ¤ 31 bilhões por ano, sendo 89% desse valor para mercados fora da França. "Japão e Estados Unidos são os grandes compradores, mas Brasil, China e Rússia ganham cada vez mais espaço", diz Elisabeth.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte:Brasileconômico

Unilever lança mais um tempero com embalagem para forno

Novos produtos | Por meio da marca Knorr, a Unilever lançou o Minha Carne Assada. Trata-se de um tempero em pó acompanhado de saquinho para envolver carnes vermelhas e assá-las no forno com praticidade, dispensando a necessidade de mariná-las e sem sujar a assadeira. “Pensamos no consumidor que aprecia o sabor, mas não tem tempo para ficar na cozinha”, comenta a diretora de marketing da Unilever, Ana Paula Duarte.

O produto, oferecido em duas opções de sabor (caseiro e alho e ervas), é apresentado em um sachê de filme plástico laminado com alumínio. No envoltório, tempero e embalagem para assar são dispostos em compartimentos separados, produzidos por uma selagem adicional. A Unilever não informou quem assina o design e nem o fornecedor da embalagem.

Segundo a Unilever, o Minha Carne Assada surge na esteira do sucesso do Meu Frango Assado, lançado meses atrás sob o mesmo conceito.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: embalagemmarca

McCafé lança Quadrado de Frutas Vermelhas e volta com a bebida Vanilla Latte


A partir desta semana, o McCafé incrementa o cardápio com duas opções: Quadrado de Frutas Vermelhas e Vanilla Latte. A primeira é lançamento e trata-se de um pedaço de bolo finesse coberto com crocante e frutas vermelhas. A segunda opção já esteve outras vezes no cardápio e é feita com leite integral, café, xarope de baunilha e caramelo crocante polvilhado. Ambos estão disponíveis em todos os McCafé do Brasil.


“Estamos sempre atentos às necessidades dos consumidores, por isso faz parte da nossa estratégia surpreender com novos produtos e, em alguns casos, relançar opções que fizeram sucesso e marcaram a experiência do cliente com a marca”, comenta Vlamir dos Anjos, Gerente de Planejamento e Marketing da Arcos Dourados, empresa que administra a marca McDonald’s no Brasil.

Sobre McCafé
O McCafé é um espaço dentro dos restaurantes McDonald’s inspirado nos bistrôs, com decoração arrojada e cardápio requintado, tendo como estrela o café tipo gourmet, produzido com 100% de grãos do tipo arábico, considerado um dos mais nobres do mundo. Oferece bebidas quentes e frias que podem ser servidas com delícias doces ou salgadas. No Brasil, o primeiro McCafé foi inaugurado em 2000, em São Paulo. Atualmente, há 75 unidades distribuídas pelo país, e todas oferecem acesso sem fio gratuito à Internet e jornais e revistas para uma leitura relaxante enquanto os clientes degustam os produtos. O McCafé é uma das maiores redes de cafeteria do mundo com mais de 3.160 pontos, distribuídos em mais de 30 países como Alemanha, Áustria, China, Cingapura, EUA, França, Itália, entre outros.

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Multitexto

Marketing interativo | Nissan lança o melhor "Scrolling Site" do Note, carro que faz mais de 20km/l

A interação é uma ótima forma de você dar controle a quem interessa, o seu público alvo. 

A Nissan do Japão fez um site em que você controla pelo scrolling ou a famosa barra de rolagem, seja pelo mouse, pela setinha para baixo, pelo "page down".


Teste e tente fazer de forma reversa. Aproveitem!
Clique no link e curta essa experiência: http://www2.nissan.co.jp/SP/NOTE/SPECIAL/

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Nissan

Compre e ganhe | O Boticário lança campanha da Make B., Miami Sunset e sorteia viagem

O marketing promocional da Boticário conta com Filme, anúncios e spot que ganham frescor do verão e ares da cidade americana que dá nome à coleção.

A coleção primavera-verão de Make B., de O Boticário, Miami Sunset, será apresentada por um filme, dois anúncios e um spot, criados pela AlmapBBDO, no próximo dia 2 de setembro, no intervalo do Fantástico (Rede Globo). Os novos produtos chegam às lojas com uma promoção que também será comunicada por meio da campanha: a cada R$ 140,00 em produtos O Boticário, as consumidoras levam um kit e concorrem a viagens, com acompanhante, para Miami.


No filme “Projeções”, de 45’’, que estreiou no dia 2, uma mulher se produz com Make B. Miami Sunset e sai pelas ruas de São Paulo. Conforme ela caminha por pontos turísticos, imagens de Miami são projetadas nesses lugares. Ao edifício Copan, por exemplo, se sobrepõem imagens das palmeiras da Ocean Drive, famosa avenida daquela cidade. A locução explica: “O seu verão vai ter a cara de Miami. Nova coleção de maquiagem Make B. Miami Sunset de O Boticário.”. Cenas do desfile da marca no São Paulo Fashion Week e informações sobre a promoção fecham o comercial. A peça terá ainda uma versão de 30’’.

Revistas femininas e de celebridades terão anúncios de página dupla cheios de cores como os produtos da marca. A imagem de uma linda mulher de cabelos presos, com efeito molhado, e maquiagem vibrante divide espaço com produtos Make B. Miami Sunset. O título “Nova coleção de verão Make B. Miami Sunset. Direto das passarelas para o seu look” é complementado com informações sobre a promoção. A outra peça traz o mesmo título, além de produtos, como esmaltes, sombras e batom, com uma mulher com cabelos em movimento, compondo um look alegre e iluminado com maquiagem em tons de verde e alaranjado.

Já o spot trará uma conversa de uma cliente e uma vendedora de O Boticário. A mulher chega à loja interessada em todos os produtos da coleção Make B. Miami Sunset e pede também uma cadeira montável. A vendedora explica que a loja não vende cadeiras e a cliente pergunta indignada: "Mas onde é que o meu marido vai sentar quando eu estiver fazendo compras em Miami?" Entra então uma explicação sobre a promoção que levará as consumidoras da marca para a cidade.

Comunicação 360 graus
Para reforçar a chegada da nova coleção às lojas, além de filme para TV, anúncios em veículos impressos e spot para rádio, a campanha publicitária inclui ações em outros pontos de contato, entre O Boticário e o consumidor. O Programa de Fidelidade fará disparo de email marketing, mensagem via telemarketing e mensagem de voz aos clientes da base, informando as novidades. Uma estratégia digital com repercussão em redes sociais dará visibilidade aos novos produtos. A marca terá uma aba de Miami Sunset no Facebook, no endereço www.facebook.com/oboticario, com informações de conceito e inspiração para a coleção, detalhes dos produtos que chegam às lojas, passo a passo de looks, tutoriais de maquiagem, vídeos dos looks do desfile da coleção no SPFW e dos makes realizados para a campanha publicitária, com ficha técnica dos itens utilizados.

Sobre Miami Sunset
O Boticário viajou a Miami e buscou inspiração no clima, nas cores e nas festas sofisticadas da cidade para criar a coleção primavera-verão Miami Sunset. O pôr do sol encantador de um dia de verão foi a inspiração para o lançamento da fragrância Linda Miami Sunset e de outros 36 itens entre maquiagem, esmaltes e acessórios da linha Make B., que chegam às lojas, em edição limitada, a partir de 3 de setembro. A fragrância estará disponível aos consumidores em 29 de outubro.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: portaldapropaganda

Competitividade | Cerca de 40 redes de varejo estrangeiras invadem o Brasil

Se o Brasil é a "Bola da Vez" e muitas empresas estrangeiras querem entrar nesse mercado, é porque elas sabem que no Planejamento Estratégico delas, o Brasil está nos planos de expansão delas. A sueca H&M está entre as promessas de desembarque para 2013. Então, se preparem o varejo só terá lugar para os profissionais competitivos nos próximos anos. Mas se você não faz "cócegas nas grandes varejistas, relaxa."

Nova onda é esperada para os próximos 18 meses; marcas estão de olho na classe média emergente e acirram concorrência.

Os varejistas brasileiros devem ficar atentos a uma nova onda de desembarques de redes estrangeiras no país.

Pelo menos 40 delas - de origem coreana, japonesa, americana, canadense, mexicana e outras - deverão fincar bandeiras por aqui nos próximos dezoito meses, estima Marcos Hirai, sócio-diretor da BG&H.

Nesse meio, há o que existe de mais variado para gostos e bolsos: desde jeans, roupas em geral, presentes, fast foods a especialistas em algodão doce e pipocas sofisticadas. Mais do que volume, também chama a atenção o perfil dos empreendedores.

"Estamos vendo uma nova onda de empresas interessadas no Brasil e cresceu significativamente o número das que são voltadas às classes populares", avalia Hirai. "Recebemos consultas semanais. Talvez o movimento reflita o sucesso das que se arriscaram primeiro."

Sem revelar ainda nomes dos concorrentes que rondam o mercado nacional, o executivo alerta para os efeitos dessa nova leva de empreendedores.

Entre os beneficiados está o consumidor, que vai encontrar produtos e serviços diferenciados no universo varejista brasileiro, um gigante que movimentou vendas da ordem de R$ 749 bilhões no ano passado. Fornecedores também entram nessa lista.

Já na lista das consequências negativas está o aumento da disputa pelos pontos comerciais, sobretudo em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Nos últimos três anos, aliás, espaço tem sido um item da lista que tem custado cada vez mais caro aos empreendedores pela alta demanda, a ponto de atrasar inaugurações. Desde 2010, somente na capital paulista, os preços dos aluguéis comerciais dispararam média de 45%.

A variação é reflexo do próprio interesse estrangeiro pelo país. Nos dois últimos anos, cerca de 35 redes de fora fizeram estreia no Brasil.

Entre os mais recentes estão os espanhóis da Charanga, marca de roupas infantis, os italianos da Intimissimi, de lingeries, a Sukiya, uma espécie de Habib's do Japão (pelo modelo de negócios: refeição rápida a baixo custo), os portugueses da hamburgueria h3, as montadoras chinesas JAC Motors e Chery, a lanchonete americana Quiznos - similar ao Subway - para citar poucos nomes.

Muitos desses empresários têm sido meticulosos na hora de pesquisar o mercado brasileiro, diz Hirai. "Embora o Brasil seja a cultura mais fácil de trabalhar entre os países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), não é simples assim fazer sucesso. Há sempre o risco de o cliente não se adaptar a um produto ou serviço."

Para o executivo, a nova leva de empresas que vem por aí deverá afetar o cenário de varejo no Brasil. "Como chegam cada vez mais marcas populares, se verá concorrência acirrada em todas as esferas, entre empresários de grande, pequeno ou de médio porte."

Entre as promessas de desembarque para 2013 está a da rede sueca H&M, a segunda maior varejista de vestuário do mundo atrás da Zara. A intenção da companhia seria abrir pelo menos 30 lojas de uma só vez, com foco nas grandes capitais.

Segundo fontes próximas do varejo, ainda em vestuário, a alemã Peek & Cloppenburg (P&C), a inglesa Debenhams e a espanhola El Corte Inglés também mostraram interesse em desembarcar no Brasil.

Abs,

Jony Lan
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Fonte: brasileconomico