Novos Negócios | com investimentos de US$ 8 milhões, rede Johnny Rockets é lançada no Brasil

A rede de lanchonetes americana chega ao país com plano ambicioso depois de problema com marca.

Quase uma década e algumas disputas judiciais depois, a rede de lanchonetes americana Johnny Rockets faz sua estreia no Brasil, com planos ambiciosos de expansão. Inaugurado no começo do ano, o primeiro restaurante foi aberto em Guarulhos. Ainda em 2014, mais dez lojas devem ser abertas, podendo chegar a 100 unidades nos próximos 20 anos.


Há dez anos o empresário Antonio Augusto Ribeiro de Souza tinha autorização para explorar a marca no Brasil, mas se deparou com outra empresa usando a identidade visual da rede americana. “Desde 2004, a gente tenta registrar a marca junto ao Inpi, mas não tivemos êxito. Em 2011, a rede lá fora entrou com uma ação e conseguiu uma liminar para que a outra empresa retirasse a marca”, conta Souza.

Só em 2011 começou então o processo de tropicalização da operação, com adequação do cardápio e ingredientes usados. “Devemos terminar esse ano com dez lojas. Para o ano que vem, o projeto é continuar nesse ritmo, saindo de São Paulo e indo para outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre”, conta.


Nesta primeira etapa, todas as lojas serão próprias do empresário, que deve investir cerca de 8 milhões de dólares na expansão neste ano. Quando a operação estiver consolidada, novos sócios devem participar da empresa. “A minha opção não é franquia. Eu estou querendo montar uma estrutura com sócios minoritários, principalmente fora de São Paulo, que fiquem à frente da operação e tenham capacidade financeira para um determinado número de lojas”, explica.

Souza tem o compromisso de abrir, pelo menos, 29 lojas nos próximos dez anos, chegando a 100 unidades até 2034. Os restaurantes brasileiros reforçam a presença da rede na América do Sul. Chile e Equador já têm restaurantes da marca. No total, a empresa tem presença em 25 países, com mais de 100 endereços.

Fonte: Exame

Apps | Os aplicativos para chamar táxi e suas estratégias de marketing


Apps se uniram a empresas para oferecer mimos, como desconto nas corridas e ingressos para os jogos da Copa, e tentar fidelizar passageiros e taxistas.

Exemplo, a Easy Taxi firmou parceria com banco Santander em novembro de 2013.

São Paulo - Quem anda de táxi em grandes cidades brasileiras assistiu a uma transformação no mercado nacional com o lançamento de aplicativos nos últimos três anos. Eles chegaram com a promessa de encontrar um carro rapidamente para os passageiros que pedissem a corrida pelo aplicativo.

Agora os "apps" se uniram a empresas para oferecer mimos, como desconto nas corridas e ingressos para os jogos da Copa, e tentar fidelizar passageiros e taxistas.

O que as empresas de tecnologia querem com essas inovações é abocanhar uma fatia maior do mercado de táxi no País - que movimenta R$ 17 bilhões ao ano, segundo estimativas de mercado.

A primeira grande parceria fechada no Brasil foi entre o aplicativo Easy Taxi e o banco Santander, em novembro passado. O banco paga metade das corridas dos clientes de São Paulo entre 20h e 6h, desde que o pagamento seja feito com o cartão do banco cadastrado no aplicativo. A promoção vai na mesma linha do subsídio que os bancos dão para ingressos de cinema e concessão de milhas.

Os taxistas de São Paulo já tratam como certa uma reação do Itaú em parceria similar com o 99 Táxis, o principal concorrente da Easy Taxi, segundo disseram ao Estado cerca de dez motoristas. Procurado, o banco não comentou. O presidente da 99 Taxis, Paulo Veras, confirma que a empresa mantém negociações para parcerias do tipo com bancos, mas não revelou qual a instituição.

A Visa seguiu no mesmo caminho e vai sortear ingressos para jogos da Copa aos clientes que pagarem suas corridas do Easy Taxi com cartões de sua bandeira. "A promoção é uma forma de mostrar ao consumidor de que ele pode pagar o táxi com cartão. Esse segmento ainda é dominado pelos pagamentos em dinheiro", disse Renato Rocha, diretor da Visa.

Os bancos e a indústria de cartões não foram os únicos a apostar em ações de marketing com aplicativos de táxi. A Flores Online distribuiu flores para as passageiras no Dia da Mulher. E a Johnnie Walker relançou uma campanha em prol da lei seca, incentivando o uso do táxi nos fins de semana. Desde o último dia 10 até o fim de junho, a marca de uísque vai pagar até R$ 40 da conta do táxi dos clientes que usarem o Easy Taxi entre quinta e sábado, das 20h às 4h em quatro cidades.

"Temos uma equipe focada em definir parcerias. O aplicativo reúne uma base forte de passageiros e taxistas e muitas empresas querem falar com esse público", disse Tallis Gomes, presidente da Easy Taxi.

Motoristas

Como já existem vários aplicativos de táxi, outro desafio é fidelizar os motoristas. Foi por isso que o sistema de cobrança de tarifas dos taxistas pelo uso do aplicativo não deu certo no Brasil. A Easy Taxi, por exemplo, que cobra taxas de taxistas no exterior, tentou impor R$ 2 por corrida e teve de desistir, já que outros aplicativos não cobravam a tarifa e os taxistas davam prioridade para corridas dos concorrentes.

Além de vender seu espaço para promoções, os apps de táxi têm mais duas grandes apostas: o aplicativo para clientes corporativos e a cobrança de tarifas sobre pagamentos móveis.

O 99 Taxis e o Easy Taxi lançaram o aplicativo para empresas no início de março. Já a Wappa, que oferece pagamento de corridas via SMS, que substitui boletos de táxi desde 2005, também lançou o seu aplicativo para não perder o terreno já conquistado. "Todo mundo está olhando o mercado de aplicativo de táxi para empresas. É difícil monetizar o produto para o consumidor", disse Armindo Mota Junior, presidente da Wappa. A empresa faturou R$ 60 milhões em 2013 e tem 1.000 empresas cadastradas e uma frota de 25 mil táxis que aceitam a solução.

Outra aposta é no serviço de pagamento móvel, no qual o cliente paga o táxi pelo próprio celular usando um cartão pré-cadastrado ou serviços de pagamento online, como o Paypal. Em troca, os aplicativos ganham uma comissão pelas transações, uma lógica similar às das "maquininhas" usadas pelo varejo físico para pagamentos com cartão.

Fonte: Exame

Novos canais | Maconha já é vendida em Máquinas automáticas (vending machine) nos EUA

Como um produto qualquer, a machonha começa a ser vendida nos canais de vendas tradicionais. Daqui a pouco vão "dar" de brindes na compra de outros produtos/serviços. Para comprar maconha ou produtos derivados o comprador só precisa apresentar um documento de identidade.

A primeira máquina automática de venda de maconha foi apresentada no estado do Colorado, nos Estados Unidos. A máquina chamada ZAZZ dispensa funcionários e evita filas, segundo o fabricante.

O protótipo da máquina está em exposição na Smokehouse, uma churrascaria da cidade de Avon, no Colorado. Segundo a empresa responsável, a máquina será abastecida de maconha e alimentos feitos à base da erva produzidos pela Herbal Elements. A maconha foi legalizada no Colorado, no final de 2012, para uso medicial e recreativo. Stephen Shearin, do grupo American Green, afirma que a máquina será útil especialmente para os consumidores tímidos, que têm dificuldade na hora de comprar maconha, mesmo que para uso medicinal.

O empresário Greg Honan, dono da Herbal Elements, diz que a máquina vai facilitar o comércio, permitindo maior controle dos estoques e eliminando a necessidade de atendentes.

Ele garante que a máquina é segura quanto ao risco de roubos. Para comprar os produtos como brownie de maconha o comprador só precisa ter em mãos um documento de identidade ou a carteira de motorista, já que o estado do Colorado libera o comércio de maconha.

Fonte: Estadão

Mercado da Beleza | saiba quanto as mulheres gastam com vaidade no Brasil



Fonte: IBOPE

Comportamento | 47% dos brasileiros se informam antes pela internet


Saber que quase metade dos brasileiros usam a internet para se informar muda completamente a maneira que as empresas devem encarar a internet no ambiente de negócios. Mas, será que a sua empresa dá esse valor para seus processos e negócios?

Levantamento do Ibope aponta que a internet já é a principal fonte de informações para 47% dos brasileiros. Percentual impressiona e está acima da média mundial

Internet: brasileiros ficam em média 3h39 na internet de segunda à sexta, segundo dados do Ibope

A internet já é a primeira fonte de informações de quase metade dos brasileiros. O dado é do Ibope. Em pesquisa do instituto, 47% dos entrevistados apontaram o veículo como sua forma preferencial de ter acesso a notícias.

É bom que se diga: o percentual está acima da média mundial - que é de 45%. Para o levantamento, o Ibope entrevistou 20 mil pessoas nas regiões metropolitanas de Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

A pesquisa faz parte do estudo global “O que motiva os consumidores do mundo”, do Target Group Index. Para ele, mais de 200 mil pessoas foram entrevistadas em 70 países de quatro continentes.

Tempo

No começo de março, o Ibope já havia divulgado números que apontavam que o brasileiro passava mais tempo na internet do que vendo TV. Em média, eram 3h39 contra 3h29 de segunda à sexta.

No fim de semana, essa diferença é ainda maior. Aos sábados e domingos, os brasileiros passam, em média, 3h43 conectados - contra 3h32 em frente à TV.

Um dos principais caminhos para a internet, o acesso por meio de conexão 3G é uma tendência e também vem crescendo. Segundo a Anatel, são cerca de 95 milhões de tablets e smartphones conectados assim hoje no país - embora a internet 2G ainda seja predominante.

Fonte: Exame, Ibope

Diferencial competitivo | Galaxy S5 resiste a 'atropelamento' e queda em água, a próxima fronteira dos smartphones


A próxima fronteira da vantagem competitiva entre os celulares não é mais a velocidade de processamento, nem mesmo a tecnologia embarcada. Tudo isso está se tornando commoditie! O diferencial competitivo agora é a robustes com que eles são construídos. Smartphone que não for robusto, não será tão vendido quanto seus concorrentes robustos que entregam as mesmas coisas. Os resultados impressionam pela resistência do aparelho, sem nem mesmo criar rachaduras na tela. Galaxy S5 é atropelado e jogado na água em teste: vale lembrar que o smartphone traz o padrão de proteção IP67, que é resistente à água e à poeira

Quando a Samsung anunciou as capacidades de resistência à água e poeira do Galaxy S5, era de se esperar que logo seriam testadas.

E foi o que fez a equipe do site TechSmartt, que gravou vídeos testando a resistência do Galaxy S5 na água (e dentro de uma máquina de lavar roupas) e em quedas de alturas medianas — sendo finalizado com um atropelamento por uma SUV.

No primeiro vídeo, o Galaxy S5 passou alguns minutos dentro de uma piscina e funcionou normalmente depois — o único problema visível foi a falha na resposta do display devido à tela ainda estar coberta com água.

A resistência à água também foi testada com o Galaxy S5 sendo colocado dentro de uma máquina de lavar roupas durante um ciclo de 50 minutos.


Neste processo, a equipe do TechSmartt precisou abrir a parte traseira do smartphone para retirar um pouco de água e reiniciar o aparelho — o mesmo voltou a funcionar corretamente após o fim do ciclo.

Além disso, a mesma equipe testou a resistência a quedas do Galaxy S5, em comparação ao Galaxy S4. Ele foi jogado de diferentes alturas e depois foi atropelado por uma SUV.

Os resultados impressionam pela resistência do aparelho, sem nem mesmo criar rachaduras na tela. Vale lembrar que o Galaxy S5 traz o padrão de proteção IP67, que é resistente à água e à poeira — o aparelho pode resistir até 30 minutos dentro da água em uma profundidade de até 1 metro.

Fonte: Exame

Dicas de como escolher um ponto comercial para sua franquia

Uma das grandes preocupações de quem quer abrir o próprio negócio ou uma franquia é escolher o ponto comercial mais adequado

A localização do ponto comercial é realmente muito importante para o sucesso da franquia, mas não é o único fator que deve ser levado em consideração. Antes de começar a pesquisa do local para instalação do negócio, primeiramente, é fundamental ter o conhecimento total sobre o perfil do público consumidor do produto, renda, classe social e estilo de compras.

Cada segmento de mercado tem características específicas que se não forem analisadas previamente podem influenciar nos resultados e no desempenho da operação.

Ao iniciar a busca do ponto comercial, faça um check list com os itens mais importantes a serem analisados, como a acessibilidade, fluxo de pessoas, segurança da região, entre outros.

Entender o que ocorre ao redor do ponto é fundamental. Por exemplo, para determinadas operações estar em local de fácil acesso ao transporte público pode fazer toda a diferença. Já para outras, como redes de materiais de construção, ter estacionamento no local ou próximo é fundamental para a performance de venda.

Faça visitas no ponto em dias e horários diferentes, assim será possível analisar o fluxo de pessoas e as características de consumo da região. A análise desses fatores vai facilitar no desenvolvimento das estratégias para ampliar as vendas no futuro.

A concorrência é outro item que deve ser criteriosamente pesquisado. Quais concorrentes estão instalados na região e como estão operando? Isso pode ser interessante uma vez que pode gerar fluxo de pessoas para essa região em função dos concorrentes instalados o que vai beneficiar o seu negócio, porém se é um concorrente que tem competitividade em preços e oferece mais serviços para o cliente do que o negócio que você vai instalar, pode ser uma ameaça e não uma oportunidade.

É necessário ainda verificar o estado de conservação do local – quando se trata de um espaço já construído. As instalações internas são outro item que merecem atenção, pois também podem influenciar nos custos de reforma. Fique atento a algumas armadilhas como pontos localizados próximos a corredor de ônibus, pontos de táxi, região de trânsito intenso e

até mesmo em relação à luz do sol que bate na frente da sua loja. E não se esqueça de verificar o projeto do seu negócio na prefeitura, pois ele pode ter restrições. Além disso, você também poderá checar informações sobre novas construções, novas vias ou viadutos que no futuro podem impactar seu ponto comercial.

O franqueador deve passar toda orientação para a escolha do ponto ideal. Faz parte do sistema de franquia fornecer essas orientações para o franqueado antes de abrir o negócio. Muitos franqueadores, inclusive, aprovam o ponto antes.

Fonte: Exame, Lyana Bittencourt, especialista em franquias

Oportunidades | Motéis mudam ambiente dos quartos e se "fingem de santinhos" para atrair turista da Copa

Quarto do motel Lush, em São Paulo: motéis querem parecer hotéis para turistas da Copa.

A origem do motel (Motor + Hotel) é dos EUA e sua função era hospedar viajantes a caminho dos seus destinos. Assim, mudar a forma como "usar" um motel é altamente plausível e oportunista.

Camas redondas substituídas por convencionais. Canais eróticos bloqueados. Para receber turistas na Copa, os motéis querem parecer hotéis (com alguns extras).

Com os preços dos hotéis subindo e a disponibilidade de quartos diminuindo rapidamente, os motéis se preparam para ser uma alternativa atraente de acomodação na Copa do Mundo. Para isso, nada de camas redondas, espelho no teto ou filmes para maiores de 18 anos nas televisões.

A estratégia do setor é oferecer uma experiência de hospedagem diferenciada em relação aos hotéis, como cozinha aberta 24 horas e, principalmente, garagem e piscina privativas.

Tudo isso mantendo o que oferecem os hotéis, isto é, café da manhã, entrar e sair quando quiser e reservas feitas de forma online.

A iniciativa de dar esta cara a alguns estabelecimentos é liderada pela Associação Brasileira de Motéis (ABMotéis) e já conta com a participação de cerca de 50 empreendimentos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza e Recife.

Segundo Rodolfo Elsas, diretor comercial do Guia de Motéis, site que centraliza reservas no período da Copa, não é viável pedir que os motéis façam grandes adaptações de arquitetura, mas os estabelecimentos escolhidos fizeram algumas mudanças neste sentido.

Muitos que vão hospedar turistas têm também um estilo mais elegante que se afasta da imagem tradicional do setor.

"Nós queremos que as pessoas saibam que estão se hospedando em um lugar diferenciado, que tem as suas vantagens", diz ele.






As tarifas, no entanto, não serão exatamente uma pechincha. Segundo Elsas, os motéis cobrarão o dobro do valor pedido pela estadia de 12 horas, o que ficaria em cerca de R$ 400 a diária.

Para quem viaja com crianças, no entanto, pode ser que hajam problemas, já que os motéis não permitem a entrada de menores de 18 anos.

De acordo com Elsas, ficará a cargo de cada lugar aceitar ou não a presença de crianças. Ele diz que a orientação da empresa é para que só sejam aceitas crianças com certidão de nascimento ou outro documento que prove que está acompanhada dos pais.

Fonte: Exame

RH | Vallourec investe em campanha publicitária para convocar estagiários




Para divulgar o Programa de Estágio 2014 da Vallourec, a agência Filadélfia criou uma campanha publicitária especial inspirada nos grandes espetáculos esportivos que serão sediados este ano no Brasil.

Com o mote “Seleção de Craques Vallourec”, a campanha tem como objetivo convocar estagiários para fazer parte do time da Empresa campeã mundial na produção de tubos de aço sem costura, fornecedora das principais arenas do país.

Peças publicitárias, como cartazes e flyers, serão distribuídas durante ações promocionais previstas para serem realizadas no entorno das principais instituições de ensino de Belo Horizonte. A agência desenvolveu também um spot para rádio Jovem Pan e um banner digital no Facebook.

Bolsa-Auxílio Curso Superior: 
R$ 1.349,00 - 6 horas de jornada; R$ 900,00 - 4 horas de jornada.

Bolsa-Auxílio Curso Técnico: 
R$ 1.001,00 - 6 horas de jornada; R$ 668,00 - 4 horas de jornada.

E mais: Auxílio-Transporte e Alimentação / Cesta Básica / Plano de Saúde /

Programa de Treinamento Completo.
Para alunos de curso superior com duração de 5 anos, é necessário estar entre o 4º e o 8º períodos.
Para alunos de curso superior com duração de 4 anos, é preciso estar entre o 4º e o 6º períodos.
Para alunos de cursos técnicos, o programa não exige tempo mínimo de curso.

As vagas do Programa de Estágio 2014 são para diferentes áreas de atuação do ensino superior ou curso técnico. As inscrições podem ser feitas entre os dias 10 e 31 de março. Para concorrer às vagas, os interessados podem se cadastrar no site www.vallourec.com/br/estagio.


Fonte: Interface

Sazonalidade | Vendas de sorvete do McDonald’s sobem junto com a temperatura


Os mineiros têm corrido atrás de sorvete para ajudar a aguentar o verão, com recordes de altas temperaturas em Minas Gerais. No McDonald’s, a venda de sobremesas geladas nos restaurantes do estado acompanhou a elevação da temperatura e subiu mais de 22% em janeiro de 2014, em relação a novembro de 2013, quando a temporada de intenso calor teve início.

O McFlurry foi o grande destaque, com crescimento de quase 47% no primeiro mês deste ano, em relação a novembro do ano passado. O Colosso também ajudou a aquecer o comércio de sobremesas geladas da rede, com aumento de 19% de unidades vendidas neste mesmo período.

Fonte: Multitexto Comunicação Empresarial

Mulheres de Negócios | perfil de mulheres empreendedoras mostra que ela não trocaria o seu negócio por um emprego fixo

Foi divulgada recentemente - em comemoração ao mês da mulher - uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O tema está na agenda do dia: o perfil das empreendedoras brasileiras.

Realizada nas 27 capitais do país, a pesquisa procurou identificar quem são e o que querem as mulheres donas de negócios no Brasil. O que mais chamou atenção nos dados coletados foi a dedicação destas mulheres aos seus empreendimentos. Elas não os trocariam nem por um emprego fixo nem se o companheiro pedisse.

Pela pesquisa, ficou claro que o que mais atrai estas mulheres ao mundo empreendedor é a flexibilidade (83% delas afirmaram conseguem flexibilizar seu horário de trabalho). Mais do que a paixão pelo que faz ou a perspectiva de ganhar muito dinheiro, o que estas mulheres prezam é a liberdade e a possiblidade de conciliar trabalho, filhos e casa.

Quem é mulher, dona de casa, esposa e mãe sabe a dificuldade que é equilibrar todas estas funções. E, apesar do quadro estar mudando, elas ainda trabalham o dobro de horas que seus maridos nos afazeres domésticos.

A diferença é que, para as empreendedoras, parece possível levar os filhos ao médico no meio da tarde e compensar o trabalho durante a noite sem ter que encarar o olhar questionador do chefe ou dos colegas de trabalho.

De acordo com o estudo, aproximadamente 36% das empresárias casadas admitiram que deixariam o relacionamento conjugal caso o marido ou companheiro dissesse: “Ou eu ou o trabalho”. Quarenta por cento das entrevistadas disseram que precisariam pensar mais a respeito antes de tomar uma decisão - "não descartando a possibilidade de romper com o relacionamento" – e somente 25% das mulheres afirmaram que, com certeza, abririam mão do trabalho. “Ainda que haja uma defasagem histórica na remuneração das mulheres na comparação com homens, é perceptível uma maior inserção delas nas atividades fora do lar”, afirma economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, por meio de nota.

Segundo o SPC, quase a metade das entrevistadas (44%) não possui cônjuge, o que reforça o perfil de autonomia na vida pessoal e profissional entre as empreendedoras solteiras.

Quanto à participação no orçamento doméstico entre as casadas ou que vivem em união estável, 70% responderam que pagam todas as contas ou parte delas. Dessas, 14% se responsabilizam sozinhas pelo pagamento das despesas e 56% dividem os custos com o marido. “Esse alto percentual é um exemplo prático da participação marcante da mulher nas finanças da família, reforçando o perfil de autonomia e maior independência econômica por parte delas”, destaca a economista Luiza Rodrigues.

A pesquisa foi feita como parte das comemorações ao Dia Internacional da Mulher. Foram entrevistadas 601 mulheres donas de algum empreendimento do ramo de serviços ou comércio nas 27 capitais brasileiras.

Muitas jornadas

O levantamento indica que, em 47% dos casos, as mulheres empreendedoras são as únicas responsáveis pelas tarefas do lar, como cuidar dos filhos, lavar, passar e cozinhar. O percentual é maior entre as empreendedoras cujo negócio é informal (58%).

Do total de empreendedoras, 55% disseram que não foi necessário abrir mão de nada para se tornarem empresárias e que, portanto, conseguem equilibrar o tempo entre a vida familiar e a profissional. "33% confessaram ter renunciado aos próprios momentos de lazer e 21% tiveram de abrir mão do tempo que dedicavam à família", diz a pesquisa.

Ao serem questionadas se abandonariam o negócio próprio em troca de um emprego fixo, com carteira assinada, trabalhando oito horas por dia e ganhando o mesmo que conseguem hoje, apenas 14% responderam que aceitariam a proposta contra 72% das que preferem continuar com o atual negócio.

Fontes: G1, Exame

Mercado do sexo | Estudo mapeia economia ilegal em cidades americanas

Governo americano encomendou levantamento sobre a economia ilegal do sexo, que movimenta US$ 290 milhões de dólares por ano só em Atlanta

Prostituta: até agora, ninguém sabia o tamanho do mercado ilegal do sexo Em 2010, o Departamento de Justiça americano contratou o Urban Institute para mapear o tamanho da economia ilegal da prostituição nos Estados Unidos.

Foram escolhidas 8 cidades: San Diego, Seattle, Dallas, Denver, Washington, Kansas City, Atlanta e Miami.

A ideia era levantar pela primeira vez dados confiáveis para entender como a economia da prostituição funciona e como ela se relaciona com outras atividades ilegais, como o tráfico de armas, de drogas e de pessoas.

Os resultados acabam de ser divulgados: em 2007, o dinheiro movimentado pela economia subterrânea do sexo variou entre US$ 40 milhões em Denver e US$ 290 milhões em Atlanta.

Como participação no dinheiro que circula na cidade como um todo, isso equivale a 0,5% em Denver e 1,6% em Atlanta.

Apesar da diferença no tamanho dos mercados, a renda dos exploradores de prostituição nas duas cidades é curiosamente similar: em torno de 33 mil dólares por semana - 6 vezes mais do que em Kansas City, por exemplo.

Denver também tem o menor mercado ilegal de drogas (US$ 63,9 milhões), praticamente um terço do praticado em Dallas - que movimentou US$ 191 milhões em 2007. Dallas também lidera no mercado ilegal de armas, seguido por Washington DC e Miami.

Veja na tabela as estimativas com base no ano de 2007 (em milhões de dólares):

SexoDrogasArmas
Atlanta290117146
Dallas98,8191171
Denver39,963,947,4
Miami23595,7118
San Diego96,696,347,7
Seattle11287,460,1
Washington DC103103160


Só o tráfico internacional de pessoas para exploração comercial do sexo movimentou US$ 28 bilhões no mundo em 2005. O objetivo de levantamentos como esse é o de fornecer dados empíricos e recomendações para melhorar o combate a este tipo de problema.

Com exceção de Nevada, onde fica Las Vegas, a exploração comercial da prostituição é ilegal em todos os estados americanos.

Apesar disso, praticamente 10% dos cafetões nas cidades pesquisadas aceitam cartão de crédito ou débito - e muitos usam atividades legítimas como fachada para os negócios ilegais.

Apenas 13,7% declararam gasto com preservativos - na lista de despesas, lideram carros e transporte (65,8%), além de moradia (64,4%) e roupas para as mulheres (45,2%).

47,9% das transações são precificadas com base no tempo e apenas 12,3% com base nos atos praticados. O preço varia entre US$ 5 e S$ 1 mil, mas fica mais concentrado na faixa entre US$ 150 e US$ 300 por hora.

Dinâmicas

O estudo não encontrou grande conexão entre o mercado de tráfico de armas e de prostituição. Com as drogas, é outra história: um em cada quatro cafetões haviam trabalhado como traficante no passado, e 18% continuavam a fazê-lo.

Outra conclusão do Urban Institute é que o advento da internet mudou radicalmente a dinâmica do mercado ilegal de sexo.

Ao mesmo tempo que aumentou as possibilidades de recrutamento e divulgação, intensificou a concorrência e tornou os exploradores do mercado de sexo mais vulneráveis à detecção pelas autoridades - que ainda precisam aproveitar melhor essa oportunidade.

Fonte: Exame