Câmera com Projetor é o que cumpre a nova câmera da Nikon, a primeira no mundo

Nem sempre ser primeiro em tudo é garantia de um posicionamento estratégico privilegiado. E se você achava que convergência era jogar tudo dentro de um celular, a Nikon, marca japonesa conhecida pelas suas câmeras fotográficas, resolveu incluir um projetor VGA dentro da câmera. A Nikon S1000pj possui tela de 2.7” e 12.1 megapixel, como uma câmera digital normal, mas que projeta imagens com mais de 40 polegadas em superfícies a mais de 2 metros de distância.

E não para por aí, a câmera inclui um controle remoto para ajudar a passar as fotos como um slideshow ou os filmes feitos. Melhor impossível, não? Por 430 dólares ela é sua, mas por enquanto não chegou ao Brasil formalmente. Quem será a próxima a incluir esse dispositivo na sua câmera?

Fonte: Nikon

Coca-Cola Freestyle aposta em uma nova máquina com 140 sabores


Quem não inova, nunca vai saber se vai dar certo. A Coca-Cola lançou uma máquina que é feita para o canal de restaurantes que mistura suas marcas de bebidas com controle de dosagem de cafeina, açúcar, etc. Ela está sendo testada no mercado americano, quem sabe um dia venha para o Brasil. Isso demonstra que podem vir mais inovações no mercado e que inovar é preciso.

Estratégia de canais: eBay off-line, uma loja física sobre tendências

Assim como a Dell, que resolveu vender em outras lojas físicas que não no seu canal de vendas direto, a eBay também resolveu fazer o caminho off-line. Mas para não ser uma loja comum qualquer, a loja resolveu criar uma loja conceito, com tendências e em formato de exposição de arte sobre os produtos que você encontrará on-line. Não adianta, isso só demonstra que a busca de novos canais de venda físicos é uma forma de aproveitar a sinergia que o "toque" ainda não tem como ser simulado na internet.

A Polishop já fez esse caminho e abriu diversas lojas em Shoppings Centers, mas ainda não encontrou a fórmula do negócio off-line. A Americanas resolveu colocar alguns totens da Americanas.com em suas lojas, mas eu nunca presenciei ninguém comprando nesses totens. A Submarino sempre está presente em algumas exposições, principalmente nas feiras de livros, muito mais como branding do que como canal de vendas. Aparentemente o único indicador de que isso está dá certo é simplesmente "brand", a exposição da marca.

O desafio para lojas on-lines criarem canais off-lines parece um abismo, pior do que quando as lojas físicas começaram a entrar na internet a mais de 10 anos atrás. Mas a estratégia está certa, mais canais, mais vendas, só precisam adequar o modelo de negócios.

Abs,

Jony Lan
mktmais.com
Fonte: Psfk

Wonderbra - onde explorar a comunicação no metrô

Quem já pegou metrô sabe que existe uma linha amarela, uma faixa de segurança para proteger as pessoas da chegada e partida dos vagões. Em São Paulo, assim que saiu a nova lei "Cidade Limpa" que proibiu outdoors e restringiu as publicidades na cidade, pode perceber a a enorme vastidão de publicidade que tomou conta das estações do metrô. A Wonderbra (marca de sutiã que aumenta os seios) resolveu investir nas estações de metro em 2007 de forma criativa, simples e útil. Simplesmente criou uma segunda faixa amarela de segurança apenas colocando a sua marca, para mostrar que quem usa Wonderbra precisa de manter uma distância maior, em função dos seus efeitos de aumento dos seios. Fica a idéia para as agências explorarem uma área em que ninguém explorou ainda nos metrôs do Brasil, o chão.

Fonte: AdsoftheWorld

Playboy 100% online - revista americana disponibiliza acervo completo

Existe um limiar entre o que é mídia impresa e o que é mídia digital. Muitos jornais estão sofrendo com isso, tiveram que re-inventar o modelo de negócios, muitos já perderam a circulação do número de exemplares e a queda é cada vez mais vertiginosa. Nem adianta dizer que tem que ter foco, é uma questão de adaptação ao novo contexto, puxado pela convergência e pela internet. O mesmo acontece com revistas. Sempre relutantes em disponibilizar 100% do conteúdo de forma livre.

A revista Playboy americana é um exemplo e disponibiliza 53 anos de seu conteúdo na Internet. Mas nem tudo é de graça. Para os que visualizarão, sim, grátis. Mas para que o formato do negócio se concretiza-se, a companhia fechou um acordo com a Bondi Digital Publishing, empresa que foi contratada para digitalizar, na íntegra, todo o acervo, inclusive os artigos e anúncios encontrados nas revistas de papel.

As edições de 1954 a 2007 podem ser conferidas no endereço www.playboyarchive.com. Porém, para poder ver o trabalho, que levou cinco anos para ficar pronto, é preciso baixar o Silverlight, uma plataforma da Microsoft que concorre com o Adobe Flash e permite exibir e distribuir conteúdo multimídia em navegadores. Outra questão é que todas as páginas com as propagandas também foram digitalizadas, ou seja, quem anunciou ganhou mais um canal para exposição da sua marca.

E aí, deu para notar quem é que vai pagar a conta? O interessante é que dá para ver os anunciantes desde 1954, como esse de 1963, em que o foco da comunicação é o cigarro com filtro. Interessante não?

Correios agora tem Blog sobre Filatelia

Lançado em 1º de agosto, quando se comemora o Dia do Selo Postal Brasileiro, os Correios presenteiam os filatelistas com um canal de informações especializado no tema: o blog Correios Online/Filatelia.

É a tendência das empresas do governo começarem a entrar na onda da comunicação via Blog e Twitter. Afinal, conteúdo dedicado e com linguagem mais próxima dos usuários torna as plataformas mais simples e diretas.

Fora que os Correios possuem muitos diferenciais em relação às entregas via e-mail, cobre o território nacional (como fazem para entregar no meio do mato pra lá da Amazônia eu ainda não sei). E possuem produtos e serviços que exploram muito bem a sua estrutura. Não sei se sabem, mas a sua empresa pode criar um selo com a sua marca. Soluções via mala direta precisam passar pelos Correios.

É um caminho sem volta, se até as empresas do governo estão aderindo aos Blogs e ao Twitter, o que a sua empresa ainda está esperando? Sua empresa ainda não tem blog e nem twitter? Então se inscreva neste e acompanhe as últimas novidades na área de estratégia, marketing e novos negócios.

Mobile Marketing, a maior ação do mundo de bluetooth

Pense assim: O que mais cresce no Brasil que pode gerar interatividade em qualquer lugar? Se você pensou na internet, se enganou. Atualmente o que pode gerar a maior interatividade é o seu aparelho de celular. A internet ainda chegará lá, principalmente quando tivermos wifi à vontade. Mas até lá, o bluetooth parece que está conquistando esse espaço mais rapidamente. Explico. Se cada um de nós possui um celular, somos potenciais receptores de mensagens interativas. Qual o ponto positivo nesse tipo de ação pelas empresas? O custo. É barato, fácil de gerenciar e é mais rápido. Só que existe todo uma infraestrutura que deve ser feita, como qualquer "palco" armado pelo pessoal de marketing.

Você vai precisar de um local, um tema, um conceito, um objetivo, um público alvo, equipamentos de transmissão via bluetooh e o principal: gente (seus potenciais consumidores).

E qual o melhor lugar para utilizar esse tipo de tecnologia se você tiver a oportunidade de ter mais de 30 mil pessoas à sua disposição por 2 horas? Não, um avião ainda não comporta 30 mil pessoas de uma vez e as mídias de avião ainda são bem estáticas.

Um estádio de futebol? Por que não? Que os marketeiros do Corinthians leiam este POST e que os clubes que querem explorar o marketing do seu clube ao máximo também.

O time de futebol inglês "Everton Football Club" criou a maior instalação de bluetooth do mundo no seu estádio Goodison Park. Eles aproveitaram pontos de instalação de TV para colocar 89 pontos de acessos para bluetooth.

Objetivo:
Aumentar a experiência dos torcedores com o time e fidelizá-los.

Mecânica:
Durante os jogos, nas TVs espalhadas pelo estádio o canal de esporte Match Day Media convidava os torcedores a ativarem o bluetooth dos seus celulares para receberem um guia com as notícias, estatísticas do time, propagandas, músicas e anúncios de eventos do time. Além disso, havia canais de compra de ingressos, dias dos jogos, fã-clube do time, downloads, perfis dos jogadores, entre outros.


Os resultados:
- A cada jogo, cerca de mil pessoas baixavam o guia pelo bluetooth. E a cada novo jogo o número aumentava em função da propaganda boca-a-boca.
- O Everton Futebol Clube deu aos torcedores uma melhor experiência no estádio, construindo um clube de fidelidade.
- Com os resultados, o Everton pode dar novas soluções aos patrocinadores e uma forma de atingir um grupo de clientes de uma maneira nova e mais direta.

Já imaginou se algum time do Brasil começar a ter controle da mídia interativa que vai aos seus torcedores com o Bluetooth? Já estou vendo os gerentes de contas pensando em uma forma de como vender esse projeto para os times de futebool, só não deixem de mencionar de onde surgiu a idéia e de quem a propagou, ok?

Abs,

Jony Lan
mktmais.com

Fonte: Moremobilerelations

H1N1, gripe, resfriado, vírus e oportunidades

Não é de hoje que a imprensa ajuda a melhorar o marketing da "Gripe Suína". A pandemia parece que se tornou em "medomania", e engrossou mais ainda a cultura do medo. Só que dessa vez no hábito diário das pessoas. Lavar as mãos, higienizar os objetos e respirar ar "puro". Álcool em gel já está em falta, máscara que não existiam em lojas comuns começam a aparecer no varejo. Ou seja, está formado um cenário de oportunidades estratégicas. Pensando nisso, a 3M inaugurou uma linha de produção de máscaras para proteção respiratória.

Para aproveitar o medo da população e mudar os hábitos das pessoas, a divisão de saúde ocupacional da 3M do Brasil inaugurou, na fábrica de Itapetininga, um novo equipamento na linha de máscaras para proteção respiratória que ampliará a capacidade produtiva da empresa. O investimento faz parte do plano de expansão da divisão, que nos últimos três anos investiu mais de US$ 11 milhões em automação, laboratório de testes, pesquisas e especialmente em novas tecnologias de produção.

No último mês, a empresa notou um grande aumento na demanda pelos itens para o uso na proteção contra o vírus da gripe H1N1 no mercado interno. Também foi registrado crescimento significativo nas exportações para países como Chile, Argentina, Peru e México. A 3M faturou US$ 25,3 bilhões em 2008, só a operação brasileira foi de R$ 2 bilhões e parece que vai faturar mais ainda com essa gripe.

Em poucos meses a linha de produção da 3M já foi ampliada, e as outras indústrias, será que estavam preparadas para isso ou pelo menos tinha um plano de expansão? Acho que as prateleiras estão respondendo à essa pergunta. Melhor aproveitar o momento em que a própria imprensa está ajudando a criar a cultura e educar a população a consumir mais produtos de higiene pessoal. Quem aproveitar, vai lucrar bem mais nesse inverno.

Fonte: 3M

Marketing: Inovando nas embalagens de tênis

Nem sempre vemos as caixas de calçados e de tênis a não ser quando finalizamos a compra de um ou estão literalmente empilhadas nas lojas. Mas nas vitrines normalmente não vamos isso. As empresas de calçados esportivos, os nossos vulgos tênis, resolveram agregar mais valor à experiência de compra do consumidor. Vejam alguns exemplos. Com certeza irão inspirar a indústria nacional e quem sabe, outros segmentos no valor da embalagem.


Newton Running sustainable packaging


Nike Stadium packaging


Blue Concepts x Nike SB Lobster Dunk Low Premium


"Milli" conceptual packaging

Fonte: TrendsNow

Como vender lixo a 100 dólares

Estamos vivendo a era do lixo, é tanto que reciclar se tornou um fato necessário.

Números
Em 1995, o Brasil produzia 100 mil toneladas por dia. Em 2001, só a cidade de são Paulo produzia 13,8 mil toneladas de lixo por dia, segundo dados da Limpurb – 92% vão para dois grandes aterros, enquanto 7% seguem para incineradores e apenas 1% é reciclado.

Só Nova York produzia 80 mil toneladas em 2001, sendo 40% reciclado. O Japão reciclava 50%. Segundo dados atuais, o Brasil produz anualmente 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima dos saquinhos plásticos, o que representa cerca de 10% do lixo do país.

Oportunidade
Mas o que isso tudo demonstra? Um cenário excelente para oportunidades. Japão e Europa não têm espaço para guardar lixo, o Brasil é imenso. E enquanto a reciclagem até que gera uma indústria interessante, inclusive na arte, Justin Gignac de Nova York resolveu criar brindes ou melhor, souvenires com lixo das ruas de Nova York.

Enquanto os catadores de lixo penam por ganhar centavos por quilos de lixo recolhido na cidade, Justin recicla passes de metrô, bilhetes de loteria, cigarros, ingressos de peças, latas de refrigerante amassados, papéis, sacos de salgadinhos vazios, garfos plásticos, etc, desde que não cheire e nem solte líquidos. Tudo é despejado em um cubo plástico que é selado, numerado, assinado, datado e enviado ao comprador com o nome de "NYCGarbage Cube ".

Os modelos originais custam "míseros" 50 dólares, e as novas versões, 100 dólares. E ele ainda despacha para qualquer lugar do mundo sem cobrar nada por isso. Incrível não? Simplesmente criou o mercado premium de lixos!

Por que virou um negócio? Ele criou:
- Uma marca: NYC Garbage Cube
- Um conceito: Lixo de Nova York que não cheira dentro de um cubo
- Um novo segmento: Lixo premium
- Um novo jeito de fazer arte: Qualquer lixo dentro de um cubo
- Uma novo souvenir para turistas: Lixo de Nova York
- Um preço: de 50 a 100 dólares
- Uma logística: Envia para qualquer lugar no planeta
- Um e-commerce: Vende pela internet e outros pontos de venda
- Uma comunicação: O tema inusitado com assessoria de imprensa e cobertura dos principais editoriais.
- Uma inovação: Juntou a idéia de arte + souvenir + grife de Nova York + Lixo e o mais impressionante, vendeu mais de 1000 cubos. Realmente é uma inovação no mundo do lixo.
- Enfim, um novo produto: A caixa é única, pois contém lixos diferentes, selecionados que não fede ou apodrece.

E tem mais, o mundo produz por ano 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, 40% desse total na forma de eletrodomésticos. O Brasil fabrica anualmente 10 milhões de computadores, 15 bilhões de caixas longa vida, 18 bilhões de embalagens PET e quase nada é reciclado. Somente celulares e suas baterias somam mais de 150 milhões nas mãos dos brasileiros e mais 80 milhões entram no mercado a cada ano. Justin já criou uma nova forma de vender lixo e os brasileiros, o que vão criar? Será que os empreendedores e criativos brasileiros vão ficar só nas propagandas?

Fontes: Super, Super1, Terra, iParaiba

Análise: Lula e os "Laptops" de 100 dólares x Indústria Nacional de Informática

Antes de falar sobre esse artigo, vamos falar do título. "Laptop" é um termo um tanto ultrapassado em 2009. Primeiro que Laptop era um pré-Notebook, ou seja, era um trambolhão, mais pesado e com a tecnologia antiga. Notebook seria o termo correto, mas existe um detalhe que pouca gente que conhece a indústria e acompanha a área de informática conhece.

O projeto original
O termo "Laptop" nesse contexto é pertinente em função do projeto de Nicholas Negroponte que em 2005, apresentou o protótipo de um "laptop" que custaria a bagatela de 100 dólares. Negroponte fundou uma organização sem fins lucrativos, One Laptop Per Child (OLPC). O objetivo do projeto e que o "laptop" baratíssimo seria distribuído em larga escala para estudantes em regiões pobres do planeta. Assim, o acesso de milhões de jovens ao mundo digital estaria garantido.

Os títulos das matérias
Encontrei centenas de matérias falando dos pronunciamentos do Lula sobre importar o Notebook. Vejam:
G1 - "Lula ameaça importar laptops se indústria nacional não baixar preços"
O Globo - "Lula ameaça importar PCs se indústria não baixar preços"
Agência Brasil - "Governo pode importar notebooks para atender escolas da rede"

Para quem lê, parece que o Lula quer importar qualquer computador, desde que custe 100 dólares. Muita atenção nesse momento, nem toda matéria é perfeita e muitas vezes esconde dados que são importantíssimos para uma real oportunidade. À primeira vista, alguns empreendedores pensariam que é uma oportunidade e tanto. Mas vale uma informação, em 2007 o Governo Federal (MEC) resolveu fazer uma licitação e só agora os "laptops" foram entregues, com caras de notebooks, claro. Assim, tenham em mente que o projeto é para equipamentos portáteis.

Indústria de 2007 para 2009
Trabalhei nesse mercado, na indústria e nas articulações dos maiores players. Se Laptops eram antigos, os Notebooks se desdobram e nesse meio tempo os "Netbooks" se popularizaram. No exterior o Netbook é muito mais barato que um Notebook, inclusive no Brasil. A questão é que toda a indústria brasileira não é uma indústria de computadores de fato, ou seja, ela não produz tecnologia, e sim é uma indústria de montadores de computadores, isso inclui notebooks, netbooks, etc. Significa que todas as peças com maiores tecnologias são importadas, somadas às cargas tributárias e custos de produção, o "laptop" da Positivo, que venceu a primeira licitação do MEC, somou as exigências de assistência técnica, suporte, etc e chegou ao preço de USD 350.

Desafios
A indústria nacional não tem como baixar os custos e mesmo que a carga tributária seja isentada, afinal é para a educação, não há como chegar a um "laptop" de 100 dólares.
Primeiro que esse preço não existe no exterior, nem na China, nem na indústria chinesa.
Segundo que dar esses aparelhos para as crianças, sem aumentar salários de professores, sem dar estrutura para salas de aulas, sem ter conteúdo direcionado com a utilização desses computadores portáteis e sabendo que a maioria dos alunos são pobres e que os pais nem sempre possuem a instrução para educar os filhos adequadamente, o que esperar desses "Laptops"?
Terceiro, se o governo vai importar, o governo vai ter que contratar alguém para procurar esse equipamento, vai ter que custear toda a logística, vai ter que contratar uma empresa para fazer toda a manutenção, tropicalização, instalação e entrega no Brasil. No mínimo vai ter que contratar uma empresa de importação e outra da indústria de informática. significa que se achar um "laptop" de 100 dólares no exterior, vai sair bem mais caro e pode até se surpreender com o preço final.

Na minha opinião, a primeira medida que o governo deveria fazer é isentar totalmente qualquer material ou equipamento que seja destinado à educação dos tributos federais, estaduais e municipais. Isso já é feito com qualquer produto que seja utilizado para fins religiosos e no final, temos no Brasil um dos maiores países cristãos do mundo, avançadíssimo, basta ver a as dimensões que essas instituições e organizações possuem. Com o apoio do Lula nessa questão, se isso ocorrer, aí sim, a estrutura para as oportunidades estarão abertas. Sem isso, o projeto do OLPC brasileiro está nas mãos do governo.

Abs,

Jony Lan
http://mktmais.com
Fontes: Abril, G1, O Globo, O Dia

Entrevista com "Grandes Líderes"

Cansado de ler as entrevistas de empresários e líderes brasileiros na revistas? A Revista Exame resolveu criar a uma série de entrevistas convidando "Grandes Líderes", que contará com entrevistas com alguns dos maiores empreendedores e executivos brasileiros. Resolvi colocar aqui a primeira entrevista da série com o empreendedor Marcel Telles, um dos donos da AbInbev (a cervejaria belgo-brasileira que controla a AmBev), ele fala sobre meritocracia, planos para o futuro da empresa, carreira e dá dicas para empreendedores. As entrevistas são conduzidas por Cristiane Correa, editora executiva da Exame. Vale a pena acompanhar:

Os sócios e o futuro da AmBev


Meritocracia X paternalismo


Como valorizar talentos


Estilo de gestão


Rotina e conselhos


Fonte: Exame