McDonald’s lança Batatas Rústicas e 'acaba' com exclusividade das hamburguerias

Depois da estratégia de entrar no mercado de hambúrgueres gourmet, o McDonald's agora resolve dar a "cartada" final para capturar os clientes das hamburguerias com sua Batata Rústica.

Desde 05/07/2016, você já pode pedir o novo acompanhamento em todos os restaurantes da rede no Brasil.

Famoso por suas icônicas McFritas, o McDonald’s foi buscar inspiração na França para ampliar sua linha de batatas. Elas são apresentadas com um toque mais artesanal e um corte especial, mais grosso, além de serem cobertas com páprica e especiarias, o que garante crocância e um sabor singular às batatas, deixando-as bem sequinhas e saborosas.

“Nosso desafio é apresentar sempre novas experiências de sabor ao consumidor. Diante disso, vimos uma grande oportunidade ao conhecer as Batatas Rústicas vendidas no McDonald´s da França. Quem provar o novo acompanhamento com certeza sentirá um sabor de simplicidade e nostalgia, seguindo a linha de comfort food”, afirma Roberto Gnypek, Vice-Presidente de Marketing do McDonald´s.

“Ao desenvolver as Batatas Rústicas decidimos utilizar a mesma batata que utilizamos nas McFritas, um ingrediente que conta com altíssimo padrão de qualidade e já é um ícone de sabor para o nosso consumidor. Com uma embalagem diferenciada que destaca a qualidade do produto, com certeza esse será mais um grande sucesso da rede”, afirma Ives Uliana, Diretor de Supply Chain do McDonald’s.

As Batatas Rústicas ficarão no menu por tempo limitado e poderão ser compradas à La Carte ou substituir as McFritas como acompanhamento da McOferta por apenas mais R$ 2,00.

Fonte: Multitexto

Wendy's é 3ª maior rede de fast food de hambúrguer do mundo, agora no Brasil

Wendy's no Brasil
Em 1992, a marca Arby's, que pertencia à Wendy's, estreou em São Paulo, mas fechou sete anos depois.

Fundada em 1969, em Ohio, a rede é famosa por seus lanches "à moda antiga" e pelo hambúrguer de formato quadrado.

Na América Latina, já está em países como Argentina, Chile e Venezuela.

Fora dos EUA, Porto Rico conta com o maior número de restaurantes: 78. As Filipinas vêm logo atrás, com 45.

Entre as marcas americanas de fast food, é a sétima maior em número de lojas (atrás de Subway, McDonald's e Burger King, por exemplo).

No mundo, conta com 6479 restaurantes. Destes, 5847 são de franqueados.

Em termos de vendas, é a quinta maior nos EUA, com vendas de 8,5 bilhões de dólares (2014).

A pergunta é: você acha que as primeiras lojas irão ter um cardápio tropicalizado? Ou seja, com "cara e gosto" do que o brasileiro gosta?

Pergunta 2: investir em franquia de uma nova marca não é só quanto irá pagar pela franquia, mas um total de uns 2 anos de caixa, quando o seu negócio irá, teoricamente, atingir o ponto de equilíbrio.

Fonte: Exame

Com GoBox, Abril cria marketplace de clubes de assinatura para faturar R$ 250 milhões em três anos

Se você fosse a maior empresa de entregas de assinaturas de revistas do país, e em termos de tamanho, da América Latina, tivesse a logística, uma database de assinantes, marcas fortes e a conexão para atrair outros fornecedores e até anunciantes para distribuir produtos em caixas, o que você faria?

Acho até que foi uma questão de tempo, já que as pequenas empresas estão surfando nesse negócio e o Grupo Abril não poderia ficar de fora e criou a GoBox (18.05.2016), serviço que pretende ser um marketplace de clubes de assinatura.

A empresa passa a reunir esforços de diversas de suas unidades de negócios — como distribuição, assinaturas, gráfica e mídia –, com parceiros comerciais para entregar periodicamente, na casa de consumidores interessados, caixas temáticas de produtos diversos, como vinhos, maquiagens, colecionáveis, fraldas etc. A expectativa é alcançar 200 mil assinaturas e faturar R$ 250 milhões em três anos, o que faria da GoBox a terceira maior fonte de renda da Abril Mídia.

“A Abril tem seu objetivo de ser um concierge de conteúdo, levando a migração para o digital segundo o entendimento de que essas capacidades se adicionam, mas não se substituem, seja em mídia, seja em varejo”, afirma Walter Longo, presidente do grupo. Segundo o executivo, que assumiu a posição há pouco mais de dois meses, o projeto segue uma tendência internacional de consolidação de clubes de assinaturas.

Segundo números divulgados pela própria Abril, há hoje cerca de 10 mil serviços do tipo no mundo, com crescimento estimado de 200% ao ano. A Associação Brasileira dos Clubes de Assinatura contabiliza mais de 220 serviços do gênero no País, que somam cerca de 400 mil associados. Segundo a entidade, os clubes têm crescido especialmente nos últimos cinco anos. Já representam 1% de todo e-commerce nacional e projetam movimentar R$ 1 bilhão até o fim de 2016.

Clubes já existentes poderão participar da GoBox usufruindo de recursos oferecidos pelas empresas Abril na área de produção de conteúdo, embalagem, logística e big data. Outros, serão criados pela própria Abril com parceiros. Alguns já estão em desenvolvimento com empresas como Eataly, Pampers, Pantene, Via Verde e Ville du Vin. Há ainda a formatação de clubes específicos para produtos de licenciamento da Abril, como Capricho ou Disney.

Os produtos a serem enviados nas caixas receberão uma curadoria realizada por experts das empresas parceiras e profissionais da Abril de marcas relacionadas — jornalistas de Elle, por exemplo, poderão ajudar a indicar maquiagens a compor caixas oferecidas pela Open Beauty. As redações da Abril deverão também produzir conteúdo relacionado às caixas, que poderão ou não trazer exemplares de revistas, a depender do kit, da edição e da ação estruturada pela equipe de Dimas Mietto, sales manager director, à frente das áreas de assinaturas, vendas vulsas, acervo e e-commerce.

Marketing
“Hoje estamos desenvolvendo 20 clubes de assinatura e outras cinco parcerias estão em conversa, mas até o final de julho já deveremos ter as primeiras caixas prontas”, relata Dimas. A estratégia atual do grupo é divulgação B2B, por dois meses, para empresas interessadas na parceria, com circulação de peças em produtos internos, como Veja e Exame, rádios, veículos do trade e jornais. “Queremos, primeiro, explicar a empresários como ter um novo mercado e a renda recorrente”, explica Tiago Afonso, chief marketing officer do Grupo Abril.

“Posteriormente, com as caixas disponíveis, vamos investir no consumidor, criando journeys para conversar, por exemplo, com as jovens que seguem a Capricho e identificar o que elas desejam, do que gostariam num clube, uma segunda fase de campanha completamente voltada à conversão, usando leading de vendas, com propaganda e produção do ABC voltado a marketing”, complementa, referindo-se à Abril Branded Content, área da empresa voltada à produção de conteúdo para marcas.

A empresa está investindo R$ 20 milhões no lançamento da GoBox, sendo cerca de 70% desse orçamento direcionado a divugação. Boa parte do cálculo é o equivalente ao preço de circulação de mídia nos próprios veículos da casa.

A estratégia de divulgação ganha importância ainda maior em contexto de crise econômica, com queda no consumo. “Se pensarmos em momentos como este, as pessoas valorizam alguém que ajuda a comprar e fazem perceber que naquele mix de produtos da caixa gasta-se R$ 170 no que seria R$ 200 se comprasse separado. Tende a ser favorável, é um benefício”, diz Walter. “Quando não há crise, esse efeito é menor e o que prevalece é a curadoria e o efeito surpresa.”

O executivo reforça que o endosso de celebridades ou experts colaboram na decisão de compra. Haverá kits cujo conteúdo ou recomendação será assinada por youtubers famosos ou nomes como Arnaldo Lorençato, para gastronomia, e Ticiane Pinheiro, para beleza e estética — nomes já cotados para trabalharem com a GoBox. “No final das contas, além de criarmos um market place, os clubes de assinatura também são um sampling, uma degustação de produtos, e as personalidades ajudam a movimentar essas indicações”, diz Walter.

A partir de agosto, os produtos Pampers, da Procter&Gamble, estarão entre os oferecidos nas caixas. O GoBox também fechou acordos com a Ville Du Vin e Socks On the Beat, além do Clube Capricho, marca da companhia direcionada aos adolescentes e que receberá curadoria da redação.

Também a partir do próximo mês, a plataforma passará a oferecer uma série de clubes de assinaturas já disponíveis no mercado, como Farofa LA e Gluten Free Box, de snacks, Sublime Rituais, de cosméticos, e Girl in the box, de bijuterias.

O valor das mensalidades das assinaturas escolhidas pode variar de R$ 20 a R$ 250. As caixas comercializadas pelo GoBox permitem planos trimestrais.

Ok, você chegou até aqui e leu tudo, certo? O que aprendeu com tudo isso? Que você pode não ser o primeiro, que pode diversificar os seus negócios, e que pode gerar muito mais dinheiro, faturamento, independente de crise do mercado, se você colocar em prática e investir em novos negócios. Simples assim. Sabe o que vai acontecer? Muitos outras empresas vão tentar imitar, mas será que conseguirão entrar nesse ponto da curva do segmento de "assinaturas" com a gigante do mercado nesse quesito?

Quer diversificar seus negócios?

Fonte: mmonline

4 passos para cuidar da reputação da sua marca


Todas as empresas possuem um nome, uma marca, planejada ou não isso é fruto essencial das atividades de Marketing, que alguns chamam de Branding (marca em ação?) e criam toda uma "ciência" para poder explicar com fórmulas como elas funcionam. Mas o fato é que realmente há muitos estudos acadêmicos e científicos em artigos internacionais sobre as variáveis que gravitam em torno de uma marca e uma delas é a sua reputação, como os terceiros enxergam sua marca, seu nome, sua empresa.

Aqui apresentamos os cuidados com sua reputação, passo a passo:


1 - Entender que o processo é transversal, ou seja, inclui a empresa toda, e o principal líder deve estar envolvido.
É a velha máxima, se você não convencer o dono que ele tem que investir ou nas palavras de alguns: gastar dinheiro investindo em algo tão abstrato como a marca, dificilmente essa atividade será valorizada ou mesmo terá sucesso no longo prazo.

2 - Ter informações a respeito do que está acontecendo. Inteligência sobre o que impacta a reputação e a marca, porque um setor é muito diferente do outro.
O básico da atividade de Marketing é conectar a empresa com seus potenciais clientes, seja através de produtos ou serviços e claro, todas as outras atividades que a empresa faz é justamente o que move o "pico da montanha para cima". Assim, não dá para trabalhar uma marca, uma empresa, um produto, um serviço se você não busca entender o que dizem sobre você. E só tem um objetivo: saber se falam bem, mal ou o que falam sobre sua marca.

3 - Contar com um processo de análise de oportunidades e riscos, para fazer a gestão da marca e da reputação. É preciso mensurar, ter KPIs (indicadores de performance) e um processo transversal para isso.
Do que adianta você falar que investe se você não mensura? Sempre digo que você só faz gestão do que conhece. Se não conhece, não controla. Logo, mensurar é importante no mínimo para que você tenha controle e gestão da sua marca.

4 - Ser menos arrogante – vale para as empresas e os executivos.
Humildade não é coisa de executivo que vai pra Índia encontrar um mantra, basta ouvir, refletir e opinar sem ser crítico sabedor do universo. Ninguém gosta de uma marca arrogante, se os executivos são, imagina como os clientes falam da marca da empresa.


Seu para casa: O que os clientes falam da sua empresa?

Fonte: Estadão

Pesquisa mostra que brasileiros compram até 36% mais após comercial de TV do em na internet

A relação entre os espectadores e o conteúdo televisivo é tema do estudo recente da Discovery Networks. A pesquisa Television Beyond TV – Expandindo o significado da televisão revelou que, mesmo com a maior incidência de dispositivos móveis, o aparelho de televisão permanece preponderante. Dos 500 brasileiros entrevistados, 63% assistem a conteúdos audiovisuais na TV diariamente. No computador, essa frequência cai para 21%. Smartphones (10%) e tablets (6%) aparecem na sequência.

A expansão do conteúdo para outras telas não mudou a preferência dos brasileiros, uma prova é que 65% afirmam que o aparelho de TV permanecerá como principal item na sala nos próximos anos. Essa relação emocional também favorece as marcas. Dos participantes do estudo, 66% dizem que os anúncios transmitidos pela TV se converteram em compra, contra 30% dos veiculados em plataformas online. O estudo também mostra que 81% estão atentos às propagandas transmitidas nos intervalos da TV linear enquanto 44% prestam atenção nos anúncios online.

Além do Brasil, a pesquisa ouviu 4500 pessoas, entre 16 e 54 anos, em oito mercados, entre eles México, Estados Unidos, Dinamarca e Suécia. Com 500 participantes, o Brasil representa 11% da amostra. O levantamento foi desenvolvido pela área de Pesquisa e Insights da Discovery Networks em parceria com o Instituto Sparkler.

Aí você se pergunta, isso significa que eu devo parar de usar a internet e até os panfletos para me comunicar com o mercado?

Fonte: mmonline

Ações sustentáveis do McDonald’s inclui até Moratória da Soja

Enquanto o consumo de produtos mais "verdes", orgânicos e mais responsáveis ambientalmente crescem no mundo todo, o McDonald's mostra em ações como essa bandeira de sustentabilidade é executada.

Ao anunciar seu apoio à Moratória da Soja, há dez anos, o McDonald’s contribuiu de forma significativa para uma grande mudança nessa indústria. O compromisso da rede para proteger a saúde da floresta Amazônica foi reconhecido pelo Greenpeace como o maior movimento da indústria para salvar a floresta tropical brasileira. A iniciativa rendeu à empresa um prêmio da Keystone Institute, que honra companhias por sua liderança, visão, capacidade de resolução de problemas e soluções colaborativas para questões socioambientais.

Como um dos maiores compradores de soja de forma indireta através dos insumos que compramos, o McDonald’s foi pioneiro na disseminação da moratória em sua cadeia produtiva, fazendo com que todos os seus fornecedores passassem a comprar soja apenas de locais fora da zona de desmatamento.

Em maio, a Moratória da Soja foi renovada por tempo indeterminado. A rede reconhece a importância que as florestas desempenham na saúde global do planeta e acredita que ações como essa são uma parte da jornada para eliminar o desmatamento da cadeia de suprimentos e ajudar a preservar as áreas de conservação em todo o planeta.


Essa é apenas uma das iniciativas da rede em projetos que envolvam sustentabilidade e utilização dos recursos naturais:

# 100% das embalagens do McDonald’s no Brasil contêm o Selo da Forest Stewardship Council®, que reconhece que toda a cadeia de produção das embalagens provenientes da celulose realiza o manejo florestal responsável do ponto de vista econômico, social e ambiental.

# O café servido nos McCafés e em nossos restaurantes é fornecido pela Café do Centro, maior empresa brasileira de torrefação de cafés gourmet, que conta com uma produção cafeeira certificada pela Rainforest Alliance.

# (MSC) - A certificação conquistada pelo McDonald’s Brasil garante que o peixe utilizado no McFish é rastreado desde a sua pescaria e segue todas as normas globais do MSC - Marine Stewardship Council.

# Usar conscientemente a energia e buscar novas fontes, mas econômicas segue como prioridade da Cia. Os novos restaurantes da rede já nascem com a sua iluminação em LED, significando uma redução de 40% no consumo para este tipo de uso

# O McDonald’s investe em projetos de reuso da água e revisou todos os programas e processos internos, o que colaborou para uma redução média de 17% no consumo de água nos restaurantes. Uma das iniciativas de destaque foi o projeto Natal, que reusa a água condensada do ar-condicionado para fins não-potáveis.

# A grande maioria dos restaurantes drive-thru do McDonald’s possuem cisternas ou caixas d’água para armazenar água das chuvas. Essa água é utilizada na limpeza de calçadas e em descargas de banheiros. Com isso, a empresa conseguiu, até agora uma redução de até 30% em seu consumo de água.

Que tal listar as ações que sua empresa faz para contribuir para uma sustentabilidade de fato?

Brazil Promotion e Popai Brasil na 14ª edição da feira


Evento acontece entre 2 e 4 de agosto em São Paulo

Faltam menos de dois meses para a 14ª edição da Brazil Promotion – Live Marketing e Retail, que ocupará o Transamérica Expo Center, entre os dias 2 e 4 de agosto, preparada para levar ao público as soluções mais criativas e avançadas tecnologicamente para campanhas promocionais e de varejo, além do trade de eventos. Conhecida como a maior feira de marketing promocional da América Latina e grande inspiradora de tendências, o evento está cheio de novidades e lançamentos com foco no mercado corporativo. Além disso, a organização da feira estabeleceu parceria com a Popai Brasil - The Global Association for Marketing and Retail.

Dois grandes eventos da instituição acontecerão dentro da Brazil Promotion: a 16ª edição do Prêmio Popai Brasil 2016, única premiação a reconhecer os mais criativos projetos de visual merchandising, ações promocionais no ponto-de-venda e arquitetura comercial; e o Seminário Internacional de Marketing no Varejo (SIM Varejo 2016), com foco no tema “PDV de Performance”, abordando ações de desempenho eficaz no Varejo (a grade completa será apresentada em breve). Além das palestras do Popai, será realizado simultaneamente o Seminário Promo Tendências – promovido em parceria com a Associação de Marketing Promocional e Live Marketing (AMPRO). Clique AQUI para ver a programação completa.

A Brazil Promotion tem se consolidado cada vez mais como uma feira voltada para soluções de marketing promocional e live marketing para o mercado corporativo. Em razão disto, empresas como Netshoes, Vivara, Faber-Castell, Pepsico, Swarovski, BIC, Oxford, Nadir Figueiredo, Copag, Fom, Samsonite, se juntaram aos 240 expositores que já enxergam a personalização de produtos como um recurso efetivo nas ações promocionais.

“A cada ano a Brazil Promotion vem se fortalecendo como importante canal de negócios e trazendo relevantes marcas, produtos e serviços para nossos visitantes. Nosso compromisso e empenho são para que as ações envolvam os consumidores em um ambiente lúdico, repleto de interações e experiências ao vivo que contribuam para as estratégias de branding das empresas, conta Auli De Vitto, CEO da Forma Promocional, idealizadora do evento.

Visitação - A visitação à feira é gratuita.
Os interessados devem realizar o pré-credenciamento no site www.brazilpromotion.com.br. No dia do evento, basta retirar o crachá de acesso na recepção. Não é permitido o acesso para menores de 18 anos, mesmo que acompanhados pelos responsáveis.

Evento
Brazil Promotion – Live Marketing and Retail 2016
Data: 2 a 4 de agosto
Horário: 13h às 20h
Local: Transamérica Expo Center - Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro - São Paulo – SP
Mais informações sobre a feira: www.brazilpromotion.com.br

Facebook muda a entrega de posts e faz anunciantes se adaptarem

Facebook muda algorítimo (regras e premissas de como funciona) e prioriza a publicações de amigos e família em vez dos "impulsionados".

Nada é estático e para frear a queda de audiência entre os jovens, o Facebook resolveu mudar (29.06.2016) a prioridade de entrega do feed de notícias da rede social. A prioridade na página do usuário será os posts de amigos e familiares, assim como em seus primórdios. É fato, o comportamento que deu audiência ao Facebook foi sempre as "fofocas" de pessoas próximas, e parece que depois de alguns anos, perceberam isso pelos amargos números em queda.

“O Facebook foi construído com ideia de conectar pessoas com seus amigos e famílias”, escreveu Adam Mosseri, vice presidente de produto do Facebook. “Esse ainda é o princípio que guia nosso feed hoje. Nossa principal prioridade é conectar o usuário a pessoas, lugares e coisas as quais ele queira estar conectado – começando pelas pessoas que são amigas no Facebook”, disse.

Segundo ele, o time de engenharia da empresa está trabalhando para fornecer recomendações mais personalizadas que aparecerão no topo do página. Ou seja, você que trabalha com o jargão "administrar as postagens do Facebook", vai ter que pensar antes em como "engajar mais o cliente do seu cliente".

Em outro post no blog da empresa, o diretor de engenharia do Facebook, Lars Backstrom, afirmou que a alteração de prioridade pode impactar negativamente os anunciantes da rede social, e que a alternativa para as marcas será apostar no engajamento do público ao compartilhar conteúdo: “Nós entendemos que esta atualização pode afetar o alcance e o tráfego de algumas páginas”, ele escreveu. “O impacto na distribuição e outras métricas de uma página podem variar dependendo da composição da sua audiência”, pontuou.

Resumindo, quem não se adaptar, vai perder audiência, engajamento e consequentemente, faturamento.


Fonte: mmonline

YouTube Kids é um novo segmento para crianças de 2 a 8 anos


Enquanto sua empresa vive de um "único produto", em mercados já consolidados, a segmentação se torna mais evidente pelos grandes players.

É por isso que o Google lançou (30.06.2016) no Brasil a plataforma Youtube Kids com conteúdo educativo voltado para crianças entre 2 e 8 anos. Disponível para Android e iOS, o app propõe um ambiente mais seguro para crianças.

Já que o comportamento dos pais é justamente observar que as crianças e até bebês se distraem com um smartphone na mão, seja por passar videos ou por pequenos jogos, por que não criar um produto para esses "pequenos clientes potenciais"?

O aplicativo já opera nos Estados Unidos há mais de um ano, acumulando mais de 10 milhões de downloads. O maior controle é uma das vantagens em relação ao aplicativo regular do YouTube.

O problema é que crianças nessa idade sabem navegar e usar outros aplicativos ou mesmo instalar programas. Mas é uma alternativa para os pais educarem seus filhos a usarem apps mais restritivos.

Do ponto de vista de negócios, a estratégia só aumenta a quantidade de ferramentas do Google no rotina diária das pessoas em todos os níveis e perfis.

fonte: mmonline

Burger King se junta a PepsiCo para lançar o Mac n' Cheetos

Diversificar o cardápio é sempre bem vindo. Reparem que é apenas mais um produto e não o cardápio inteiro.

"Mac n' Cheetos" é um salgadinho Cheetos crocante por fora e um "mac and cheese" cremoso por dentro.

Nos EUA, "Mac And Cheese" é o famoso macarrão com queijo. É como se você fosse a um fastfood e pedisse uns croquetes de queijo.

A caixa com cinco pedaços do snack custará 2,49 dólares.

Nessa estratégia, o Burger King e a PepsiCo ganham audiência com a novidade, juntam clientes amantes de suas marcas e de quebra promovem novidade para os "os clientes experimentadores de novidades".

Tenho certeza que ainda pensaram na pronúncia, já que lembra a concorrente.

Planejamento para fazer essa receita de croquete de queijo nos EUA com cara de Cheetos foi muito bem elaborada, executada e isso é Marketing!

Fonte: Exame

Como criar uma franquia | primeiros passos

Antes de pensar em transformar sua empresa ou sua marca em uma franquia, vamos analisar os números:

Cenário 2014
Em 2014 eram 125.641 franquias funcionando, sendo 17.413 mil unidades abertas contra 6.500 que fecharam antes de completar um ano de funcionamento.

Análise
O que você tem que analisar:
6500 / 17413 = 37,23% das abertas poderão fechar em menos de um ano!

Se colocarmos sobre o total de unidades funcionando teríamos
6.500 / 125.641 = 5,17% das franquias em funcionamento irão fechar em menos de 1 ano!

Considerações
Ok, você está louco por abrir uma franquia, mas precisa saber que não é investimento em mercado financeiro e sim, empreendedorismo em um modelo de negócio (franquia escolhida) que tem a possibilidade de ganhos (ponto!).

Não é para desanimar ninguém, muito pelo contrário. Mas é para mostrar que só analisar não basta, você irá precisar se capacitar para gerir uma franquia.

Do lado de quem investe em uma franquia, é o mesmo que abrir uma empresa "do zero".

Do lado da empresa que quer tornar o seu negócio uma franquia, é o mesmo que "garantir" as chaves do sucesso através de um sistema muito bem "gerenciado", "controlado" e principalmente "planejado todos os dias".

Como abrir e criar uma franquia

Agora que você já sabe um pouco dos números, como criar uma franquia do seu negócio, da sua empresa?

Você irá precisar de no mínimo um consultor de negócios, um advogado ou uma consultoria que cumpra com o mínimo abaixo.

1 - Crie um Plano de negócios

Não sabe? Há inúmeras fontes na internet, dá até para usar o BMC (Business Model Canvas) como rascunho e depois migrar para um mais completo e detalhado.

Mas no mínimo deve-se fazer um Planejamento de Marketing para avaliar o mercado e o posicionamento da empresa no mercado, objetivando conhecer se é válido utilizar o sistema de franquias para a expansão da marca e distribuição dos seus produtos e serviços.

Aqui é definido o modelo de franquia e os padrões a serem adotados, são levantados os investimentos necessários à sua implantação e projetados os resultados desta operação. A operação precisa ser rentável para o franqueador e para os futuros franqueados e sua atratividade comparada a outros investimentos do mercado.

2 - Regule com instrumentos jurídicos e administrativos

Contratos
Você irá precisar redigir documentos conforme determina a Lei 8.955/94, como a Circular de Oferta de Franquia (COF), o Pré-contrato e Contrato e as características de cada franquia.

Algumas consultorias acrescentam outros documentos, como recibos e protocolos de entrega de documentação para os franqueados ou orientações para filiação da franquia junto à ABF.

Manuais
Em seguida serão estruturados os manuais da franquia, tanto os que orientarão os franqueados, quanto os que nortearão os trabalhos a serem executados pela equipe da franqueadora. Aqui será detalhado o projeto arquitetônico e de decoração, serão mapeados os processos, definido o sistema de gestão e tudo o que será objeto de treinamento e de padronização dentro da rede.


3 - Teste e valide os processos e as estratégias

Devido à importância dos processos para a padronização das atividades nas redes de franquias, torna-se fundamental decidir quais processos devem ser mapeados e incluídos nos manuais que serão entregues à equipe da empresa franqueadora e aos franqueados e que servirão de objeto de análise de conformidade nas consultorias de campo.

Processos simplificados e bem estruturados podem reduzir o tempo e os custos envolvidos na execução de uma atividade, serem mais facilmente repassados nos treinamentos e permitirem um melhor acompanhamento da sua execução, gerando um maior controle da qualidade final dos produtos e serviços oferecidos aos clientes.

Ao pensar em criar uma rede de franquias o empresário precisa não só conhecer a operação do seu próprio negócio, como saber o quanto e o que é viável ser reproduzido neste formato.

Ter um negócio de sucesso não garante os mesmos resultados quando um modelo idêntico é replicado por terceiros em outros mercados.

Planejar é minimizar riscos, talvez dê tudo errado, mas as chances de dar certo sempre aumentam quando feitas de forma planejada. Assim, o dono de empresa que quer saber como tornar o seu negócio uma franquia, deve primeiro, antes de tudo, conhecer bem o seu negócio, mapear todo ele e ter controle total dos custos e das estratégias de vendas e marketing que garantem a sustentabilidade do negócio.

Muito cuidado com os que acham que não colocar no papel e a experiência acumulada na cabeça de uma pessoa irá garantir o sucesso de expandir através de uma franquia.

Pense que o sentimento de quem compra uma franquia do seu negócio não é ser seu funcionário, mas um sócio que vai usar seu nome, sua marca, seus ensinamentos, seus processos, seus produtos e toda sua rede de network e contatos para ganhar dinheiro!

Se não gosta de treinar outras pessoas, de falar com pessoas "leigas em gestão", de lidar com "sócios", esqueça, você não tem perfil para criar uma franquia, deixe para outros funcionários, sócios e até filhos com mais experiência e profissionalismo que você.

O franqueador precisa ensinar ao seu franqueado o que ele tem de mais precioso: o segredo do seu sucesso. Por isso, empresários arrogantes, centralizadores e pouco flexíveis podem não ser bem-sucedidos no modelo.

Agora para animar, mais dados do mercado.

 Se sua cidade não tem, um dia poderá ter uma franquia.


 Pense na economia brasileira, será que ela cresce tanto assim nos últimos anos?


Você tem franqueado o seu negócio e quer internacionalizar? Quer abrir nos EUA? Me pergunte que eu posso te ajudar.


Mais de 3000 opções de negócios



E agora, ainda assim quer franquear o seu negócio? Comece com um plano de negócios! Me mande um e-mail que eu "te ajudo".


Fontes: G1, Folha, ABF e Sebrae

Produtos japoneses incluem Kitkat de wasabi até Doritos de Alga

Kit Kat japonês com sabor Wasabi


Globalização não é só tudo igual em todo o mundo, muito pelo contrário, é a exaltação das diferenças. Isso fica claro ao entrar em supermercado no mundo. Eu mesmo gosto de ir a supermercados quando estou viajando, mesmo no Brasil é possível ver a predominância de alguns produtos que não existem em outras localidades ou que possuem maior variedade e destaques.

Diversas marcas lançam sabores únicos, somente para o mercado japonês.

Basta entram em um konbini (as lojas de conveniência locais) para encontrar ideias bem malucas nas prateleiras.


O Kit Kat é uma febre no Japão. Sua pronúncia plural, que parece "kitto katsu" (algo como "você certamente vencerá" em japonês), fez o chocolate virar sinônimo de sorte. Não à toa, ele é popular entre estudantes se preparando para exames. Inclusive, entregar alguns Kit Kats para uma pessoa querida é uma maneira de desejar boa sorte.

Por lá, são mais de 200 sabores, um mais estranho e ousado que o outro. Um deles é de wasabi, a pasta à base da raiz de wasabi usada na culinária.

Outro sabor bem curioso do Kit Kat no Japão é o de batata-doce assada. Inclusive, recomendam colocar o doce na frigideira brevemente para deixá-lo ainda mais saboroso.

Outros bem curiosos: melão salgado, vinagre de limão, chá verde, saquê, feijão e chilli.

Pepsi de pepino



A Pepsi conta com versões bem estranhas no Japão: pepino gelado, iogurte, shiso (perila), azuki (um tipo de feijão) e até baobá.

 

Oreo de chá verde


Desde março, o mercado japonês conta com a bolacha Oreo sabor matcha (chá verde). O recheio, claro, é verde.


Frappuccino de flores

Frappuccino de flores, do Starbucks

O Starbucks do Japão criou lattes e frappuccinos de sakura, a flor das cerejeiras. As sakuras são bem emblemáticas para a cultura local.

Outros sabores estranhos incluem os frappuccinos de melão.

Doritos de alga


Doritos no Japão

Assim como o Kit Kat, o Doritos japonês conta com dezenas de sabores bem curiosos.

Eis alguns exemplos: alga, sopa de milho, anchovas, maionese de camarão, sukiyaki, salada Caesar, wasabi, salame, caramelo e maionese teriyaki.
6. Cheetos de Pepsi
Cheetos de Pepsi, no Japão

Outro salgadinho famoso, o Cheetos, conta com sabores bem estranhos por lá.

Eis a lista: chocolate, morango, shoyu, x-burger, maionese de ovas de peixe, salada de abacate, entre outros.

Ainda há um encontro de mundos: salgadinhos e refrigerantes.

Cheetos de Pepsi