Marketing de Impacto: Papel Bounty usa café gigante e picolé no meio da calçada

Com a proposta de passar o recado simples (pena que não dá para fazer isso na cidade de São Paulo): "Pouco trabalho com grandes derramamentos", os papéis Bounty colocaram um copo gigante de café derramado na calçada e um picolé enorme na mesma situação para chamar a atenção das pessoas que passaram na rua em Nova York e Los Angeles. Simples e eficiente. Que tal copiarem essa ação e mandarem para cá?

Fonte: Ads Of the World

Marketing 2.0: Burguer King relança site com mais interatividade

A Burguer King relançou o seu site internacional (BK.com) de forma bem personalizável. Ou seja, você poderá mudar a cara do site da forma que você quiser considerando três barras: Fan, Food e King. Além disso oferece a "construção do seu menu", onde os consumidores podem visualizar atributos nutricionais de cada refeição, além de criar a sua própria refeição usando os ingredientes tradicionais. Eu resolvi criar um Whopper quintuplo que gerou 3420 calorias. E o mais legal é que você pode imprimí-lo.
O recado da Burguer King é: interatividade e integração da comunicação nas diversas mídias. Além de favorecer uma experiência do consumidor com a marca, seus produtos e no que a internet oferece de melhor, informações a vontade. E ainda há empresas que faturam milhões, mas os sites são vergonhosos. O site como ferramenta de marketing reflete a estrutura e gestão organizacional, se são ruins, imagina a gestão como um todo.

Mcdonalds cada vez mais customizado e regionalizado

Nem todos as lojas do Mcdonalds vendem maça como no Brasil de sobremesa. Em alguns lugares do mundo você pode conferir alguns bons sanduiches que eu, particularmente, adoraria experimentar.

Veja só o sanduíche do lado. Não é camarão no espeto, nem grelhado, mas é um verdadeiro "Ebi Filet-o", um sanduíche de camarão frito. Em Hong Kong, é conhecido como "Shrimp Burger".

McEspaghetti, quem diria.

O McArabia é feito com grango grelhado ou kafta gralhada, alface, tomates, cebolas, maionese de alho e pão árabe.

Anéis de cebola? Só na Turquia.

McBurritos e McPatatas, vá para o México.

Fontes: Mcdonalds no mundo e Foodnetwork

Marketing e branding - Mattel lança linha de maquiagem da Barbie para adultos

Para explorar a imagem que a Barbie possui, a Mattel encontrou uma maneira de estender a marca Barbie para os adultos. "All Dolled Up" é uma linha de maquiagem para mulheres de 25-40 anos e possui 10 itens, incluindo sombra, blusher e batom. A linha foi lançado na loja da "Casa da Barbie" em Xangai e serão lançados internacionalmente no próximo ano. Agora é esperar para ver quem será as modelos das peças publicitarias, pois colocar a Barbie nos folhetos será covardia.

Fonte: Marketing Magazine

Globo News: Como aproveitar fatos históricos para fazer marketing

"Special on the 40th anniversary of the first man landing on the Moon. An achievement that lead to many others. Learn more about the impact of technological advancements brought to our lives by the Space Race. Watch it on July 12, always at 11pm"

Fonte: Adsoftheworld

Branding shop: Pepsi abre primeira loja on-line

Primeira loja on-line da Pepsi? E a Segunda, quando será? Loja on-line é loja on-line, não tem primeira. Mas a Pepsi resolveu inaugurar a sua loja (shop.pepsi.com) recentemente, e é primeira, pois só entrega para os EUA e Canadá. Entendeu? A segunda pode ser para entregas em outras localidades. Mas vale a pena para os fãs da marca. O ponto positivo é justamente a economia, ter uma e-loja é muito mais barato que uma loja física da marca. Além de poder alcançar o país inteiro e todas as características que um e-commerce proporcionam. Mas o mais importante: propaga aos clientes fãs a oportunidade de ter os produtos com a marca da Pepsi e para a Pepsi, aproximar do estilo de vida dos seus clientes.

Estrategicamente é um passo importante para se aproximar dos seus clientes, criando um canal de vendas exclusivo da marca. Para quem não sabe, a Coca-Cola já possui uma e-loja. É a Coca-Cola Store. Inclusive possui uma no Brasil, muito "pobre" em produtos e que é administrada pela Americanas.com. Grandes marcas e pouca presença comercial de produtos com a marca no Brasil. Será que é medo de arriscar? Quais serão os próximos passos? Que tal uma loja do nosso Guaraná Antarctica?

Branding regional: Pepsi agora se chama Pecsi na Argentina

Enquanto a Pepsi por aqui continua a mesma, os nossos vizinhos argentinos resolveram mudar de nome. Agora se chama Pecsi. E uma pesquisa, comprovaram que 25% da população dizem Pecsi e não Pepsi. Assim, atendendo às pronúncias argentinas e não aos ouvidos dos argentinos, a Pepsi resolver se chamara Pecsi também.

Coragem ou ousadia? Eu diria que é justificar a verba de marketing com algo que vai "causar". Primeiro porque é a mudança de um nome conhecido, segundo terá que renovar toda a linha de materiais de merchandising, rótulos, embalagens, códigos de barras (cadastro em varejo), treinamento da equipe de promotores, de vendedores, enfim, vai movimentar muita coisa. E isso significa maior necessidade de relatórios, ações de merchandising, propaganda e vendas, sim, alguém vai ter que pagar a conta de quem teve a brilhante idéia de mudar o nome. Agora vocês já sabem se forem para a Argentina, peçam Pecsi, pois Pepsi já era.



Fonte: Adage

Obsolecência Planejada? Aviões agora terão air bags!

Você já contou quantos aviões caíram em 2009? Não é bem em estatísticas, mas em relação à quantidade de vôos diários no mundo, isso não é nada. Se antes a segurança de um avião era não cair, agora resolveram focar na sobrevivência individual. Algo como a obsolecência planejada em aviões? Não é bem assim, de acordo com o The New York Times, as mudanças serão obrigatórias. Uma das mudanças é que os assentos possam sofrer tensões de até 16 vezes a força da gravidade e não soltar. Os modelos antigos aguentam até 9 vezes. Estudos mostraram que em alguns acidentes com sobreviventes, pessoas morreram por terem sido esmagadas pelos bancos.

O conceito está sendo emprestado dos equipamentos de segurança dos automóveis, incluindo os testes de impacto. Uma coisa que vocês talvez não saibam é que além ter bancos resistentes à 16 vezes a força da gravidade, alguns novos aviões terão air bags na 1ª classe. Nesse caso, o meu ponto de vista é de puro investimento para diminuição da tensão dos passageiros que têm medo em cair. Mas e a classe econômica? Atualmente a classe econômica dispõe do banco da frente. O encosto da frente foi projetado para quebrar em caso de acidente, funcionando como um colchão.

Necessário ou não, é uma inovação para o mundo dos aviões, depois do post de viajar em pé, parece que chegou a vez de viajar com air bags, provavelmente para proteger o rosto em caso de queda. Enquanto as empresas de Low Fare retiram equipamentos do avião para colocar mais assentos ou inventam a moda de viajar em pé e cobrar pelo amendoim, outras se preocupam com algo ainda mais relevante, a segurança individual do passageiro. Mas tenho certeza da opinião geral, se o avião não cair, já está ótimo.

Fonte: The New York Times

Estratégia: Starbucks testa novo modelo de negócio com novos nomes e vendendo vinho e cerveja

A base de café gourmet da cadeia de Seattle está mudando o nome de uma das suas lojas em sua cidade natal para um nome que reflete o bairro local. A loja será chamada "15th Avenue Coffee and Tea". Será aberta na semana do dia 20/07/09 e vão servir café e chá, bem como vinho e cerveja. Uma inovação no modelo de negócios.

A empresa disse que irá abrir mais duas lojas na área de Seattle sem o nome da Starbucks, em localidades que não possuem lojas Starbucks.

A cadeia disse que se esse modelo de "repensar" o café for um sucesso, irá replicar em outras cidades.

A inovação no modelo de negócio, principalmente no nome da empresa, é interessante e um desafio. Mas a sinergia em compras, fornecedores e know-how de processo de trabalho é positiva.

Com a crise e novos concorrentes (Nespresso, Mccafé, etc), para uma marca "premium" como a Stabucks, criar linhas de "produtos" diferentes, como lojas com outros nomes, é uma solução estratégica considerável. A princípio, a idéia parece ser aproximar-se do local em que se abre com novos nomes do próprio local. Talvez manter um "sub-nome" pode ser uma alternativa de mostrar-se que é uma rede, mas ter nomes locais, o diferencial será o ponto, a localização e a fidelidade dos clientes, que terá que ser conquistada do "zero".

A vantagem é que a Starbucks poderá testar novas ofertas no menu, design de loja, processos de produção, preços e serviços sem prejudicar a imagem da marca premium.

O desafio maior estará em implantar essa estratégia sem mexer na marca principal, pode acontecer das sub-marcas (sub-lojas) crescerem rapidamente em faturamento e acabarem tendo que financiar as lojas premium. Mas é aquela velha história, que sempre aconselho, "não dá para a roda enquanto ela estiver girando. Tem que fazer tudo com a roda girando".

Fonte: Yahoo

Case: As Sandálias Crocs estão falindo e o que você pode aprender com isso

Inovação: foi com uma idéia na mente, uma matéria prima quase "indestrutível" e um design que não segura água que as Sandálias Crocs ganharam o mundo e foram considerados tendência. Agora a empresa enfrenta problemas de caixa e queda da procura de consumidores

As sandálias Crocs nasceram numa era de boom econômico dos Estados Unidos em 2002. Eles eram um investimento barato (cerca de 30 dólares), confortáveis e prometiam durar para sempre - algo que se tornou um problema tempos depois.

Todo mundo vestia um par de Crocs. Figurões conhecidos como o ex-presidente George W. Bush e o vocalista da banda Aerosmith Steven Tyler usavam e aumentavam ainda mais a curiosidade pelos sapatos. A indústria da moda os criticava, mas eles venderam 100 milhões de pares até hoje. Até que um dia a crise chegou e os Crocs saíram de moda.

A empresa utilizou o dinheiro da oferta pública de ações para diversificar e adquirir novos negócios como a Jibbitz, que fabrica produtos para enfeitar o Crocs, e a Fury Hockey, que usava o Croslite para criar materiais esportivos.

Segundo o presidente executivo da empresa John Duerden, a Crocs foi mais afetada do que os concorrentes na crise, porque continuou a investir para manter um crescimento similar ao dos anos anteriores.

Pontos positivos:
- Pessoas famosas utilizando o produto e fazendo propaganda, melhor impossível.
- Matéria-prima digna de tecnologia da Nasa.
- Estrutura de distribuição gigantesca e em tão pouco tempo.

Os erros:
- Preço alto para um calçado. No Brasil chegaram a custar quase 100 reais e os similares invadiram as prateleiras. Resultado: Fecharam a operação brasileira.
- Criar duas empresas filhotes da principal. Uma empresa para customizar, ao invés oferecer sandálias mais elaboradas ou customizada, como os modelos das Havaianas.
- Continuar investindo sem mudar as estratégias na crise, enquanto o mundo parou para pensar e redefinir suas estratégias.
- Produto de consumo "indestrutível", só se fosse para o exército americano, não para o mundo capitalista.
- Qualquer vestuário é moda, diversificar os modelos só com cores foi um erro primário para esse negócio.
- Não possuíam vantagem competitiva no produto, tirando a matéria prima com sua tecnologia, não possuíam nenhum outro recurso que justificasse a manutenção do produto em curva ascendente de crescimento.

Resultado:
Vai para o museu dos erros em gestão, estratégia e marketing.

Fonte: Exame

De centavos a reais, mesmo proibido, empresas ganham milhões com cobrança indevida

Não é sobre definição de preços, mas são as taxas cobradas em boletos que ajudam a enriquecer as empresas. Pelo menos é assim que entende o Procon de São Paulo. A taxa de emissão de boletos é proibida, mas muitos resolveram trocar apenas o nome: custo de cobrança, boleto bancário, despesa de entrega alternativa de faturas, itens financeiros.

O disfarce é para esconder o que não poderia mais aparecer em conta nenhuma. A tal taxa é abusiva, alerta Roberto Pfeiffer, diretor do Procon de São Paulo. “É um custo que não pode ser repassado ao consumidor, cabe exclusivamente à empresa arcar com ele”.

É uma determinação tanto do Banco Central, quanto do Ministério da Justiça. Mas muitas empresas insistem em cobrar o que não podem. Em São Paulo, as financeiras são as que mais fazem isso. Elas lideram as queixas no Procon.

As taxas variam de R$ 3 a R$ 5, e mesmo que fossem centavos, o montante disso é uma montanha de dinheiro. O mais engraçado é a falta de integração nos processos. Pois se você emitir um boleto plea internet, o valor pago será o mesmo. Algumas estão até embutindo o valor no próprio serviço.

Apesar da reclamação dos consumidores, as empresas acabam embutindo os custos do boleto em seus serviços, maqueando e burlando a proibição das taxas. Melhor seria se elas não fossem discriminadas, pois os custos são claros e a cobrança será feita. Há tantas taxas que se um brasileiro de classe média que mora sozinho, calcular quando de taxas ele acaba pagando, vai se surpreender. Mas a falta de sintonia nos processos das empresas são tão grandes que alguns SACs não possuem no seu script uma solução para o problema. É o famoso, SPP (se pegar pegou). Quem paga o pato é o consumidor. As empresas que cometem essas infrações deveriam ser mais transparentes para que esse tipo de reclamação não desgastasse a imagem, os serviços e a credibilidade delas. Mas será uma briga sem fim, o pior é que quem paga é que tem que brigar por seus direitos. Como evitar isso? Cada empresa deveria pensar e solucionar em um processo simples e fácil.

Fonte: Jornal Hoje

Novos Produtos: Marquinha de biquini em estilo tatoo direto da Itália

Somos o país do futebol e do biquini, tanto que no dicionário em inglês, Brazil chegou a ser sinônimo de bikini! Depois das Fashion Weeks parece que a inovação veio da Itália. Enquanto os estilistas se preocupavam com tendências de cores, estampas, tecidos, os italianos resolveram se preocupar com que tipos de marcas o biquini poderia fazer. E criaram o "Skin", marca de biquini em que o diferencial ou a inovação foi utilizar cortes em formato de coração para marcar a pele. No meu conceito, seria a melhor atração para qualquer desfile de Fashion Week da vida, pois une a beleza com uma nova função. Certamente será fácil copiar e poderá virar febre no mercado brasileiro, eu aposto! Que marca brasileira será a primeira a copiar? Vamos ficar atentos para o próximo verão. Ou quando tomarmos um susto, as mulhres Maça, Moranguinho e Melancia serão garotas propagandas ideais para propagar essa moda.

Fonte: Skin