Oportunidade estratégica: mercado brasileiro atrai nova leva de montadoras chinesas

Com o grande potencial do mercado brasileiro para a venda de veículos importados, novas marcas, principalmente chinesas, passam a olhar o Brasil e procurar representantes para importar seus carros. A previsão é que três novas chinesas comecem a vender seus veículos ainda este ano: a Great Wall, importada pela CN Auto, que já representa a marcas Hafei Motor e Jinbei, a JAC -Jianghuai Automobile Company, trazida pelo empresário Sérgio Habib, ex-presidente da Citroën, e a BYD-Build Your Dreams , que deve ser importada pelo Grupo Caoa, que já trouxe as marcas Hyundai e Subaru para o País.

Mesmo a queda de 13,98% nas vendas de carros importados, em abril frente à março, foi vista como natural e não desanima o setor, que registrou alta de 190% em relação à abril do ano passado e comemora um excelente quadrimestre, até com falta de veículos de várias marcas, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). A entidade representa 22 marcas, incluindo já sete chinesas: Chana, Chery, Effa Changhe e Effa Hafei (Effa Motors), JAC e Hafei Motor e Jinbei (CN Auto).

Segundo a CN Auto, que trouxe novamente para o Brasil os furgões Topic e Towner, das marcas Hafei e Jinbei, os veículos da nova marca que deve importar, a Great Wall, já estão passando por processo de homologação e a intenção é estrear em outubro, com o Salão do Automóvel de São Paulo. A marca deve começar timidamente, mas há boas perspectivas, como provam as vendas das marcas que o grupo já traz para o Brasil. De janeiro a abril, foram vendidas 744 unidades da Hafei, por exemplo, um crescimento de 150,5% sobre o mesmo período de 2009, quando vendeu 297 carros. A marca foi a chinesa mais vendida em 2009, registrando uma alta de 726,49% sobre 2008, com 1.248 unidades vendidas no País.

Para este ano, Humberto Gandolpho Filho, gerente de Desenvolvimento da CN Auto, já havia afirmado para o DCI que projeta crescimento de cerca de 200%, já que a operação das marcas também é recente no País e ampliarão a sua rede de concessionárias. Hoje, estão com 34 unidades e devem chegar 50 concessionárias. "Somos a maior importadora de veículos chineses hoje e resgatamos mercado no Brasil", afirmou.

Outra marca chinesa que chegou ao Brasil em outubro de 2009 e rapidamente promete alcançar o posto de chinesa mais vendida no País é a Chery, que apesar de operação recente, afirma querer vender 10 mil unidades este ano e tem planos de abrir uma fábrica no País a curto prazo. Segundo o CEO da Chery, no Brasil, Luis Curi, o projeto e estudos de viabilidade já estão em fase final e ainda está sendo definido que peças devem ser fabricadas aqui ou não. "Ninguém pode mais dar às costas para a China. Hoje eles já são o maior mercado automotivo do mundo, todas as grandes marcas estão lá e produzem lá", diz.

Segundo Curi, a Chery estudava o mercado brasileiro há três anos, sendo que o País é um mercado prioritário e a intenção é que seja ainda este ano o seu segundo maior fora a China. Hoje, exportam para Rússia, Egito e Chile.

A aposta é ter modelos semelhantes ao de carros europeus e americanos, mas 20% a 30% mais baratos. "Queremos ser uma alternativa, um produto com design europeu e preço competitivo". Este ano, planejam mais quatro lançamentos e no Salão do Automóvel, apresentarão três modelos para começar a ser vendidos em 2011. De janeiro a abril, venderam 720 carros.

Outra importadora de veículos chineses que até reviu as suas expectativas para o ano é a Effa Motors, que iniciou sua operação em maio de 2008. A meta é vender 6.500 veículos até dezembro, o que afirma ser um volume 54% maior ante projeções definidas no início do ano, que era de vender 4.200 carros. Este ano, de janeiro a abril, já vendeu 1.005 carros, mais do que em 2009 inteiro.

José Luis Gandini, presidente da Abeiva e da coreana Kia Motors no Brasil, afirmou acreditar que o País é a "bola da vez" e opção para marcas de outros países, até diante de uma possível crise na Europa. "O Brasil tem tudo para se destacar, muitos países como a Coréia cresceram muito depois de eventos como a Copa do Mundo e vamos aproveitar o crescimento da economia", disse.

Para Sérgio Reze, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), porém, os produtos chineses ainda precisam provar ao que vieram e "o negócio de automóveis não pode se tornar uma 25 de Março". Para ele, as marcas chinesas precisam procurar operadores que saibam se posicionar no mercado. "Grupos como Itavema e Caoa têm conhecimento. É necessário ter um bom operador, que faça uma rede capilar, seja respeitado, como também é o caso do Sérgio Habib", disse ao divulgar as vendas do setor.

Market share, esse é o espaço que o Brasil possui para que novas empresas se instalem no Brasil. A briga é boa, e a entrada de novos players só demonstra o espaço que o mercado brasileiro possui e também expõe as deficiências que os atuais players não conseguem cobrir. Em breve, carros com milhares de opcionais vão deixar de ser maioria no mercado, é apenas uma questão de tempo e de mistura de culturas de negócios. Acredite e verá.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: DCI, Estadão

Varejo: com canais de vendas e boas estratégias, os bens duráveis serão o carro-chefe

Mesmo sem a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e com a alta dos juros, o comércio varejista dá provas de sua força e deve continuar com crescimento, depois de registrar a maior alta da história no mês de março. O destaque devem ser os bens duráveis, nos quais grandes players -como o Grupo Pão de Açúcar (GPA)- apostam para alavancar suas vendas. O grupo, que divulgou as suas metas para este ano, espera alcançar, incluindo o Ponto Frio (Globex), vendas brutas totais acima de R$ 33 bilhões frente a R$ 26,2 bilhões registrados no ano passado; já quando vemos o guidance só para o grupo, a previsão é de vendas brutas de cerca de R$ 26 bilhões sobre vendas de R$ 23,3 bilhões.

No primeiro trimestre, o Pão de Açúcar também registrou crescimento de 47,1% nas suas vendas brutas em comparação ao mesmo trimestre de 2009, atingindo R$ 7,8 bilhões. Mas, se analisamos os dados do grupo sem a participação da Globex, o crescimento também é menor, de 19,9%, e vendas de R$ 6,3 bilhões.

Depois de comemorar bons resultados no primeiro trimestre, a companhia também afirmou que as vendas continuaram em alta em abril e no início de maio, e acredita que este ano terá crescimento real de vendas brutas nas lojas comparáveis de 4% a 5%, mantendo o patamar de 2009, quando cresceu 4,5%. Já seu capex (gastos de capital) deve atingir até o final do ano cerca de R$ 1,6 bilhão, frente a R$ 700 milhões em 2009.

Ontem, durante participação na Apas, evento supermercadista que está ocorrendo em São Paulo, Enéas Pestana, presidente do grupo, comentou a expectativa da companhia para com outros canais de vendas, como a internet, onde também explora a venda de não-alimentos e principalmente de eletrodomésticos e eletrônicos. Ele afirmou esperar faturamento de R$ 2 bilhões neste canal. No final de 2009, o grupo havia afirmado que a integração e a segmentação das operações de comércio eletrônico do Ponto Frio (www.pontofrio.com.br) e do Extra (www.extra.com.br), culminariam com a criação de um negócio de faturamento superior a R$ 1 bilhão.

Em teleconferência ocorrida esta semana, o grupo reforçou que a sua estratégia de crescimento para a área de não-alimentos é "alavancar vendas de não-alimentos nos hipermercados", além de se apoiar no pilar de crédito e contar com associações feitas com outras redes, como a aquisição do Ponto Frio e a possível conclusão do acordo com a Casas Bahia.

As expectativas da companhia em relação à área mostram ainda que o grupo aposta em um segmento do varejo que mais tem se destacado, o de bens duráveis, uma vez que, de acordo com os dados de venda no comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o maior crescimento registrado em março foi na categoria de Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação (35,4%), seguido por Veículos e Motos, Partes e Peças (32,4%). Setores como Móveis e Eletrodomésticos (25,7%) e Material de Construção (19,5%) também tiveram forte alta, mostrando o bom desempenho do segmento.

Para Luiz Góes, sócio sênior e diretor da GS&MD -Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo e distribuição, o destaque dos bens duráveis pode ser explicado por fatores como a maior oferta de crédito e confiança do consumidor, além do aumento da renda. "A massa salarial cresceu 7,3% em março deste ano frente a março de 2009. É uma quantidade significativa de renda a entrar no mercado, e boa parte vai para o varejo. Ainda há a expectativa da Copa do Mundo, boa para o varejo de eletrônicos", diz.

Análise
No comércio varejista em geral, as vendas subiram 1,6% em março, na comparação com o mês anterior, mas, na comparação com março de 2009, as vendas registraram aumento de 15,70%, o maior crescimento já registrado em meses de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde o início da série histórica da pesquisa, em 2001.

No primeiro trimestre, as vendas tiveram aumento de 12,80% frente às do mesmo período do ano passado, um dos mais fortes primeiros trimestres do setor, embora costume ser um período de baixa das vendas. Como há um movimento de aceleração nos últimos meses, foi registrada alta de 9,2% em dezembro, 10,4% em janeiro e 12,2% em fevereiro.

Todos os segmentos do varejo analisados pelo IBGE registram alta de acima de 6,4%, sendo que a maioria dos setores teve alta de dois dígitos nas vendas

Luiz Góes, alerta, porém, para o fato de que, apesar de o crescimento de 15,7% sobre 2009 ter surpreendido, só a partir de abril será possível fazer uma análise melhor da situação do comércio, uma vez que o primeiro trimestre de 2009 não foi tão bom - ou seja, a base de comparação é fraca -, e março foi o último mês de redução do IPI em alguns setores.

"A tendência é de que o crescimento continue, mas não tão acelerado quanto antes. Só com os dados a partir de abril poderemos ver qual será o crescimento sobre bases mais robustas, já que foi em abril de 2009 que o varejo retomou e passou a contar com incentivos do governo", disse o consultor.

Apesar de bases mais fortes de comparação, Góes acredita que o impacto do fim do IPI e do aumento da taxa Selic no último mês deve ser pequeno. "Em setores como o de veículos, as montadoras mostraram esforços e condições de manter preços mais baixos e continuar com financiamento; e a alta dos juros só costuma impactar o varejo depois de três meses", explicou.

Esse é o milagre das "fusões" e diversificações, novos horizontes, novos faturamentos.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: DCI

Efeitos da Globalização: Brasil abre guerra por genéricos na OMC contra Europa

Queixa será apresentada em aliança com a Índia, uma vez que remédios são frequentemente apreendidos na Europa por falta de entendimento sobre patentes

Antes, os fatores ambientais que gravitavam sobre os negócios das empresas se resumiam às fronteiras do seu país de atuação. Agora, com a globalização da produção e da economia, as estratégias estão mais agressivas.

GENEBRA - Depois de uma série de consultas fracassadas, o comércio de remédios genéricos levará o Brasil a abrir ainda nesta quarta-feira em Genebra uma disputa legal contra a Europa e o governo da Holanda na Organização Mundial do Comércio (OMC). O Itamaraty apresentará a queixa em uma aliança com a Índia, em um processo que promete se arrastar por meses e voltar a colocar o tema das patentes na agenda internacional.

A decisão ainda é tomada às vésperas da assembleia mundial da Saúde, que ocorre na semana que vem e que deve ser marcada por uma tensão entre países ricos e emergentes em torno do tema de patentes de remédios.

Início da polêmica
A polêmica começou quando, em dezembro, um carregamento de 500 quilos do remédio genérico Losartan foi apreendido em Roterdã, na Holanda. Ele havia saído da Índia, onde foi fabricado, e se direcionava ao Brasil. O governo holandês informou sobre a passagem da carga à empresa que tinha a patente do produto na Europa - a Merck Sharp & Dohme - que entrou com uma liminar para exigir uma ação. A empresa tem a patente do produto na Holanda, mas não no Brasil e nem na Índia.

Os europeus ameaçaram destruir os remédios se eles seguissem viagem ao Brasil. O carregamento acabou liberado, mas foi reenviado ao produtor, na Índia.

O Itamaraty explica que uma missão brasileira foi até Bruxelas há dois meses e tentou encontrar uma explicação para a atitude dos europeus. Mas os diplomatas alertaram que não houve um entendimento. O Brasil queria um compromisso dos europeus de que isso não voltaria a ocorrer. Mas nenhuma garantia foi dada.

Negociação
Num primeiro momento, as partes realizarão consultas. Mas se não houver um entendimento, árbitros da OMC serão chamados para intervir. Dos 15 anos da existência do tribunal da OMC, o Brasil aparece como o quarto maior usuário do sistema de solução de disputas. O governo ainda lembra que outros fóruns também foram usados para tentar obter uma explicação, todos sem sucesso.

O problema é que não se tratou de um incidente isolado. No total, mais de uma dezena de casos de apreensões foram registradas na Europa em casos similares no comércio de remédios genéricos entre países emergentes em 2008. Peru, Nigéria e Colômbia foram afetados. O fato de esses remédios genéricos ter patente na Europa não seria motivo para a apreensão. Até mesmo um carregamento para um organismo internacional - entre India e Nigéria - acabou sendo confiscado.

Ação dos governos
Parte da denúncia do Brasil é de que o caso não partiu da empresa que mantinha a patente, como as autoridades europeias haviam indicado. O confisco de genéricos estaria sendo uma ordem dos próprios governos europeus, a partir de uma nova lei aprovada pela Comissão Europeia.

Diplomatas de Bruxelas insistiram que tinham o direito de fazer o que foi registrado com a carga. A UE ainda insistiu que a verificação é um esforço para garantir que a pirataria de remédios seja combatida. Segundo a UE, 34 milhões de comprimidos falsos já foram detidos nesse esforço.

O Brasil não aceitou a explicação e pediu garantias da UE de que isso não voltaria a ocorrer. Mas essa garantia não foi dada. China, Argentina, todos os países africanos e outros países em desenvolvimento apoiam o Brasil. Organizações não-governamentais como Médicos Sem Fronteira e Oxfam também atacaram os europeus. Metade das cerca de doze apreensões em 2008 foram ordenadas a serem destruídas, sequer retornando a carga ao país de origem.

O Brasil ainda alerta que o exportador indiano do medicamento - Dr. Reedy - recebeu uma carta de ameaça antes mesmo do incidente. A Europa deixava claro que não aceitaria a passagem do medicamento por seu território, onde há uma patente registrada. Tanto o exportador como o importador brasileiro alegavam que não havia motivo para a apreensão, já que o produto apenas faria escala na Europa, seguindo para o Brasil.

Quando a carga pousou na Holanda, os europeus fizeram o que prometerem e apreenderam os medicamentos. Comercialmente, o Brasil acredita que a proliferação dessas barreiras significaria um prejuízo importante, já que o País importa muitos remédios e princípios ativos de outros países emergentes e precisaria encontrar uma nova rota para permitir que o acesso até os portos nacionais fosse garantido. Só a carga apreendida seria suficiente para a fabricação de remédios que atenderiam 300 mil pessoas por mês no Brasil.

Em resumo, quem atua globalmente, tem que pensar globalmente. Ótima ação da Merck Sharp & Dohme, que com certeza sabiam dessa rota de carregamento de medicamentos. Com informação, monitoramento da concorrência e bons estrategistas, a empresa conseguiu ganhar tempo na venda do mercado ao Brasil desse genérico, motivo para abastecer o mercado brasileiro com seu produto e assim, faturar mais que o esperado para 2010.

Uma Estratégia quase 70% Terrorista, com lucros, 100% legais. Quem não se previne, assume os riscos. E no final, o barato sai caro.
Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Estado de S. Paulo

Preparem-se: Lei da publicidade de automóveis - 12.006

Membros do conselho do Contran estão reavaliando os termos do projeto já sancionado por Lula

A regulamentação do projeto de Lei 12.006 - que prevê, entre outras coisa, que peças publicitárias tenham mensagens educativas sobre o trânsito - não tem data para sair, segundo informações do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

O Conselho Deliberativo do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável pela definição dos detalhes da implementação da matéria - como tamanho e tipos das mensagens, bem como forma de fiscalização - pediu reavaliação do projeto, que foi sancionado pelo presidente Lula em julho do ano passado.

Enquanto os membros do Conselho - que se reuniram na primeira semana de maio - não publicarem a resolução do projeto no Diário Oficial, a nova lei não entra em vigor no País, o que dá mais folêgo para agências e anunciantes se prepararem para as novas regras.

A proposta inclui desde a obrigatoriedade da veiculação de frases de advertência na propaganda de carros como de todos os produtos do segmento automobilístico, entre eles pneus, baterias, GPS e amortecedores. A ideia é que as peças veiculadas nas diversas mídias incluam estes textos, que vão alertar para questões como a importância do respeito aos limites de velocidade e a obrigatoriedade do uso de cinto de segurança e do capacete pelos motoqueiros, por exemplo.

É o Governo usando o que já existe como veículo de comunicação.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Propmark

Estande da Ambev marca presença na APAS 2010


A NewStyle é responsável pela criação e operacionalização do megaestande da AmBev no 26º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, promovido pela APAS, que acontece até 13 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Dinâmica
Em uma ação, o stand convida os visitantes a participarem de uma partida de pebolim no estande. A mesa tem espaço para jogarem até 8 pessoas ao mesmo tempo e o time que fizer primeiro dois gols leva um porta-latas exclusivo da Brahma.

O tema deste ano – “Diversidade. O mundo novo do novo consumidor” vem ao encontro dos desafios enfrentados pelo setor diante de um cenário complexo e inexplorado. A diversidade cerca as pessoas em todas as atividades cotidianas. Dentro dessa lógica, causa uma transformação no consumo. A expectativa é de que mais de 70 mil pessoas visitem a feira.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: NewStyle
A Saatchi & Saatchi de Dubai utilizou as páginas de moda de uma revista feminina para mostrar que manchas não são mais problemas graças ao novo Ariel Pro-zim 2. Simples, rápido e fácil de aplicar, é como se cada página de moda virasse uma página de propaganda, show de BOLA!

Além da simplicidade, ainda tem a interatividade, do cliente ou leitor ver o que tem atrás da mancha após retirá-la.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Adsoftheworld

Gays ganham e planos de saúde terão que aceitar como dependentes parceiros do mesmo sexo

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou, na edição do Diário Oficial da União (DOU) do dia 4 de maio, uma súmula normativa que obriga a todas as empresas de seguro e plano de saúde do país que aceitem como dependentes parceiros de casais homossexuais estáveis. A ANS explicou que a súmula se trata, na verdade, de um entendimento sobre uma norma já existente, mas que, por falta de clareza, não era seguida por algumas empresas, que interpretavam parceiro apenas nos casos de uniões entre casais heterossexuais.

Segundo a própria agência, a súmula apenas segue uma interpretação da Constituição e do Código Civil já evidenciada em vários tribunais federais do país: o de garantir aos homossexuais direitos civis dados a heterossexuais.

Em 2005, por exemplo, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram à Caixa Econômica Federal um recurso que pretendia impedir um funcionário portador de HIV de pôr seu parceiro estável como dependente no plano de saúde. Segundo parecer do ministro Humberto Gomes de Barros, o casal tinha uma relação provada de mais de sete anos, com divisão de despesas de casa e, portanto, não poderiam ser tratado como "cidadãos de segunda classe".

Pela ANS, cada operadora vai definir o que será exigido dos casais homossexuais como prova da relação estável, mas tanto na SulAmérica quanto na Unimed-Rio, o documento exigido será o mesmo pedido de casais heterossexuais que não se casam oficialmente, ou seja, o contrato de união civil registrado em cartório.

Essa é uma oportunidade escancarada para as operadoras de planos de saúde segmentarem mais ainda a sua comunicação e ganhar um mercado enorme. Vamos ver se elas, operadoras, terão competência para aproveitar essa oportunidade ou apenas deixarão esse fato passar sem aproveitá-lo comercialmente.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: O Globo

Marketing: Igreja se moderniza com SMS para o Papa

Tentando mostrar sua face moderna e buscando apoio dos fiéis (ou diria fidelizar seus fiéis) em meio a escândalos de casos de pedofilia, a Igreja Católica anunciou (08/05/10) que os devotos poderão mandar mensagens de “solidariedade” ao Papa Bento XVI, via SMS. A informação foi divulgada pela agência de notícias France Presse, que afirma que o anúncio foi feito durante o programa religioso semanal na TV italiana RAI.

O número para o envio de mensagens ao pontífice é (**39) 335 18 63 091.

No site do Vaticano já existem anúncios de mensagens em SMS enviadas ao público jovem. No próximo dia 16 é esperado um encontro na Praça São Pedro, convocado por movimentos laicos para demonstrar o apoio ao papa na crise que abala a Igreja. O papa Bento XVI é acusado inclusive de ter sido conivente com a conduta inadequada de membros do clero quando era cardeal e posteriormente quando era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Na internet
Em outra frente da corrida tecnológica católica, o Vaticano transmitirá a visita do papa ao santuário de Fátima, em Portugal, pela internet. A transmissão será feita pelo site do santuário (www.fátima.pt). De acordo com a Igreja, a medida é uma resposta ao pedido de vários fiéis que não poderão ir ao local da visita e de meios de comunicação de Portugal, Itália e Colômbia, que querem transmitir o evento.

Recentemente o Vaticano também lançou canais no site de microblogs Twitter e na página de vídeos You Tube.

É a Igreja adotando as práticas modernas de comunicação para não ficar atrás no atendimento aos seus clientes, ops, fiéis. Se até a Igreja adotou o SMS, por que a sua empresa ainda não adotou uma estratégia de Mobile Marketing?

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: OTempo

Entretenimento: Homem de Ferro 2 movimenta o mercado cinematográfico

O longa garante segunda maior abertura do ano no fim de semana de lançamento com 855 mil ingressos vendidos e amplia oportunidades para empresas anunciarem nos cinemas, afinal, fluxo de gente é igual a um ótimo ambiente de espectadores, não?

Confirmando as expectativas, o filme Homem de Ferro 2, dirigido por Jon Favreau, teve ótima aceitação pelo público brasileiro em seu fim de semana de estreia atingindo o primeiro lugar em bilheteria. Anteriormente, o posto era de Alice no País das Maravilhas, outro blockbuster que promete continuar lotando as salas de exibição, principalmente as com tecnologia 3D. De acordo com levantamento feito pelo portal Filme B, Homem de Ferro 2 arrecadou R$ 8,5 milhões, com 855 mil ingressos vendidos. O total superou em mais de 50% o primeiro filme do herói da Marvel Comics.

Mesmo caindo para o segundo lugar do ranking, Alice no País das Maravilhas faturou R$ 8,4 milhões e levou 672 mil espectadores aos cinemas brasileiros. Já o longa que conta a história de Chico Xavier chegou ao terceiro lugar entre os filmes mais procurados pelos brasileiros, com R$ 1,6 milhão arrecadados.

Abs,

Jony Lan
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Fonte: Pressaporte

Erro de foto em site: braço fora do lugar

Veja bem a foto, qual o defeito desa loira maravilhosa? Se você conseguir fazer a pose com os braços dela, parabéns, você conseguiu evitar os efeitos do Photoshop. Confira aqui se a foto ainda se encontra por lá. Viu porque nem sempre adianta fazer um site bonito? A terceirização pode prejudicar a sua imagem.

Abs,

Jony Lan
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Efeito surpresa: cantores de ópera em mercado de Belo Horizonte

Ao estilo "Popup", janelas que aparecem na nossa frente enquanto navegamos, mas sem a vontade de um Marketing Mobilizing People, e com o objetivo de divulgar o espetáculo do Coral Lírico de Minas Gerais, cantores surpresas foi a estratégia adotada que agradou a todos.

Durante um dia normal nos mercados Central e Distrital do Cruzeiro, em Belo Horizonte, eis que vem a "surpresa": 16 cantores surgem do meio das pessoas entoando melodias da ópera La Traviata. A intervenção foi realizada para divulgar o espetáculo do Coral Lírico de Minas Gerais, que será apresentado no Palácio das Artes a partir do próximo dia 18 (até dia 27 serão seis apresentações).

"Queremos despertar as pessoas para o gênero da ópera e tirar a ideia de que é um espetáculo elitista", afirma a diretora artística, Cláudia Malta. Ela lembra que muitas pessoas não costumam ir a esse tipo de apresentação, geralmente por falta de oportunidade e, por isso, nem mesmo sabem se gostam do gênero.

A apresentação foi ensaiada para acontecer de surpresa. E, no final da manhã, no Mercado Distrital do Cruzeiro, sem anunciar, o primeiro solista entoou o canto com voz potente. Outros solistas surgiram do meio das pessoas. A beleza e sintonia da apresentação impressionaram. Feirantes, vendedores de artesanato, crianças e adultos se amontoaram para não perder nenhum detalhe da apresentação. No final, depois de muitos aplausos, todos pediram bis.

Marketing Experience
Para José Roberto Araújo, 65, a emoção foi tamanha que ele não conseguiu conter as lágrimas. "Foi uma beleza. As vozes são lindas. Fez muito bem ao meu coração", disse, chorando. A apresentação foi uma grande surpresa para ele e a mulher, Marilda Araújo, que foram ao mercado comprar frutas. "Valeu a pena, pois é muito difícil ver uma coisa tão bonita como essa nos dias de hoje", disse a mulher.

A feirante Cristina Maeda interrompeu as vendas só para apreciar a apresentação. "Foi fantástico. Acho que deveria haver sempre apresentações como essas".

Olhando de longe, enquanto cuidava de sua barraca de frutas, o feirante Natalicio Santos contou que deu sua contribuição para a beleza do espetáculo. "Antes de se apresentar, a cantora passou na minha barraca e comeu um pedaço de abacaxi", brincou.

Para a solista Eliseth Gomes, a aproximação com o público foi uma experiência única. “No teatro as pessoas ficam longe e aqui nós podemos vê-las de perto e perceber como ficam emocionadas”. O cantor que interpreta o personagem principal, Marcos Paulo, disse que vai levar boas recordações da experiência. “Para nós também foi surpreendente”.

Essa é uma ação excelente para mostrar ao público que a ópera pode ser consumida, ouvida e degustada em qualquer lugar. A experiência não é nova, mas atitude comprova que o Marketing Experience é uma ferramenta e tanto quando se quer impressionar.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: O Tempo

Luxo: Harrods é vendida por US$ 2,2 bi para investidores do Qatar

O mundo do luxo mostra que o legado é como uma empresa normal, no fim, se não falir, é vendida.

O empresário Mohamed Al Fayed vendeu a famosa loja britânica de departamentos Harrods, em Londres, para investidores do Qatar, de acordo com seus assessoria financeira, a Lazard International. O preço de venda não foi anunciado, mas a BBC e a Sky News divulgaram que o valor teria alcançado cerca 1,5 bilhão de libras (US$ 2,2 bilhões).

O trust da família Al Fayed concordou em vender o Grupo Harrods para a Qatar Holding. Al Fayed, de origem egípcia, se uniu a seus dois irmãos para comprar a Harrods em 1985. Durante um quarto de século, ele foi o controlador do grupo.

Seu filho Dodi morreu juntamente com a princesa Diana em um acidente de carro em Paris, em 1997, e nos últimos anos Al Fayed tem direcionado muito tempo e dinheiro para provar que o casal foi vítima de uma conspiração.

De acordo com o presidente da Lazard International, Ken Costa, depois de 25 anos como presidente da Harrods, Mohamed Al Fayed decidiu se aposentar e passar mais tempo com seus filhos e netos. Segundo ele, Fayed transformou a Harrods em uma marca exclusiva de luxo reconhecida mundialmente. Com sua decisão de se aposentar, ele quis assegurar que o legado e a tradição que ele construiu na Harrods seriam continuados e que a equipe que ele montou fosse encorajada a desenvolver as fundações que ele plantou.

A Qatar Holding será o quinto proprietário da Harrods desde que Henry Charles Harrod abriu uma pequena mercearia em 1849.

Para quem não conhece a loja, ela é um ícone das lojas de departamento no mundo. Enquanto as Mesblas, Mappins e Sears da vida sumiram do Brasil, as lojas de departamento no exterior, facilmente encontradas em qualquer grande cidade europeia, continuam em alta. A Harrods tem produtos exclusivos, combos que dificilmente você encontrará em outros lugares no mundo, isso faz desta loja de luxo, que também vende para qualquer tipo de pessoa, um ícone do varejo mundial.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Agencia Estado