Pesquisa LinkedIn | 1 em cada 3 trabalha na área sonhada quando criança


Uma pesquisa realizada pela rede LinkedIn com usuários cadastrados no Brasil apontou que 30,3% trabalham atualmente na profissão que sonhavam quando criança. Entre os que disseram atuar em outra área, 43,5% disseram que se interessaram por outra carreira quando foram ficando mais velhos.


De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira, as profissões mais desejadas pelos brasileiros na infância são engenheiro (para homens), com 15%, e professora (para mulheres), com 15,6%. No universo masculino, se destacaram também piloto de avião (7,9%), professor (7,4%), cientista (6,6%) e atleta profissional (5,1%).

Já na infância feminina, as carreiras de médica ou enfermeira (6,2%), escritora ou jornalista (5,6%), veterinária (5,6%) e advogada (5,6%) também ficaram entre as cinco profissões mais "sonhadas". A pesquisa consultou cerca de 8 mil usuários do LinkedIn no mundo inteiro.

Cerca de 70% dos profissionais afirmaram que a característica mais importante da profissão dos sonhos é "ter prazer no seu trabalho". "Ajudar os outros" é essencial para 8% dos questionados, enquanto "um bom salário" é necessário para apenas 6% dos profissionais.

"Os trabalhos que aspiramos quando criança são a janela para nossas paixões e talentos. Identificar e entender essas paixões são a chave para melhorar nossa performance e aproveitamento no trabalho que fazemos atualmente, mesmo se não forem relacionados à carreira que sonhamos quando criança", afirmou no estudo Nicole Williams, expert de carreira do LinkedIn.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Terra

Estratégia | Atlantica Hotels investe R$ 1 bi em projetos no interior

Rentabilidade | Atlantica Hotels diz que rentabilidade nos investimentos no interior é de 90 dias?

Administradora brasileira de hotéis vai inaugurar 48 empreendimentos no Brasil nos próximos dois anos.

Enquanto os investimentos em grandes capitais para dar suporte às Olimpíadas e à Copa do Mundo tomam conta dos noticiários, a área hoteleira descobre que estar fora do eixo Rio-São Paulo pode fazer a diferença no fechamento das contas.

A operadora nacional Atlantica Hotels International é um exemplo. Alheia a modismos, a empresa vai inaugurar 48 hotéis até 2014, com investimentos de terceiros que chegam a US$ 1 bilhão.

"Desde o início de nossa operação estabelecemos a estratégia de voltar os negócios para o interior. As concorrentes até nos chamavam de loucos. Elas se esquecem que existe vida fora de São Paulo e do Rio. Mas entendemos que, no final do dia, o nosso negócio, nosso business é justamente atender hóspedes de negócios não lazer", afirma Paul Sistare, presidente da operadora ao Brasil Econômico.

O empresário garante que essa estratégia vem levando a empresa a crescer acima do mercado. Neste ano, o faturamento da Atlantica deve chegar a R$ 700 milhões, um crescimento 12% em relação ao ano anterior.

"Em 2011 obtivemos uma receita recorde, cerca de R$ 500 milhões, o que representou um aumento de 28% sobre 2010. Esse é o segredo de nossa expansão, estar fora do eixo Rio-São Paulo. No final do dia quero dinheiro no meu bolso", afirma o empresário.

E não é só para a operadora que a estratégia de focar no interior é mais rentável. Para os investidores da companhia o retorno de um empreendimento fora de São Paulo e do Rio também é maior.

Uma peculiaridade da hotelaria brasileira é que ao invés de um dono único, a grande maioria dos hotéis é construído em acordo com uma construtora e fatiado em flats para serem vendidos à investidores individuais. No interior, Sistare afirma que o retorno desse investimento é de no máximo 90 dias, a partir da data de inauguração. Em empreendimentos no eixo Rio-São Paulo, esse retorno pode variar até três anos.

Estratégia de expansão

Com os novos hotéis, a operadora vai elevar o total de ativos administrados dos atuais R$ 4 bilhões para R$ 5,75 bilhões. O interessante é que a empresa não tem em sua estratégia de crescimento nenhum hotel previsto para atender à demanda da Copa do Mundo de 2014.

"Não estamos com foco na Copa. Durante os 60 dias do evento será ótimo, mas e depois? Ou até mesmo antes? Como sustentar um hotel em cidades que não tem demanda para isso? Nossa estratégia sempre foi ir aonde o dinheiro está. E no caso brasileiro, é fora das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro", afirma Sistare.

Piracicaba

Piracicaba, no interior de São Paulo, é uma das cidades que estão na mira de Sistare. Com a ida da coreana Hyundai para lá, muitas empresas estão se instalando no entorno da fábrica. Somente de fornecedores coreanos serão nove dentro do parque industrial. Ao todo, 20 autopeças foram para a cidade atraídas pela Hyundai. Em função disso, a Atlantica vai inaugurar no ano que vem o seu segundo hotel na cidade.

"A taxa de ocupação lá, para se ter uma ideia, é de 100%. A maior parte dos hóspedes são coreanos. Esses executivos não querem ficar hospedados em São Paulo, rodar por mais algum tempo para uma reunião de negócios. Eles querem estar perto de seu destino", afirmou o executivo.

Atualmente, a rede tem 77 hotéis em operação e dois centros administrativos, com total de 10.323 apartamentos, em 41 cidades brasileiras. As aberturas até 2014 elevarão a oferta da companhia em 7 mil unidades e ampliará a presença em 16 novas cidades, elevando para 53 destinos diferentes.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: brasileconômico

Estratégia | Jequiti "instala" cartão de crédito direto para vendas no porta a porta


Companhia de venda direta de cosméticos fez um piloto com nova forma de pagamento in loco.


Para inovar no tradicional negócio de venda porta a porta vale até bancarizar as vendedoras. É esta a proposta da Jequiti, empresa do grupo Silvio Santos que desde 2006 atua na área de cosméticos. A ideia, já em teste, é que as vendas porta a porta sejam pagas também com cartão de crédito.

A Jequiti está fazendo um projeto-piloto com 5 mil vendedoras no Sul do país para que elas possam aceitar dinheiro de plástico. "Já demoramos muito", diz Lásaro do Carmo Jr., presidente da companhia.

"Somos a primeira do mercado a oferecer a possibilidade de a consultora pagar suas encomendas com cartão de crédito e em breve, também receber o pagamento das clientes com o mesmo meio."

Carmo afirma que é um processo lento, já que não há cultura do pagamento com cartão e que a empresa vem testando modelos. Inicialmente, as vendedoras do Sul receberam a máquina tradicional do plástico, a mesma usada no varejo, mas não deu certo.

"Desenvolvemos em parceria com a Cielo um equipamento que fala com a vendedora, orientando em como passar o cartão de crédito", explica, ressaltando que está máquina também não sofre com a falta de sinal.

Empreendimento
A ideia é que a empresa passe a tratar cada vendedora como uma pequena loja, e para isso, ela terá de ter conta no banco. Mas a empresa promete algumas vantagens. "A meta é que nos produtos vendidos no cartão haja a opção de recebimento à vista, com uma pequena taxa, ou em até 21 dias. Além disso, elas terão a opção de oferecer pagamento a prazo às suas clientes", explica.

A modalidade deve começar a se expandir para as 190 mil vendedoras da Jequiti no próximo ano. Por enquanto, as vendedoras já podem pagar suas encomendas no plástico, em até três vezes.

De acordo com Carmo, o objetivo da companhia é reduzir a inadimplência de pagamento das vendedoras e também a inadimplência da companhia. O executivo não revela o valor, por conta do due dilligence - processo de avaliação da empresa para sua venda -, mas diz que, segundo dados do mercado, o calote na venda direta é de 2% a 3%.

A Jequiti atua em todo o território nacional com um portfólio de produtos composto por 700 itens que são atualizados a cada 21 dias com novos lançamentos. Os boatos de venda da empresa começaram na época do escândalo do Panamericano.

A venda da companhia ajudaria o Grupo Silvio Santos a conseguir maior estabilidade financeira. No entanto, Silvio Santos optou por vender a rede de varejo Baú da Felicidade.

O presidente da empresa não confirma quem é o pretendente a comprá-la. No entanto, informações dão conta de que a Jequiti - hoje a principal noiva da indústria cosmética - já entrou em negociações com a americana Coty e com a francesa L'oreal. Hoje, a Coty estaria mais próxima da aquisição.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Brasileconômico

Marketing promocional | Nova Schin lança concurso cultural que leva você ao GP Brasil Fórmula 1

Uma forma fácil de promover qualquer marca é um concurso cultural, no Facebook então, é uma das estratégias mais utilizada atualmente.

A Nova Schin é a cerveja oficial da etapa brasileira do 41º Grande Prêmio Fórmula 1, que acontece entre os dias 23 e 25 de novembro, no Autódromo de Interlagos. Para promover a participação no evento, a marca realiza diversas ações, dentre elas o concurso cultural Quiz Nova Schin F1, que já está disponível na fanpage no Facebook – www.facebook.com.br/novaschin.

Para participar basta acessar a página, preencher a ficha cadastral, aceitar o regulamento e iniciar o divertido jogo composto por 10 perguntas sobre a corrida automobilística mais famosa do mundo. O internauta que responder o maior número de questões corretas, em menor tempo, será o ganhador e levará um par de ingressos para assistir a última disputa do campeonato. O resultado será divulgado na fanpage da marca, no dia 20 de novembro, às 11h.

Além da ação na web, a Nova Schin realiza nos pontos de venda ativações da marca, instalando nos postos de autosserviço ambientações inteligentes que remetem à Fórmula 1 para que o público conheça a importância da participação do cervejÃO no evento.

O pacote publicitário fechado para o campeonato contempla inserções na Rede Globo, entre vinhetas de patrocínio, inserts, publicidade on-line, e placas de merchandising por todo o Autódromo.

Para mais informações sobre a Fórmula 1 entrar no site www.gpbrasil.com.br.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: portaldapropaganda

Marketing Renault Megane | '1700 km com um único tanque'





Advertising Agency: Publicis Conseil, Paris, France
Chief Creative Officer: Olivier Altmann
Creative Director: Olivier Altmann
Copywriter: Didier Aerts
Art Director: Alexandra Offe
Account managers: Patrick Lara, Eric Hazout, Aurore Duhamel, Sigolène Naugès, Grégoire Verdet, Adeline Blanc
Print Production: Art buyer Jean‐Luc Chirio, Marion Venot
Photographer: Nicolas Descottes
Agent: Askouragents, Florence Camprasse

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: adsoftheworld

Grupo Boticário estuda lançar sexta rede de lojas, Nativa Spa

Estratégia | ser o maior varejista na linha de cosméticos e perfumaria do Brasil. Onde tiver segmentos, eles querem estar. Essa parece ser a linha estratégica que o Boticário está seguindo, basta ver nas marcas que eles têm criado. O Boticário (loja da marca), Eudora (segmento porta-a-porta), Skingen (manipulação de dermocosméticos), quem disse, Berenice? (produtos descontraídos e preços acessíveis) , The Beauty Box (loja multimarcas).

Projeto-piloto da marca Nativa Spa já tem cinco pontos de venda e faz parte da meta de expansão para 2013.

O Grupo Boticário está pronto para fazer de 2013 um ano marcante em sua história. O fato deve-se aos R$ 550 milhões que a companhia investiu para a construção e ampliação de novas unidades que duplicarão a capacidade de produção no país.

Além disso, a empresa está prestes de colocar o sexto negócio no mercado com a marca Nativa Spa, ainda um projeto piloto.

Soma-se a essas iniciativas o fato de 2013 ser o primeiro "ano cheio" de quatro dos seis braços que compõem o Grupo atualmente, o que deve impactar positivamente seu faturamento.

Este ano, a companhia aumentará em 20% suas vendas sobre 2011, fazendo sua receita ultrapassar a casa dos R$ 6,6 bilhões. O plano previa a abertura de 150 lojas pelo país mas a empresa deve fechar 2012 com 200 novos pontos de venda.

E segundo Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário, a expectativa para 2013 é manter os mesmos números com a expansão de mais 200 estabelecimentos. "A expectativa é que o Brasil cresça ainda mais no próximo ano e temos que aproveitar esse momento do mercado". 

Atualmente, a companhia mantém cerca de 3,5 mil unidades espalhadas por todo o país. Uma das novidades previstas para 2013 é a expansão da Nativa Spa, marca que integrava o portfólio de produtos da rede O Boticário e que, por conta das boas vendas, ganhou cinco lojas específicas desde o ano passado nas cidades de Salvador (BA), São Paulo (SP, São José do Rio Preto (SP), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ).

Apesar da companhia não confirmar, a marca - que tem nos ativos da biodiversidade brasileira sua base - tem tudo para se tornar passaporte para outros mercados, cada vez mais propensos a valorizar a natureza e o meio ambiente.

Outro indício é que a iniciativa acompanharia a recente estratégia da companhia de expandir os negócios por meio de novas marcas, assim como ocorreu com as redes Eudora, Skingen, quem disse, Berenice? e The Beauty Box, todas elas lançadas desde o ano passado.

"É muito. Mas queremos muito mais", diz o texto de apresentação do Grupo Boticário em seu site, ao citar, nome por nome, as cinco redes que compõem a companhia hoje, além da Fundação Grupo Boticário, que abrange questões ambientais.

O Grupo também não descarta a possibilidade de expandir sua atuação através da aquisição de empresas já existentes no mercado. "Hoje temos competências em adquirir uma rede e estamos atentos às oportunidades. Mas não há nada de concreto nesse momento", diz Grynbaum.


Produção duplicada

E para abastecer essa expansão nas vendas, a companhia terá nova estrutura de produção e distribuição a partir de do segundo de semestre de 2013.

Nesta época, o Grupo Boticário inaugurará uma fábrica em Camaçari, na Bahia, iniciativa que dobrará a capacidade de produção da empresa. No mesmo município, será aberto também novo centro de distribuição que reforçará o fornecimento dos produtos para os pontos de venda das regiões Norte e Nordeste.

Além dessas novidades, a companhia aumentará a capacidade da fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, e também construirá novo centro de pesquisa e desenvolvimento na cidade paranaense.

Já em Registro, no interior de São Paulo, a empresa expandirá a capacidade do centro de distribuição. "Todas essas iniciativas somarão o aporte R$ 550 milhões", diz Grynbaum.

Eu diria que O Boticário está com fôlego para criar uma estratégia em todos os mercados de cosméticos que forem possíveis e viáveis.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Brasileconômico

Knorr | ação de Marketing nas ruas de Istambul, Turquia



Advertising Agency: Santa Adworks, Istanbul, Turkey
Art Director: Onur Evin
Customer Relations Manager: Nilgün Erkilincoglu

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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: adsoftheworld

Empresas brasileiras são muito lentas na tomada de decisão, diz estudo

Estratégia | posso dizer que boa parte dos empresários com quem lidei são lentos na tomada de decisões. Nos últimos dois anos conheci mais de 200 empresas e sempre há um ar de lentidão no sistema de gestão. Primeiro por não saberem lidar com informações, segundo que fogem dessa situação pois precisam do clássico "analisar" que traduzindo, na maioria das vezes, quer dizer: "Eu não vou fazer nada agora, pois tenho 'receio/medo' e estou onde estou tomando decisões lentas." O que acham? Claro, há aqueles que tomam decisões rápidas, estes eu classificaria como profissionais de alta performance.

Basta ouvirmos os funcionários dizerem: "A empresa deveria fazer isso, fazer aquilo, tem anos que digo que a empresa precisa fazer isso, finalmente fez". Fica a pergunta: se as empresas são lentas nas decisões, quem toma decisões rápidas tem Vantagem Competitiva?

Nas empresas brasileiras, 44% dos funcionários avaliam que o processo de tomada de decisões acontece sem demora - na China esse índice chega a 60%.

As empresas brasileiras têm pouca agilidade em tomar decisões, em comparação com as companhias de outros países, mostra um levantamento realizado pela consultoria Hay Group.

O estudo revela que 44% dos funcionários de empresas brasileiras acreditam que o processo de tomada de decisões acontece sem demora.

O índice é o 14º dentre os 34 países avaliados pela consultoria, incluindo economias emergentes e avançadas. A China lidera o ranking, sendo que 60% dos empregados consultados acreditam que suas empresas tomam decisões rapidamente.

Em segundo, está a Índia, com 58%, e em seguida o México, com 52%.

Os Estados Unidos aparecem em quinto, com 50,6%, e a Alemanha em sexto lugar, com 48,3% - o índice mais alto dentre os países europeus pesquisados.

O Reino Unido aparece em décimo terceiro lugar, com menos da metade (45%) dos empregados britânicos sinalizando que suas empresas são capazes de tomar decisões com agilidade.

"Ao contrário da Europa, os processos de decisões são muito menos centralizados em mercados emergentes", explica Elton Moraes, consultor do Hay Group." As empresas ágeis são capazes de flexibilizar e mudar, se estruturando para evitar processos burocráticos", completa.

O estudo também avaliou a flexibilidade das empresas para responderem às mudanças no mercado. Nesse quesito, a Índia lidera, com 73% dos empregados avaliando as empresas como flexíveis.

O Brasil aparece em quinto lugar, com 68%, índice acima da média dos países pesquisados, de 65%.

Em média, nos países europeus, 64% dos empregados dizem que suas empresas são capazes de responder eficazmente às mudanças nos mercados.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Brasileconômico

Novos produtos | McCafé amplia o cardápio com quatro novos produtos em novembro

Saber dosar novos produtos com o passar do tempo é uma forma de provocar no consumidor a possibilidade de novas experiências de consumo.

Este mês o McDonald’s traz novidades deliciosas para o McCafé. Desde o último dia 5 de novembro, quatro novos produtos entraram no cardápio: o Bolo de Maçã e Canela com Nozes, o Suco de Morango e Blueberry o Iced Mix Negresco e os Rocamboles.

O bolo é feito de maçã, canela, passas, nozes, coberto com glacê e nozes e o suco é uma bebida fria que mistura morango, blueberry e água. O Iced Mix Negresco mistura café espresso, base de sorvete, biscoito negresco moído, gelo, cobertura de chocolate, chantilly e biscoito negresco para decorar. Os rocamboles são feitos de pão-de-ló vem em quatro sabores; morango, brigadeiro, abacaxi e chocolate com coco.



“Estamos sempre incrementando o cardápio do McCafé com opções que atendem as necessidades dos consumidores, faz parte da nossa estratégia surpreender com novos produtos que ajudam a melhorar a experiência do cliente com a marca”, comenta Vlamir dos Anjos, Gerente de Planejamento e Marketing da Arcos Dourados, empresa que administra a marca McDonald’s no Brasil.

Sobre McCafé
O McCafé é um espaço dentro dos restaurantes McDonald’s inspirado nos bistrôs, com decoração arrojada e cardápio requintado, tendo como estrela o café tipo gourmet, produzido com 100% de grãos do tipo arábico, considerado um dos mais nobres do mundo. Oferece bebidas quentes e frias que podem ser servidas com delícias doces ou salgadas. No Brasil, o primeiro McCafé foi inaugurado em 2000, em São Paulo. Atualmente, há 75 unidades distribuídas pelo país, e todas oferecem acesso sem fio gratuito à Internet e jornais e revistas para uma leitura relaxante enquanto os clientes degustam os produtos. O McCafé é uma das maiores redes de cafeteria do mundo com mais de 3.160 pontos, distribuídos em mais de 30 países como Alemanha, Áustria, China, Cingapura, EUA, França, Itália, entre outros.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: MULTITEXTO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Honda lança Fit Twist, criado só para o Brasil

Marketing em ação! Feira que é feira não pode ter só exposição de produtos, tem que ter lançamentos. Mas lançamentos por lançamentos não tem graça se não chamar a atenção. A Honda mostrou o Honda Fit Twist, criado só para o Brasil no Salão de São Paulo. Mas colocar uma mulher bonita ao lado do carro já é commoditie. Então, que tal fazê-la dançar. E que tal com música. E porque não instalar uma "banda" dentro do carro e sair tocando? Essa foi a ideia e bem sucedida. Só achei que seria interessante para a ação colocar mais meninas naquele momento! Afinal, mulheres e carros chamam sempre a atenção, sejam dançando ou embelezando.

No mês em que comemora 15 anos de produção nacional, a Honda lança no Salão do Automóvel de São Paulo o primeiro modelo desenvolvido exclusivamente para o mercado nacional, o Fit Twist.



Disponível a partir de novembro, o hatch “brazuca” Honda Fit Twist tem motor 1.5 flex, com 116/115 cavalos de potência (etanol/gasolina) e agrega inúmeros caprichos estéticos e de comodidade. Externamente, destacam-se o pára-choque com detalhes em alumínio fosco, grade com acabamento cromado, faróis com máscara negra, lanternas traseiras escurecidas, molduras nos pára-lamas, rack longitudinal de teto, soleiras na cor alumínio fosco, retrovisores externos com piscas e rodas de 16” com desenho exclusivo.


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Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fontes: Honda, carsale

Morigana decreta o fim da "lambida na tampa" do iogurte que fica grudado

Sim, a era das lambidas nas tampas dos iogurtes que ficavam grudados estão com os dias contados? Inovação? Design? Ou nova era da etiqueta social?


Se isso era um problema, os japoneses criaram a solução.


A fabricante de alimentos japonesa Morinaga anunciou ter desenvolvido uma embalagem especial de iogurte que impede que o alimento fique colado na tampa. A empresa tomou a decisão depois de realizar pesquisa com clientes. “Muito de nossos consumidores disseram que, ao abrir os iogurtes e sobremesas, uma parte ficava colada na parte superior da embalagem, o que acabava sujando suas mãos. Assim, criamos essas tampas” disse um representante da Morinaga.

Segundo a empresa, além de ajudar na diminuição da sujeira, a novidade é boa para o meio-ambiente. Como o alimento não fica grudado, é mais fácil descartar a embalagem sem ter que lavá-la, que o facilita o processo de reciclagem.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fontes: Embalagemmarca, Rocket News

Estratégia | Schincariol agora se chama Brasil Kirin

Com as cores da bandeira brasileira e do japão ao melhor estilo de "pingos" da escrita artística oriental, nasce a logo da Kirin no Brasil. A japonesa Kirin, dona da fabricante de bebidas brasileira Schincariol, anunciou nesta segunda-feira (12/11) a mudança de nome de sua operação no país para Brasil Kirin.

O movimento ocorre um ano depois de o negócio entre a japonesa e a brasileira ter sido concretizado.

"Como subsidiária brasileira, o país vem em primeiro lugar, o que mostra o respeito pelo trabalho que a Schincariol tinha feito até a aquisição pela Kirin", declarou o executivo nesta segunda-feira em entrevista à imprensa. "Hoje é um Feliz Ano Novo", completou.

Produtos — Além dos produtos com a bandeira Schin, a empresa também é responsável por marcas como Devassa, Baden Baden e Fruthos.

Segundo Di Domenico, as marcas continuam com os mesmos títulos, o novo nome é institucional e será inserido nas embalagens. Ele comentou ainda que há estudos para a Brasil Kirin vender os produtos da empresa japonesa no país, a partir de 2013, com foco em bebidas alcoólicas e não alcoólicas, inclusive em categorias que a antiga Schincariol não atuava. Em alguns países, a japonesa vende vinhos, bebidas funcionais e até alimentos.

A Brasil Kirin possui 10 mil funcionários no país e tem 16,6% em participação do mercado nacional de cervejas e 6,83% em refrigerantes, conforme dados do Instituto de Pesquisas Nielsen. Até o mês passado, as vendas em volume de cerveja cresceram 9,9%, ante 3,64% do mercado, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), da Receita Federal, tem outros dados para participação de mercado da companhia: 14,4% em cerveja e 5,4% em refrigerantes.

"Vamos passar de um Ebitda de 300 milhões de reais em 2011 para 550 milhões de reais em 2012, aumento de 83,3%. O montante do ano passado já foi atingido em agosto", informou o executivo. "Em faturamento, cresceremos 12% na mesma base de comparação. Já somos 5% do faturamento total da Kirin, estamos entre os cinco principais mercados da companhia fora do Japão, que corresponde à metade do faturamento global", ressaltou.

As primeiras novidades já devem começar a aparecer ao longo de 2013.

Para comunicar a nova identidade aos consumidores, a Kirin Brasil deve iniciar uma série inserções comerciais na televisão e nos meios impressos a partir de 25 de novembro.

Abs,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Brasileconômico, Veja, Estadão