Pesquisa: mídias sociais ainda são usadas só como ferramenta de marketing

Quase 70% das companhias usam o Twitter, Facebook, Orkut e outras mídias sociais e, desse grupo, 83% realizam ações de marketing e divulgação de produtos e serviços com essas ferramentas. É o que mostra a pesquisa “Mídias Sociais nas Empresas”, realizada pela consultoria Deloitte. O levantamento aponta que as mídias sociais estão ganhando importância junto às empresas, mas ainda são pouco utilizadas como ferramentas estratégicas de relacionamento.
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“A popularidade das ações de marketing é natural. As mídias sociais representam um canal de comunicação que atinge milhares de pessoas e a um baixo custo”, afirma Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais da Deloitte.

O estudo foi realizado com 302 empresas de diferentes setores e tamanhos, a maioria delas nacionais e com atuação na região Sudeste. Segundo a pesquisa, 46% das empresas afirmam que as redes sociais são ferramentas importantes para oportunidades de negócios, 43% apostam nesse meio como canal de atendimento aos clientes e 17% acreditam ser uma forma de desenvolvimento de inovação por meio de inteligência coletiva. “Vimos que dificilmente a empresa envolve outros processos que poderiam gerar muitos benefícios, como a captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes”, afirma Cipriani.

Funcionário social
Em 73% das empresas, as ações ligadas às ferramentas sociais são feitas pelo departamento de marketing. A área de comunicação costuma fazer pouco uso da ferramenta, com 6%, e em menos ainda a diretoria, com 5%. Do total, 26% dos pesquisados afirmaram que há mais de um departamento envolvido com mídias sociais em suas empresas.

Ter um funcionário dedicado para cuidar das redes sociais resolveria os dois maiores obstáculos alegados pelas empresas na execução de suas estratégias. Quase metade delas afirma que o maior impedimento é a falta de tempo, e 38% dizem ser a mobilização das pessoas.

As empresas ainda estão preocupadas com resultados operacionais, quantitativos, em oposição a índices qualitativos. A maioria das empresas, 71%, dá importância a número de usuários ativos e visitantes, 63% a pageviews e 59% a frequência de visitas. Enquanto que apenas 18% acompanham o resultado das ações com medições como retorno sobre investimento e 24% querem saber o valor da marca.

O estudo revelou ainda que as redes sociais (como Orkut, Facebook, redes sociais internas) são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas, com 81%. Os microblogs (Twitter, Yammer, etc) aparecem em seguida com 79%, em um ritmo crescente que deve ultrapassar as redes sociais. O blog corporativo, outra possibilidade, é usado por 70% das empresas. Na divisão por setores, os que mais utilizam as mídias sociais são o de serviços (38,1%) e de varejo, bens de consumo & transporte (20%).

O desafio da equipe de marketing é a interatividade. Como as ações de marketing nas redes são reflexos das off lines, ou seja, só de uma via, poucas empresas entenderam que a interação é um meio de conseguir pesquisar melhor os seus consumidores e parte fácil de conseguir com as redes sociais. Mas mudar esse paradigma é o desafio maior das empresas.
Enquanto isso, continuaremos com as mesmas ações de marketing e apenas adesões crescentes e poucas interações que sejam revertidas em ações futuras.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: ÉpocaNegócios

Inovação | Koo, o bercário que vira cadeira


O Koo, produzido pela Lunar resolve os problemas das parafernálias de coisas de bebês que não cabem nos "apertamentos" da vida contemporânea. Fácil de manusear, ele deixa de ser um berçário para se transformar em uma cadeira. Simples e fácil.


Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: Lunar

Desenhados por Jomi Marco & Josep Armengol, esses vasos de vidro resolvem o problema de vasos feios e baratos ou vasos bonitos caros. Simplesmente são vasos "naturebas", que não escondem as sujeiras.


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Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: yankodesign

Copa do Mundo de 2014: Logotipo é definido pela Fifa

O que acharam?

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: IG

Comportamento: sexualidade mineira e o novo "viagra feminino"

No ano em que a pílula anticoncepcional completa 50 anos, uma nova revolução sexual feminina promete chegar às farmácias de todo o mundo. Chamada de "Viagra" feminino, a droga flibanserina foi desenvolvida pelo laboratório alemão Boehringer Ingelheim e será analisada, no próximo mês, pelo órgão governamental norte-americano que regulamenta a comercialização de alimentos e medicamentos (FDA). Especialistas brasileiros acreditam que, até o final deste ano, o medicamento estará circulando no país, onde 51% das mulheres sofrem com disfunção sexual.

Assim como o Viagra masculino, que originalmente foi produzido para tratar doenças do coração, o estimulante cor de rosa também surgiu por acaso. Projetado para ser um antidepressivo, teve como efeito colateral o aumento de libido nas mulheres. Testes já foram realizados com mais de 5.000 mulheres dos EUA, Canadá e países na Europa. O resultado foi aumento do desejo sexual e da frequência das relações, além de melhor satisfação no sexo.

Revolução também é o nome que o sexólogo Gérson Lopes, coordenador do Departamento de Medicina Sexual do Hospital Mater Dei, dá ao novo remédio. "Esse medicamento é uma grande esperança para o problema de disfunção sexual nas mulheres. Está movimentando o mundo todo", destaca. Segundo ele, a droga age no cérebro, aumentando o desejo. "A disfunção é quando mecanismos de inibição superam os de excitação. O que a flibanserina faz é equilibrar a balança", explica. O especialista lembra, ainda, que o medicamento é recomendado para as mulheres que sofrem com baixa de libido, não sendo adequado para as que querem "turbinar" o desejo.

A psiquiatra e coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas de São Paulo, Carmita Abdo, também tem boas expectativas sobre o novo "Viagra". "É um medicamento que tem tudo a ver com a mulher contemporânea, pois ela deseja ter prazer no sexo e não somente ser uma parceira", destaca. Mas ela alerta que o remédio não é uma solução mágica. "Nos casos em que não existe mais amor, por exemplo, a droga não irá ajudar", diz.

Nos consultórios a disfunção é a principal queixa
A disfunção sexual é uma das principais queixas das mulheres no consultório, segundo a ginecologista e sexóloga Stany Rodrigues. Ela explica que em 80% dos casos, há questões psicológicas envolvidas, mas um problema acaba desencadeando outro. “A mulher pode acumular mais um tipo de disfunção, pois a falta de desejo, por exemplo, pode levar ao vaginismo e à dor na relação”.

O problema pode acontecer por diversos motivos, explica a psiquiatra Carmita Abdo. “A doença acomete pessoas de todo o mundo e está muito relacionada aos novos padrões sexuais e às exigências aos quais as mulheres são submetidas”, afirma a psiquiatra.

Segundo Carmita, existem cinco principais tipos de disfunção: falta de desejo sexual, ausência de excitação, dor na relação, dificuldade em obter orgasmo e vaginismo, que é a contração involuntária dos músculos da vagina. Todas essas situações dificultam ou impedem a relação sexual e trazem sofrimento para as mulheres. O diagnóstico deve ser verificado com um profissional, alerta a psiquiatra. “Não é porque a mulher deixa de ter desejo algumas vezes que ela tem disfunção”, diz.

Stany lembra que algumas mulheres recorrem a outros estimulantes, como o gel lubrificante, mas explica que esse tipo de produto atua no local e, não, no cérebro, como o “Viagra” feminino.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Via: O Tempo

Loja conceito: marketing experience influencia Dark Shop da United Nude

Chega de lojas claras e iluminadas, o estado da arte chegou para o hall das lojas de varejo.

Essa é a proposta do conceito de "Dark Shop", ou loja escura. Essa foi a inspiração da
United Nude, uma loja de sapatos para mulheres em plena New York NYC, em Manhattan, que desenvolveu uma nova leitura radical do design de lojas.


Mais sugestivo para uma boate que sapataria, com o interior todo em preto na loja e paredes em curva, a iluminação dicroica e de leds na parede recria o ambiente de destaque para os produtos e transforma os sapatos em esculturas à mostra.

Sua forma atípica é o resultado do processo de "low-re-design", que tornam os objetos existentes ainda mais bonitos, como se pré-visualizasse em softwares de 3D de baixa resolução.

Projetado pelo diretor criativo da United Nude, o arquiteto Rem Koolhaas D, a loja reflete a marca vigorosa de atitude com visão de futuro. Koolhaas espera que a boutique teatral permita que as pessoas "entendam plenamente a marca e obtenha a total experiência United Nude".
Essa é a quebra das barreiras dos conceitos aplicados aos negócios e ao varejo. E sempre aliando a experiência de compra à experiência da marca. Show! Parabéns à United Nude pela inovação no conceito de loja de varejo.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: coolhunting

Tendência: Aliméticos, uma nova nomeclatura para um "novo" segmento

Há muito mais marketing nos "aliméticos" do que benefício, dizem dermatologistas.

Uma linha de alimentos ricos em vitaminas e colágeno está sendo lançada com alarde e apelos heterodoxos. Os sucos Beauty Drink prometem "hidratar corpo e alma" ou "alegrar a vida". Uma das versões até se autoindica "para ser jovem todo dia".

Na verdade é uma leitura dos alimentos com foco em beleza. Afinal, tudo que comemos possuem fins que afetam nossa saúde. A diferença é que foi fundido dois "mundos", o de alimentos com o de cosméticos.

As fórmulas são variadas e a bebida não vem pronta: é preciso girar uma tampinha (bem dura, por sinal) para misturar um pó à água que vem na garrafa. Cada sabor é para um momento, diz a engenheira química Inês Bloise, responsável pelos produtos.

O de nectarina e chá vermelho seria para combater a TPM. O de lichia e chá branco seria para pele, cabelos e unhas.

Especialistas
Mas, de acordo com a dermatologista Denise Steiner, é difícil saber onde os nutrientes vão agir. "Se a pessoa tiver uma carência de vitamina em outra parte do organismo, é para lá que ela vai", diz a médica.

Steiner destaca também que, se a pessoa se alimentar bem, não vai precisar de uma suplementação desse tipo.

Segundo ela, esses produtos não vão fazer mal, mas podem não fazer diferença alguma. "Há muito mais marketing do que benefício específico."

Cada suco, com 340 ml, custa R$ 7. O pacote de balas, com 150 g, custa R$ 18.


Construção da marca
Depois do grande sucesso da marca éh!, a empresária Cristiana Arcangeli procurou novamente a Interbrand com um desafio: criar a primeira marca brasileira que unisse o prazer dos alimentos, a saúde das vitaminas e a tecnologia dos cosméticos, os Aliméticos.

Como o conceito de produtos que combinam alimentos e cosméticos ainda não era conhecido no Brasil, a Interbrand sabia que tinha a missão de entender e educar o consumidor, a fim de trazer para sua rotina novos hábitos de beleza e saúde.

Para entender melhor o comportamento deste novo consumidor, mais conciente e criterioso, foram realizados workshops com médicos, cientistas, jornalistas especializados e formadores de opinião, culminando em um grande aprendizado que norteou todo o projeto: a beleza externa é consequência de uma nutrição de qualidade e prazerosa.

Uma grande pesquisa de mercado que contou com a colaboração dos escritórios da Interbrand no Japão, Paris, Londres e Nova Iorque também foi extremamente importante para identificar quais produtos eram os mais significativos para o estilo de vida do brasileiro, e também para ajudar a definir como eles deveriam ser apresentados.

A tradução deste trabalho estratégico de marca começou pela definição do line up de produtos e pela criação do nome da marca. O segundo passo foi desenvolver todos os shapes de garrafas e tampas, além da criação da identidade da marca e dos rótulos.

Nome dos produtos
Beauty Drink e Beauty Candy: a escolha por nomes de fácil associação gera o reconhecimento quase imediato da natureza do produto por parte dos consumidores. Os textos dos rótulos ilustram com simplicidade situações cotidianas próprias para o consumo e indicam o benefício funcional de cada variante. - calorias, + saúde e beleza em cada gole e em cada mordida.

Para combinar a performance dos cosméticos com o prazer dos alimentos, a identidade visual trabalhou a funcionalidade dos produtos nas ilustrações dos rótulos a partir da letra B, de beleza. Células, laços, ondas e splashes estilizados ganham vida em cores e formas que sugerem a essência da beleza. Tabelas simplificadas, instruções passo a passo e interferências gráficas informativas ensinam o consumidor brasileiro a experimentar o segmento de Aliméticos de um jeito rápido e fácil.

Uma marca que já nasce grande pediu um evento de lançamento à sua altura. Reunindo um time dos melhores profissionais de diversas áreas, o espetáculo contou com a presença de mais de 1500 pessoas em São Paulo em um grande show de música e teatro.

Beauty’in. A nova marca traz contemporaneidade, praticidade e muita inovação para o mercado. Porque beleza, primeiro, vem de dentro.

É uma nova marca para um novo segmento, melhor construir o seu mercado do que concorrer com os outros, belo exemplo das aplicações do livro Oceano Azul, mas nada mais do que ser o primeiro ou um dos primeiros, first mover com alarde da imprensa = consolidação do novo segmento no Brasil. Será que pega?

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Folha, Interbrand

Quebrando os paradigmas: Mcdonald's lança comercial com tom gay na França

O Mcdonald's francês resolveu aceitar a sociedade como ela é e deixar de lado o preconceito para valorizar o que é real. Nesta propaganda, a realidade é tão visível que enquanto o jovem gay "esconde" a verdade do pai, ou pelo menos não se expõe, o pai acha que o filho pega todas!

Uma situação simples dentro da filosofia do Mcdonald's de aceitar as pessoas, seja lá de onde elas venham. Em vez de segmentar a clientela, o Mcdonald's deixa claro que todos são bem vindos e com isso, atende a todos os públicos.



Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Estratégia: Companhias aéreas se rendem ao estilo Casas Bahia e parcelam tudo

Quer pagar quanto? Esse ainda não é o jargão das cias aéreas brasileiras. Mas pelo andar da carruagem, se elas não se combinarem, vão acabar entrando no jogo da parcela do dinheiro do bolso do consumidor. Ele não vai saber se vai no restaurante no final de semana, se paga a prestação daquela TV ou se viajar para o Nordeste. Isso é o que eu chamo de concorrência pelo dinheiro do bolso do cliente, um "Pocket Money Share".

Depois do cartão de crédito, as empresas aéreas investem cada vez mais em programas de parcelamento de bilhetes para conquistar clientes da classe média. A Gol, por exemplo, oferece prazos de até 36 meses para pagar a passagem. A TAM financia em até 24 vezes. As aéreas querem, com isso, conquistar pelo menos 30% das classes C e D, ou seja, uma população estimada em 100 milhões de pessoas que ganham entre R$ 804 e R$ 4.807.

A TAM fechou um acordo com a Caixa Econômica Federal para dividir o valor da passagem em até 24 vezes. Em março, o presidente da empresa, Líbano Barroso, explicou que a medida vai ajudar o consumidor a contornar um aumento neste ano de pelo menos 5% no preço de passagens nacionais e de 10% nas tarifas internacionais, que são calculadas em dólares.

Já a Gol conta com o Voe Fácil, programa próprio de parcelamento de bilhetes em até 36 vezes. O diretor comercial da empresa, Eduardo Bernardes Neto, conta que o sistema já é utilizado por 2 milhões de pessoas e consegue “trazer para o transporte aéreo um público que não viajava de avião”.

- O Voe Fácil está focado nas classes C e D. Nossas pesquisas mostram que mais de 80% dos clientes do programa estão voando pela primeira vez.

O executivo da Gol afirma que “novos produtos estão sendo estudados dentro do Voe Fácil”. Uma das novidades que estão em estudo é a compra pré-paga. Essa modalidade permitiria ao consumidor pagar as passagens em parcelas antes da viagem.

A Webjet também tem seu programa próprio de parcelamento de passagens: o Vai Voando. Com o recurso, o passageiro pode comprar em até 12 vezes sem juros, mas a venda é exclusivamente pré-paga. Na modalidade, o consumidor não precisa comprovar renda. Basta imprimir os boletos bancários em casa e começar a pagar, explica o diretor de vendas da empresa, Alcimar Ribeiro.

- O interessante do programa é que podem viajar pessoas que não têm crédito, como quem está com o nome no SPC [Serviço de Proteção ao Crédito], ou não conseguem comprovar renda. A qualquer tempo e hora o cliente pode desistir [da compra] e pedir o reembolso. Ou ele pode usar o crédito e comprar passagem para outro destino.

A Azul Linhas Aéreas também parcela passagens. A empresa, que atua em 20 cidades brasileiras, divide as compras em dez vezes sem juros. A Azul Viagens, a agência de turismo da empresa, oferece as mesmas condições de parcelamento para seus pacotes.

Para se cadastrar no programa da Gol, o interessado precisa apresentar renda mensal a partir de um salário mínimo (R$ 510). É necessário também preencher um formulário com dados pessoais no site da companhia.

No final, quem ajuda a elaborar tudo isso é o marketing.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
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Fonte: R7

Marketing do fundo do baú: comercial da Volvo sendo amassado em câmera lenta

Vocês que viram o comercial da Mercedes-Benz mostrando o poder dos freios, também não podem deixar de ver esse comercial antigo da Volvo, que com a filosofia de carro mais seguro do mundo traçou toda a comunicação para mostrar o seu principal benefício: segurança.

Talvez alguns de vocês nem tinham nascido para presenciar esse fato, mas a Volvo ainda carrega consigo esse mérito associado à sua marca, a segurança.



Uma marca é construída ao longo dos anos com muitos valores, esse foi o valor que a Volvo pensou para ela no passado e que continua atrelado à ela.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
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Marketing: Mercedes-Benz investe em comerciais para TV e merchandising em filmes ao mesmo tempo

As propagandas de carros são ótimos exemplos de como demonstrar o marketing que têm dentro delas. Os novos investimentos de marketing da marca Mercedes-Benz mostram duas realidades complementares e interessantes.

A primeira é o comercial "Sorry", em que a "morte" aparece no carro ao lado do motorista depois de uma cena de inverno, demonstrando como o carro combina com o glamour e a classe de ter uma Mercedes passeando por uma estrada no meio do bosque. E é aí que surge o efeito surpresa da cena, um bloqueio na pista, segundos para pisar no freio com pouco espaço e voalá! O carro simplesmente para antes de um possível acidente. Simples e fácil de demonstrar o sistema de freios "ABS plus" da Mercedes. Mas com um contexto que tem a personalidade da marca, luxo e elegância.



Ao mesmo tempo ou na mesma época, a Mercedes investe em merchandising dentro dos filmes e o mais recente, "Sex And The City 2" com E-Class Cabriolet. Sim, ou você está achando que a produção de filmes bons sai aí comprando um monte de carros de marcas famosas? Tudo é negociado! Mas aí é uma forma de "vender" o produto dentro do glamour do filme. E o melhor, associar o luxo à marca.



Repare na novela das "oito" da Rede Globo, os carros de luxo normalmente são todos da marca Kia. Enquanto a Hyndai investe em massa na TV, a Kia está apostando em canais de comunicações mais alternativos. No final, tudo é uma forma de manter-se "vivo" na mente das pessoas.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Homer Simpson é o personagem mais influente do mundo

Como influenciar a vida das pessoas? A revista americana "Entertainment Weekly" divulgou uma lista com os 100 personagens mais importantes do mundo, nos últimos vinte anos. Homer Simpson, o patriarca da família Simpson, foi eleito o mais influente.

Já imaginou ter um personagem desses como fomador de opinião?

Já o bruxinho Harry Potter foi o segundo colocado, como um dos personagens mais marcantes. Além disso, o protagonista dos filmes, o ator Daniel Radcliffe, foi entrevistado pela revista e falou sobre seus personagens favoritos.

A lista também traz nomes como o de Carrie Bradshaw, de "Sex And The City", Rachel Green, de "Friends", e Buffy, a adolescente caçadora de vampiros.

Abs,

Jony Lan
Mestre em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: eband, EW