Pesquisejá | O novo serviço de pesquisa de preços ocupará espaço não explorado

Assim como a Estratégia do Oceano Azul, que nada mais é do que aproveitar as oportunidades não exploradas, o PesquiseJá foi criado para monitorar, em tempo real, os preços de produtos alimentícios e de higiene em supermercados e outros estabelecimentos. A ideia é oferecer um serviço de comparação para o próprio varejo, além de indústria, atacado e setor transformador, como hotéis, restaurantes e bares. “Hoje no mercado, ninguém disponibiliza esse tipo de informação. As empresas têm de ligar para os fornecedores. Nosso cliente se cadastra e recebe uma identificação e senha para acessar as informações pelo site (www.pesquiseja.com.br)”, explica Fernando Menezes, sócio-proprietário da empresa.

O site de pesquisa oferecerá até 16 informações sobre os produtos, como preço, participação na gôndola, promoção e posicionamento de cestas de produtos. O cliente pode escolher no cadastro se quer acessar dados de cestas com 30 a 150 itens e também preços de marcas líderes, intermediárias ou de menor valor.

Menezes não divulgou o preço mensal pelo serviço, mas afirmou que o gasto retorna em economia. “Um restaurante por quilo pode economizar até R$ 1 mil por mês em compras de alimentos básicos, como arroz, feijão e legumes, sem gastar tempo pesquisando preços”, explica.

A empresa já tem uma equipe de 56 pesquisadores que colhem as informações todos os dias em 84 estabelecimentos da capital e Grande São Paulo. "Nosso plano de expansão para o ano que vem é cobrir estabelecimentos em Curitiba, Recife, Natal, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e Porto Alegre”, diz Menezes. Além disso, a partir de janeiro, o PesquiseJá irá oferecer o serviço via celular para maior comodidade dos clientes.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Diário do Comércio - SP

Segmento | Idosos já são 10% do país e tem renda mensal de R$ 7,5 bi

O Brasil tem cerca de 18 milhões de habitantes com mais de 60 anos, que representam quase 10% da população total do país, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Somatório, a renda total dos idosos no país é de R$ 7,5 bilhões. Mesmo com números representativos, especialistas consideram que a terceira idade é ainda um público consumidor pouco explorado no Brasil.

Há pouca comunicação para os idosos e ações para esse público alvo. Esse público adora passar o tempo, a oportunidade é quem conseguirá tranformar-se em "ocupação" para esse público alvo.

Mesmo ainda sendo poucas, algumas empresas já identificaram os idosos como um público importante e voltam as atenções para a terceira idade. A universidade Fumec implantou a Escola da Terceira Idade, com palestras, cursos e oficinas que proporcionam ao aluno oportunidades para que ele se torne um elemento participativo e atuante na sociedade.

Longevidade
Expectativa de vida. A população brasileira vive hoje, em média, 72,8 anos - 6,7 anos a mais do que no início da década de 90. Pesquisa do IBGE mostra que a expectativa de vida masculina é de 69,11 anos e a feminina, de 76,71 anos.

Identificação
As ações voltadas para a terceira idade precisam explorar a sensibilidade e identificar o novo público.
A aposentada Lucy Campanha de Carvalho, 80, é uma típica representante do novo perfil da terceira idade. Antenada nas tendências, Lucy garante que não abre mão de fazer compras e buscar as novidades do mercado. "Eu gosto de ver as vitrines e saber o que está na moda. Com eletrodomésticos é a mesma coisa. Eu quero saber quais são as inovações sempre", garante.
De acordo com Lucy, as decisões sobre que tipo de produto vai consumir partem dela. "Posso até ouvir o que diz um amigo, um parente, mas sou eu quem escolho o que entra na minha casa", determina.

O aposentado José Antônio Marques, 72, garante adorar compras e ser um consumista, mas reclama da falta de produtos específicos. "A gente sempre vê jovens representando saúde, alegria e prosperidade. O idoso tem tudo isso e muito mais. Sinto falta de produtos voltados para nós, mesmo no atendimento das lojas. Muitas vezes, entro e o vendedor acha que não vou comprar nada. Faço questão de me manter bem vestido, mas as vendedoras acham que velho só usa pijama", ironiza. (LM)

Maiores de 65 anos têm desconto em voo
A Trip Linhas Aéreas passou a oferecer 35% de desconto para pessoas da terceira idade desde o fim de setembro. A empresa é a primeira companhia aérea a fazer parte do programa Viaja Mais Melhor Idade, do Ministério do Turismo. A empresa aérea oferece voo para cerca de 70 destinos. Desde a criação do programa, em 2007, o Viaja Mais Melhor Idade já vendeu mais de 482 mil pacotes turísticos. O programa oferece desconto de 50% nas diárias de 2.000 hotéis em todo o país durante a baixa ocupação.

Pesquisa realizada pela Braztoa, em parceria com o Ministério do Turismo, mostra que 31% da terceira idade viaja uma vez por ano e 22% faz as viagens com duração de até dez dias. O Nordeste é a região pra onde a maioria (47%) gosta de viajar

E a sua empresa, já atende ao segmento da melhor idade?

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: O Tempo

SIG Combibloc investe € 90 milhões em fábrica de embalagens cartonadasno no Brasil

Com expectativa de crescer 30% ao ano em volume de embalagens comercializadas, a SIG Combibloc, fabricante alemã de embalagens cartonadas e equipamentos, irá construir sua primeira fábrica no País.

O complexo, localizado na cidade de Campo Largo (PR), terá capacidade produtiva de até 2 bilhões de embalagens por ano até 2016. A SIG estima em 1,5 bilhão de litros/leite o aumento do consumo de leite longa vida em embalagens cartonadas até 2012 no Brasil – onde o leite representa 80% da demanda de embalagens desse tipo.

A companhia já conta com mais de 15 clientes, entre eles a BR Foods, a Cemil (Cooperativa Central Mineira de Laticínios) e a Schincariol, o primeiro cliente da empresa na área de bebidas não carbonatadas da América do Sul. “Entre 6 e 10 anos, devemos chegar a 30 clientes”, afirma Luciana de Paula Galvão, gerente de marketing da SIG. “Buscamos atender um número menor de clientes, fazer a diferença e crescer com eles.”

Planejamento e foco, esses são os fatores que fazem empresas como a SIG investir no longo prazo no Brasil. E a sua empresa, já sabe como fazer isso?


Abs,


Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: Valor Econômico

Sokenbicha | o chá verde japonês produzido por uma subsidiária da Coca-Cola


Não vamos entrar no mérito do nome do produto, o importante é que ele está sendo vendido nos EUA. Baseado no conceito dos "cinco elementos" (madeira, fogo, terra, metal e água) para estimular a saúde e o bem estar. Não tem nada de aliméticos, mas sim de usar a medicina e a saúde para o bem estar das pessoas.

O próprio slogan diz tudo o que a bebida pretende ser: "A TEaVOLUTION DA ÁGUA".




Abs,

Jony Lan

Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fontes: sokenbicha, Lovely Package, walletpop

Marie Claire de novembro "esquece" Photoshop em Victoria Beckham


Marie Claire americana de Novembro com Victoria Beckham. Até aí tudo bem. O problema é o Photoshop na foto abaixo. Ops, falha do arte finalista.


Confira a arte original aqui: http://omg.yahoo.com/blogs/a-line/victoria-beckham-you-have-to-have-a-tough-side/646

Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Câncer de Mama | Embraer entrega avião rosa para a Azul



Ineditismo, esse é o mote que move as boas ações de Marketing. Imaginem, a "Azul ficou Rosa".


Depois dessa ação com a Azul, os gestores de Marketing vão se perguntar, porque não pensaram nisso antes ou por que não quiseram dar ouvidos à essa idéia ou por que não fizeram nada e simplesmente mataram a idéia com uma cara feia e um "não".



A Azul Linhas Aéreas acaba de incorporar mais uma aeronave em sua frota. O novo avião, um Embraer 195, foi entregue à companhia aérea pintado na cor rosa. O motivo: apoiar o combate ao câncer de mama, incentivando o diagnóstico precoce da doença. "É uma forma de mostrarmos efetivamente o engajamento da Azul com as causas humanas. Todos os nossos funcionários, inclusive as 1.700 colaboradoras mulheres, estão convidados a participar dessa iniciativa", destacou Pedro Janot, presidente Executivo da Azul.



Uma mensagem foi pintada no avião a pedido da Companhia Brasileira Azul, que decidiu aderir ao “mês rosa”. Essa é uma das ações do movimento "Outubro Rosa". E o recado para as mulheres não está somente estampado do lado de fora do avião. Toda a tripulação é feminina. Comissárias e aeromoças devidamente uniformizadas para alertar a todos. Elas vão entregar materiais explicativos e conscientizar outras.



A campanha mundial é realizada em outubro, mas essa divulgação não vai acabar tão cedo. A aeronave vai permanecer nessa cor pelo menos nos próximos três anos e deve fazer escalas em todo o país. E até este sábado (09), o caminhão do Hospital do Câncer de Barretos estará em São José dos Campos, no Campo dos Alemães, fazendo mamografias e exames preventivos nas mulheres de graça.

E então, tem dúvidas que o marketing social funciona?

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fontes: Panrotas, vnews

Estratégia de Expansão | Camil Alimentos faz aquisição para crescer no Nordeste

A companhia adquiriu uma indústria de arroz em Itapecuru Mirim, no norte do Maranhão, com capacidade total para 60 mil toneladas por ano. A unidade pertencia ao grupo B.B. Mendes. Além do complexo fabril, o negócio também envolve as marcas Bom Maranhense e Saboroso.

Segundo Luciano Quartiero, diretor financeiro da Camil, a escolha pela B.B. Mendes levou em conta o tempo de existência da indústria – tem menos de três anos –, e o fato de que o Maranhão é o terceiro maior produtor de arroz do País, além do alto consumo per capita do cereal no Estado, que supera a média nacional.

Os produtos Camil já chegam ao mercado nordestino por meio da unidade de Recife (PE), também com capacidade para 60 mil toneladas/ano. Mas, com a nova fábrica, a expectativa é de que o Nordeste represente 25% do faturamento da companhia. Os investimentos na planta do Maranhão deverão alcançar R$ 10 milhões em 18 meses. O objetivo é dobrar a produção e ampliar a capacidade de recebimento de matéria-prima e de secagem.

Desde 2007, quando a Camil iniciou o projeto de expansão, a companhia já somou R$ 400 milhões em investimentos no aumento da produção e em aquisições. Essa estratégia de crescimento por expansão é uma das mais utilizadas pelas grandes empresas ou pelos empreendedores que sabem que aumentar o faturamento só com a mesma estrutura tem um lugar finito no tempo. Esse é o marco que divide os empreendedores dos verdadeiros empresários gestores. Você quer expandir a sua empresa? Vamos em frente, fusões e aquisições fazem parte dos negócios e eu posso lhe ajudar.

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: Valor Econômico

Barreira de entrrada | Bônus das indústrias ao varejo sobe mais de 160% nos últimos 5 anos

Esse percentual é quase três vezes superior ao que foi contabilizado nos últimos cinco anos, segundo balanço financeiro das varejistas encaminhado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Chega a R$ 759 milhões o valor que as redes varejistas têm a receber, por conta de "afinidades ou parcerias comerciais". Nesse cálculo estão dados do Grupo Pão de Açúcar, Lojas Americanas e B2W (que inclui Submarino). Renner e Riachuelo não possuem negociações nesses moldes. O dado faz parte dos balanços semestrais deste ano das maiores varejistas de capital aberto. Essa é uma prática do mercado varejista de alimentos e a tendência é sempre aumentar os bônus. Quem quer entrar nos supermercados deve pensar nas estratégias antes de abrir a carteira.

Estratégia do varejo
Esse bônus é pago pelos fornecedores para que as redes varejistas criem ações para vender mais produtos desses fabricantes nas lojas. As partes definem metas e, se ela é atingida, a bonificação é liberada. A prática é legal. No entanto, auditores da área dizem que não há normas contábeis que regulem essas práticas no Brasil, de maneira a deixar mais claro a forma como elas contabilizam esses incentivos.

Essas bonificações inflam os ativos das varejistas porque entram como recebíveis. "Mas, se por alguma razão, a meta do acordo não é atingida e esse recebível acaba sendo menor do que o esperado, é preciso dar baixa nisso como perda", diz um auditor.

Algumas fabricantes têm até ampliado os seus desembolsos para esses incentivos. Em 2009, por exemplo, a Hypermarcas aplicou R$ 140,2 milhões em verbas e acordos comerciais que visam principalmente exposição adicional e divulgação de produtos junto aos consumidores. De janeiro a junho deste ano, a soma atingiu R$ 108,2 milhões, mais de 70% do montante total de 2009. A compra de novas empresas pela Hypermarcas ampliou esse volume, já que passou a ter que firmar mais acordos com o varejo. Em 2006, o primeiro ano com dado disponibilizado pela fabricante, o volume desembolsado em ações de parceria com as redes foi bem menor, de R$ 33 milhões. Ou seja, quanto mais se expande o varejista, maior é o poder de compra sobre os fornecedores e maior é a pressão por bônus, comissões e preços baixos.Resumindo, PODER.

O grupo Pão de Açúcar apresentou estabilidade nesses montantes ao longo dos anos, girando em torno de R$ 250 milhões a R$ 300 milhões ao ano em recebíveis provenientes de acordos com fornecedores. Esses são recursos que incluem, por exemplo, o pagamento de reembolsos se a empresa vender lotes de produtos a mais do que o acertado nos acordos de compra e venda. Batizado de "bonificação por volume", esse modelo é o mais comum no Brasil hoje.

Segundo um diretor comercial de uma grande varejista, o problema é que, se esse reembolso vem em forma de mercadoria, não se pode deixar de contabilizar essa entrada nos resultados. E lembra que essa entrada não gera crédito de PIS e Cofins. "Há uma série de nuances nessas negociações para as quais é preciso ficar atento, principalmente em relação a como fazer a provisão de bônus que não entram", diz.

No Brasil, ainda existem lacunas em normas contábeis, sem posicionamentos formais sobre bonificações e descontos por parte da CVM e do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon). Lá fora, isso mudou, por conta de um escândalo recente. Os resultados da operação americana da varejista holandesa Ahold, entre 2000 e 2002, foi superavaliado em US$ 880 milhões. Executivos da empresa inflaram as bonificações. Em 2002, a comissão americana de padrões contábeis criou normas mais rígidas para o setor de varejo.

Você é varejista e ainda não usa esse "poder" das bonificações ao seu favor? Seu segmento de negócios não permite esse tipo de ação? Vale a máxima para quem desconhece esse tipo de atividade, "Quem não chora, não mama".

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com


Fonte: Valor Econômico

Conceito | Growing Jewelry, as jóias que crescem e unem a natureza com os acessórios

Jóias e Natureza

Growing Jewelry ou Jóias que Crescem  é uma redefinição dos modernos valores. É a junção de joalheria e jardinagem, escultura e organismo. A coleção destas jóias da mão foram projetadas para pessoas de cidades metropolitanas e é uma experiência do desenho da natureza para o homem, como a natureza sendo o pressuposto da vida. 



Baseado nesses conceitos, Hafsteinn Juliusson criou essa coleção de joias que surge como resposta as discussões de ecologia e sustentabilidade. Acaba pegando carona nesses conceitos aliados a algo novo. Algo que ninguém tinhe feito ainda, juntar a Natureza viva às Jóias brutas e lapidadas. Acho que teremos uma cópia desse conceito em joalherias do Brasil em pouco tempo. Vamos apostar ou aproveitar?

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Making of Canon Pixma | Bringing colour to life por Dentsu London


Suposta pergunta do diretor de Marketing de uma empresa: Como vender uma impressora?
Respostas da equipe: Vamos fazer uma promoção no PDV. Vamos cortar o preço. Vamos expor melhor o produto na gôndola. Vamos fazer ações de compre e ganhe, comprou a impressora, levou o ingresso para o U2. Que tal aumentarmos a nossa rede de distribuidores? Já sei, vamos fazer uma campanha em dinheiro para a equipe de vendas, quem vender mais, ganha uma viagem para o Caribe. E assim vai....

Até que o diretor é convencido de que tudo isso já é feito e a concorrência também já faz. Então ele resolve ariscar a investir na marca e pergunta: Como vender nossa marca e a impressora juntos? Aí, surge lá pelas tantas o conceito de "Bringing colour to life", ou "Traga cor à vida":


O filme foi criado pela Dentsu London e os efeitos foram proporcionados pelo bioquímico/fotógrafo Linden Gledhill, em campanha para a linha de impressoras Canon Pixma. As tintas são jogadas sobre uma bexiga em um tubo ou caixa de som e "dançam" quando o som é acionado. O comercial utilizou a supercamera lenta e a Dentsu o batizou de Sound Sculptures, e consiste em um pedaço de bexiga colocado na ponta de um tubo conectado ao som, onde as tintas são depositadas e dai lançadas para cima.

O resultado são as "esculturas de som".


Mas isso não é novidade. Essa técnica de líquidos sobre o som é antiga. Ficou muito popular quando os programas utilizaram amido de milho com água sobre o som.


E claro, foi popularizado ano passado com o seriado "The Big Bang Theory"


O resultado do comercial é este.


Como podem ver, tudo começa com uma pergunta (estratégia), passa por algumas técnicas (táticas) até chegar ao resultado esperado. Assim a criatividade, antes inovadora, possui um histórico que a faz tornar apenas uma colcha de retalhos, a diferença é justamente juntar esse monte de pedacinhos e transformar em algo fantástico. Algo que o Marketing pode proporcionar.

Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Auditoria | Carrefour quer "entender" a operação financeira do Brasil, os bônus das indústrias e as perdas dos estoques

Segundo notícia do jornal Valor Econômico (04/10), e confirmada pela empresa na França, a matriz está relizando uma auditoria dos resultados financeiros da filial brasileira do Carrefour. Segundo a reportagem, a investigação tem ainda como foco a necessidade de fazer ajustes contábeis no balanço.

O escritório brasileiro da KPMG foi contratado para realizar uma auditoria na rede varejista no País. Ainda de acordo com o jornal Valor Econômico, o objetivo é identificar perdas não relatadas pela filial no Brasil no último balanço encaminhado à matriz.

Segundo comunicado da varejista na França, o grupo já começou a contabilizar perdas do Brasil no relatório global. Em nota enviada ao jornal Valor, Hélène Saint-Raymond, porta-voz da matriz do Carrefour, afirma que a empresa decidiu lançar encargos extraordinários por conta de descontos recebidos dos fornecedores e pela necessidade de dar baixas contábeis no estoque da rede no Brasil. Ainda conforme a porta-voz, até o momento não foi identificada má conduta. As conclusões da auditoria serão comunicadas assim que o trabalho estiver concluído.

Ainda de acordo com a matéria, a varejista francesa informa que foram incluídos no balanço custos da filial brasileira até então não contabilizados no valor 69 milhões de euros. As despesas se referem a baixas de estoque identificadas em inventário nas lojas neste ano. O valor foi constatado pela KPMG.

Um outro ponto que tem sido avaliado na auditoria é a dificuldade de lançamento de verbas obtidas dos fornecedores em negociações comerciais. Diz a reportagem do Valor Econômico que, no caso do Carrefour, esses valores, além de descontos concedidos, elevaram o resultado da empresa no País em 2009 e início de 2010. Isso porque podem entrar no balanço como recebíveis. Esses ganhos, continua a matéria, aumentaram um quesito chamado "supplier receivables" no relatório global da companhia. No entanto, se ao longo das negociações com a indústria, esses recursos não entram no caixa, é preciso dar baixa como "provisão". O que está sendo verificado é como isso foi feito pela subsidiária brasileira.

A decisão de rever as contar no País foi tomada paralelamente a várias demissões no comando do Carrefour no Brasil. No entanto, a porta-voz Hélène garante que as mudanças de executivos não têm relação direta com os ajustes no balanço, e afirma que elas ocorreram devido “ao pobre desempenho de nossos hipermercados no Brasil."

É o famoso, "só acredito vendo". Mas também é apenas uma questão de "mostrar serviço". Com a mudança da direção da empresa, algo tem que ser feito, se é que me entendem. Afinal, desde que existe o varejo de auto-serviço, difundido no Brasil pelo próprio Carrefour, é de se estranhar a desconfiança da operação no Brasil. É como se mais de 30 anos a matriz ficasse de olhos fechados para o que acontecia na sua operação brasileira. O fato é que a auditoria é um procedimento normal e deve ser encarado como uma atividade que faz parte dos negócios de uma empresa. Em quanto uma pequena empresa faz a auditoria conferindo suas contas e seus lançamentos contábeis, muitas vezes nas mãos de contadores terceirizados, as grandes empresas precisam contratar empresas terceirizadas e especializadas para fazer esse serviço.

A lógica é simples, o core business de uma empresa normalmente é vender e produzir. Quando é servir, o seu processo é o seu principal negócio, é aí que entram as consultorias, entram para dar fôlego à gestão das empresas que estão abarrotadas de atividades rotineiras e sem tempo para pensar em detalhes e fatores estratégicos. Já pensou em dobrar a rentabilidade da sua empresa? Eu tenho cases de sucesso nesse sentido. Sabia que as empresas pagam mais tributos e impostos do que são obrigadas? Se o empresário custa a dar um aumento de R$ 10 reais para seus funcionários, mas deixa de economizar R$ 1000 por mês, onde está o problema? Há horas em que o melhor a fazer é refletir e admitir que não dá para fazer tudo sozinho. Quer controle? Tem certeza que possui todos os indicadores de desempenho da sua empresa?

Abs,

Jony Lan
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Valor Econômico

Nobel de Física | Grafeno é o material mais fino, mais resistente e semicondutor que revolucionará o mundo


Andre Geim e Konstantin Novoselov receberam o prêmio Nobel de Física de 2010 por experimentos inovadores com grafeno, um novo material mais forte que diamante, condutor de calor e, misturado com plástico, superflexível. Curiosamente, Geim também tem no currículo um prêmio Ig Nobel, obtido em 2000, por usar campos magnéticos para viabilizar a levitação de um sapo.

Como material, o grafeno completamente novo – não só o mais fino já obtido, como também o mais resistente. Como condutor de eletricidade, é tão bom quanto cobre. Como condutor de calor é melhor do que qualquer outro material. É quase completamente transparente, mas ao mesmo tão denso que nem mesmo hélio, o menor dos átomos de gás, pode passar por ele.

Uma ampla variedade de aplicações práticas é possível com a exploração das propriedades do grafeno, como a criação de novos materiais e a produção de componentes eletrônicos inovadores. Por exemplo, os cientistas estimam que semicondutores de grafeno serão muito mais rápidos do que os de silício, viabilizando o desenvolvimento de computadores ainda mais eficientes (esta reportagem chegou a mencionar o grafeno como um material supercondutor; a informação foi corrigida).

Uma vez que é praticamente transparente e um ótimo condutor, o grafeno é adequado para telas touch screen, painéis de luz e até mesmo células para captação de energia solar.

Quando misturado com plástico, o grafeno o transforma em condutor de eletricidade e o torna mais resistente ao calor e mecanicamente robusto. A resiliência – propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica – pode ser aproveitada em novos materiais derivados, que sejam finos, elásticos e superleves. No futuro, satélites, aeronaves e automóveis podem ser construídos com esses materiais compostos.



A descrição detalhada do grafeno foi publicado na revista "Science" há seis anos. Acima a reprodução do artigo que descreve as pesquisas da dupla vencedora do Nobel de Física de 2010

O primeiro Nobel de Física foi concedido em 1901 para Wilhelm Röntgen por sua descoberta dos raios X. Desde então, foram 103 prêmios e 187 cientistas receberam a homenagem.


Os pesquisadores
Andre Geim, 51, nascido na Rússia e cidadão holandês, e Konstantin Novoselov, 36, com cidadania britânica e russa, trabalham no Reino Unido, na Universidade de Manchester.
O holandês Andre Geim, nascido na Rússia em 1958, concluiu doutoradoem Física de Estados Sólidos na Academia de Ciências da Rússia. É diretor do centro de pesquisas de nanotecnologia da Universidade de ManchesterO holandês Andre Geim, nascido na Rússia em
1958, concluiu doutoradoem Física de Estados Sólidos na Academia de Ciências da Rússia.
É diretor do centro de pesquisas de nanotecnologia da Universidade de Manchester

Konstantin Novoselov nasceu em 1974 na Rússia. É um dos mais jovens cientistas a receber o NobelKonstantin Novoselov nasceu em 1974 na Rússia. É um dos mais jovens cientistas a receber o Nobel.

Inovação e estudos que usam o limite das fronteiras do conhecimento, e mesmo a mistura de dois "conhecimentos" diferentes sempre geram novas propostas ou "testam" a viabilidade das teses. O importante não são só as descobertas, mas o ato de pesquisar, este, nunca pode parar. E você, tem pesquisado e estudado nos últimos meses?


Abs,

Jony Lan 
Consultor em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: G1