Toys R Us reforça ação de brinquedos para crianças com necessidades especiais

Muitos brasileiros sabem os esforços que organizações não governamentais e associações fazem para apoiar a inclusão social de pessoas com necessidades especiais. Mas raros são as empresas que pensam seriamente, por livre e espontânea vontade, nesse sentido.

A "Toys R Us", loja de brinquedos dos EUA está ampliando seus esforços para ajudar os pais a encontrarem os brinquedos que são divertidos e beneficamente desenvolvidos para as crianças com necessidades especiais.

Ações
O varejista apresentou seu catálogo voltado para esse público, triplicou a distribuição para 3 milhões de cópias, reforçou a presença na Web em toysrus.com, incluindo as respostas às perguntas sobre a seleção de brinquedos para crianças com deficiência e um guia que categoriza os brinquedos por meio de parâmetros, incluindo habilidade de construção e idade.

Toys R Us criou o guia em cooperação com a Lekotek, uma organização sem fins lucrativos, especializada em ajudar os pais com o desenvolvimento terapêutico para crianças com necessidades especiais. Lekotek opiniões dos brinquedos no guia e atribui-los com símbolos de código para o desenvolvimento das competências que ajuda.

Fonte: USAToday, Toys R Us

Como mostrar que os Simpson passam agora na Angola?

Fonte: Adsoftheworld

Sam's Club dos EUA elimina os folhetos promocionais de suas lojas

O Walmart (isso, sem hífen) está realmente abraçando a responsabilidade social. Depois de começar uma campanha para diminuir a utilização de saquinhos plásticos com apoio do governo, a sua bandeira de "clube atacadista" (ou para os que só sabe falar inglês "warehouse club") Sam's Club está dando aos seus membros a oportunidade de dizer adeus aos folhetos promocionais. Os vulgos tablóides promocionais. O Sam's Club americano acaba de introduzir o eValues, um programa de economia digital personalizado que retira os milhares de papéis das suas lojas.

Os membros recebem automaticamente os descontos personalizados no caixa, com base nos artigos que comprados. As ofertas cobrem uma vasta gama de produtos, incluindo alimentos, material de escritório, pneus, eletrodomésticos, eletrônicos e colchões.

O eValues pode ser gerenciado pelo site do samsclub.com e também podem ser verificados através de quiosques instalados em mais de 600 locais. As ofertas também podem ser enviadas para o iPhones do membro e celulares para facilitar as compras.

Um recente estudo da Scarborough Research descobriu que os e-cupons estão ganhando popularidade. Oito por cento dos lares americanos já recebem cupons por e-mail ou mensagem de texto. O Grupo Pão de Açúcar fez uma ação parecida (marcas recomendadas) para alguns produtos, a diferença é que você deve imprimir o cupom para ter direito ao desconto.

Mas a idéia do Sam's Club é criar um canal personalizado de ofertas aos clientem membros. Entendendo melhor o cliente, poderão, em um futuro próximo, aliar as pré-vendas ou pré-interesses no reforço dos estoques das lojas em que os membros possuem costume. É um passo importante de utilizar toda a cadeia de informações disponíveis que as redes de varejo possuem, mas que a maioria não sabe o que fazer. Para algumas virou um "elefante branco", para outros, estão deixando de explorar as eficiências de ganhos nas vendas.

Grande abraço,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
MKTmais.com
Fonte: Progressive Grocer

Construtoras adotam estratégias de varejo

Você vai a uma supermercado, o que você vê? Cartazes com preços baixos, folhetos com ofertas, campanhas promocionais, sorteio de brindes, promotoras de desgutação de produtos e produtos com brindes de "graça". Se for a um shopping, provavelmente vai ver muitas vitrines com a palavra "Liquidação", "Promoção", "até 80% de desconto" e por aí vai. Se entrar em algumas lojas então, ganha bebida, mimos das vendedoras e se bobear ainda lhe dão de brinde o estacionamento (bom né?). Agora se você entrar em uma loja de uma construtora, o que você verá? Mesas, corretores munidos de tabelas e prospectos e vendendo algo que ainda não existe. Para alguns segmentos da construção, esse modelo de abordagem não vai mudar, mas se você for a construtoras em que o produto é mais popular, vai começar a ver algumas características que lhe fazem lembrar bem uma mistura de supermercado com Casas Bahia.

Balões enfeitam o local, apartamentos modelos recheados com produtos de lojas parceiras e de brinde, o comprador ainda pode ganhar de TV LCD à geladeiras recheadas. Ou seja, estão vendendo apartamentos de mais de 100 mil reais com jeito de lojas de varejo em suas devidas proporções. Se você vai comprar o frango e vai ganhar a farofa, basta comprar um apartamento para ganhar uma moto. É simples, considerando um preço de um apartamento de 150 mil reais, e uma moto ao consumidor por 7 mil reais, não dá nem 5% do valor do imóvel. Ou seja, em vez de dar desconto ao cliente, lhe dá um "brinde" interessante. Conta simples demais para quem conhece o mercado de varejo, mas que na linguagem do cliente, o importante é a moto.

Existe um déficit habitacional imenso no Brasil e essas técnicas promocionais só tem uma intenção: velocidade de venda. Dinheiro mais rápido no bolso das empresas, lucros maiores no mesmo tempo. Assim, as construtoras do país bateram o recorde deste ano. Venderam, em junho, quase 26 mil unidades financiadas, 24% a mais que em maio.

“Hoje o mercado oferece o mesmo produto praticamente com o mesmo subsídio, as mesmas colocações da Caixa. O que a gente está fazendo é um atrativo para ganhar a concorrência” explica o diretor regional de uma construtora.

Brindes
Que tal uma geladeira duplex? Com R$ 6 mil de entrada no apartamento, o comprador leva uma para colocar na cozinha nova. As construtoras perceberam que para vender mais, não basta pensar apenas no imóvel. É preciso dar uma mãozinha pra equipar. Por isso, algumas oferecem TV de plasma e até bônus de R$ 2 mil.

Agora só falta as construtoras irem em massa na TV e começar a usar jargões como "Quer pagar quanto?" ou "Cobrimos o preço da concorrência". Eu já vi alguns garotos propagandas de varejo fazendo comerciais de construtoras. Já pensou em entrar em um supermercado e ver na prateleira algumas caixinhas vendendo apartamento com código de barras? "Quer comprar, basta passar no caixa e dividir em 120 vezes em seu cartão de crédito". Absurdo? Daqui a pouco vou achar normal as construtoras darem creche e carrinhos de supermercados cheios por 1 ano, vai ser o "bolsa família" das construtoras. Melhor parar de dar idéias, e lembrem-se, e verem construtoras dando vale compras nas "Casas Bahia" que existem por aí, me avisem, vou mandar a Nota Fiscal.

Grande abraço,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
MKTmais.com
Fonte: G1

O mercado de corridas já chega a R$ 3 bilhões

Correr já não é só um esporte de final de semana, é um negócio, que segundo a Gazeta do Povo, movimenta 3 bilhões de reais só com as provas de quem quer suar e gastar a sola do tênis. A estimativa é da Corpore, entidade paulistana sem fins lucrativos com mais de 245 mil atletas cadastrados. Somam-se ainda a este número outros bilhões de reais referentes às assessorias, à venda de artigos esportivos, suplementos alimentares e até ao turismo (para participar das provas). Pelos cálculos da Corpore, o Brasil tem hoje 4 milhões de corredores e a receita gerada pelo esporte vem crescendo entre 20% e 30% ao longo dos últimos anos.

Patrocínios
Para o presidente da Corpore, a prática da corrida é hoje ligada a um “estilo de vida” e, por isso, atrai também investimentos de muitas empresas que não estariam ligadas naturalmente ao esporte. “Uma coisa puxa a outra. As empresas percebem que as provas de corrida estão atraindo muito público e querem colocar seu nome. E isso faz com que o mercado cresça”, diz. “Há 15 anos, as pessoas começavam a correr por orientação médica. Depois, fazer esporte passou a ser uma questão preventiva, de qualidade de vida. Agora estamos em um terceiro estágio.”

O desempenho do programa Vamos Correr, do canal ESPN, também releva esse interesse. Ele foi criado em abril deste ano, com cotas de patrocínios de cerca de R$ 1,2 milhão anuais (que incluem também os espaços no seu portal) – vendidas sem grandes esforços. “Existia uma demanda dos telespectadores e dos nossos parceiros comerciais por um programa voltado para corrida”, diz o diretor comercial do canal, Marcelo Pacheco. “O esporte é uma febre em todos os lugares do mundo. O programa nasceu muito baseado nessa tendência é já é um sucesso.”

Fazendo uma conta simples, 3 bilhões de reais dividido por 4 milhões de corredores, significa que cada corredor vale aos patrocinadores 750 reais. Ou seja, se você é um corredor, saiba que os patrocinadores podem estar pagando por você mais de 2 salários mínimos por 10km, que é a distância média das provas de corridas de rua no Brasil. Ou 75 reais por km. Bom demais não? Se realmente for isso tudo mesmo, se as cotas dos patrocinadores fossem 50% desse valor e o restante em prêmios distribuídos entre todos os participantes, a quantidade de corredores iria dobrar. Mas para má notícias dos corredores, além dos organizadores lucrarem com as corridas, ainda cobram de quem quer correr na rua a taxa de inscrição. Melhor negócio que esse só se cobrar pelo ar que se respira. E você, já correu hoje?

Grande abraço,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
MKTmais.com

Tudo o que você queria saber sobre as categorias de produtos nos supermercdos

Você trabalha com varejo, mas não sabe nada sobre as tendências no mercado de alimentos? Você acaba de se tornar um RH do setor de alimentos e não sabe como foi parar no cargo? Você virou a área de vendas de uma indústria de alimentos que comercializa para o supermercados e não sabe qual foi o crescimento da categoria? Calma, o varejo é auditado de diversas maneiras. MKTmais.com recomenda o trabalho que a Supermercado Moderno faz com o seu Guia Prático de Sortimento. Há informações de faturamento, principais marcas, perfil do consumidor, atributos mais valorizados, share das principais marcas (como no de sucos naturais ao lado), entre outros.

Você irá entender um pouco das seguintes categorias:
* Mercearia de Alto Giro
* Mercearia Doce
* Matinais
* Perecíveis Congelados e Resfriados
* Perecíveis Lácteos
* Bebidas Não Alcoólicas
* Bebidas Alcoólicas
* Higiene, Saúde e Beleza
* Limpeza
* Descartáveis
* Bazar
* Equipamentos, insumos e serviços

Mas aí você se pergunta para que saber isso? Bom, não é só informação, é informação qualificada para se trabalhar. Use a criatividade, se você conhece o mercado, quem sabe a sua indústria não está fazendo tudo dentro do esperado, ou está extrapolando as expectativas do mercado? Quer conhecer um pouco mais sobre as principais marcas, categoria, enfim, é um guia que considero obrigatório para quem quer investir no varejo, para quem quer entender o supermercado e para quem quer se aprimorar no seu segmento.

Exemplos de informações que poderão ver no guia:
Segundo a Colgate-Palmolive, os cremes dentais premium elevaram as vendas em 24,7% no autoserviço acima de 10 checkouts no ano passado.
Para a Oliva, associação que reúne os fabricantes de azeites, o consumo do produto subiu 45% entre 2003 e 2008 e alcançou 32 mil toneladas.

Principais marcas de café no Brasil:

* 1 Nescafé
* 2 Melitta
* 3 Iguaçu
* 4 3 Corações
* 5 Pilão
* 6 Pelé

Perfil de quem consome Cream Cheese
ConsumidorParticipação % em Vendas
MULHERES 85%
HOMENS 15%
Até 17 anos** 3%
18 a 24 anos** 17%
25 a 34 anos** 31%
35 a 59 anos** 42%
Acima de 60 anos** 7%
Classe A/B** 80%
Classe C ** 14%
Classe D** 6%

**Dados Reportados Pela Kraft Foods em 2008
Fonte: Kraft Foods


Perfil dos clientes que compram vinhos nacionais

ShopperParticipação % em Vendas
MULHERES 63%
HOMENS 37%
18 a 25 anos 12%
26 a 45 anos 52%
46 a 60 anos 19%
Acima de 60 anos 17%
Classe A 33%
Classe B 42%
Classe C 15%
Classe D 10%

Fonte: Pernod Ricard / Guia de Categorias 2008

Estratégia e Branding: Por que a Bombril sobrevive?

Não tenho bola de cristal, mas a marca Bombril mais arranha panela do que arranham ela. Os números não mentem. Suas lãs de aço chegam a 80% das casas brasileiras, um recorde para qualquer setor. Trata-se ainda do segundo artigo de limpeza mais vendido no país, atrás apenas do sabão em pó Omo (da multinacional Unilever). Em nenhum outro lugar do mundo a lã de aço foi tão assimilada quanto no Brasil, que concentra dois terços do mercado mundial desse produto. A razão é cultural. Os brasileiros revelam um apreço pelo brilho na limpeza como ninguém mais, segundo mostram as pesquisas. Além disso, conferiram vários usos à tal lã, como afixá-la à antena da televisão para melhorar a imagem e até servir de adubo para plantas. Nos anos 70, um produto parecido surgiu no Brasil - mas vinha com detergente, tal qual nos Estados Unidos, e não vingou. A antiga versão já havia sido incorporada aos hábitos locais. Conclui Alexandre Zogbi, da consultoria Interbrand: "A Bombril é um daqueles casos raros em que um vínculo emocional liga as pessoas a um produto - e à sua marca".

No Brasil, a marca Bombril é sinônimo do produto em sí, lã de aço. Assim como Gillette é sinônimo de lâminas de barbear e Leite Moça, de leite condensado. Qualquer marca quer ser sinônimo de produto, mas poucas empresas pensam assim, no máximo querem ser a líder da categoria. Bom para quem pensa diferente.

Esse ano a Bombril está comemorando: registrou um lucro de 84 milhões de reais no primeiro semestre de 2009. Comemora pois o passado foi marcado por decadências já na década de 80, e atingiu seu auge entre 2002 e 2006, quando a Bombril chegou a paralisar a produção por falta de dinheiro para comprar matéria-prima.

Crise
Para piorar, sucederam-se episódios negativos, como a guerra por poder travada entre os herdeiros, que chegaram a trocar socos e xingamentos nos corredores da fábrica de São Bernardo do Campo, desvios de dinheiro e uma coleção de fraudes financeiras.

De 2006 para cá, teve início uma reestruturação radical, capitaneada por um dos três herdeiros, o economista Ronaldo Sampaio Ferreira, o único que ainda está lá. Nos quadros de administração, parentes e amigos foram substituídos por executivos tarimbados, que renegociaram uma dívida astronômica, frearam gastos e enxugaram custos fixos, além de trazer à Bombril novas práticas de gestão e governança corporativa.

No ápice da crise, em 2003, foi justamente a marca que salvou a empresa do pior. Sem crédito na praça e com 570 títulos protestados, a Bombril precisou demitir 30% de seus funcionários e paralisou a produção. "Só se via gente ociosa. O silêncio das máquinas era o maior sinal da decadência", recorda-se a gerente de novos produtos, Adelice de Moraes, há 33 anos lá. Nesse tempo, os executivos da Bombril batiam à porta das grandes redes de supermercados e atacadistas, implorando para que fizessem compras antecipadas e mais: que pagassem à vista. Em troca, concediam-lhes descontos graúdos. Havia um detalhe peculiar nessa transação: com prateleiras abarrotadas de Bombril, os supermercados não colocavam à venda a nova mercadoria. Ela ficava armazenada em depósitos. Por que, então, essas redes seguiam comprando mais e mais lãs de aço? "Para manter a Bombril de pé", explica Hélio Mariz de Carvalho, da consultoria FutureBrand, que acompanhou o caso. "Se a empresa morresse, provavelmente desapareceria com ela uma marca que atrai gente às lojas."

Estratégia
A palavra do dia hoje na Bombril é diversificar a linha de produtos. Não é apenas por causa da concorrência. A Bombril, que já teve 90% do mercado de lã de aço no Brasil, agora detém uma fatia de 70% (os outros 30% estão nas mãos da Hypermarcas, dona da Assolan). A diversificação é também necessária porque a procura pelo produto tende a encolher - caiu 10% somente no ano passado. Os hábitos de consumo estão mudando. As panelas de hoje não precisam mais ser areadas. As televisões tampouco têm antena. Mais preocupadas em manter as unhas benfeitas, as mulheres começaram a buscar produtos de limpeza até com hidratante. Para manter sua tão valiosa marca, a Bombril tem pela frente o desafio de adequar-se aos novos tempos.

Fonte: Veja

Bluetooh Marketing: Por que marcas como a Ecko investem nessas ações?

Outro dia estava dialogando com um ex-colega de trabalho e cheguei à seguinte conclusão: O único aparelho disponível atualmente com abrangência maior que a televisão e que possui a possibilidade de audiência e atenção de muita gente é o celular (só deve perder para o relógio). Resumindo, o mundo ainda vai girar muito em torno do celular. Enquanto a TV você só assiste se estiver em casa, considerando que o computador você só usa normalmente em lugares parados, o celular é a pedida em termos de mobilidade. Você pode estar vendo TV, com o computador ligado, o celular do lado, mas se sair do lugar, você vai levar o seu celular. O micro e a TV ficam para trás. Ou seja, é um comportamento cultural contemporâneo, fato!

"All in one", o celular reune mp3, câmera e ainda fala. Não é preciso nem fazer pesquisa, o celular já faz parte do chaveiro das pessoas. Não é à toa que as ações de bluetooh marketing são uma boa alternativa ao marketing de massa. Com uma vantagem, ela é interativa, para usá-la, o espectador deve olhar, clicar no celular, fazer downloads e isso tudo dura muitos mais que míseros 15 segundos de um comercial de TV. A audiência se dará no futuro próximo pelo celular, aposte. Basta às empresas entenderem que não são apenas textos, o recurso mais básico do celular, para criar ações inteligentes.

Veja o Case da Ecko
Ação: Experiência Sem Limites
Objetivo: Experiência da marca com o público jovem
Ação dividida em 2 partes.

Parte 1 - Blitz nas ruas - Convite para as pessoas
Dia 14/05/2009, das 7:00 as 23:00
Ação móvel nas proximidades e dentro da universidade Metodista em São Bernardo do Campo. A ação foi realizada na entrada dos alunos na universidade, durante os intervalos e na saída matutina e noturna.
Na saída noturna, enquanto as pessoas assistiam o show de street dance e grafitagem elas eram convidadas a ativar o bluetooth do seu celular para receber o convite para o MetoFashion.

Parte 2 - Evento
Dia 22, a partir das 18:00 às 01:00
Um desfile de moda de diversas marcas conhecidas nacionalmente, que atuavam com seus stands montados ao redor da passarela. O evento, segundo a organização, teve ao longo do período aproximadamente 4 mil pessoas.

Haviam hotspots fixos no stand, onde a pessoa ao entrar no stand era informada através de sinalizações para ativar seu Bluetooth e receber papel de parede e catalogo de produtos da marca.

E durante o desfile, de 15 minutos da marca, haviam hotspots ligados próximo a passarela enquanto mensagens passavam no telão avisando para ativar o bluetooth e a pessoa receber o catagolo de roupas que estavam sendo mostrados no desfile.

O uso da tecnologia Bluetooth fez com que o público saísse do evento com o papel parede da Ecko em seus telefones celulares.

Resultado, quem ativou o Bluetooh interagiu com a marca, não só visualmente, mas "celularmente".

Grande abraço,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
MKTmais.com

Fonte: Bluemobile

Iveco mostra que a Web está ganhando do Marketing de Massa

A tempos venho comentando das vantagens da Web em campanhas de marketing sobre o Marketing de Massa. Se é que posso listar, mas o primeiro é o custo e o segundo é a rapidez em saber o resultado. O lançamento do caminhão Iveco Tector Stradale aconteceu em 14/08/09 no melhor estilo web 2.0: via blog e redes sociais (Twitter, Orkut, Facebook). Nas gastou com propagandas na TV (o modelo de negócio que se cuide).

O novo semipesado Iveco Tector Stradale foi apresentado para o público inicialmente apenas pelo blog, com linhas de comunicação adicionais por sites e redes sociais.

A escolha do blog como veículo também permite uma relação de mão dupla, possibilitando à montadora uma comunicação rápida e direta com caminhoneiros, frotistas e o público em geral. Permite, ainda, o retorno destes públicos para a Iveco, sem intermediários, com suas impressões sobre o veículo, sua dirigibilidade e serviços.

A partir da data do lançamento foram mobilizados recursos em redes sociais como o Orkut (Profile Iveco Tector Oficial), Facebook (Iveco Brasil Caminhões) e YouTube que possibilitam novas comunidades de discussão e feedback sobre como o usuário avalia o produto.

Essa mecânica ja é muito utilizada pelas empresas que está antenadas, principalmente para aquelas que sabem que dinheiro de Marketing é curto, acabam transformando o departamento de marketing em um departamento de Web 2.0 enxuta.

Fonte: PCMag

Case: primeiro leilão brasileiro no Twitter vendeu uma câmera pela metade do preço

Mais que criar estar presente em redes sociais é se relacionar com a rede social. Claro que as vezes não é lá essas coisas. Mas por apenas R$ 431,50, 48% abaixo do valor de mercado, o perfil @gomesdiego venceu o primeiro leilão do Twitter brasileiro, promovido pelo Comprafacil, e levou a Câmera Digital Stylus da Olympus. A ação aconteceu no dia 13 de agosto, em parceria com a Simples Agência.

O leilão contou com a interação de 300 participantes e teve mais de 1,2 mil lances, ficando em terceiro lugar entre os assuntos mais respondidos na rede brasileira. A duração foi de 3 horas e 35 minutos.

No próximo dia 20/08/09, o Compra Fácil vai leiloar um Celular Arena KM900 da LG com tecnologia 3G, Wi-Fi, GPS, touchscreen, câmera 5 MP com flash, filmadora, MP3 player, rádio FM, bluetooth estéreo 2.0, fone, cabo de dados e memória de 8 GB. Ou seja, quem arrematar vai estar levando um "all in one". Pesquise os preços e participe dessa empreitada. Desafio aos participantes a manter o preço na casa dos centavos para criar uma disputa mais acirrada. @mktmais

Fonte: Pcmag

Farmácias não poderão mais vender "alimentos"

Parece que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) resolveu colocar um fim na descaracterização das farmácias. Se o empresariado queria faturar com a venda de outros produtos que não os medicamentos, agora terão motivos fiscais para mudar de idéia. Conforme nova resolução, os medicamentos não poderão mais ficar ao alcance dos clientes, incluindo os produtos isentos de prescrição médica (que podem ser comprados sem apresentação da receita do médico).

Os únicos medicamentos que poderão ser comprados diretamente pelos consumidores nas prateleiras são os fitoterápicos, preparações de uso dermatológico e medicamentos oficinais (como água boricada, glicerina, hidróxido de magnésio).

A venda de alimentos nas farmácias “banaliza o ambiente da farmácia atraindo o paciente para dentro dela”, afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello. “Ao entrar na farmácia [para comprar alimentos], muitas vezes, o consumidor é seduzido para levar um medicamento, uma vitamina”, afirmou.

Ainda segundo a resolução, será permitida a venda de alimentos para fins especiais (para dietas com restrições de sódio ou de nutrientes, por exemplo), alimentos para grupos populacionais específicos (como idosos e gestantes), suplementos vitamínicos e/ou minerais, mel, própolis, geléia real e alguns tipos de alimentos comercializados sob a forma de tabletes, saches ou similares.

Entre os serviços que poderão ser prestados pelas farmácias, o farmacêutico poderá monitorar a pressão arterial e a temperatura corporal, administrar medicamentos injetáveis e inalatórios e realizar o atendimento domiciliar. As farmácias poderão oferecer o serviço de perfuração de orelha, desde que realizado em condições adequadas. Para oferecer medicamentos por meio remoto (telefone e internet), elas devem existir fisicamente e estar abertas ao público.

De acordo com o texto, continua permitida a venda de plantas medicinais, drogas vegetais, essências florais empregadas em floralterapia, cosméticos, perfumes, produtos de higiene pessoal, produtos médicos e para diagnóstico, mamadeiras, chupetas, bicos e protetores de mamilos, lixas de unha, cortadores de unhas e similares.

A resolução prevê 180 dias (a partir de 18/08/09) para as farmácias se adequarem às normas normas. As multas para quem descumpri-las variam entre R$ 2 mil até R$ 1,5 milhões.
São as normas influenciando o modelo de negócios, a cadeia produtiva e indiretamente diversos fornecedores que agora terão que criar novas estratégias para suprir o fechamento desse canal de vendas aos seus produtos. Próximo desafio: aumentar o faturamento das farmácias com medicamentos.

Grande abraço,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
MKTmais.com
Fonte: Agência Brasil

LG dá R$ 10.000 para SMS mais rápido

A era dos concursos está cada dia mais criativa e com a intertividade da Internet as campanhas promocionais estão cada vez mais diferentes. Fugindo do padrão Sorteio, controlado pela Caixa. Aliás, no Brasil, se puderem fugir da Caixa, você é um profissional muito bom, afinal incentivar as vendas sem um marketing de massa requer um tratamento especial, mas com resultados excelentes.

O tema da campanha da LG é inteligente, pois transforma uma atividade, mandar SMSs, em algo esportivo e cultural. A etapa brasileira da segunda edição da LG Mobile WorldCup, que começou em 17/08/09 e vai premiar o digitador de mensagens de texto em celulares mais rápido do mundo. A primeira fase das seletivas brasileiras ocorre até o dia 6 de setembro. Os melhores colocados de cada região do país deverão disputar as semifinais regionais, que acontecerão em Salvador (BA) e Brasília (DF) no dia 12 de setembro e em Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) no dia 13 de setembro.

Destes encontros sairão os 80 finalistas que disputarão entre si para chegar à final. Todos os finalistas receberão um celular LG GT360, voltado para um público jovem.

De acordo com a LG, o campeão será conhecido no dia 23 de setembro, em São Paulo. Ele receberá um prêmio de R$ 10.000 e representará o Brasil na final mundial da LG Mobile WorldCup, que acontece em novembro, nos Estados Unidos, concorrendo ao prêmio de US$ 100.000. O segundo colocado brasileiro ganhará R$ 5 mil e o terceiro receberá R$ 3 mil.

Reforço da ação
Além da adesão via internet ou via celular, o candidato também poderá efetuar a sua inscrição nos eventos itinerantes que acontecerão nas cidades-sede do evento - Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Porto Alegre. Em São Paulo, as blitze da LG Mobile WorldCup acontecerão dos dias 19/08 a 06/09, de quarta a domingo, em colégios, faculdades, shoppings, bares e parques paulistas.
Conclusão
O evento segue o formato internacional, ou seja, veio "pronto". Isso só demonstra que a iniciativa brasileira em fazer mais ações desse tipo tem grandes desafios para o futuro. A falha fica por conta da falta de integração no marketing e na comunicação. Para uma ação que usa a internet como plataforma de cadastro e divulgação, o site principal do Brasil não faz nenhuma referência ao concurso, erro na estratégia de marketing e mais, perdeu uma grande chance de reforçar a ação. E a pergunta que fica é: Será que a concorrência vai fazer algo?

Grande abraço,

Jony Lan
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
MKTmais.com
Fonte: Época Negócios, LG